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fotografe uma cena digna de filme

por   /  29/07/2011  /  17:00

Gente!

A #instamission27 já tá rolando: Fotografe uma cena digna de filme.

Nessa missão patrocinada, Instamission e LG do Brasil vão premiar o autor da melhor imagem com uma LG Smart TV!

Não é demais?

Para participar, basta fazer o de sempre: fotografar e colocar a hashtag da missão.

Saiba mais > http://bit.ly/instamissionlg

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invente um sorriso, os agradecimentos

por   /  29/07/2011  /  15:40

Oi, pessoal!

Ontem foi o último dia da nossa instalação “Invente um Sorriso” no File PAI e estamos aqui para agradecer a todo mundo que participou do projeto, ajudou na divulgação, fez mil caras e bocas e vibrou com a gente!

Queremos agradecer especialmente a Ana Maria Maia, Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, João Wainer, Marcio Neves, Carina Couto, Clarissa Amorim, Yana Parente, Romero Cavalcanti e Leonardo Barbalho, que ajudaram a gente em diferentes etapas.

Foi tudo mais incrível ainda do que a gente imaginava!

Já estamos pensando nos próximos passos e queremos vocês com a gente sempre!

Aproveitem para ver todas as fotos do “Invente um Sorriso” > http://www.flickr.com/photos/inventeumsorriso

Muito obrigada!

Beijos,

Dani e Lu

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uma dica para os distraídos

por   /  27/07/2011  /  10:29

Miranda July apresenta “A Handy Tip For the Easily Distracted”, um trecho que sobrou de seu filme “The Future”. Muito importante para todos nós que focamos em 12 coisas ao mesmo tempo _e sofremos com isso.

O vídeo é veiculado especialmente no site Nowness > http://www.nowness.com/day/2011/7/26/1533/miranda-july-the-future?ref=nf

Why didn’t the scene above make the final cut of The Future?
This scene was meant to make it clear that Sophie was struggling against distraction, after losing time on YouTube—we all know how alluring these distractions are, and here we are seeing her attempting to take charge. I had her rig up a grape juice booby trap. In the next scene, which is actually in the movie, you see her run past the table and her white dress is covered in grape juice, which seemed like a funny visual way of showing that she had sacrificed the dress for the internet. Except that nobody got the whole grape juice trap. I don’t think a single person understood why she was doing any of it. It just seemed like a bizarre performance in the middle of the movie. So I cut it. It’s nice to show it here, and hopefully with the cards it isn’t too mystifying.

What compelled you to tell a story so focused on temporality?
It didn’t start out being about time, but the longer it took to make, the older I got and the more pressure I felt.  It was made more acute by me being in my mid-thirties—a very particular time in any woman’s life.

Can you sum up what the movie is about for you?
My work is never only about the story—it is always about what is inside the people who are in the story. But, in the most basic sense, it’s about time: getting through it, minute by minute, stopping it, and the end of it, death.

You’ve said that The Future is your version of a horror movie. Can you explain why?
The character I play in the movie fails to make the dance she sets out to make, and then flees her life. She moves to a world where she will never have to try and fail again. No one cares if she’s creative there. This is a sort of horror movie for a person like me, who has created her sense of self through making things. But it’s also a fantasy: a fear-fantasy.

Obrigada, Luiza Voll, por me mostrar uma coisa tão linda!

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instamission e invente um sorriso no jornal o globo

por   /  26/07/2011  /  13:18

Demais a matéria que o Bruno Natal fez com a gente! Saiu no jornal O Globo, na semana passada!  =)

Com a missão de fotografar
Projeto criado no aplicativo Instagram vira mania e ganha destaque em festival em SP
por Bruno Natal

Totalmente viciadas no Instagram, aplicativo de fotografia que roda exclusivamente no iPhone e funciona como rede social (um Twitter de fotos que através de filtros pré-estabelecidos transforma cliques desastrosos em belas imagens), as amigas Daniela Arrais e Luiza Voll transformaram a brincadeira numa missão, literalmente.

- Começamos a usar muito a ferramenta e a acompanhar o dia dos amigos através de fotos, em vez de textos. Passamos a seguir outras pessoas interessantes e pensamos se não daria pra juntar toda essa empolgação e criar um projeto para que as pessoas fotografassem coisas legais – explica Daniela. – Criamos missões que ajudam a exercitar a criatividade a cada semana, para que todo mundo se inspire cada vez mais. Assim surgiu o Instamission.

Semanalmente uma missão é publicada no @instamission, anunciada com uma imagem no próprio Instagram. “Fotografe um sorriso”, “fotografe a coisa mais gostosa do seu dia”, “fotografe um bigode”, “fotografe um ‘planking’ (ser retratado de bruços, com os braços rentes ao corpo e o rosto virado para superfície).

A partir disso, basta você tirar uma foto dentro do tema e postá-la no Instagram, no Facebook ou no Twitter usando a hashtag #instamission com o número da missão. Lançado em janeiro, o projeto está na 26 missão e recebeu mais de cinco mil fotos, de toda parte: São Paulo, Recife, Nova York, Paris, Londres, Israel…

- No início, espalhamos a novidade para os amigos e contatos nas redes sociais. Logo nas primeiras missões percebemos que uma galera que não conhecíamos começou a participar. E essa é uma das coisas mais legais da internet, né? O projeto se espalha, fica maior do que a gente imagina – comemora Daniela.

O Instamission tem 2.400 seguidores no Instagram, 1.520 fãs no Facebook e 680 no Twitter. Até aqui, a missão de maior sucesso foi a #instamission14: “fotografe a vista da sua janela”, com mais de 500 colaborações. A repercussão do projeto foi ainda maior e mais rápida do que Daniela esperava.

- Tivemos duas grandes surpresas ao longo dessa trajetória. Um dia postei uma foto do meu pai, que faleceu no ano passado. Encontrei uma foto dele, nos anos 1970, cheio de estilo, postei e recebi um comentário de uma pessoa que tinha trabalhado com ele, dizia que ele era um excelente profissional, que era muito divertido e que fazia falta. Fiquei tão emocionada. Jamais poderia imaginar que uma foto iria desencadear um encontro assim – conta.

Boa surpresa foi saber que duas pessoas se conheceram por causa do Instamission. A missão era “fotografe objetos que contem uma história”. A @mawa postou uma foto da avó dela. O @olhosvestidos delunetas reconheceu a senhorinha, que era amiga da avó dele. Os dois começaram a se falar e acabaram se conhecendo fora da rede, em um jantar recheado de lembranças e de histórias.

Agora, o Instamission virou a instalação “Invente um sorriso” no File, Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que acontece até agosto, no Centro Cultural Ruth Cardoso, em São Paulo, levando a experiência on-line para um espaço público, por onde passam milhares de pessoas por dia.

Quem passa pelo evento é convidado a inventar um sorriso (uns ficam tímidos, outros se posicionam diante da câmera na mesma hora, alguns desenham, outros fazem coraçãozinho etc.), os fotógrafos registram, e a as imagens aparecem na vitrine da Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Um sorriso, só pra deixar o dia mais alegre e feliz, segundo a dupla.

- Já ouvimos coisas como “quero ter um iPhone só para poder participar das missões” – conta Daniela. – Pensamos em fazer outras exposições também. Algumas pessoas que participam das missões já nos perguntaram se haverá “Invente um sorriso” em Recife, em Manaus etc. Adoraríamos viajar, inventando missões e buscando a colaboração de pessoas que amam fotografia como a gente.

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björk aplicada

por   /  26/07/2011  /  13:18

Björk aplicada, por Diana Assenato, no Estadão

LONDRES – A cantora Björk passou 36 meses criando Biophilia, o seu mais novo projeto musical – a palavra álbum não basta para descrevê-lo.

Inicialmente, o projeto envolvia uma casa. Cada música existiria em um cômodo, onde as pessoas experimentariam a obra. Os degraus da escada, por exemplo, seriam teclas que, tocadas pelos visitantes, mudariam o ritmo em outros cômodos. Ela mesma percebeu a dificuldade de viabilizar isso. Mas a casa não saiu da sua cabeça, pois as faixas só fariam sentido separadas espacialmente. Então a cantora entendeu que o espaço não precisava ser físico. A casa virou aplicativo; e o terreno, um iPad.

Tudo começa com um vídeo narrado por David Attenborough, a voz dos documentários da BBC, explicando o conceito de “biofilia” – amor incondicional à natureza – e a sua relação com música e tecnologia. O vídeo se aproxima de uma galáxia que pode ser navegada em 360 graus com o toque e movimento do iPad. Cada estrela tem o nome de uma das músicas e guarda outros elementos interativos.

“Crystalline”, por exemplo, é um jogo em que um monólito voa por túneis com cristais coloridos presos às suas paredes. A cada cristal que ele toca, um novo instrumento é adicionado à faixa.

A música varia de acordo com os túneis percorridos; e a textura musical, com a quantidade de cristais que recolhe pelo caminho. Além de jogo, “Crystalline” é uma animação que ensina a cantar a música, uma partitura que ensina a tocá-la e um texto da musicóloga Nikki Dibben explicando a teoria por trás de tudo.

Por enquanto, essa é a única faixa disponível para compra já que, apesar de gratuito, o aplicativo só tem uma faixa liberada. As outras serão lançadas conforme os desdobramentos de Biophilia acontecerem.

The Gameleste – a custom instrument for Björk from Andy McCreeth on Vimeo.

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o amor bom é facinho

por   /  26/07/2011  /  12:53

O amor bom é facinho, por Ivan Martins

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho – esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa – na escola, no esporte, no escritório – levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário.

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.

Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.

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a casa dos outros

por   /  25/07/2011  /  15:30

Adoro me deparar com projetos simples e geniais, como o Other People’s Houses!

We live in other people’s houses. Some of us in homes, cities and countries distant from where we were born. Others live close, safe in the comfort of places we know. What do our homes say about us? In this revealing collaboration, participants of last year’s 1010 project reunite to explore feelings of displacement, intimacy and voyeurism through photographs of the places they choose to live.

Mais em > http://otherpeopleshouses.net/

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