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áudio nham

por   /  22/04/2008  /  19:47

uma marmita é uma marmita. aquele amontoado de comida sem nenhuma hierarquia. arroz por cima de feijão, carne com tomate espragatado… tudo frio e disgusting. mas se você é japonês, você se livra da gororoba, pois do outro lado do mundo o povo gosta de organizar a quentinha _e ainda colocam um novo nome nela: bento. como se não bastasse deixar a comida mais bonita e saborosa, ainda tem uma galera louca do desing (aka obacchi jacket lunch box) que resolve reproduzir capas de disco com bento! delícia, hein?

a dica é de gustavo, via nipofilia

design  ·  música

satisfaction

por   /  22/04/2008  /  19:33

so if you’re down on your luck
and you can’t harmonize
find a girl with far away
and if you’re downright disgusted
and life ain’t worth a dime
get a girl with far away eyes

“shine a light” é massa! um super dvd dos rollings stones, com a diferença de que foi dirigido por martin scorcese… engraçado foi uma carinha que tava quase do meu lado. ele passou o filme inteiro rindo, fazendo air guitar, air drums e cantando loucamente, como se mick estivesse ali na sua frente…

tipo monalisa

por   /  21/04/2008  /  4:24

esse é piero fornassetti

Piero Fornasetti was a Milan painter, a sculptor, an interior decorator, an engraver of art books, a creator of more that 11,000 items, a deviser of sceneries and customs, an organizer of international exhibitions and events. As far as the variety of decorations is concerned, Fornasetti’s production of objects and furniture is one of the largest of the 20th century.

criador do “theme and variations” sobre lina cavalieri, que é esta aí:

ela virou guarda-chuva, prato, copo, vaso, tapete. cada coisa mais linda que a outra. quer ver?

e agora eu quero o livro:

que trabalho massa o desse cara. e lembrei de flávia, que usa a lina como avatar.

catei aqui

arte  ·  design

come a little bit closer

por   /  20/04/2008  /  0:17

eu tentava acreditar em deus quando estudava em um colégio católico. cheguei até ver as alpercatas de jesus quando estava na segunda série. eu me esforçava, tentava, mas não sentia o que todos os meus coleguinhas diziam sentir: a fé. aquela elevação de espírito que transformava até o mais escabroso problema em uma simples provação. eu tentava, queria, mas num chegava lá.

sete, oito, dez anos depois, alguma coisa próxima de tudo isso aparece assim, de repente, pelo dvd da sala. é neil young no show “heart of gold”, que ele fez depois de descobrir que tinha um aneurisma e depois de perder seu pai.

eu amo neil young há uns bons anos. já tinha visto vídeos, trechos de shows. mas “heart of gold” é uma celebração, um culto na igreja dos sentimentos mais bonitos do mundo _até mesmo quando eles te fazem sofrer e te transformam em uma coisa que você ainda não sabe ser.

em cada letra, em cada tom de voz, neil encanta e comove. te faz chorar por ser tão sincero. eu não tenho medo de soar brega ou clichê com frases desse naipe, porque é a simplicidade de uma música como “here for you”, que ele fez pra filha, que me comove:

when your summer days come tumbling down
and you find yourself alone
then you can come back and be with me
just close your eyes and i’ll be there
listen to the sound
of this old heart beating for you
yes i’d miss you
but i never want to hold you down
you might say i’m here for you

o que neil young canta não é só música. o que ele escreve não é só poesia. e se existe algum sentimento próximo ao que eu tô sentindo agora é o bliss de bertha young.

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