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cinema de guerrilha

por   /  10/01/2008  /  22:18

se eu fosse cineasta, ia começar hoje a fazer um filme sobre os reféns da farc. acompanhei o noticiário das últimas semanas como quem espera ansiosamente pelos fascículos de um  folhetim _que história incrível! e agora quero ver como vai ser o encontro de clara rojas com emmanuel. e, claro, uma talvez possível futura libertação de ingrid betancourt. vejam as imagens de clara e consuelo dominguez aqui.

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pré-natal pop

por   /  10/01/2008  /  20:00

primeiro foi lily allen grávida do cara do chemical brothers. agora é avril lavigne. apesar dos estilos totalmente diferentes, as duas têm em comum a pouca idade e aquele ar uhu-sou-jovem-e-posso-tudo. quero ver como vai ser com menino embaixo do braço (tá, eu sei que elas têm uma entourage gigante e podem viver sem ver os pirralhas).

bem fez aguilera, que esperou mais um pouquinho. melhor ainda fez gwen stefani, que pariu aquela fofura do kingston quando já tinha se consolidado como diva _quer você goste ou não das músicas que ela faz. afinal, essa coisa de ser cantora e mãe com pouca idade pode dar em revestrés, né, britney?

sonho

por   /  10/01/2008  /  12:01

musiquinha gostosa do suicide pra começar o dia.

dream baby dream
dream baby dream
dream baby dream
dream baby dream
forever, and ever

keep those dreams burnin’ baby
keep my dreams burnin’….forever

dream baby dream
dream baby dream
forever

por   /  09/01/2008  /  18:09

já ouvi falar super bem desse filme “juno”. agora quero baixar a trilha, que, além da capa super fofa, tem músicas de kimya dawson, cat power, b&s, velvet, moldy peaches, sonic youth e mais um monte de coisa boa!

design  ·  música

johnny be good

por   /  09/01/2008  /  17:27

 

“meu nome não é johnny” faz parte daquela safra de filme brasileiro soconoestômago. apesar de falar do garoto de classe média que se fode ao comercializar drogas, não cai em clichês. selton mello tá bem, cleo pires também, bem piriguetchi. a direção de arte e o figurino reproduzem perfeitamente a década de 80. a trilha é legal, mas quando uma tal de olivia broadfield (que bruna descobriu) começa a cantar “it´s a long way”, de caê, jesus!, que anti-clímax. ela é uma sub cibelle com voz etérea e entendiante. estragou uma das melhores partes do filme… mas tudo bem. a história é tão boa que deu até vontade de ler o livro de guilherme fiúza.

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