
Que frase mais maravilhosa!
A foto é de Tina Crespo.
Mais em > http://www.tinacrespo.com/

Bruna Canepa estuda arquitetura e faz ilustrações lindas. Ela parece usar os traços firmes dos projetos como base para brincar com uma paleta de cor que faz a gente ficar olhando um tempão para os desenhos =)
Mais em > http://brunacanepa.com/



O trabalho de Bianca Green tem aquele tipo de beleza que dá um aconchego na gente. Sabe quando um desenho, uma pintura, uma colagem são capazes de misturar as coisas assim? Pois então! =)
Mais em > http://www.biancagreen.com/





“It takes two” é uma série de fotografias lindas feitas por Steve McCurry.
Ele diz sobre a seleção: “Aqui estão fotos de casais de todo o mundo que têm uma relação que é evidente pelos seus gestos de carinho, sua linguagem corporal e seus olhos”.
Pra se apaixonar, né? ♥
Mais em > http://stevemccurry.com/blog/it-takes-two
Obrigada, Geno, por compartilhar!










Rosie and Me é uma banda de Curitiba que faz “melodramatic popular song”. Precisa de mais pra gente achar uma fofura? ♥
Ouçam “Light you up”, que não sai do repeat por aqui > http://soundcloud.com/contatorosieandme/light-you-up
Dear, I guess that I’ve known you forever
From far away, from long ago
You know hearts like ours hold a promise
That has been kept for so long
I’ll be fine if you walk me home tonight
You light me up inside
Forget the people
They can’t do you harm
I’ll light you up inside
And I say can you hear me
I’m trying to clear out my thoughts
‘Cause I just cannot give up the one thing that keeps me alive
I’ll be fine if you walk me home tonight
You light me up inside
Forget the people
They can’t do you harm
I’ll light you up inside
Mais em > https://www.facebook.com/rosieandme e http://www.rosieandmemusic.com/

Bruna Zanardo faz desenhos lindos, como esses que vocês vêem aqui =)
Mais em > http://cargocollective.com/brunazanardo





Quero um pôster desse na minha parede!
É da Hu2 > http://www.hu2.com/store/posters/stay-hungry-stay-foolish-poster.html

Cartas, por André Laurentino > http://andrelaurentino.blogspot.com/
Descobri um jeito de encher o saco dos amigos à distância. Escrevo cartas. Não são cartas, mas e-mails longos, do tamanho de cartas. Por enquanto, escolhi poucas vítimas. Duas delas responderam curtamente e só depois de mais e-mails meus cobrando resposta. Eu encho mesmo.
Chega então a questão: o que contar nesses e-mails? Acabo de ler no Facebook (o editor me pede que esclareça aos leitores vindos de Marte: Facebook é uma rede social hospedada na conhecida rede mundial de computadores), acabo de ler ali que um amigo comeu um sanduíche de presunto. Vi a foto. Outro avisa que curtiu o clipe do Michel Teló. E assim chegam notícias de todos a cada passo de suas vidas. Não sobra muito para as cartas.
Acontece que li um livro (o editor pede que esclareça aos leitores mais jovens: livro é um códice. Códice é um Kindle off-line) mas ia dizendo: li um livro com cartas do Otto Lara Resende quando ele vivia na Europa. Deu vontade de ser Otto (já quis ser Oscar Niemeyer, Caetano Veloso, Tom Jobim, Quino, Al Hirschfeld e Alécio de Andrade). Não tendo o talento do Otto, quem sabe poderia ter as cartas. Passei a mandar os e-mails, que chegam rápido e não me obrigam a comprar selos. Contei tudo, e mais um pouco. Por mais trivial que fosse o detalhe, ou mais longo e desfocado que fosse o parêntese, eu não censurava. Carta é carta. Condensei em meus e-mails dez páginas de atualizações de Facebook e suas banalidades, cuidando para não cair em literatices nem fazer pose de sub-mineiro. Mas parei.
Faltou-me também disposição. Ser Otto não é para qualquer um. Ele chegou a ir à embaixada aos sábados só para escrever carta. Outra vez, a filha com febre, querendo dormir, e ele sapateando na máquina de escrever pela noite. Eu, que digito em silêncio, devo uma missiva a um amigo do Rio, como os amigos do Otto deviam a ele.
Mas essa dívida eu pago. Dar conta da vida está mais rápido e fácil, e mais complicado. Há que se atualizar o Twitter, o Instagram, o Facebook, o Linkedin (o editor pede, mas dessa vez mando todos ao Google. Ah, sim: Google é o taxista do seu computador, sabe de tudo). Mando o e-mail ainda hoje. Nem que seja só o P.S.

Os espanhóis do coletivo BoaMistura passaram um tempinho na favela Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, para fazer a intervenção urbana Luz nas Vielas.
Eles fizeram pinturas tridimensionais com as palavras beleza, amor, doçura, firmeza e orgulho. Lindo demais transformar a paisagem urbana assim, né? =)
Mais na revista sãopaulo > http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1054056-espanhois-fazem-pintura-tridimensional-em-favela-de-sp.shtml