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pra ouvir: bande dessinée

por   /  13/10/2011  /  19:32

A Bande Dessinée lança nesta semana seu disco “Sinée Qua Non”. E sabe o que é legal? A banda disponibiliza na internet o disco inteiro e a arte, que foi feita por Raul Luna.

Baixem e aproveitem para ouvir o som da banda recifense que é influenciada por Brigitte Bardot, France Gall e Serge Gainsbourg, entre outros, e que traz em seu primeiro trabalho parcerias com Zé Cafofinho, Juliano Holanda e Jr. Black  =)

A foto acima é de Louise Vas.

Vão lá > http://www.bandedessinee.com.br/ + https://www.facebook.com/bandedessinee

fotografia  ·  música

a internet nos torna mais felizes?

por   /  13/10/2011  /  18:50

Lembram do debate que eu e a Luiza participamos no YouPix, sobre felicidade na internet? O YouPix disponibilizou a conversa, que contou ainda com o senador Cristóvam Buarque, o jornalista Pedro Jansen e o editor da Rolling Stone Brasil Pablo Miyazawa.

Do YouPix:

Todo mundo é feliz na internet. Você com certeza já reparou em como os seus amigos do Facebook são todos lindos, só vão a lugares descolados, vivem sorrindo e de bem com a vida. E, se você conhece eles na “vida real” (ou se tem um mínimo senso de realidade), sabe que não é bem assim. Afinal, ninguém consegue ser alegre o tempo todo (sim, foi inspirado nesta música).

De acordo com a pesquisa feita pela MultiFocus/NetQuest, para 47% dos entrevistados os perfis nas redes sociais sempre são uma versão editada de quem somos, como se a gente passasse a vida no Photoshop antes de por na internet, e que a web incentiva essa busca eterna por uma vida feliz.

Como é dito no vídeo, a internet tem um grande poder de edição: você escolhe o que você quer ver e o que você quer mostrar. E claro que ninguém quer mostrar seu pior lado – se nem fora da internet a gente quer, imagine deixar isso registrado para sempre! Além disso, ninguém tira foto de momentos tristes, por exemplo, justamente por esse motivo.

Mas esses são só alguns pensamentos. Assista ao debate todo para tirar suas conclusões – e, se isso for te fazer feliz, pode deixá-las nos comentários deste post 🙂

Mais sobre felicidade na internet na coluna da Dani Arrais pra nossa revista impressa #36.

faça uma coisa de cada vez e seja múltiplo

por   /  13/10/2011  /  18:39

Sabe quando você faz uma matéria e sonha se tornar personagem dela no futuro? Pois foi isso que aconteceu comigo quando estava apurando a matéria de capa da Galileu deste mês. Junto a Priscilla Santos e Érica Kokay, fui descobrir esse mundo dos “monotaskers”, pessoas que conseguem fazer uma coisa só de cada vez _e acabam sendo mais produtivas e mais felizes.

No site da Galileu dá pra ler um trecho da matéria, que copio abaixo. Aproveitem pra comprar a revista na banca ou no iPad!

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

Mais em > http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269848-17773,00-FACA+UMA+COISA+DE+CADA+VEZ+E+SEJA+MULTIPLO+TRECHO.html

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ma chérie, do hidrocor

por   /  07/10/2011  /  10:00

Marcelo e Fernanda se apaixonaram, casaram, escolheram uns bonequinhos muito graciosos para colocar em cima do bolo e, depois de um ano e meio, foram passar a lua de mel em Paris. O resultado é o clipe de “Ma chérie”, que é uma fofura só! ♥

Marcelo, o Perdido, explica: “A idéia foi da Fernanda e tem um toque de Gnomo da Amelie Polain. Essa foi usa primeira aventura audiovisual como diretora, mérito que acabou dividindo comigo, já que captei e editei o vídeo. E, claro, fiz a música que embala tudo”.

A música faz parte do disco “Edifício Bambi”, que tem lançamento previsto para o fim do ano e marca a estréia da banda Hidrocor.

Mais em > http://www.bandahidrocor.com.br/ + http://on.fb.me/ppGSmB

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nova york, 2011

por   /  06/10/2011  /  21:50

E Nova York hoje é quase a mesma coisa, com a diferença de que, motivada por todos os protestos globais dos últimos meses, uma galera acampou em Wall Street e parece que só sai de lá quando alguma coisa mudar efetivamente.

Acho lindo esse tempo de esperança e mudança!

Para acomapanhar:

Occupy Wall St. > https://www.facebook.com/OccupyWallSt?ref=ts

We are the 99 percent > http://wearethe99percent.tumblr.com/

As  fotos deste post são do Street Art Utopia > http://www.streetartutopia.com/?p=4334

E, pra ouvir, o reggae da ocupação, enviado por Carol Almeida:

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nova york, 1960

por   /  06/10/2011  /  21:27

Nova York era assim, esse desbunde! De amor e de protesto, de contemplação.

As fotos são de James Jowers, e eu achei no Retronaut.

James Jowers interest in photography began while serving in the United States Army where he was trained in darkroom procedures. In 1965 he became a student at the New School and studied under Lisette Model, who later became a close friend and mentor. At this time he was living on the Lower East Side and worked as a night porter at St. Luke’s Hospital; leaving him free to explore the City during the day and photograph life as he encountered it on the streets. Model later introduced Jowers to the Nancy Palmer Photo Agency where he was represented for several years.

The photography collection at George Eastman House holds approx. 400 James Jowers prints. The majority of the images were shot in New York City in the 1960s and early 1970s, an important and interesting time in US history. The photographs are of the New York City street photography genre. There are some remarkable images in this collection, including portraits of New Yorkers in various settings and anti-war protests in Central Park and elsewhere. There are also approximately 25 photographs of New Orleans in the 1970s.

Mais em > http://www.flickr.com/photos/george_eastman_house/sets/72157608512488080/

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