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dont touch my mixtape: fall in love, por carolina cecatto

por   /  20/12/2012  /  9:38

Lembram da promo Don’t Touch + Rdio?

Demorei, mas cheguei pra anunciar a ganhadora, que é a Carolina Cecatto!

Parabéns, Carol! Manda uma mensagem pra mim com seus dados?

Obrigada a todos que participaram!

E fiquem com a deliciosa seleção que a Carol fez: começa com Etta James, passa por Feist e Pearl Jam e termina com Weezer. No meio do caminho, vocês ouvem mais um monte de músicas lindas, lindas!

A foto é da Anna Arroyo.

Ouçam! ♥

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música de amor em neon

por   /  19/12/2012  /  13:24

Juntar música de amor e neon é querer me matar do coração! ♥

“12 Months of Neon Love” é um projeto de Victoria Lucas e Richard William Wheater. Eles transformam trechos clássicos de músicas de amor em enormes sinais de neon fixados em West Yorkshire, na Inglaterra.

“By touching on something universal, the work strives to initiate a thought or memory in the viewer concerning their own experiences of love; as well as providing a heartfelt sentiment for them to take with them on their journey.”

Mais em > http://12monthsofneonlove.blog.com/book-2/

Via My Modern Met, enviado por Carol Almeida!

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era uma vez eu, verônica

por   /  18/12/2012  /  9:17

Escrevi pra revista Bravo sobre o filme “Era uma vez eu, Verônica”, de Marcelo Gomes.

Leiam > http://bravonline.abril.com.br/materia/diario-da-medusa-no-recife#image=183-ci-veronica-hermila-guedes

Diário da Medusa no Recife

Por Daniela Arrais

Na vida, há muito espaço para desgraças e reviravoltas. E quase nenhum para angústias que, à primeira vista, não têm propósito. Você possui uma profissão, um emprego que paga as contas, um namorado ocasional, amigas para tomar cerveja. Tudo certo, dentro do esperado. Até o momento em que percebe que nada faz sentido. Você, então, não se desespera, apenas encontra espaço para a agonia.

Era uma Vez Eu, Verônica, novo filme de Marcelo Gomes, com sete prêmios no último Festival de Brasília, mostra esse momento de transição para uma garota da classe média, recém-formada em medicina. Interpretada por Hermila Guedes (O Céu de Suely), a protagonista, que vive no Recife, tem no mar de Boa Viagem seu alento e enfrenta a doença grave do pai. No meio tempo, atende pacientes com problemas mentais em um hospital público. No gravador que usava para aprender diagnósticos, passa a relatar fragmentos de sua própria experiência, como “a paciente estudada não tem tendência ao romance, apenas ao sexo”.

Para compor a personagem, Gomes – de Cinemas, Aspirinas e Urubus e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo – entrevistou 30 mulheres e percebeu algo em comum entre elas: todas buscam primeiro o sucesso profissional. “São pessoas que, aos 25 anos, ainda vivem emocionalmente como adolescentes”, diz o cineasta. Uma fase em que o mundo é gigante, e as possibilidades, infinitas: “A Verônica vive esse mal-estar sartriano. Decide por um caminho e segue angustiada pelos outros que não escolheu. Vem o vazio sentido por toda uma geração e tão bem revelado nas letras de Karina Buhr (que assina a trilha sonora com Tomas Alves Souza)”.

O filme levou sete anos para ficar pronto, e sua gênese está ligada a alguns desejos do diretor. O primeiro foi fazer uma obra em que o Recife, com sua atmosfera e seus hábitos cotidianos, servisse de pano de fundo para um drama pessoal. O outro era desenvolver um personagem feminino, inspirado em suas paixões cinematográficas: Cabíria (As Noites de Cabíria, de Federico Fellini), Mônica (Mônica e o Desejo, de Ingmar Bergman) e Blanche DuBois (Uma Rua Chamada Pecado, de Elia Kazan). Como tudo gira em torno de um diário íntimo, não houve pudor ao rodar as sequências de sexo: “Construímos a coreografia das cenas e depois filmamos como se fosse um documentário, sem preocupações de buscar o ângulo mais pudoroso ou mais belo fisicamente”.

Partitura de emoções

Foi este o maior desafio nas filmagens: encontrar a naturalidade. Gomes vem do documentário, o que o faz tentar unir o real e a ficção. Nas cenas do hospital, atores e não-atores falam, há registro de diálogos verdadeiros e o espectador não consegue fazer distinções. Sobre sua atriz, ele afirma: “Hermila encanta a câmera tal como a Medusa. Quando sua personagem conversa com o médico sobre o diagnóstico do pai, é como se não houvesse­ o diálogo. Há apenas ela e a câmera. É magnífico porque existe toda uma partitura de emoções”.

Verônica também acerta na escolha dos outros atores, como J. W. Solha, o pai da protagonista, João Miguel, o namorado apaixonado (e não correspondido), e Renata Roberta, a amiga que tenta descomplicar qualquer tristeza. O resultado é um filme sem arroubos nem respostas, daqueles que seduzem o espectador durante a projeção e, principalmente, o acompanham depois dela. “Verônica é alguém que trabalha, tem família, amigos, faz sexo, às vezes namora e mergulha em dúvidas”, define o diretor. “Ou seja, ela é como a maioria da população mundial. É isso que me interessa na personagem.” E a todos nós também.

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#autoajudadodia

por   /  17/12/2012  /  11:09

Um mantra pra hoje, pra 2013, pra vida inteira!

Vem pra cá todo mundo que é de verdade, que se importa, que tem cuidado, que dá atenção, que não tem medo de ser vulnerável nem aponta as vulnerabilidades dos outros. Vem pra cá todo mundo que sabe que a gente erra e acerta e que conversando a gente se entende. ♥

A imagem acima foi feita pela Julia Duarte para o Autoajuda do dia > https://www.facebook.com/autoajudadodia

A Julia faz o Me Proteja da Vida Alheia > http://meprotejadavidaalheia.tumblr.com/

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#vailá

por   /  17/12/2012  /  10:05

#vailá, o novo projeto da Contente, é um guia da cidade feito pelas pessoas usando o Instagram!

O Instagram é um dos lugares mais legais para pegar dicas do que fazer na cidade. E isso acontece naturalmente: tem aquele amigo que sempre vai em todas as exposições, outro que ama frequentar restaurantes e registrar os pratos, aquela amiga da moda que sempre tem boas dicas de lojas e aquele outro que não perde uma balada.

Nossos amigos e conhecidos são hoje os nossos maiores influenciadores. A gente quer menos saber qual é a roupa que a estrela da novela usa, e sim onde é que aquela nossa amiga cheia de estilo encontra as peças do seu guarda-roupa. Com o #vailá agora poderemos acessar, da forma mais prática possível, guias que estão sendo atualizados constantemente por pessoas como nós.

Pensando nisso, criamos o #vailá (http://instagram.com/vailasp), um guia da cidade feito por pessoas reais. Começamos por São Paulo e, rapidamente, vamos nos espalhar por outras cidades!

Sigam @vailasp no Instagram e comecem a postar e a encontrar dicas super legais!

Esperamos vocês ♥

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