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instamission na #smwsp

por   /  13/02/2012  /  14:18

Queridos, participo hoje da Social Media Week, em São Paulo! Às 19h30, no auditório do MIS (Museu da Imagem e do Som), falo sobre o Instamission, na programação do Learning Stage.

19h30 às 20h00 – INSPIRATION: “INSTAMISSION”

Dani Arrais (jornalista e autora do Dont Touch My Moleskine) é, ao lado de Luiza Voll, sócia da Contente.vc, especializa em criar projetos especiais para internet para outros e para elas mesmas. Um deles é o Instamission, uma gincana fotográfica feita colaborativamente usando o aplicativo Instagram e que, de uma brincadeira, cresceu e hoje já movimenta mais de 7 mil fãs em seus desafios semanais e conta com patrocinadores como Itaú, Philips, Coca-Cola, LG e Cyrela.

Saibam mais > http://socialmediaweek.org/event/?event_id=1774

E acompanhem o Facebook > https://www.facebook.com/smwsp

contente  ·  especial don't touch  ·  instamission  ·  internet

aprenda a dizer eu

por   /  12/02/2012  /  14:02

O Letters of Note é um site lindo, que mostra cartas, postais, telegramas e fragmentos de memória de gente famosa e gente nem tão famosa trocando correspondências muito bonitas e sensíveis.

A Camilla Costa lembrou do Don’t Touch com o post abaixo (a foto é daqui):

Ayn Rand recebeu uma carta de um fã, pedindo que ela explicasse melhor a ele o que ela quis dizer com a frase “To say ‘I love you’ one must first know how to say ‘I'”, que estava em seu livro, “The Fountainhead”.

May 22, 1948

Dear Ms. Rondeau:

You asked me to explain the meaning of my sentence in The Fountainhead: “To say ‘I love you’ one must first know how to say the ‘I.”

The meaning of that sentence is contained in the whole of The Fountainhead. And it is stated right in the speech on page 400 from which you took the sentence. The meaning of the “I” is an independent, self-sufficient entity that does not exist for the sake of any other person.

A person who exists only for the sake of his loved one is not an independent entity, but a spiritual parasite. The love of a parasite is worth nothing.

The usual (and very vicious) nonsense preached on the subject of love claims that love is self-sacrifice. A man’s self is his spirit. If one sacrifices his spirit, who or what is left to feel the love? True love is profoundly selfish, in the noblest meaning of the word — it is an expression of one’s highest values. When a person is in love, he seeks his own happiness — and not his sacrifice to the loved one. And the loved one would be a monster if she wanted or expected such sacrifice.

Any person who wants to live for others — for one sweetheart or for the whole of mankind — is a selfless nonentity. An independent “I” is a person who exists for his own sake. Such a person does not make any vicious pretense of self-sacrifice and does not demand it from the person he loves. Which is the only way to be in love and the only form of a self-respecting relationship between two people.

Ayn Rand

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céu, retrovisor

por   /  12/02/2012  /  13:07

Céu viajou pelo norte e pelo nordeste do Brasil, ouviu forró, brega, lambada, guitarrada, cumbia e fez um disco maravilhoso! “Caravana Sereia Bloom” parece um desses filmes de estrada que levam a gente a pensar e a sentir um monte de coisa (em entrevistas, ela disse que filmes como “Bye Bye Brazil” e “Viajo porque preciso, volto porque te amo” foram algumas das inspirações).

O disco será lançado nesta terça, 14. Enquanto isso, fiquem com o videoclipe de “Retrovisor”, dirigido por Renan Costa Lima e Ivo Lopes Júnior e gravado nos arredores de Vilha Velha, na ilha de Itamaracá (Pernambuco), que já entrega o clima que a cantora inventou pra suas novas músicas:

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