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Posts por "Dani Arrais"

Trilha: Bem-vindos ao mundo, nenéns ♡

por   /  16/10/2017  /  9:09

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Bem-vindos ao mundo, nenéns! ♡

Se tem uma coisa que eu faço bem na vida é amigo. E se tem uma coisa que eles têm feito cada vez mais e melhor são filhos. Sinto tanto amor por cada uma dessas crianças no mundo que resolvi fazer uma playlist. São músicas que eu acho que toda criança devia ouvir – e, mais ainda, que nós adultos devíamos cantar pra elas, lembrando sempre o quanto elas são amadas e fundamentais. Começa com “Força estranha” porque diz “eu vi a mulher preparando outra pessoa”, e acho que essa frase é uma tradução plena do processo. Tem Lulina cantando “Do you remember Laura?”, que eu gosto tanto e nos leva para as brincadeiras com Playmobil na infância. Depois vem “Do you realize?”, que sempre me faz chorar. Segue com Maria Bethânia de trilha para um parto debaixo d’água, Caetano dando as “Boas vindas”, Siba falando do seu herói. No meio do caminho tem Velvet Underground, Alceu Valença, Daniel Johnston, Roberta Flack… Tanta coisa linda! Sem dúvida muitas das minhas músicas preferidas da vida estão nesta playlist. Que é pro Luiz, pra BabYana, pro Jun e pra Nara, pra Ollie, pra Luiza, Juju e Xuxim, pra Bigüi, pra Anita, pra Martina, pra Emília e Olívia, pro Leone e pra Maria, pro Tomás, pro José, pra Lucca, pra João, pra Irene e pra Teresa, pra Gabi, pro Tomás, pro Chico, pra Helena, pro Antônio, pra Antônia. Ouçam comigo – e espalhem para as suas crianças amadas também!

A foto é da @teresacfreitas.

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Trilha: Sextou

por   /  09/10/2017  /  9:09

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Sabe quando chega a sexta, você quer fazer alguma coisa, mas bate o cansaço da semana inteira e tudo que você queria era ver Netflix e dormir? Daí pra mudar essa vibe eu coloco “I wanna dance with somebody”, da Whitney Houston, e tudo muda. É com ela que começo a playlist Sextou, que também tem @anitta@leticialetrux@baianasystem e mais um monte de coisa. Vai lá no perfil do Don’t Touch no @spotifybrasil ouvir!

A foto é de #WaringAbbott.

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Trilha: Novas Brasil FM, vol. 2

por   /  08/10/2017  /  9:09

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Playlist do dia: Novas Brasil FM vol. 2. Cheia daquelas músicas brasileiras que deviam tocar no rádio. No repeat. Ouçam em bit.ly/novasbrasilfm.

Tem @so.le.dad@carvalholua@julianaperdigao@dominuslancelius@letrux@baianasystem@hookerjohnny@ottomatopeia@festaselvagem e muito mais.

A foto é da @brunavalenca.

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Amor depois dos 75 anos

por   /  05/10/2017  /  11:11

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Lendo o El País, encontrei essa beleza. Isabel Allende: “Me apaixonei de novo aos 75. Não há amor sem risco”.

“Allende começa a contar, radiante, como esse novo verão chegou a sua vida. Quando se separou de seu companheiro, retirou-se para uma casinha na Califórnia com seu computador e seu cão, decidida a viver sozinha pelo resto de seus dias. ‘Um senhor de Nova York me escutou no rádio de seu carro, a caminho de Boston. Mandou um email ao meu escritório, e outro, e mais outro. No terceiro, respondi eu mesma porque veio com um buquê de flores. Cinco meses depois de receber diariamente um email de bom-dia e outro de boa-noite, aproveitei uma viagem de trabalho para conhecê-lo. Então, em cinco minutos, tudo aconteceu, e agora ele está vendendo o que tem para vir morar comigo. Ou seja, essas coisas existem, são milagres que acontecem. Sim, aos 75 estou apaixonada pela terceira vez na minha vida, não há amor sem risco’, relata, sem poder e talvez nem querer esconder uma risada, entre boba e cúmplice, diante da cara, entre cúmplice e boba, de sua interlocutora.

Assim, ao mesmo tempo corajosa e resistente, mostra-se Allende especialista em retratar mulheres extraordinárias que, segundo ela, são cópias do natural mais do que fábulas. ‘Venho de uma rede delas, trabalho com elas, estou cercada por elas, não preciso inventar nada’, diz a escritora já imune aos sobressaltos.

‘Sempre estou alerta, aberta ao mistério da vida, às coisas maravilhosas que a gente espera, e às trágicas que a gente não deseja. O pior já passou. Quando me separei de Willy, que amei muitíssimo, as pessoas me davam pêsames, como se dissessem ‘coitada dessa senhora idosa que vai ficar sozinha’. E eu pensava: ‘isso não é nem 10% do que passei quando Paula morreu’. Nada mais me abala.'”

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