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minimalismo

por   /  27/01/2009  /  12:01

jd

j.d salinger tinha uma cláusula específica em relação a capas de seus livros: elas deveriam se resumir ao nome da obra e nome do autor, sem nenhuma imagem

In the 1950s Salinger had a clause put in his publisher’s contracts that insisted only the text of the title of the book and his name were to appear on any future editions of his work, and absolutely no images. This hard line was particularly prompted by an early fatal experience with a publisher who covered a collection of short stories, then titled for Esmé – with Love and Squalour (after one of them) with a dramatic illustrated portrait of a seductive blonde. Salinger’s outrage is understandable: his Esmé is a precocious young girl of seven, and the story depicts a chance encounter and redemptive conversation with a solider on the verge of a nervous breakdown. Nevertheless, it’s instructive to see how various publishers and nationalities have dealt with Salinger’s legal one-liner over the past half-decade of reprints and new editions.

via the book cover archive

cotidiano

por   /  27/01/2009  /  11:06

Ele a traía sempre às terças-feiras. Ela o traía às quintas.
Certo sábado ele pediu: ponha percevejos no meu arroz.
Ela fez uma comida picante. Acendeu velas azuis. Colocou um tango.
Eles se abraçaram. Sem sentidos.
E aí veio o sangue.
Na sua boca.
Das suas entranhas.
Ela raramente o achou tão sensual.
No domingo ela pediu: espanque-me.
Ele bateu de cinta no seu rosto. Arrancou-lhe um dedo
com o alicate.
Às 10 em ponto eles apagaram as luzes.
Segunda-feira ambos tinham de levantar cedo.

aglaja veteranyi em “o contrato”. a tradução é de fabiana macchi

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