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alunas do senac no feel the yarn

por   /  09/09/2011  /  17:00

Quem estuda moda passa a vida atrás de boas referências, para conseguir criar roupas bonitas e cheias de estilo. Três alunas do curso de moda do Senac passaram uma temporada na Itália, onde participaram do concurso Feel the Yarn 2011, que promove a produção têxtil italiana e o intercâmbio entre universidades como Parsons, BIFT, Polimoda, Bunka e Royal College.

As alunas Fernanda Akina Nakaharada e Flávia de Vasconcellos Protta, de estilismo, e Fernanda Carminholli Visconti, de modelagem, ganharam destaque no evento por mostrarem roupas confeccionadas com o tricô tradicional, sem a utilização de máquinas industriais.

“Poder vivenciar a cadeia têxtil por inteira, desde a matéria-prima bruta até o produto final a ser comercializado, acompanhando todos os processos que acontecem durante este ‘percurso’, foi uma experiência fantástica”, conta Fernanda Akina Nakaharada. “Você entende que a moda vaga por áreas que vão muito além de vitrines e desfiles. O projeto ‘Feel the Yarn’ vai além do incentivo aos novos designers, permitindo vivenciar o dia-a-dia de uma das, se não a maior, indústria de malharia do mundo, a italiana. E ainda traz novos olhares, novas perspectivas, agrega não apenas tecnicamente, mas uma bagagem cultural enorme”, completa.

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Este post é um publieditorial.

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como ser feliz

por   /  08/09/2011  /  12:32

Stefan Sagmeister’s list of how to be happy:

Complaining is silly. Either act or forget.
Thinking life will be better in the future is stupid.
I have to live now.
Being not truthful works against me.
Helping other people helps me.
Organizing a charity group is surprisingly easy.
Everything I do always comes back to me.
Drugs feel great in the beginning and become a drag later on.
Over time I get used to everything and start taking it for granted.
Money does not make me happy.
Traveling alone is helpful for a new perspective on life.
Assuming is stifling.
Keeping a diary supports my personal development.
Trying to look good limits my life.
Worrying solves nothing.
Material luxuries are best enjoyed in small doses.
Having guts always works out for me.

A foto é de Jordan Voth

Via All Your Fábio Are Belong To Us e LUV

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felicidade de comercial de margarina

por   /  08/09/2011  /  12:14

Escrevi um texto pro YouPix! > http://youpix.com.br/youpixpocketmag/felicidade-de-comercial-de-margarina/

Todo mundo é feliz na internet. E que assim seja, porque se tem uma coisa que a rede mundial de computadores permite é que você edite sua vida.

Muita gente faz isso no mundo offline. A diferença é que, quando 500 pessoas atualizam seus status, você recebe uma avalanche de informação que não teria condições de acompanhar na vida real. É mais fácil ler toda sua timeline do que marcar encontro com cada um que posta ali.

O Facebook vira, então, um reality show – 24 horas por dia, sete dias por semana – de pessoas compartilhando suas vidas incríveis, bem-sucedidas, de viajantes do mundo que não passam por nenhum drama. Quase sempre a vida dos outros parece melhor do que a nossa.

É possível ser feliz o tempo todo? Todo mundo sabe que não. Mas ninguém se furta de pensar coisas do tipo: “Nossa, a vida de fulana é tão organizada. Ela, na minha idade, já tem casa, marido e filhos.” A internet é linda, mas causa uma ansiedade enorme na gente.

Talvez isso aconteça porque passar horas na internet cria um ciclo vicioso. Você está ali, sente necessidade de falar alguma coisa, de compartilhar uma música que seja. Faz isso, recebe um like, alguns comentários e já sente vontade de falar mais. No meio tempo, acompanha a vida dos outros como se fosse um Melrose Place…

Fico aqui pensando numa solução. E acho que parte dela ela está numa campanha por um mundo virtual mais real, com mais gente de verdade. Afinal, nem lá nem cá, talvez só na TV, as pessoas vivem num comercial de margarina, né?

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