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As músicas de amor de Sarah Oliveira

por   /  16/05/2016  /  13:13

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A Sarah Oliveira é uma dessas pessoas que a gente acompanha tanto na internet que parece até que é amiga, sabe? Ela sempre compartilha um pouco de sua vida e do seu trabalho, é gente como a gente que adora passar horas no Twitter, fala sempre dos bastidores do seu programa no GNT, o “Calada Noite”, e também um pouco sobre a maternidade (ela é mãe de Chloe e Martin).

Dona de um gosto musical moldado por muita MTV e por encontros privilegiados com artistas da música nacional, ela arrumou um tempo entre um troca de fralda e outra (desse bebê que na foto – da @flaviamonte – ainda estava na barriga) pra fazer uma playlist de amor, com Tom Jobim, Beatles, Céu, Nina Simone, Eric Clapton, Aretha Franklin, Lenine, Gal Costa, Caetano Veloso, Chico Buarque.

Uma trilha deliciosa! 

Querem ouvir mais uma edição do #asmúsicasdeamor?

Aproveitem e sigam o donttouchmymoleskine no Spotify!

Mais #asmúsicasdeamor:

Miá Mello

Alexandre Matias

Diego de Godoy

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Misteriosas pilhas de livros espalhadas na cidade

por   /  19/04/2016  /  18:18

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Que ideia legal! Um cara chamado Shaheryar Malik resolveu espalhar pilhas de livros de sua biblioteca em locais populares de Nova York. A ideia do Reading Project surgiu quando ele ia tirar uma selfie na Brooklyn Bridge e acabou pensando: todo mundo faz isso. Em vez de compartilhar mais uma selfie, ele decidiu dividir suas prateleiras com o mundo. Voltou pra casa, escolheu uns livros, os deixou lá. E depois foi espalhando mais pilhas pela cidade.

Cada pilha tem entre 45 e 55 livros. Em cada, ele escreve a mensagem “Pegue um livro. Qualquer livro. Quando acabar, escreva para o artista”. Malik já recebeu mais de 70 respostas de 30 países. E quer levar o projeto a outros lugares, inclusive o Brasil.

Hoje ele tem apenas três livros – os que está lendo. “Palavras em um livro parado em uma prateleira não têm sentido e são sem vida – até que sejam lidas novamente. As pessoas que participaram do projeto agora estão conectadas comigo, de uma maneira estranha, mas boa.”

(via Huffington Post)

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Meninas negras

por   /  07/07/2015  /  10:00

1435590162Sofia-Misogynoir-Text-by-Thahabu-G

Um texto sobre os múltiplos racismos que as meninas negras sofrem ao longo da vida. Bem forte.

What I didn’t know back then: The intersections of racism and sexism, known as misogynoir, make it impossible for black girls to appeal to the standards white supremacy has set for us, no matter how we dress or act. As well as disallowing me from choosing my own identity and tastes, this kind of bigotry put me in bodily danger. My sexuality has been joked about since I was in elementary school, and at 19, I’ve noticed that as I get older, unwanted commentary on my body becomes more aggressive, and men often follow and threaten me if I don’t respond to their catcalls.

Black girls are some of the least protected people in this country. We don’t come close to being as viewed as worthy of defending as white women do, so it’s easy to harass us without consequence. Being hypersexualized is part of the “angry black woman” trope, thanks to which black girls are perceived as overbearing, sassy caricatures. Many people who are neither black nor female love to brag about how they have a strong, independent black women living inside of them—but of course they don’t, because they’ve never had to slap on a smile in the face of racism and sexism, or been demonized for complaining about pain when someone hurts them the way black girls are forced to. They have never had to show the kind of strength and independence we have to exude every day.

Black girls are supposed to be tough, but not intimidating, and I was supposed to be able to deal with the bullies without actually defending myself, because that would get me into trouble. Being black makes means you can’t be a victim, no matter how fragile you feel. As a black girl, if you get justifiably upset about anything, people tend to see it as your bullying them, rather than trying to figure out how they upset you. Where I grew up in suburban New Jersey, as with so many other places, white girls are the standard for what is feminine and delicate, while black girls are viewed as wild brutes. My friends and I became almost numb to having our emotional needs ignored.

Teaching African American girls that we can fight misogynoir by covering our bodies and regulating our behavior more than white girls is pointless. It’s not a black girl’s job to prove that she is worthy of humanity. That’s supposed to be our human right. We’re trying to fit into a society that doesn’t want to see us thrive, so we might as well say “fuck it!” be as loud as we want, cry as hard and long as we need to, and dance however we like. To deny black girls these things is to deny them room to grow and make mistakes—to strip them of their adolescence.

Da sempre ótima Rookie Magazine > The right to be a black girl

[Obrigada, Albie!]

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#lovewins

por   /  29/06/2015  /  12:00

@bsoalheiro

O dia 26 de junho de 2015 foi histórico. A Justiça dos Estados Unidos legalizou o casamento gay em todo o país, e uma explosão de alegria se espalhou pelo mundo. Mais amor, menos intolerância e muitos arco-íris para celebrar!

Pra marcar esse momento, fiz uma mixtape que começa com Milton Nascimento e termina com Lulu Santos. No meio do caminho, músicas de Legião  Urbana, Caetano, Chico, Lykke Li, Jonathan Richman, Nirvana, Lou Reed, Diana Ross, Queen, Patti Smith e muito mais gente.

A foto é da @cafelix.

Vamos celebrar?

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