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procura-se

por   /  20/05/2010  /  20:52

O dono deste caderno que voltou comigo pra casa, sabe-se lá como, depois da festa de estréia do Don’t Touch My Moleskine no Alberta #3. Como um caderno cheio de fórmulas e alguns desenhos foi parar na minha bolsa, aí já não sei…

querida segunda-feira

por   /  17/05/2010  /  0:13

Olha, não compartilho de tanto entusiamo, mas vamos nessa, né?  =)

O bilhete é da Leah Dieterich, que segue o conselho da mãe e faz notas de agradecimento para as coisas da vida. Um exercício diário de gratidão, como ela diz. Lindo!

Acompanhem: http://thxthxthx.com/

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moleskine nights #10: inauguração do alberta #3

por   /  15/05/2010  /  19:40

O Moleskine Nights de hoje é especial: foi fotografado pela querida e talentosíssima deusa Renata Chebel, durante a inauguração do Alberta #3, o mais novo clube de São Paulo, localizado na avenida São Luís. Sim, o lugar onde o Don’t Touch vira festa!

Confiram a galeria, cheia de gente bonita que curte música boa  =)

Luciana Obniski faz um gesto auto-explicativo

Felipe Santos e Flávia Lacerda começam a esquentar a pista

Adriana Küchler comemora a nova idade se esbaldando

Mastrangelo Reino conta uma novidade quentíssima para James Cimino, enquanto Ju Nadin observa outra coisa

Mastrangelo Reino degusta sua cerveja preta

Thiago Ney ataca de DJ

Em determinado momento da noite, tiro a câmera das mãos da Chebel e a fotografo

Angela Palma ouve com curiosidade alguma besteira que eu digo

Hein?

don’t touch vira festa!

por   /  13/05/2010  /  18:33

Olha que novidade maravilhosa: uma terça-feira por mês o Don’t Touch My Moleskine vira festa no mais novo clube de São Paulo, o Alberta #3!

Minha querida amiga Angela Palma fez este cartaz MARAVILHOSO para dar um gostinho da festa!

O som vai ter um pouco de tudo: rock, reggae, brega, pop e o que mais der vontade! Para a primeira edição, divido a discotecagem com as deusas Renata Chebel, Mariana Rezende, Luciana Obniski e Giuliana Viscardi.

Vamos lá? Don’t Touch My Moleskine estréia no Alberta #3

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la amorosa x jenifer dos caras

por   /  12/05/2010  /  0:49

João Wainer + Xico Sá + Las Cholitas Lutadoras = o melhor texto e as melhores fotos que vocês verão em muito tempo!

Yolanda, La Amorosa, retoca a maquiagem no capricho de quem vai encontrar o homem da sua vida em uma festa, comprime um lábio no outro para corrigir conscientemente o batom, põe os brincos de ouro, ajeita as cinco camadas entre saia e anáguas, dá um leve toque -um tapinha de nada, quase sem propósito- no chale sobre os ombros, mira de forma sedutora os homens presentes naquele camarim e, poderosa, parte para o ringue ao som de um trilha caliente e romântica.

Os marmanjos que lotam o ginásio da serra de El Alto, a 4.900 metros de altitude, babam, deliram, grunhem selvagens e intraduzíveis onomatopéias. Eles estão nas nuvens, bem perto dos céus, e a testosterona escorre dos cantos das suas bocas nervosas e devoradoras de salteñas, a comida típica boliviana que domina as arquibancadas de circo mambembe.

La Amorosa mal sobe ao ringue, com os homens, comovidos, ainda apertando as duas mãos sobre os corações para reverenciá-la, e eis que surge a temível desafiante Jenifer Dos Caras (duas caras, a falsa e violentíssima), ao som de um tecno maligno dos infernos. Até as crianças, que ficam a correr e se pegar em brincadeiras perversas que imitam o que se passa no ringue, paralisam, estátuas, para ver o que está acontecendo. Jenifer massacra a queridinha do público.Bate sua linda e sedutora face no tablado. Por mais que haja um truque de melodrama mexicano -o grande segredo da luta livre- a desafiante machuca mesmo, vi como aparecem roxas depois em todos os corpos.

Minutos antes, elas haviam me confessado: ao contrário da briga dos homens no mesmo gênero, com as mulheres não há amizade, é porrada, sangue. Mulheres. Yolanda reage. O público enlouquece. No duelo, suas coxas se expõem um tanto, algo incomum para uma cholita na sua rotina. Nosso fotógrafo João Wainer está de frente para o crime, pero, respeitoso, muda o foco. Os machos gozam como em um gol no Morumbi ou no Maraca. Agora parecem fêmeas que se pegam na rua em disputa ridícula por um homem, acontece: luta de cabelos, com chutes nos países baixos. Dói só de vê-las.

Leiam a reportagem completa e vejam as maravilhosas fotos no blog do João Wainer: Las Cholitas Luchadoras

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