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Posts da categoria "#trilhadonttouch"

Amor depois dos 75 anos

por   /  05/10/2017  /  11:11

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Lendo o El País, encontrei essa beleza. Isabel Allende: “Me apaixonei de novo aos 75. Não há amor sem risco”.

“Allende começa a contar, radiante, como esse novo verão chegou a sua vida. Quando se separou de seu companheiro, retirou-se para uma casinha na Califórnia com seu computador e seu cão, decidida a viver sozinha pelo resto de seus dias. ‘Um senhor de Nova York me escutou no rádio de seu carro, a caminho de Boston. Mandou um email ao meu escritório, e outro, e mais outro. No terceiro, respondi eu mesma porque veio com um buquê de flores. Cinco meses depois de receber diariamente um email de bom-dia e outro de boa-noite, aproveitei uma viagem de trabalho para conhecê-lo. Então, em cinco minutos, tudo aconteceu, e agora ele está vendendo o que tem para vir morar comigo. Ou seja, essas coisas existem, são milagres que acontecem. Sim, aos 75 estou apaixonada pela terceira vez na minha vida, não há amor sem risco’, relata, sem poder e talvez nem querer esconder uma risada, entre boba e cúmplice, diante da cara, entre cúmplice e boba, de sua interlocutora.

Assim, ao mesmo tempo corajosa e resistente, mostra-se Allende especialista em retratar mulheres extraordinárias que, segundo ela, são cópias do natural mais do que fábulas. ‘Venho de uma rede delas, trabalho com elas, estou cercada por elas, não preciso inventar nada’, diz a escritora já imune aos sobressaltos.

‘Sempre estou alerta, aberta ao mistério da vida, às coisas maravilhosas que a gente espera, e às trágicas que a gente não deseja. O pior já passou. Quando me separei de Willy, que amei muitíssimo, as pessoas me davam pêsames, como se dissessem ‘coitada dessa senhora idosa que vai ficar sozinha’. E eu pensava: ‘isso não é nem 10% do que passei quando Paula morreu’. Nada mais me abala.'”

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Trilha: DUAS | Transmutar

por   /  05/10/2017  /  9:09

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Se tem uma coisa que eu gosto de fazer na vida é escolher a trilha sonora perfeita para cada momento. Seja criando uma playlist, seja tocando em uma festa. Escolher um tema, pesquisar sobre ele, puxar pela memória, inventar uma sequência que faça sentido e que dê vontade de cantar junto, ou dançar, ou compartilhar com quem é apaixonado por música também.

De uns tempos pra cá, fiquei pensando: adoraria fazer playlists por encomenda. Pensar em outros universos, mergulhar no desejo de outras pessoas.

Qual não foi minha alegria ao receber o convite da @duas para criar uma trilha para sua nova coleção? A DUAS é um marca de moda pernambucana especializada em estampas (bem lindas, por sinal). Ao comemorarem 6 anos, as sócias @liartva e @marinaviturino perceberam um desejo de mudar. Nasceu então a coleção “Transmutar”, que celebra as transições.

Para traduzir isso na trilha, comecei com “Oração do tempo”, de Caetano, e “O eterno Deus Mu dança”, do Gil, emendei com um Paulinho da Viola, uma Nina Simone. Tem tanta coisa bonita! Quero que vocês ouçam. Tá lá no perfil do Don’t Touch no @spotifybrasil.

#trilhadonttouch

A foto é da @brunapontual.

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Trilha: Para ouvir com seu amor

por   /  30/09/2017  /  9:09

aaaaa

Para ouvir com seu amor é outra playlist que esqueci de colocar aqui. Tá no @spotifybrasil e é 😻.

Começa com a versão de Charles Bradley para “Heart of gold”, termina com “Caminhoneiro”, de Roberto Carlos. No meio tem Maria Bethânia, Mutantes, Christopher Owens e mais.

Ouçam juntinho! @spotifybrasil#trilhadonttouch.

A foto é da Nan Goldin.

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Trilha: coração partido

por   /  26/09/2017  /  9:09

aaaa

Às vezes esqueço de contar pra vocês das playlists do @spotifybrasil. A desta foto se chama Coração Partido – e é puro drama.

Começa com Angela Ro Ro, tem Bonnie Tyler, Fagner e Maysa no meio e termina com “Se eu morresse amanhã de manhã “, de Dircinha Batista, que canta assim: “Ninguém telefona, ninguém/Ninguém me procura, ninguém/Eu grito, e um eco me responde: ninguém.”

Ouçam! @spotifybrasil

#trilhadonttouch

A foto é de Charles-Antoine.

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Letrux em Noite de Climão

por   /  11/08/2017  /  13:28

@leticialetrux em Noite de Climão. Que show foda! Ouçam o disco, vejam o show assim que puderem. Sempre me encanto com a potência que é a Letícia no palco. Performática, divertida, misteriosa, dona de um timing perfeito pra responder aos gritos ouriçados da plateia. Plateia maravilhosa, aliás, com a nata de quem faz música boa hoje no Brasil and um monte de gente novinha – muito bom ver o público que ela tá formando. E todo mundo cantando junto, o que é impressionante, uma vez que o disco acabou de ser lançado. Pura energia!

Com o adendo de que show no @centroculturalsp é legal demais. E ainda começa na hora, essa coisa civilizada que eu amo. Parabéns pela curadoria, @trabalhosujo, voltarei mais vezes! #trilhadonttouch

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