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Trilha: As músicas de amor de Lulina

por   /  31/05/2016  /  13:13

lulina

Com vocês, #asmúsicasdeamor de Lulina!

Tem tantas das minhas músicas de amor nesta playlist que só pude pensar no quanto é demais ter amigos com tamanha sintonia.

Lulina é cantora das mais talentosas. Se você acompanha o Don’t Touch, sabe que ela sempre aparece por aqui. Entre seus projetos mais recentes está o Pupila Musical, um experimento musical baseado no Instagram, em que ela compõe “com os olhos dos outros, transformando fotos em uma nova música a cada mês”. Para participar, basta seguir o @pupilamusical e marcar as suas fotos.

Na seleção tem Bonnie Prince Billy, Lou Reed, Velvet Undergroud, Thurston Moore, Jane Birkin, Wilco e mais um monte de coisa linda.

Ouçam e sigam donttouchmymoleskine no Spotify! ♡

Mais #asmúsicasdeamor:

Miá Mello

Alexandre Matias

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Lulina cheia de Pantim

por   /  20/11/2013  /  11:13

Poderia dizer que conheço Lulina de outros carnavais de Olinda, mas nem é. A gente se conheceu pela internet, compartilhando um amor louco pelo Belle and Sebastian e muitos emails gigantes, daqueles em que a gente conta a vida toda, quase todo dia.

Nos vimos em Recife quando eu ainda morava lá e ela dava umas passadas, vinda de São Paulo. Eu ouvia os discos que ela fazia em casa (e desde então amo várias de suas músicas, principalmente “Do You Remember Laura?” e “Meu Príncipe”), ia em muitos de seus shows. Fazíamos piqueniques e previsões de como seria o próximo ano – e como eu queria encontrar os caderninhos onde a gente anotava dos mais simples aos mais ousados desejos!

Lulina lança agora seu segundo disco gravado em estúdio, o “Pantim”. O show acontece nesta sexta (22/11), às 21h30, no Sesc Belenzinho. Aproveitei pra conversar com ela, fazendo umas perguntas bem atemporais e outras mais focadas na carreira e no novo disco.

Espero que vocês gostem da conversa! ♥

– Qual é a música que mudou a sua vida?

Não diria uma música, mas uma banda. Velvet Underground. Muitas músicas de Lou Reed fizeram a diferença na minha vida.

– E qual música sua você ouve e entende como algo poderoso, que vai mudar a vida de alguém?

É muito difícil acertar que música teria esse poder, pois nem todo mundo consegue ser tocado pelas mesmas palavras e melodias. Acho que só quem pode responder a essa pergunta é quem está na platéia. Do disco novo, muitas pessoas comentaram comigo sobre duas canções que as tinham tocado profundamente: “Prometeu sem cadeado” e “Areia”.

– Conta um pouco sobre sua trajetória? Quando você se descobriu artista, quando começou, quando tocou pela primeira vez, como começou a ser reconhecida?

Não tenho uma formação musical tradicional, comecei a compor oficialmente aos 15 anos (apesar de já gostar de criar músicas desde uns 9 anos) e tive como professor na adolescência Raul Seixas, através das revistinhas de cifras que eu comprava em Olinda. Comecei a gravar discos em casa em 2001 e nos anos seguintes, a fazer shows com uma banda formada por amigos, em Recife. Ao me mudar para São Paulo, recebi o convite da Yb para gravar meu primeiro disco oficial, depois que ouviram os discos caseiros que eu costumava gravar antes. Nessa época, eu já fazia bastante show no circuito indie de São Paulo. “Cristalina” (2009, Yb) é ao mesmo tempo o meu primeiro disco oficial e também um “the best of” dos 6 discos caseiros gravados anteriormente. O disco foi muito bem recebido por crítica e público, e comecei a fazer shows maiores e a me dedicar cada vez mais à carreira artística. Agora estou lançando o “Pantim”, meu segundo disco pela gravadora Yb, ao mesmo tempo meu 12˚ disco, se eu contar com as produções caseiras, e ao mesmo tempo meu primeiro disco realmente novo (já que o “Cristalina” era uma compilação).É tudo meio fora do padrão mesmo, seguindo o flow da vida e do que dá vontade de compor e lançar.

– Como você define a sua música?

Não sei. Esses dias ouvi um cara definir como “ressaca em dia de sol”. Acho que é isso mesmo. Por sinal, ressaca é um dos momentos mais criativos para mim – fico mais sensível e, se deixar, componho um disco inteiro em um dia de ressaca.

– O que inspira você a criar? O que você quer dizer com o que faz?

Acontecimentos da vida e também a morte me inspiram a criar. A música acaba sendo um diálogo que mantenho comigo mesma e que divido com quem mais se interessar pelo assunto. Não tenho nenhuma intenção específica ao fazer música, apenas é uma atividade que amo, que é tão natural quanto falar, e que me deixa feliz muito mais pelo fazer em si do que pelo resultado que dá. Mas gosto de torcer para que a música que eu faço seja ao menos uma boa companhia, quem sabe um bom amigo, para quem ouve.

– Você cresceu sendo influenciada pelo que? E quais são suas principais referências hoje?

Cresci influenciada por Super Nintendo, Playmobis, revista Mad – foi musicando um texto da revista Mad que compus uma das minhas primeiras canções, por volta dos 10 anos de idade -, literatura russa, festas da família regadas à cerveja, arrumadinho e cozido, Rita Lee e Elton John na vitrola da minha mãe em Olinda, Nirvana e NBA na adolescência, Velvet Underground, Mutantes e Yo La Tengo na faculdade, e nos últimos anos, Tom Zé, Erasmo, Connan Mockasin, Will Oldham, escritores como Philip Roth e David Foster Wallace, Tibete.


– Tem alguma frase que seja seu lema?

Uma frase que a minha vó repetia pra mim, sempre que me via correndo de um lado pro outro, aperriada com trabalho ou com outras preocupações: “A vida é mais importante”.

– E conta sobre o “Pantim”? É seu segundo disco em estúdio. O que a gente vai ouvir? Um disco influenciado pelo que, com participação de quem, que diz o que sobre esse seu momento de vida?

“Pantim” contém músicas compostas em 2011 e 2012 e que parecem ter como fio condutor uma discussão sobre o egocentrismo e o buraco negro que ele provoca. A palavra pantim quer dizer dar chilique, espernear, e é mais usada no Nordeste. O disco tenta buscar algum sentido em tudo o que fazemos e conquistamos, com uma linguagem mais direta, numa gravação com toda a banda ao vivo, praticamente. É diferente do “Cristalina” na forma, mas é muito parecido com ele no conteúdo – se antes as metáforas e o humor escrachado disfarçavam os questionamentos, agora eles são colocados de forma direta, com algum humor, mas sem ironia e sem rodeios. Os mesmos assuntos, antes tratados de um jeito escapista, agora vêm à tona de um jeito mais realista.

As fotos de Lulina foram feitas pela Ana Shiokawa.

Lulina faz show nesta sexta, às 21h30, no Sesc Belenzinho. Mais em > http://www.sescsp.org.br/programacao/15722_LULINA

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moleskine days and nights #2: lulina canta tom zé

por   /  02/12/2009  /  0:10

o caminho para a galeria olido, no centro de são paulo, é bonito se é fim de tarde e você olha mais para cima do que para as calçadas. em uma quarta-feira de novembro, lulina se juntou à banda dos contentes para interpretar clássicos de tom zé. foi um daqueles dias lindos, em que você sorri a cada música que começa e prolonga o sorriso quando cada uma delas termina

confiram a incursão do don’t touch pelo maravilhoso mundo das parcerias musicais:

ronaldo evangelista, o curador do projeto conexões

lulina sorri diante dos aplausos

o baterista pedro falcão

o multi-homem maurício fleury

o cantor bruno morais prestigia o evento

o broder rafael capanema fez vídeo do show. vejam e ouçam a interpretação de “se o caso é chorar”

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moleskine nights #1: lulina no tapas club

por   /  29/10/2009  /  12:32

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o tapas club serviu de cenário para o reencontro de amigos queridos. na noite da última quarta-feira, eles se reuniram para ver a apresentação ao vivo de lulina, cantora pernambucana radicada em são paulo, que lançou recentemente seu disco “cristalina”. a noite foi de descontração, drinks e muita pose.

confiram a mais nova coluna social da cidade: moleskine nights, a coluna social do don’t touch!

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júlia porto está preocupada: será que tudo vai dar certo?

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flávia lacerda, ju alves e rebeca moraes curtem seus respectivos drinks

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alberto lins encara a câmera

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andré édipo e júlia porto observam o brinde antecipado de missionário josé

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angela palma se assusta com um objeto não-identificado, que faz alberto lins se esconder e leonardo chen fazer cara de quem sabe o que vem por aí

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paula reis encara as lentes da verdade

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vocês não conseguirão perceber, mas juliana pontual fez questão de combinar sua boina de crochê com o papel de parede 70’s do local: laranja é a cor do momento, podem anotar

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ludmila lima esbanja sensualidade

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thiago pethit faz cara de “aguardem meu disco, seus bobos”

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juliana pontual confere o trabalho mais recente de ludmila lima, após viagem pela américa latina

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lulina, a grande estrela da noite, veste um ronaldo fraga e mostra toda sua simpatia

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alberto lins mostra que, para ser moderno, basta fazer pose em um halo de luz

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daniela e juliana faria aproveitam a dica e posam de fotologers

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e começa o show. lulina canta, acompanhada por pedro falcão na bateria

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missionário josé faz um backing vocal

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firuba faz carinha de quem tá gostando demais

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he-man aparece de surpresa, convidado por paula reis, responsável pelas projeções

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he-man canta para firuba: encosta tua cabecinha no meu ombro e chora

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no fim da apresentação comevente, que teve direito ao coro ensandecido das mininis em “meu príncipe”, lu abraça o monstro

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ana reber deixa o local, satisfeita

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las chicas no banheirón, compartilhando toda a felicidade proporcionada por uma linda noite!  =)

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lulina no mis

por   /  12/10/2009  /  1:33

lu

e lulina fez um show lindíssimo no mis. poderia falar um monte de coisa sobre as músicas, sobre a plateia, sobre a emoção que foi ver aquilo tudo tão perfeito. mas prefiro deixar vocês com uns videozinhos que fiz por lá  =)

a foto é de deco vicente

“do you remember laura”

“meu príncipe”

“criar minhocas é um negócio lucrativo”

“bichinho do sono”

“narcolepsia”

“mi gostar musga”

“13 de junho”

“balada do paulista”

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cafofo sessions #1: lulina

por   /  08/10/2009  /  13:27

lulina_cartaz_laurawrona

começa hoje mais uma seção esporádica deste blog: a CAFOFO SESSIONS, que consiste, simplesmente, em entrevistas na sala aqui de casa. quem inaugura a seção é lulina, cantora, compositora, olindense, retirante, publicitária e amiga do coração. a chamei aqui pra conversar sobre “cristalina”, seu primeiro disco oficial, que sai pela yb music.

o lançamento do disco ocorre amanhã, no mis (museu da imagem e do som; av europa, 158), em são paulo. depois de quatro longos anos, finalmente um público maior vai conhecer as maravilhosas canções de lulina. dos disquinhos toscos gravados no computador de casa até hoje, a trajetória foi intensa.

pra mim e pra vários amigos, é muito lindo ter este disco em mãos _ainda mais porque a arte é de juliângela, uma das pessoas mais talentosas deste mundo. a gente que viu lulina tocar em lugares pequenininhos, ainda com vergonha da própria voz, hoje vê uma mulher gigante, carismática e talentosa, que toca suas lindas canções acompanhada por uma banda maravilhosa, formada por léo, zé, firuba e pedro.

todos vocês precisam ouvir lulina, nem que seja uma vez na vida _o que eu duvido que aconteça. “meu príncipe”, “do you remember laura”, “bolhas na pleura” e mais diversas músicas dessa garota vão fazer seus dias mais felizes  =)

o cartaz aí acima foi feito por laura wrona; vejam as outras 12 artes feitas para o lançamento no blog da lulilândia

lulina

na entrevista a seguir, a gente conversa sobre disco, influências, lulilândia, internet e mais um monte de coisa.

agora, prestem atenção: eu nunca editei um vídeo na vida _até a madrugada de ontem. na verdade, só juntei um pedaço da entrevista com outro. então não reparem na tosquice, tá? agradeço a paula reis pelos créditos tão bonitinhos e a icaro matias e cecília torres pelos ajustes durante a correria.

espero que vocês gostem!  =)

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#asmúsicasdeamor: Aurea Vieira

por   /  25/04/2018  /  17:17

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Tem amiga que amplia sua visão de mundo. A Aurea Vieira tem esse papel na minha vida. Me mostra coisas que não conheço e que me emocionam ao primeiro contato. Me conta das músicas, da arte, do teatro, me mostra uma maternidade admirável – e ainda compartilha uns drinks de vez em quando.

Ela fez uma seleção impecável, dessas que misturam Frank Sinatra com Beatles, Ravel com Amy Winehouse.

Vamos ouvir?

A foto é de Eliott Erwitt.

#asmúsicasdeamor + #trilhadonttouch

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