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Posts da categoria "amor"

Minha Carta de Amor

por   /  06/06/2014  /  13:13

Cartas de amor são ridículas. E indispensáveis. Nos ajudam a nos reconhecer, a sabermos quem fomos, o que sentimos, como queremos ser daqui pra frente.

E se você pudesse escrever uma carta de amor sem destinatário certo? Uma carta contando o que de mais forte e importante você aprendeu depois de amar uma, duas, dez vezes?

Minha Carta de Amor é um convite para que vocês escrevam o que aprenderam com o amor até hoje.

Queremos ouvir histórias, queremos nos ver na escrita de outras pessoas, na sensações que elas tiveram e que nos parecem tão familiares. Queremos que o sentimento de um reverbere no outro. Ou que, simplesmente, cada narrativa seja acompanhada com entusiasmo, como se fosse um livro que a gente não consegue largar ou um filme para o qual desejamos uma continuação.

Usem a hashtag #minhacartadeamor ou enviem suas cartas para minhacartadeamor2014@gmail.com.

Aos poucos, vamos escolher as cartas, que terão trechos caligrafados pelo Fabio Maca. O resultado vamos postar no perfil @minhacartadeamor no Instagram.

Vamos começar? ♡

Sigam a gente no Instagram > http://instagram.com/minhacartadeamor

Concepção: Daniela Arrais e Fabio Maca | Caligrafia: Fabio Maca | Textos: Daniela Arrais | Fotos: Pedrinho Fonseca

A armadilha do “Faça o que você ama”

por   /  18/02/2014  /  11:11

Há pouco mais de três semanas, decidimos falar menos, mas trocar mais. Criamos, então, um blog para a Contente > http://contente.vc/blog/

Para nossa surpresa, o feedback foi muito maior do que a gente esperava, o que nos encoraja a continuar pensando cada vez mais na internet que a gente quer.

Semana passada, publicamos uma longa entrevista que fiz com a Bárbara Castro, socióloga, sobre o lema “Faça o que você ama”. Coloco aqui o começo da entrevista. E peço pra que quem se interessar vá lá no blog ler tudo. Foi uma alegria conversar sobre esse tema com alguém tão brilhante. Leiam! > http://contente.vc/blog/a-armadilha-do-faca-o-que-voce-ama/

Vivemos em um mundo imperativo que a toda hora nos sugere com veemência o que devemos fazer para ter uma vida melhor. Seja você mesmo, ame o seu amor, faça o que você ama. Nas paredes das ruas e nos murais da internet, as frases se impõem a todo momento, nos incentivando a sermos mais completos e felizes (muitas delas até já apareceram no nosso projeto Autoajuda do dia, aliás). Mas esse mesmo incentivo, quando feito em excesso, também acaba nos causando uma certa angústia. Afinal, sabemos que a vida é feita também de vulnerabilidade e que ainda vamos falhar muitas vezes, por mais que a gente passe dia após dia em busca dessa satisfação total.

Não tinha idéia de quando o discurso do “Faça o que você ama” tinha começado a aparecer com tanta frequência ao meu redor. Geralmente quando percebo alguma coisa assim, minha primeira reação é achar que todo mundo está sentindo a mesma coisa (ô, pretensão!). Depois costumo fazer o recorte: isso deve ser coisa de nicho, do meu nicho, de gente que faz trabalhos criativos, que consegue inventar sua própria rotina etc. O próximo passo é sair da superficialidade e entender melhor o tema.

Depois de ler uma matéria da Slate que fala sobre como o lema “Do what you love, love what you do”, estampado em pôsteres lindos que compõe a decoração do home office (obrigada por me mandar, Jana!) pode ser uma grande armadilha, encontrei minhas amigas do trainee da Folha para um jantar. Comecei a discutir com uma delas sobre o texto. E qual não foi minha surpresa? A Bárbara tinha passado o segundo semestre de 2013 inteiro dando aulas sobre o assunto!

Fiz uma entrevista com ela. E o que ganhei em troca foi uma aula sobre a história do trabalho. Bárbara Castro é socióloga e doutora em ciências sociais pela Unicamp (Universidade de Campinas). É especialista em discussões sobre trabalho e gênero e atualmente dá aulas no curso do sociopsicologia da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo).

“Não é todo mundo que pode, efetivamente, largar tudo e botar um mochilão nas costas (e aqui não faço nenhum julgamento moral sobre isso, é só uma questão de oportunidades e de classe), isso gera uma ansiedade absurda em quem já se sente oprimido pelo trabalho”, diz ela na entrevista. “O problema é que o que circula são sempre os casos bem sucedidos. De quem pediu demissão e inventou um negócio bem sucedido. De quem nunca trabalhou em uma firma e vive de frila, rodando o mundo enquanto escreve uma ou outra matéria. Mas o que eu sempre me pergunto é: quem pode, efetivamente fazer isso? Eu acho restrito, ingênuo e glamourizado. Porque amar o que você faz sempre vem acompanhado de ter dinheiro, morar em uma cidade incrível e cara e ser bem-sucedido. É um discurso de felicidade que, além de irreal pra maioria das pessoas, que não vivem de trabalhos criativos que podem ser feitos fora de uma empresa, traz um modelo de felicidade hermético. E acho que o que a gente precisa discutir de verdade é o que existe no trabalho tal como ele é organizado hoje, que nos faz abrir esse flanco entre produção e felicidade.”

A entrevista completa > http://contente.vc/blog/a-armadilha-do-faca-o-que-voce-ama/

As imagens que ilustram a entrevista são da Ana Luiza Gomes.

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Bagagem emocional

por   /  15/01/2014  /  8:08

Bagagem emocional: todo mundo tem uma, o desafio é carregá-la de maneira elegante.

Quem diz é a The School of Life, que vende a bolsa.

We are all damaged in diverse, stubborn and interesting ways: someone humiliated us a long time ago; we witnessed bitter rows between our parents; we had anxieties around self-worth fuelled by comparison with a high-achieving sibling; an early business venture ended in disaster; we have a tendency to obsessive independence that makes it hard to live with anyone else; we have a rebellious streak which seemed cute at sixteen but now gets in the way of working amicably with others…

Mais em > http://www.theschooloflife.com/shop/emotionalbaggage/

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Música é o remédio

por   /  03/12/2013  /  14:14

“Quando os tempos estão particularmente difíceis, e você está prestes a cair no desespero, algumas das grandes músicas pop podem fornecer conforto verdadeiro para fazê-lo passar pela dor”, diz a descrição do livro “Don’t Eat the Yellow Snow”, de Marcus Kraft.

Simples e tão legal! ♥

Mais em > http://www.marcuskraft.net/portfolio/2012_dont_eat_the_yellow_snow_01.html

 

 

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