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don’t touch my karaoke #2 | arícia mess

por   /  23/05/2012  /  11:57

Arícia Mess é uma daquelas mulheres que ficam gigantes (e ainda mais maravilhosas) quando começam a cantar. Bastou ela começar a fazer “ai, ai, ai” e “iê, iê, iê” pra todo mundo se derreter na gravação do Don’t Touch My Karaoke.

Ela escolheu cantar “Gostoso veneno”, de outra diva como ela, Alcione.

E explica: “Escolhi ‘Gostoso veneno’, do repertório da Alcione, porque me fez pensar um pouco sobre coisas improváveis que eu cantaria. Essa música eu sinto que é muito popular, muito pop e é linda também. É uma música que fala de amor. E eu acho que tá faltando falar de amor um pouco”.

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

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música do dia: proposta indecente

por   /  22/05/2012  /  8:50

Grande descoberta do dia, do mês: Aíla, cantora paraense que fez a maravilhosa “Proposta indecente”, com participação especial de dona Onete ♥

Você pode ligar pro meu celular a hora que você quiser
A proposta de pé pra você passar o inverno comigo
E se a gente se der bem, passa o verão também…

É uma proposta indecente, você me falou
Apostei todas as cartas no jogo do amor
Eu sei do que você gosta, aceita a proposta, basta só dizer sim

Os meus beijos te esperam
Os meus abraços também
Vem correndo, meu bem

Liga, liga, liga, liga, liga, meu bem… Meu bem

Dá pra ouvir várias músicas aqui, inclusive um cover de “Garota”, de Alípio Martins, em dueto com Gaby Amarantos > http://www.youtube.com/user/ailaoficial?ob=0

Mais em > https://www.facebook.com/ailamusic

Via @tathiannanunes

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quanto vale um segredo?

por   /  22/05/2012  /  8:40

Thiago Pethit foi convidado pelo Efêmero Concreto pra elaborar uma intervenção artística no espaço urbano. E ele escolheu comprar segredos no centro de São Paulo.

Sobre “Quanto vale um segredo?”, ele conta:

“Quando recebi a proposta de criar, com toda a liberdade, uma intervenção na cidade, fiquei assustado – e me senti desafiado. Ainda incerto, recorri a duas amigas – as artistas Tainá Azeredo, fundadora do projeto Casa Tomada, e Adelita Ahmed, do grupo Ghawazee – para que desenvolvêssemos uma performance com base na minha ideia inicial: trabalhar com sons e escuta na cidade mais barulhenta da América do Sul.

No começo da ação, na avenida Paulista, sentia que estava jogando contra mim mesmo. O cinismo que eu atribuía à personagem ainda estava longe de ser real – como o nome da nossa moeda. Todas as palavras que me eram vendidas pareciam valer muito, e eu me identificava com cada uma delas. E assim, ainda sem me dar conta do inferno no qual estava entrando, desci até a Praça da Sé.

O depoimento de uma mulher, presa por latrocínio, estuprada ainda muito jovem, com a vida toda estragada e que me jurava com lágrimas nos olhos que seus dias haviam mudado, chacoalhou minha alma. Por que ela contava aquilo para mim e não às pessoas mais próximas? Eu não estava ali como um psicólogo, não tinha a intenção de ajudar ou de aliviar as dores de ninguém. Minha cara e minha crueldade – sim, eu comecei a ser cruel, de verdade – não estavam à disposição do próximo. Tornei-me um grande cínico. E não me dei conta de que a personagem se instalara facilmente em mim. Não por esforço próprio, mas pelo que eu ganhava do mundo em troca das folhas de papel nos meus bolsos. Quanto mais poder eu tinha, menos valiam os segredos.

Parei o jogo quando me estafei. Não sabia ao certo se minha missão estava cumprida com louvor – nem havia me dado conta do relato de um assassinato no meio de tantos segredos. A personagem ficou perdida pela Praça da Sé e eu só consegui escutar e editar o registro dos segredos duas semanas depois. E foi então que percebi que algumas pessoas deram depoimentos muito íntimos, mas que não valiam nada. Disseram palavras duras e sujas que formavam uma história ‘sem alma’, que poderia ser narrada por uma máquina num filme de ficção científica. Mas outras pessoas, escondidas em meio a tudo isso, independentemente do que narravam, realmente me entregaram seus ouros. Os desejos, os sonhos e a humanidade de algumas pessoas ficam claros pelo tom de voz ou por uma risada sutil, como de quem percebe que disse o que jamais diria.

Nem por dinheiro.”

Mais em > http://efemeroconcreto.com.br/?p=50

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iportraits, de roberto lautert

por   /  22/05/2012  /  8:30

Você fica aí desenhando no Draw Something, enquanto o Roberto Lautert aproveita pra fazer retratos com o Finger Draw. Mas ele vai além da telinha do iPhone e transforma os desenhos, fazendo a impressão deles em tecidos.

O publicitário mostra os experimentos, intitulados “iPortraits”, na Galeria do Bispo, até a próxima sexta. Entre os retratados, estão retratistas como Avigdor Arikha, Elizabeth Peyton, David Hockney, Lucian Freud e Alex Katz.

Vamos lá? > https://www.facebook.com/events/341576772569725/

Roberto Lautert | IPhone-Portraits

Exposição até sexta (25/5)

Galeria do Bispo (rua Melo Alves, 348, São Paulo)

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como eu me sinto quando, versão para editores

por   /  22/05/2012  /  8:20

… um dia depois do fechamento.

… edito um parágrafo cheio de estatísticas.

… quando alguém em uma festa diz que nunca ouviu falar da nossa revista.

… quando uma matéria que ninguém estava ligando bomba no nosso site.

… quando eu pego um erro na revista depois que ela já foi pra gráfica.

… quando ninguém tem boas idéias na reunião de pauta.

… quando estou acordada.

E agora a maravilhosa versão para editores, o Editor Real Talk!

Acompanhem > http://editorrealtalk.tumblr.com/

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