Favoritos

pra dar conta dos emails

por   /  18/01/2011  /  13:35

Estamos aqui sempre lendo sobre essas coisas da internet. E encontrei um ótimo artigo no 99% > Email Etiquette for the Super-Busy

In a recent blog post, venture capitalist Fred Wilson talked about his ongoing struggle with email management and the various solutions he’s tried, concluding: “Every time I make a productivity gain, the volume eventually overwhelms me.” It’s a familiar problem. We’re all extremely busy, and we all get too much email. So what to do?
It’s time for a more mindful approach, one that fully embraces a “less is more” strategy. To help you get started, we’ve assembled a cheat sheet of our email best practices. And, trust us, it’s not just about being more polite, it’s about being more efficient and getting the responses you need.

1. Be concise.
Do you like getting long emails? No? No one does. A good rule of thumb is to strive to keep emails to one line or less. If they can’t be that short, challenge yourself to keep them as concise as humanly possible. Your contact is just as likely to be checking the message on a smartphone as on a desktop computer, and shorter is easier to digest – which means you’re more likely to get a response.

2. Communicate “action steps” first, not last.
It’s standard practice to begin an email by summarizing what happened at a meeting or during a phone conversation, then following on with any “action steps” that emerged. But this makes it easy for the most important information to get lost in the shuffle. By reversing this order – and listing actions steps first and foremost – you keep the attention on the items you want to draw attention to.

3. Number your questions.
This is Email 101. If you’re not doing it already, it should be standard protocol to break out multiple points or questions as numbered items in all email correspondence. If you don’t, you risk having that customer or client only respond to the first question that happens to catch their eye. (And now you have to write another email to ask them about it again.)

A good rule of thumb is to strive to keep emails to one line or less.

4. Make the way forward clear.
Emails that offer nothing but a “What do you think about X…?” are generally ineffectual. Always be proactive and take the lead in your communications so that the way forward is completely clear. If you’re proposing a deal, do a bullet-pointed outline of the parameters from the get-go. If you want to “run something by” a superior, share your approach and ask them if they agree. They may not, but giving them a starting point, something to react to, is MUCH more likely to get a response than waiting for someone else to make the first move.

5. Include deadlines.
Some people think that handing out deadlines can seem dictatorial. On the contrary, I’ve noticed that successful busy people welcome a deadline. It helps them integrate the tasks into their schedule. If a response from them is imperative, politely include a deadline: “For the project to stay on track, I need a response from you by 1/18.” If a response is optional, communicate that as well: “If I don’t hear back from you by 1/18, I’ll proceed with the solution I’ve proposed.”

6. Use “FYI” for emails that have no actionable information.
Some emails need to be shared to keep everyone in the loop. But non-actionable correspondence should be labeled as such – so that it can be prioritized accordingly. At the Behance office, we use a simple “FYI” tag at the top of all emails that contain information that you are not required to act on. It allows for easy filtering of non-actionable emails, whether by scanning visually or setting up a rule in your email client.


7. Tell them that you’ll get to it later.
If someone sends you an urgent email that you can’t get to today (or this week, or this month), write them a quick note to let them know, specifically, when you will get to it. You’ll quell their anxiety, and save yourself a future nagging email from them. It also preserves goodwill: Explaining now why you won’t get to something until later is much more effective than apologizing later.

8. Don’t send “Thanks!” emails.
If you don’t have anything substantive and/or actionable to say, don’t send the email. Refraining from sending the one-word “Thanks!” email is tough, because it can feel ungrateful. But at this juncture, we’re all probably more grateful for one less email.

9. Never send an angry or contentious email.
Email is a severely limited medium when it comes to conveying tone, which is why angry emails are never a good idea. More often than not, they just create more anxiety – and more email. Occasionally, writing an angry email can be therapeutic. If this is the case, get it off your chest, and then delete the email. When a confrontation is brewing, a conversation in person or on the phone is almost always best. Emails leave too much room for misunderstanding.

10. Never “reply all” (unless you absolutely must).
If you’ve received an email sent to a large group of people, do your best to avoid replying to all when you respond. If that person was qualified to send the email, typically they can be relied on to be the point person who collates the responses. Keep in mind: If using the “reply all” feature really seems necessary, you are probably having a conversation that would be better (and more efficiently) had face-to-face.

real, virtual, falta, excesso… ah, o amor

por   /  17/01/2011  /  18:00

Sobre a falta de tempo que nos aproximou da gente, por Cris Guerra > http://parafrancisco.blogspot.com/

Porque as distâncias eram grandes, escreviam-se cartas. Porque era preciso esperar as cartas, havia tempo. Porque havia tempo, falava-se de amor. Porque falava-se de amor, escreviam-se mais cartas.

E porque era preciso fazer as cartas chegarem mais rápido, construíam-se estradas. Estradas que nos levaram mais rápido ao futuro: encurtaram-se as distâncias.

E porque encurtaram-se as distâncias, aumentou o trabalho. E porque o trabalho aumentou, escasseou o tempo. E pela escassez de tempo, cessaram as cartas. E pela falta das cartas, recesso para o amor.

Porque o amor entrou em recesso, o avanço. E porque veio o avanço, criou-se a tal rede. E porque a rede se criou, encurtaram-se as distâncias. Até mesmo entre os amores. Até mesmo entre os tempos.

E no mundo contido dentro da rede, nasceram de novo as cartas. Agora instantâneas. Que, como aviõezinhos de papel, eram lançadas incessantemente de uma ponta a outra do mapa. Palavras, dores, saudades e sons percorriam num susto longas distâncias, para chegar aos ouvidos da outra ponta do mapa.

O mundo virou teia de cartas. Um emaranhado de dores e amores e gentes se vendo e ouvindo e dizendo em todas as línguas. Um mundo abraçando o mundo carente de cartas, caminhos, estradas e de andar a pé pra relembrar.

Virtuais, as cartas tornaram amores reais.

E a cada nova carta, um mundo de amor. A teia. E a cada novo mundo, mais cartas. E já não era possível desfazer os nós. E as pessoas deram-se as mãos, como antes não acontecia. E eram semelhantes as mãos que se davam, sem que a distância fosse empecilho. E era de mãos também a grande teia.

Mas, como o virtual brilhasse, o real perdeu sua força. Não mais se olharam as pessoas. O amor em recesso mais uma vez.

E como o recesso faz buracos, mais gente da ponta do mapa procurou gente da outra ponta. E do meio. E de um pedacinho ao sul ou ao norte. E as latitudes as mais diversas passaram a se olhar, como não mais os olhos se olhavam. E como as palavras de longe chegavam ao pé do ouvido, falou-se de perto. E porque de longe acendiam-se almas, encurtaram-se as distâncias.

Mas, um dia, de tanto viajarem as cartas, encurtando distâncias e mais distâncias, alguém olhou para o lado e descobriu a verdade.

O longe estava perto. O perto estava longe.

E assim a escassez de tempo nos aproximou da gente. A escassez do tempo nos disse verdades com sua voz rouca. E nos perguntamos se tudo isso fazia sentido. E choramos. E escrevemos novas cartas. E nos demos as mãos de verdade. E nos olhamos no olho. E redescobrimos o tempo.

E amamos. Não mais a escassez. Não mais o virtual. Não mais o longe.

E permanecem as cartas que vão e voltam. Mas o amor não entra mais em recesso.

_________________________________________________________________________________________

A foto é do Ffion

amor  ·  fotografia  ·  literatura

a caipirinha do verão

por   /  17/01/2011  /  17:15

Sábado é dia de reunir os amigos pra um almoço infinito. A futura chef Clarissa Amorim preparou uma deliciosa moqueca, enquanto eu fiquei encarregada das caipirinhas!

As maravilhosas personal chefs da Dedo de Moça deram a receita de uma caipirinha de limão siciliano, gengibre, mel e hortelã. Só de ler  fiquei com água na boca! E no fim de semana coloquei meus dotes de barwoman à prova. Foi um sucesso!

Vão lá > http://www.dedodemoca.net/destaque/receita-do-rei-da-caipirinha/

Ingredientes

¼ xícara (chá) de mel

Gelo a gosto

2 limões siciliano (suco)

1 colher (sopa) de gengibre fresco cortado em lâminas

6 folhas de hortelã fresca

1/3 xícara (chá) de vodca

Modo de fazer

1. Coloque o mel nas paredes de dentro do copo de caipirinha (como se fosse cobertura de milk shake).

2. Coloque gelo picado no fundo do copo. Adicione o suco de limão siciliano, o gengibre fatiado e as folhas de hortelã.

3. Coloque a vodca e adoce se desejar.

Rendimento: 1 drink

Tempo de preparo: 15 minutos

amor  ·  etc  ·  fotografia

a melhor farra da semana

por   /  17/01/2011  /  17:02

Quinta-feira é dia de dançar MUITO no Alley Club! O João Brasil toca seus mashups, o Tiago Guiness mostra como se faz o melhor set da noite paulistana (foi o que ele fez na última festa do Don’t Touch!), o Matias faz quase uma Gente Bonita enquanto comemora seu aniversário e eu faço aquela mistureba de sempre! Vamo bailar?  =)

Segue o release:

O nome é bem nacional, mas a figura já ganhou o mundo. João Brasil é um carioca que vive em Londres produzindo os mashups mais loucos. Suas misturas inusitadas são regadas a funk carioca e technobrega e assim, sem medo de ser feliz, João injeta brasilidade nos hits da pop music mundial. Phoenix com Portinho, Radiohead com Olodum, Lucas Santanna com Jay Z e a lista vai longe…

Não é preciso dizer que o moço virou o queridinho de blogueiros, DJs e da imprensa britânica também. O jornal The Guardian, inclusive, destacou a faixa Baile X (The XX com Baile Funk). O top DJ Fatboy Slim e Nelson Motta – que dispensa apresentações – já se renderam às graças das combinações improváveis de João Brasil.

Ah! Ele ainda construiu a trilha sonora do Reveillon da praia de Copacabana de 2011, finalizou o projeto 365 mashups (durante o ano de 2010 ele publicou em seu blog um mashup diferente por dia) e o próximo passo é uma parceria com a Lovefoxxx do CSS.

Agora que você já tem uma ideia do trabalho deste novo hype das picapes, que tal conferi-lo em ação na quinta-feira, 20 de janeiro? O Alley Club traz João Brasil com exclusividade, para uma festa que promete.

Reforçando o time das picapes, junto com Brasil, ainda toca o querido DJ residente da Overdancing, Tiago Guiness, que apresenta aquelas pérolas indies que só ele tem. E a jornalista e autora do blog Don´t Touch My Moleskine, Dani Arrais. A moça, que já agitou muitas festas por aí, adora tocar música para dançar e cantar junto, então prepare a garganta e venha se jogar com a gente.

20/01 (quinta-feira)
Alley Club recebe João Brasil, Dani Arrais e Tiago Guiness
Endereço: Rua Barra Funda, 1066 – Barra Funda – São Paulo/SP
Fone: (11) 3666-0611
Horário: A partir das 23h
Entrada: R$ 30 ou Consumação mínima: R$ 60

NOVIDADE: Ao apresentar o cupom que você imprime no site, entre 23h e meia noite, a entrada é gratuita!
Obrigatória a apresentação de documento com foto na entrada!
www.alleyclub.com.br
www.twitter.com/alleyclub

arte  ·  especial don't touch  ·  festa  ·  moleskine nights  ·  música

365 nuncas

por   /  15/01/2011  /  10:05

Tô adorando acompanhar o 365 nuncas!

Dá para fazer uma coisa nova todos os dias? Dá para se fazer, todo dia, uma coisa que nunca se fez? Durante um ano, sem intervalos para feriados, desculpas, gripes ou preguiças, Elisa Mendes e Steffania Paola vão compartilhar aqui experiências nunca dantes experimentadas.

Vão lá > http://365nuncas.wordpress.com/

amor  ·  arte  ·  fotografia  ·  internet