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moleskine nights #2: exquisito + breganight

por   /  30/10/2009  /  11:28

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moleskine nights foi conferir o encontro de amigos queridos na última quinta-feira, no bar exquisito, que costumava servir o melhor chilli da cidade _mas qual não foi a decepção quando a iguaria chegou à mesa? faltava pimenta, faltava tempero, faltava originalidade. faltava todo o sabor que a américa latina sabe dar. mas tudo bem, quando amigos se reunem para colocar o papo em dia, a falta de sabor da comida é compensada pelo excesso de conversa _uns mojitos bem gostosos também ajudam.

com vocês, mais uma edição da sua coluna social preferida!

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a noite contou com a presença ilustre de carén nakashima, que mostrou sua ótima “shape”

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fernanda resende era só sorrisos apaixonados

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luiza voll usava um lindo casaco comprado em uma loja on-line via iphone. e vocês achavam que eram modernos…

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o grupo, com as ausências notáveis de katylene e grá, se reuniu após um longo intervalo _culpa da síndrome da incompatibilidade de agendas

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clarissa amorim ciceroneava um norte-americano. no meio tempo, mostrava que nasceu para ser modelo

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gisela blanco arriscava uma pose descontraída

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enquanto tarso araújo mostrava que estava a fim de dizer alguma coisa

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as fashionistas fechavam os olhos para celebrar o momento

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as mineirinhas bel furtado e luiza voll reforçavam os laços de amizade

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e caio boggiss, lindo que só ele, mostrava como ser fofo em um outfit de bad boy

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corte abrupto para o segundo local da noite: rua da consolação, onde uma balança não te consola. pelo contrário: te convida a medir o quanto pesa tua consciência

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e lá me pus de cobaia… o resultado não foi nada animador

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menos animadora era a receptivadade dos locais. vocês, geeks, que ficaram pensando “o que diabo é essa tag?”, explico: é uma pixação mais descontraída, feita na fresta de qualquer madeira

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corta novamente para o show da banda bonjour pará, que devia trocar de nome para BANDEIRA 2. os pernambucanos paulistas e cearense mostraram todo suíngue, toda ginga e toda malícia do nosso querido recife, tocando música pra rebolar e pra dançar agarradinho. sabe os cariocas do do amor? podiam ser broders dos caras

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enquanto o som do bonjour pará rolava solto, chiquinho e murilo abasteciam os copos dos freqüentadores

e agora o moleskine nights investe em multimídia e brinda os leitores do don’t touch com um vídeo da performance do bonjour pará. rebolem!

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monstrengo

por   /  30/10/2009  /  11:02

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quero tanto ver “where the wild things are”. o filme ganhou as capa das revistas little white lies e huck

The forthcoming issues feature Spike Jonze’s Where The Wild Things Are in some way: the director is interviewed in Huck (hence he appears on the cover alonside some rather intrusive “wild things”), while Little White Lies is wholly dedicated to the new film, based on Maurice Sendak’s children’s book (main character, Max, features on their cover).

via

moleskine nights #1: lulina no tapas club

por   /  29/10/2009  /  12:32

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o tapas club serviu de cenário para o reencontro de amigos queridos. na noite da última quarta-feira, eles se reuniram para ver a apresentação ao vivo de lulina, cantora pernambucana radicada em são paulo, que lançou recentemente seu disco “cristalina”. a noite foi de descontração, drinks e muita pose.

confiram a mais nova coluna social da cidade: moleskine nights, a coluna social do don’t touch!

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júlia porto está preocupada: será que tudo vai dar certo?

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flávia lacerda, ju alves e rebeca moraes curtem seus respectivos drinks

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alberto lins encara a câmera

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andré édipo e júlia porto observam o brinde antecipado de missionário josé

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angela palma se assusta com um objeto não-identificado, que faz alberto lins se esconder e leonardo chen fazer cara de quem sabe o que vem por aí

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paula reis encara as lentes da verdade

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vocês não conseguirão perceber, mas juliana pontual fez questão de combinar sua boina de crochê com o papel de parede 70′s do local: laranja é a cor do momento, podem anotar

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ludmila lima esbanja sensualidade

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thiago pethit faz cara de “aguardem meu disco, seus bobos”

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juliana pontual confere o trabalho mais recente de ludmila lima, após viagem pela américa latina

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lulina, a grande estrela da noite, veste um ronaldo fraga e mostra toda sua simpatia

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alberto lins mostra que, para ser moderno, basta fazer pose em um halo de luz

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daniela e juliana faria aproveitam a dica e posam de fotologers

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e começa o show. lulina canta, acompanhada por pedro falcão na bateria

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missionário josé faz um backing vocal

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firuba faz carinha de quem tá gostando demais

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he-man aparece de surpresa, convidado por paula reis, responsável pelas projeções

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he-man canta para firuba: encosta tua cabecinha no meu ombro e chora

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no fim da apresentação comevente, que teve direito ao coro ensandecido das mininis em “meu príncipe”, lu abraça o monstro

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ana reber deixa o local, satisfeita

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las chicas no banheirón, compartilhando toda a felicidade proporcionada por uma linda noite!  =)

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a beleza dos pedaços

por   /  26/10/2009  /  12:13

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cristiana couceiro faz um trabalho sensacional de colagens, daqueles que enchem os olhos e o coração. e sabe o que é mais legal? além do trabalho artístico, essa ilustradora que vive em lisboa consegue levar a linguagem tão própria de suas colagens para trabalhos comerciais _imagina ver um texto seu ilustrado por uma colagem dela?

I have been making collages since I was a kid. I used to sit on the floor and tear up magazines for hours, joining pieces of paper of different shapes and colours together. Later I learned how to use a pair of scissors and some glue and started filling notebooks, walls, furniture or any kind of plain surface. Then I just learned how to edit pictures on the computer and stopped gluing everywhere.

I collect memories, personal and collective, national and international. My collages are made from an assemblage of different forms, thus creating a new one. They may include newspaper titles, classic and vintage photos, pieces of paper, portions of other artworks, book pages, glued on a new piece of paper.

vejam mais: http://www.cristianacouceiro.com/

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arte  ·  design

rebola!

por   /  23/10/2009  /  23:37

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eu devo ser uma das 17 pessoas que ainda usam soulseek. mas sabe por que eu sou fiel? porque o slsk me faz descobrir coisas como essa coletânea “kings of calypso”, que é maravilhosa! se você tá aí fazendo o esquenta pra festinha da sexta-feira, ouça essa seqüência deliciosa e saia dançando pelo meio da sua casa   =)

etc  ·  música

você fotografa, marilda escreve

por   /  23/10/2009  /  23:29

se tem uma coisa que eu gosto de inventar pra este quase abandonado blog é uma nova seção. aí um dia marilda me chamou no gtalk e falou: deixa eu escrever um conto no teu blog. ao que eu respondi: má é claro! e aí a gente teve a idéia de juntar o texto com uma foto. então, a partir de agora, você leitor, você que gosta de fotografar, você amador, você pessoa querida escondida por aí, todos vocês estão convidados a fazer parte disso aqui. a gente dá uma olhada, seleciona a imagem e marilda se põe a escrever. curtem a idéia?

com vocês, a estréia! texto de marilda (aka mariana rezende) e foto de joão pedro perassolo

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As meninas

Saí de casa cedo. Há dez anos, creio eu. Não saí de lá porque apanhava de um pai bêbado na frente de uma mãe omissa. Nem porque passava fome e fui obrigada a me prostituir para comer. Ganhava presentes no natal, aniversário, dia das crianças e até algum agrado sem data especial. Saí porque saí. Talvez eu quisesse achar meu lugar no mundo. Fugir de um futuro pré-agendado – faculdade, carreira, marido, lua-de-mel no nordeste, bebês e babás. Eu queria era ser alguém. Alguém de alguém. Conheci tantos lugares, tanta gente. Em alguns momentos me senti acolhida, tive muitas famílias. Me apaixonei um sem-número de vezes. Essa minha vida foi a vida dos outros. Peguei muitas caronas em carros e sonhos de outrem. Nunca consegui fixar residência. Ou ter meu próprio carro com pelúcias penduradas no retrovisor, adesivos irreverentes, lixinho de TNT pendurado no câmbio de marchas. Não nasci para fixar residência. Quando os lugares começam a tomar a forma de um lar, com cheiro e cores característicos, eu junto as minhas pequenas posses e vou-me embora como cheguei – com algum drama, um certo tumulto, uma comoção poética para marcar o rito da mudança. Vez ou outra me pego com um olhar comprido para paredes vazias e penso que gostaria de colar algumas fotografias, bilhetes e postais nelas. Penso também em como seria ter um copo onde eu pudesse deixar a minha escova de dentes. Então sou tomada por um impulso. Alguma coisa lá fora me chama. Uma inquietude, uma urgência, um comichão. É hora de ir. E eu vou. Nessa vida eu gosto mesmo é de ir embora.

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