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Posts da categoria "amor"

pelo fim da correria

por   /  15/10/2012  /  17:44

Se você não tem tempo pra encontrar os amigos, não consegue nem tomar um cafezinho com o colega que trabalha a 200 metros de você nem arranja tempo pra ler aquele livro que você deseja há anos, repense sua vida inteira!

Adorei essa frase exatamente porque ela faz com que a gente pare e pense no quanto “estar ocupado” é apenas uma justificativa pra manter as mesmas escolhas de sempre…

Vi na fanpage da Confeitaria > https://www.facebook.com/confeitariamag

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desempregado do ano

por   /  19/09/2012  /  10:28

Da fanpage da Contente:

A Benetton volta com uma boa iniciativa de projeto e um excelente conteúdo para divulgá-lo. O filme abaixo retrata o cotidiano de quatro jovens que buscam emprego diariamente,sem sucesso, e também divulga o concurso “Unemployee of the Year”, para o qual jovens desempregados do mundo inteiro podem mandar seus projetos de trabalho e de vida para concorrer a 100 patrocínios de 5.000 mil euros cada um. A iniciativa é parte da Unhate Foundation, fundação/conceito criada pela marca com o objetivo de diminuir as discórdias mundanas por meio de projetos como esse.

Mais em > http://unhate.benetton.com/

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você sabe o que é real?

por   /  18/09/2012  /  10:02

Real, por Noemi Jaffe

atenção, atenção, você, que está perdido, angustiado, tenho a resposta para uma de suas perguntas mais difíceis! eu sei o que é o real! o real é: o ardor da pimenta, o pelo do gato,o frescor do vento, a raiva do vizinho, a inveja da moça mais bonita, a paranoia, as falsas impressões, as opiniões contraditórias, o desejo de ajudar alguém desconhecido, o desejo de esgoelar alguém conhecido, os elefantes cor de laranja, o buraco negro, o homem que cospe coelhos no conto do cortázar, o pipoqueiro que mora numa mansão aqui do lado da minha casa e o outro que pescou um peixe de trezentos quilos num riachinho de um bairro da periferia.

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A foto é do Porclaine Project, de Mariana Garcia e Cecy Young.

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#autoajudadodia por pedrinho fonseca

por   /  12/09/2012  /  10:17

O Pedrinho Fonseca é um amigo querido que adora escrever. E ele emocionou a gente com um texto sobre o Autoajuda do dia, o novo projeto da Contente!

Leiam > http://www.linhastortas.com.br/2012/09/autoajudadodia/

[Este é um post não-ficcional.]

Sabe que lá no Instagram, que é um rede interessante de compartilhamento de fotos – mais ainda de pontos de vista, para quem usa com certo amor, duas meninas (mulheres, incríveis, lindas e tal, masmeninas no sentido de serem muito sabidas para a pouca idade que têm) inventaram um negócio chamado #autoajudadodia. Escreve-se com o jogo da velha ali na frente, explico aos que não estão familiarizados, por tratar-se de uma hashtag. O uso do ícone à frente serve para várias coisas, mas a um cara como eu, serve principalmente para aglomerar tudo aquilo que for usado na rede (seja o Instagram ou até redes sociais mortas, como Twitter). E assim, para caras ruins de organizar gavetas como eu, para localizar bem mais fácil as fotos correlacionadas. Ou relacionadas ao que as meninas (seus nomes são Luiza e Daniela) criaram.

No Instagram, elas já criaram algumas coisas muito inteligentes e úteis. Criaram o Instamission (pode usar a hashtag se quiser, tia Marilane), que toda sexta lança uma missão diferente para quem segue o perfil. Uma graça de ideia, que movimenta o nosso pequeno universo de amigos e desconhecidos com quem a gente sente uma certa afinidade.

Pois bem. Criaram, as duas, a #autoajudadodia. Quem quer participar, basta postar uma foto no Instagram (publicar uma imagem, simplesmente escrever um texto com um design bacaninha, como preferir) e usar a hashtag certinha. Vai lá para a gavetinha onde posso encontrar as imagens, textos e delícias das pessoas que, assim como eu, resolveram entrar na brincadeira. Eis o ponto. Não é uma brincadeira para mim. E hoje, levei a sério ao extremo. Postei uma imagem com uma sequência de palavras que vão sendo riscadas até que cheguemos na última (e única importante):

RECLAME

CLAME

AME

Não pensei muito ao fazer, mas pensei muito depois que postei. Eu sempre penso melhor depois. Olhei ao redor. Reli algumas textos. Entristeci ao passar os olhos rapidamente num deles – circulou recentemente – que falava que “tudo bem escrever errado na internet”. Mas passou logo, porque vi a foto que a própria Daniela (a amiga da Luiza) publicou no blog dela – também recentemente – com uma camisa linda falando do assunto, sendo que ao contrário. Tratava do amor à gramática. Good grammar is sexy, acho. Vi mais uns textos, umas imagens, só aí dei-me conta do quão importante era, para mim mesmo, aquela imagem postada hoje pela manhã no meu próprio perfil do Instagram, usando a hashtag #autoajudadodia, criada pela Luiza e sua amiga.

O mundo já é cruel demais, basta dar amor aos nossos filhos. Uma vez ouvi isso. Era sobre a relação entre meu filho e eu. Um recado claro. João (é o nome do meu filho) precisa do seu amor, Pedro. Cuide disso. Do resto, cuidamos todos juntos. Dia após dia.

Ao olhar novamente para a minha imagem, vi que ela era mesmo a minha imagem. O que tenho sido, o que tenho lutado para ser, melhor dizer assim que soa menos arrogante. Tenho lutado para ser mais eu e menos o entorno. Moro numa cidade grande demais, onde as proporções são condizentes com o seu tamanho. As barreiras, tristezas, dificuldades em São Paulo são opostas extremas a uma generosidade, a várias alegrias e a facilidades da vida cotidiana enormes. Enormes. Minha gratidão por esse lugar é condizente com essas tais proporções.

Minha #autoajudadodia fez jus ao nome. Não tenho do que reclamar. Não tenho o que clamar. E o meu amor pela minha família e por quem realmente importa permanecem intactos. Como ontem. Como amanhã. Minha #autoajudadodia pode ser lida por mim mesmo a qualquer momento, olhem que privilégio.

A Luiza e Daniela, também, uma certa gratidão, batida com pitadas de admiração e alegria. Felicidade é, também, tê-las por perto.

P.S.: Gostaria muito de compartilhar esse texto no Facebook. Mas acho que seria o lugar errado. Melhor num blog pessoal, onde a pessoa que escreveu – no caso, eu – se compromete com a veracidade e legitimidade das informações aqui postadas.

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um mundo de stalkers

por   /  11/09/2012  /  12:49

Superexposição na web estimula ação de perseguidores virtuais, por Juliana Cunha > http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1151125-superexposicao-na-web-estimula-a-acao-de-perseguidores-virtuais.shtml

Se você tem um ou uma ex, então você tem um “stalker”. Se o seu ou a sua ex tem uma nova companhia, então já são dois stalkers em potencial. Some a eles paqueras, gente que não gostava de você na escola ou que gostava até demais. Todas essas pessoas e outras que você nem imagina podem estar acompanhando seus passos de maneira sistemática. (…)

“A forma como assediamos a vida uns dos outros hoje tem tudo a ver com o processo de celebrização da sociedade. Há um impulso de consumir a vida do outro, de usá-la como entretenimento, semelhante a um filme”, explica Eugênio Trivinho, professor do programa de pós-graduação em comunicação e semiótica da PUC-SP. (…)

Análise: Stalker simplifica relação com a vítima, por Ronaldo Lemos > http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1151132-analise-stalker-simplifica-relacao-com-a-vitima.shtml

A internet trouxe muitas coisas boas e o “stalking” não é uma delas. A prática de dedicar atenção obsessiva a uma pessoa, podendo resvalar em outros tipos de perseguição e conflitos, ganhou novos contornos com a tecnologia digital.

O primeiro passo para discutir a questão é lembrar que flertar é humano. Onde houver uma mídia, haverá o despertar de paixões reais ou platônicas, especialmente no contexto das mídias sociais.

No entanto, o stalking cruza a barreira do aceitável na medida em que trata a vítima como “informação”. É como se o outro existisse descolado da realidade e da dimensão social. É comum que o stalker se relacione com a vítima dentro de um universo próprio, que ignora regras de convívio e aspectos morais. A vítima é tratada como “objeto”, disponível para consumo pelo stalker. Muitos conflitos acontecem justamente no choque entre essa relação simplista e as implicações sociais necessárias para uma relação pessoal efetiva.

O stalking é uma forma cruel de desconsiderar a individualidade do outro.

O stalker muitas vezes repete as tentativas de contato com a vítima “ad nauseam”, na esperança de que em algum momento sua estratégia dê certo. É como em um videogame: se o jogador falha, basta reiniciar a partida e tentar de novo.

O problema é agravado por características cada vez mais comuns, especialmente entre a geração Y, que nasceu com a internet. Por exemplo, a dificuldade de lidar com frustrações.

Acostumado a conseguir o que quer com um punhado de cliques, o stalker pergunta-se por que não consegue a atenção da vítima com a mesma lógica. Acha que o mundo (ou a internet) existe para atender seus desejos.

Em uma das “marchas das vadias”, manifestação pelos direitos da mulher, uma garota segurava uma placa que dizia: “Acredite, minha saia curta não tem nada a ver com você”. É uma boa lição para stalkers em geral.

Depoimento: Dá pra saber quem olha seu Facebook? > http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1151332-depoimento-da-para-saber-quem-olha-o-seu-facebook.shtml

(…) A lógica do Facebook é manter você preso àquela página sem graça pela maior quantidade de tempo possível. Tudo que aparece ali, a forma como as informações são organizadas e hierarquizadas, visa chamar a sua atenção. Não a de qualquer um: a sua em particular. Se você sempre dá “likes” nas fotos de determinada pessoa, então o Facebook passa a encher sua página de fotos dela. Se nunca interage com outra pessoa, a rede social a esconde dos seus olhos.

O objetivo do site é criar parzinhos, guetos, redutos de identificação plena. É por isso que não existe um botão de “dislike”. Para quê? Para as pessoas discutirem, se excluírem mutuamente? Nada disso. Vamos nos amar loucamente e conferir a página um do outro sete vezes ao dia. (…)

As imagens são do Someecards > http://www.someecards.com/

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