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Posts da categoria "amor"

#bibliotecaDTMM por Maria Clara Drummond

por   /  31/07/2015  /  15:00

Companhia das Letras

Quais são os trechos de livros favoritos dos escritores? Vamos mostrar essas preciosidades por aqui na #bibliotecaDTMM!

A estreia é da Maria Clara Drummond (@mclaradrummond), jornalista e escritora que escreveu dois romances: “A festa é minha e eu choro se eu quiser”, pela @editoraguardachuva, e “A realidade devia ser proibida”, com previsão de lançamento para outubro, pela @companhiadasletras.

Aliás, já falamos do livro de estreia dela por aqui, relembrem > donttouchmymoleskine.com/a-festa-e-minha-e-eu-choro-se-eu-quiser

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Pra começar, a @mclaradrummond escolheu a primeira página de “Lolita”, de Vladimir Nabokov.

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De @mclaradrummond para a #bibliotecaDTMM: “Fragmentos de um discurso amoroso”, de Roland Barthes. . “O amante cria sentido, sempre, a partir de um nada, é o sentido que o faz estremecer, ele está no braseiro do sentido.”

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Mais um trecho selecionado pela @mclaradrummond: David Grossman em “A era genial: A lenda de Bruno Schulz”. “É um ensaio que li na revista Serrote, mas foi originalmente publicado na New Yorker.”

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Deborah Levy em “Nadando de volta para casa”. “Não sei se esse trecho\página passa toda a tristeza implícita que permeia o romance, mas creio que é este o ápice do narrativa: quando Kitty Finch mostra ao poeta Joe Jacobs seu poema favorito, do francês Apollinaire.”

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ra encerrar, a @mclaradrummond escolheu um trecho de “No caminho de Swann”, de Marcel Proust. . “A possibilidade de semelhantes horas nunca mais renascerá em mim. Porém, desde algum tempo recomeço a perceber muito bem, se apuro os ouvidos, os soluços que então consegui conter na presença de meu pai, e que só rebentaram quando eu fiquei a sós com mamãe. Na verdade, eles nunca cessaram; e é somente porque vida se vai agora emudecendo cada vez mais ao meu redor que os ouço de novo, como os sinos do convento que parecem tão silenciosos durante o dia por causa dos barulhos da cidade que os julgamos parados, mas que voltam a soar no silêncio da noite.”

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Corpo em deslocamento na fotografia de Patrícia Araújo

por   /  27/07/2015  /  19:00

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Patrícia Araújo busca desvendar o universo da intimidade. A fotógrafa cearense, radicada em São Paulo desde 2009, dedica-se a pesquisas em arte contemporânea e “investiga as relações do corpo diante de situações de borda (situações de fronteira) em contextos de viagens e deslocamentos”.

A série Patagônia, destaque deste post, mostra bem isso ao inserir pedaços de um corpo, ou de vários, em meio a cenas em que a natureza surge pronta para ser contemplada. Quais histórias emergem desse encontro?

Em entrevista para o Don’t Touch, a fotógrafa fala sobre a sua trajetória e o seu encantamento pela fotografia.

Mais em > patriciaaraujo.net + situacaodeborda.tumblr.com + edicoesaderiva.org

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Há algum tempo a fotografia vem tomando outro rumo no meu trabalho. Me dedico a pesquisas em arte contemporânea e cada vez mais venho trabalhando com outros suportes: vídeo, desenho, cartaz, performance, texto. A fotografia caminha lado a lado à essa produção como companheira do dia adia, registrando meu mundo afetivo, quase como um diário. Geralmente depois de alguns processos intensos de produção para algum trabalho eu também paro para olhar as fotos que foram feitas naquele período. Edito, entendo a história que desejo contar e transformo esses registros em pequenas publicações que costumo chamar de livros-diário.

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Comecei a fotografar “de cara” na redação de um jornal em Fortaleza. Passei 3 anos lá atuando como fotojornalista. Transitava da editoria de polícia a cultura e essa experiência foi muito importante para o meu amadurecimento como pessoa dentro desse mundo louco. Mudei para São Paulo em 2009 e aqui passei 2 anos na Folha de S. Paulo (na revista da Folha). Foi quando comecei a me dedicar quase 100% a retratos – que amo fazer!

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No mesmo período entrei no mestrado em artes visuais na ECA e resolvi me dedicar mais a pesquisa que estava fazendo. Hoje desenvolvo projetos em arte contemporânea em que investigo as relações do corpo diante de situações de borda (situações de fronteira) em contextos de viagens e deslocamentos. Desde 2010 me afastei um pouco do fotojornalismo “hard”, mas continuei e continuo atuando como freelancer na área de fotografia e vídeo. Hoje toco a Aterro Filmes, uma produtora de vídeo e foto, em parceria com o videomaker Raphael Villar. Também lancei este ano em parceria com o artista Haroldo Saboia a Edições à Deriva, uma editora de publicações independente.

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[Sobre a série Patagônia] Esse trabalho é um conjunto de fotografias trocadas por dois amantes apaixonados. Como cartas, eles trocavam fotografias em viagens e se fotografavam quando juntos. O livro é de autoria mista com fotografias minhas e outras apropriadas. Conta a história de um lugar que nunca existiu, do encontro de dois corpos em segredo e sussurros.

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[Sobre o que espera de resposta para suas fotos] Respostas, reações – sejam elas de que natureza for. A ausência de reação, a impossibilidade de troca ou embate é que me frustra. 



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Fase rosa

por   /  27/07/2015  /  9:00

1 @cicaduarte

Quem acompanha o @donttouchmymoleskine no Instagram sabe que eu tive uma fase rosa. Só postei rosa, rosa, rosa, o feed ficou um deslumbre de tão lindo. Como o mundo não é sempre cor de rosa, voltei à programação normal… Essa semana, no entanto, tive uma recaída, haha.

Neste post, fotos de @cicaduarte, @ashleysophiaclark, @portablesera, @legrandbazar, @telegramgallery, @stepheneichhorn, @lascoleccionistas, @selfpublishbehappy.

Acompanhem por lá! > www.instagram.com/donttouchmymoleskine

2 @ashleysophiaclark 3 @portablesera 4 @legrandbazar 5 @telegramgallery 6 @stepheneichhorn 8 @lascoleccionistas 9  @selfpublishbehappy

E um roxinho pra dar uma quebrada, regram da @barbaracunha.

10 @barbaracunha

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Minha Carta de Amor faz edição ao vivo, na rua

por   /  23/07/2015  /  15:00

MCdA 1

Quando o amor chega, arrebata. Transborda. Às vezes na forma de um beijo, às vezes como um fluxo de palavras. Com o Minha Carta de Amor, transbordar virou um verbo recorrente, que aparece a cada email recebido, a cada comentário. Pensando nessa emoção, tivemos uma ideia: e se a gente se encontrasse ao vivo na rua para caligrafar as cartas de vocês?

No próximo sábado (25/07), leve sua carta, seu bilhete, sua declaração. O @fabiomaca vai caligrafar o seu amor ao vivo e em cores! Que presente, hein? Tudo isso das 16h às 20h na rua do House of Learning (@houseofwork – rua Virgílio de Carvalho Pinto, 47, Pinheiros, São Paulo), com trilha sonora especial feita pelo DJ Tiago Guiness.

O Minha Carta de Amor é um projeto da Contente, de @daniarrais e @luizavoll, e do calígrafo @fabiomaca, com fotos de @pedrinhofonseca.

Esperamos vocês!

#minhacartadeamoraovivo

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