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french sex

por   /  23/02/2008  /  21:34

 

L´amour, c´est difficile d´expliquer ce que c´est, même pour les grands. On a des copains et des copines et c´est chouette. Et puis tout à coup, il y a quelqu´un qu´on trouve différent des autres : plus beau, plus sympa, plus tout. Celui dont on est amoureux, on le trouve génial, même s´il a des lunettes ou un gros nez. Aimer quelqu´un, ça peut être le méga-bonheur ou le gros chagrin. Et même quand ça fait de la peine, on a quand même envie d´aimer et d´être aimé à nouveau parce que ça fait se sentir vivant.

fofo, né? faz parte da exposição zizi sexuel, que acontece na frança e se propõe a ser um guia do sexo para crianças e adolescentes. a mostra fala de masturbação, mostra como o corpo muda durante a puberdade e ainda disponibiliza um “love-o-meter”, que mede a força dos sentimentos românticos. tudo de maneira interativa, com bonequinhos divertidos, como dá pra ver no vídeo do l´express. que coisa mais francesa!

achei a matéria no la times.

dda

por   /  23/02/2008  /  18:04

assistindo “queridos amigos”, na noite de ontem, ouço a pérola:

– finalmente essa mulher envelheceu, né?

– ….

– a carla camurati!

– HAHAHAHAHA

– ah! mas pelos menos os dois nomes têm letras repetidas…

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um dermatologista pra chamar de meu

por   /  22/02/2008  /  18:52

pimps.jpg
há umas semanas, cometi a insanidade de ir ao brooklin. não, não. queria eu que fosse nova york. era apenas a zona sul de são paulo, onde empresas erguem arranha-céus para se mostrar ultrapoderosas. fui lá atrás de uma dermatologista, indicada por uma colega. pra chegar, um sufoco. nem com gps ou google maps eu sei andar por um lugar onde você é obrigada a passar por um cruzamento da rua florida com a hollywood.
cheguei lá, e o consultório era decorado com… adivinhem! patina, é claro. aquela técnica que já deve ter sido ensinada por ana maria braga 47 vezes e que todas as mães já se empolgaram em fazer, transformando sua outrora casa em um parque de diversões da decoração de gosto duvidoso.
pois então. pátina em tons de roxo, quadros de natureza morta na parede. ok, não se pode esperar muito. não é todo médico tem um consultório como o do meu ginecologista _que parece de novela das oito, o que eu acho ótimo, porque a assepsia a gente deixa para os hospitais.
a mulher demorou um pouco, como de praxe, e me atendeu. assim que olhei pra cara dela, pensei: dermatologista com pele brilhosa = endocrinologista gordo. mas ok. nem demorei muito pra confirmar meu diganóstico: era uma pistoleira. ela mal olhou pra mim, disse “ah, vamos sentar” e me passou uma lista de mais de 10 procedimentos que eu teria que fazer todos os dias. lava aqui, esfrega ali, amacia acolá. sabonete para uma face do rosto, creme pra outra. receitou uma limpeza de pele também, feita por uma parceira dela. indicou a farmácia de manipulação de onde ela deve embolsas uns reais. e ainda me mandou fazer um peeling de cristal (“no inverno a gente faz um mais fortinho!”) _cada sessão a uns R$ 300.
saí de lá REVOLTADA. primeiro porque tinha gastado horas pra chegar naqueles quintos dos infernos. depois porque, minha gente, como pode? é muita cara de pau. a tal doutora nem se prestou a pegar uma lupa pra analisar a minha pele _pele essa que, ok, já teve seus dias de glória e hoje sofre horrores com essa poluição paulistana, mas que também num é trevas, né? grrr.
uns dias depois, arrumando minha bolsa, rasguei solenemente a receita e o cartão da impostora _e olha que eu costumo guardar até papel de mcdonalds! continuei minha busca por uma indicação valiosa. mas é meio difícil. parece que aqui as pessoas vão em um médico qualquer. lá em recife, só com indicação. e sempre tem alguém para dizer “ah, esse aí é maravilhoso, deixou fulana em ponto de bala”. às vezes o provincianismo faz falta.
apesar de, consegui uma indicação com mari. e hoje fui ao consultório de um doutor que ostenta seu diploma escrito em letras arredondadas, bem pomposas. ele perguntou minha idade, meus hábitos, se eu estava estressada com alguma coisa. quis saber da minha família, das minhas taxas. eu, dando uma de espertinha, disse logo “pois é, doutor, quero cuidar da minha pele. até tentei, mas fui numa médica péssima que mal olhou pra minha cara e me passou 20 remédios”. ele riu. e continuou a mini-entrevista. me mandou fazer exame de sangue e passou uma vitamina, um protetor solar, um sabonete e um creminho pra essas espinhas retardatárias, que teimam em aparecer só agora na vida adulta
só quatro produtos. até estranhei e disse “mas, doutor, num vai passar mais nada? não é melhor eu começar a passar colágeno pra evitar as rugas?”. ele disse: vamos aos poucos. não adianta eu encher você de remédios. vamos esperar o exame. você pode mandá-lo por e-mail (o que eu achei genial, porque haja saco pra ficar andando pra lá e pra cá, e até moderno, né? porque tem muito médico aí que ainda deve usar bip), e a gente vai cuidando da sua pele aos poucos, pra você não achar que eu sou que nem a outra médica. simples e direto (e espero que bem eficiente). merece um clap!
* a foto é de mand-eye
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