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Para conhecer melhor o Recife

por   /  03/12/2014  /  18:18

bozo

Sempre que a gente sai do circuito turistão em uma viagem, dá uma sensação de que soubemos aproveitar mais, né? É ótimo conhecer os lugares clássicos, claro, mas descobrir aqueles cantinhos que só os locais conhecem deixa tudo com mais graça. Sou do Recife, como vocês sabem. Saí de lá há um tempo, então sempre que alguém vai visitar a cidade e me pergunta o que fazer, acabo dando as mesmas dicas, centradas em pontos turísticos e comidas deliciosas. Às vezes acrescento alguma dica de amigos que falam de um lugar novo, contam de um artista – e adoro essa informação que chega filtrada.

Foi nesse esquema que acabei conhecendo dois artistas pernambucanos: Bozó Bacamarte, grafiteiro, e Danilo Galvão, fotógrafo. Eles são os guias da versão Recife do Boletim #Urbano, uma iniciativa da Natura que, desde julho, convida artistas da cena de arte urbana pra indicar os lugares mais legais de cidades como São Paulo, Curitiba, Salvador, Rio, entre outras.

Bozó Bacamarte é grafiteiro e enche as ruas da cidade com sua arte que fala do povo nordestino, de suas lutas e de seus humores. Influenciado por Banksy e Samico (um dos meus artistas preferidos), ele começa o roteiro indicando uma parada na avenida Visconde de Suassuna. “Existe um painel gigantesco nessa avenida com grafites de uma galera de Recife e do Nordeste. É legal pra visitar, tirar foto, apreciar um pouco da arte urbana.”

A próxima parada no roteiro é do fotógrafo Danilo Galvão. “Preciso me movimentar na cidade se não ela vai me engolir. Gosto de caminhar, isso me motiva a registrar as relações que eu encontro com cada momento”, diz. Um dos lugares preferidos para fazer isso é a rua da Aurora, aquela dos casarios coloridos, de frente para o rio Capibaribe, ideal para passear a pé ou de bicicleta. É lá também que fica o Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães), um antigo casarão do século 19 que recebe exposições bem interessantes em seus três andares.

O roteiro continua, e vocês descobrem por onde acessando a página do Boletim #Urbano. Assinem a newsletter para ver os roteiros anteriores e ficar por dentro dos próximos! www.natura.com.br/www/nossas-marcas/urbano

O Boletim é uma iniciativa da Natura para divulgar #Urbano, sua nova fragrância masculina, que convida a todos a enxergarem os centros sob a perspectiva da arte urbana, valorizando a surpresa, o inesperado, o despertar do olhar. Nessa pegada, a marca também fez o #urbanoaovivo, em que 20 artistas criaram a partir de sugestões enviadas pelo Twitter. As mais de 1500 interações renderam 130 telas, que vocês podem ver no site www.natura.com.br/urbano

Danilo Galvão

* Este post é um publieditorial.

Futuros amantes

por   /  13/02/2014  /  18:18

Apaixonar-se por um sistema operacional que habita seu computador e seu telefone é possível – e vai acontecer quando você menos esperar. Simplesmente porque se apaixonar pelo seu sistema operacional parte da mesma premissa de se apaixonar por uma pessoa de carne e osso: um conjunto de interesse, atenção, dedicação e tempo. Se vivemos cada vez mais grudados nas telas que nos cercam, vai ser natural flertar com essa disponibilidade constante (ou ao menos cogitá-la). A vontade de ficar junto e o tesão vão aparecer em seguida. Afinal, o que é o começo do amor se não a escolha de duas pessoas de construírem uma história juntas?

“Ela” é o novo filme de Spike Jonze (“Onde Vivem os Monstros”, “Quero Ser John Malkovich”, “Adaptação”) e conta a história de Theodore, um cara que acabou de se separar do amor da sua vida e que ganha a vida escrevendo cartas de amor para terceiros. Estimulado por uma propaganda que quase promete redenção, o personagem de Joaquin Phoenix compra um novo sistema operacional que não apenas vai organizar toda a sua vida (incluindo seus e-mails e contatos e até um futuro livro, que sonho!) mas evoluir com ele, por meio de troca e intuição. É assim que ele conhece Samantha, que é apenas a voz de Scarlett Johansson – e consegue ser sexy pra caramba.

O filme se passa numa Los Angeles de um futuro incerto. Não dá pra saber se o ano é 2040 ou 2200. Mas dá pra perceber que no futuro não vai existir engarrafamento, o metrô vai te levar até a praia e os aparelhos tecnológicos não vão ser tão high tech, e terão, sim, um ar bem retrô. Suas roupas também. Pode apostar numa calça de cós muito alto, meio desengonçada até. E numa casa extremamente clean e funcional. Na rua, muitos painéis coloridos, de onde sempre vai sair alguma imagem em movimento. Tudo muito bonito e agradável, como se a vida tivesse ganhado um eterno filtro de Instagram.

Em contraste com as mudanças, o amor permanecerá como sempre foi. Vai começar devagarinho e, de repente, vai ter mudado o dia, fazer com que a gente queira ser melhor. E vai tornar a vida mais leve e completa. De repente pode até surgir um ciúme bobo, uma insegurança, um medo de perder aquela conquista que a gente pensa que é replicável, mas percebe que acontece poucas vezes na nossa trajetória. Vem um medo danado, e a racionalidade diz pra gente acabar com tudo. Numa dessas, grandes amores se desfazem. Em outras, se renovam. E, no fundo, a gente entende que passa a vida querendo escapar da solidão para sentir o que tivemos quando o coração foi pleno e feliz.

Criada para evoluir, Samantha começa trazendo conforto e depois apresenta o risco. E nisso ela é como qualquer um de nós. Os questionamentos da relação homem x sistema operacional, também. Conseguimos lidar com as nossas mudanças e a do outro no meio do caminho, sem nos assustarmos? Ou travamos com a incerteza e o medo? A certa altura, quando é indagado pela amiga Amy (Amy Adams) se está apaixonado por um sistema operacional, Theodore hesita. E logo depois é confortado por ela:

Qualquer pessoa que se apaixone é uma aberração. É uma coisa louca de se fazer, uma forma aceitável de insanidade.

Se fomos e somos insanos, fico achando possível que a gente escute histórias de novas configurações de amor num futuro tão longe e tão perto, ainda mais se elas vierem embaladas pelo filtro de promessa de perfeição. Pra mim, é impossível pensar no amor sem toque e pele, mas vai que pra um monte de gente não é bem assim? Daí lembro da frase de uma amiga querida: a tecnologia vai matar o amor. E pergunto: a tecnologia vai matar o amor ou a tecnologia vai inventar novas formas de amor? Deixem suas apostas nos comentários!

“Ela” entra em cartaz nos cinemas do Brasil nesta sexta-feira (14/2). Aproveitem para ver antes “Her: Love In The Modern Age”, um documentário dirigido por Lance Bangs e que mostra as reflexões de gente como Olivia Wilde, James Murphy e Bret Easton Ellis sobre o filme > http://www.youtube.com/watch?v=ZSfUcWw9zto

* Escrevi este post como um publieditorial da Sony, distribuidora do filme, e do Creators Project/Vice, que fez o documentário. Espero que vocês gostem!

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encontros de arte, forma e flexibilidade

por   /  05/09/2013  /  14:15

Os movimentos naturais do corpo servem de inspiração para a exposição “Natureza Amplificada”, que a Nike exibe no Rio de Janeiro até o próximo domingo (8/9), na programação paralela da Art Rio 2013. Explorando conceitos como forma, flexibilidade e liberdade, a marca exibe objetos, vídeos e instalações desenvolvidas pelos brasileiros Gisela Motta e Leandro Lima, pelo estúdio inglês Universal Everything e pela dupla italiana Quayola + Sinigaglia.

Ao entrar no Armazém da Utopia – nome temporário para o armazém 6 do Cais do Porto do Rio de Janeiro -, o visitante se depara com uma linha de evolução dos tênis da Nike, acompanhada por um esqueleto enorme.

Ao dobrar à direita, uma imensidão azul surpreende o olhar. “Zero hidrográfico”, da dupla paulistana Gisela Motta e Leandro Lima, busca inspiração nas ondas do mar, no biomimetismo [área que estuda a biologia e as suas funções, procurando imitar a natureza em áreas da ciência e da tecnologia] delas. Os artistas buscaram criar uma referência instável sobre o mar, fazendo relação com o conceito de flexibilidade, a partir de um objeto formado por lâmpadas azuis fluorescentes.

A obra reproduz aquela sensação de calmaria de quando contemplamos o mar, ao mesmo tempo em que intriga por suscitar isso a partir de um material resistente como uma lâmpada, oposto à fluidez da água. Dá para passar vários minutos olhando para as ondas mecânicas, se imaginando em vários lugares distantes dali.

Zero hidrográfico, explicam, é o nível do mar relativo, que varia de acordo com o clima e sofre alterações com o aquecimento global e o desgelo. “A gente criou um mecanismo com 36 hastes que movem os vértices desse grid e, a partir do caos, gera um movimento orgânico”, diz Leandro. “Quando a gente instala o trabalho, ele está totalmente reto, em um plano. Uma pequena resistência, uma voltagem, um parafuso mais apertado ou não acaba criando uma diferença de sincronia, gerando um movimento caótico, que está acontecendo naquele momento”, diz Gisela. “E ele não se repete, porque não está escrito, programado, e sim analógico. Apesar de ser extremamente mecânico é totalmente vivo”, completa.

Já o estúdio inglês Universal Everything criou uma daquelas obras que fazem a gente se misturar com o que vê. “Fit” é uma série de quatro vídeos que só acontecem se o espectador interagir com eles. Funciona assim: você se posiciona diante do vídeo e começa a fazer movimentos, que estimulam os elementos que compõem a instalação. O resultado é que sua silhueta se transforma em linhas coloridíssimas, que ganham mais vida quanto mais você se esforçar na sua performance.

Dá pra passar vários minutos explorando as mudanças que o corpo da gente provoca na tela. Você vai criando uma dança que mistura seus movimentos à espécie de espelho coloridíssimo que aparece na tela. Em certos momentos, o corpo forma pontos coloridos que parecem uma centrífuga, puxando você praquele arco-íris em movimento. Em outros, os pontos parecem risquinhos, que se movem rapidamente ao seu redor. Uma bela viagem para os sentidos!

A terceira obra que completa a exposição foi criada pela dupla italiana Quayola + Sinigaglia e traduz os conceitos de elasticidade e liberdade. Intitulada “Flexure”, a vídeo instalação é descrita como “uma escultura digital atemporal”.

Traduzindo, é uma tela gigante que não pára de se transformar, explorando as conexões entre som e imagem. Você vê as imagens se transformando em retângulo, espiral e cilindros bem rapidamente, enquanto o som vai mudando também. Em alguns momentos, parece que o som traduz com precisão uma imagem “se rasgando”. Bem interessante!

 

“Natureza Amplificada: A Arte + Ciência da Forma, Flexibilidade + Liberdade”

Armazém da Utopia (av. Rodriguês Alves – Armazém 6, Cais do Porto, Rio de Janeiro)

Até domingo 8/9

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O Don’t Touch My Moleskine viajou a convite da Nike.

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curso de skate, eu fiz!

por   /  04/02/2013  /  9:04

No fim do ano passado recebi um convite inusitado: quer fazer um curso de skate? De skate para mulheres? Fiquei com uma interrogação no meio da testa e pensei: nada a ver, né? Sou a mais sedentária, nunca subi num skate, o que é que eu vou fazer num curso desses?

Um pouco depois, pensei: a gente vive querendo experimentar coisas diferentes, então por que não tentar?

Era sábado, o parque Ibirapuera estava lindo e cheio de gente. Andei um pouco e encontrei várias meninas com longboards nas mãos. Me juntei ao grupo da Perestroika, fui conhecendo uma, outra, chegaram os professores, que foram se apresentando e dizendo o que já fizeram na vida. Um deles era o Roger Mancha, que tem mais de 20 anos de atividade e um monte de títulos nas costas.

Tinha perdido a aula teórica, porque tava viajando, e fui direto pra prática. Capacete, cotoveleira, munhequeira e joelheira, aquele look de criança que tá aprendendo e não pode se machucar.

O primeiro desafio era ficar em pé no skate. Vocês ficam aí achando que é a coisa mais fácil do mundo? Né não! Depois de umas tentativas, rolou. Consegui ficar em pé, consegui usar a perna direita pra impulsionar o movimento… Grande conquista!

Depois de uma hora, já consegui andar sozinha! Foi meio inacreditável, não sabia que dava pra aprender tão rápido. Uma das partes mais legais é que os professores ficam do seu lado, com toda a paciência do mundo, e vão te ensinando cada coisinha.

Depois de umas duas horas de tentativa, com o Mancha de apoio, eu já conseguia descer uma parte do parque que é mais inclinada. Ia e voltava com a Giu, a Alemoa, adorando aquela nova atividade na vida.

Já tava achando o máximo quando ele me falou: agora esquece o skate, deixa o seu corpo no comando e olha a vista. Quando eu olhei pra frente, sem me preocupar em cair… Que sensação maravilhosa! Deslizar bem rápido e ver um monte de verde na sua frente, ouvir o barulho das pessoas brincando, passeando, andando em outros skates… Foi ali que o negócio me pegou!

Depois desse dia, ainda rolou mais uma aula, daquela vez com os professores exibindo suas manobras radicais que todas as meninas ficaram babando e sonhando em um dia fazer o mesmo.

E mais depois ainda rolaram vídeos de skate, tentativas de encontro e um monte de mulher empolgada falando do assunto num grupo do Facebook.

Foi legal demais! Saí de casa achando que voltaria com o joelho sangrando, a perna ralada, toda sem jeito, e voltei com a sensação de que a gente tem muitas coisas pra desbravar na vida! E que é sempre bom tirar os olhos do chão e ver a vida passar de frente.

Para saber mais:
http://www.perestroika.com.br/sp/swag/

(Obrigada, Perestroika e Agência Lema, pelo convite!)

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aquilo que nasce do ovo

por   /  05/12/2012  /  10:15

Quem é do Recife conhece Francisco Brennand desde que nasce. O artista pernambucano está presente em vários lugares importantes da cidade, como o Marco Zero, e também nas casas de muita gente que aprecia seu trabalho como pintor, desenhista, escultor e ceramista.

Sua Oficina Brennand, localizada no bairro da Várzea, no Recife, é passeio obrigatório pra todo turista que visita a cidade. Pinturas, esculturas e desenhos enchem o espaço que surgiu em 1971 das ruínas de uma olaria do início do século 20 e é cercado por restos de Mata Atlântica e pelo rio Capibaribe.

Depois de anos sem expor fora da Oficina, o artista mostra a série “Pinturas” no Espaço Brennand (av. Domingos Ferreira, 1274, lojas 17 e 18, Pina). A abertura acontece hoje, às 19h30, e vai contar com 25 telas de medidas variáveis de paisagens e figuras humanas.

A exposição faz parte da ação “Aquilo que Nasce do Ovo”, promovida pela Sementeira Brennand, um núcleo que começa a experimentar novas maneiras de divulgar a obra do artista.

A primeira ação da Sementeira, que foi criada por Helena Viktoria Brennand e tem coordenação de Aslan Cabral, é um “levante virtual de reconhecimento do trabalho dos artistas nas redes sociais”.

Brennand agora tem uma fanpage no Facebook, em que seu trabalho, suas ideias e suas declarações ganham espaço para que cada vez mais gente o conheça.

Conheçam e curtam a fanpage > https://www.facebook.com/artebrennand

E sabe o que é mais legal? O pessoal da Sementeira disponibilizou um Ovo de Brennand, uma peça essencial de sua obra, para um leitor do Don’t Touch!

Basta curtir a fanpage (https://www.facebook.com/artebrennand) e mandar uma mensagem com a hashtag #donttouch para concorrer à peça. Se o ganhador estiver no Recife, também será convidado para um chá na Oficina na próxima sexta-feira.

Participem!

E fiquem com mais um pouco de Brennand vendo o trailer do filme “Francisco Brennand”.

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vai um cafezinho? o resultado

por   /  21/12/2011  /  9:00

E quem ganhou a cafeteira Philips Senseo foi a Ilana Reznik!

Olhem que demais a resposta dela:

Ele acabou de chegar com aqueles óculos, sua marca registrada, e sentou bem na minha frente – o meu é expresso, por favor – estamos em Manhattan e ele mal sabe que eu o amo há tanto tempo e estou louca para passar a tarde inteira falando sobre os filmes de Bergman – você quer açúcar? – ou sobre como o universo está em expansão – eu prefiro adoçante, obrigada – ou discutindo se Deus existe – que besteira – ou, por que não, lendo poemas do e.e.cummings e lembrando da saudade que ele sente da Diane Keaton – não, tudo bem, só fiquei com um pouco de ciúmes. Mas vou perdoar, vai. Afinal, não é todo dia que se toma um café com Woody Allen.

Foi difícil escolher uma única resposta, viu? Obrigada a todo mundo que participou! =)

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vai um cafezinho?

por   /  09/12/2011  /  16:30

Eu nunca tinha preparado um café na minha vida! Até hoje  =)

Recebi um convite da Philips para conhecer a cafeteira Senseo, que faz café Pilão fresquinho.

Pra leigos como eu, a Senseo é uma mão na roda. Isso porque basta colocar água (na medida para um ou para dois cafés), escolher um sachê (nos sabores de verão, tradicional ou intenso), apertar o botão, esperar um pouquinho e pronto: o café está pronto, quentinho e com um creme que o deixa bem gostoso  =)

O meu sabor preferido foi o intenso (da embalagem roxa), que é mais encorpado.

CONCURSO

Tomar um café é sempre um boa desculpa pra um encontro, pra uma conversa filosófica… Pensando nisso, pergunto: com quem você adoraria tomar um cafezinho? O autor da resposta mais legal ganha uma cafeteira Senseo.

Pode ser qualquer pessoa: um ator, um músico, um escritor, de hoje ou de 50 anos atrás, de qualquer tempo. Basta acrescentar o motivo, numa textinho curto e saboroso!

Mandem suas respostas para > dani@donttouchmymoleskine.com

O concurso vale até o dia 16/12, e o resultado sai no dia 20/12.

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#vidaleve

por   /  25/10/2011  /  13:12

Pelo menos uma vez por semana tem que rolar aquela faxina básica: na bolsa, na carteira, no armário do banheiro, até mesmo no carro… Não dá pra ficar com de papel do cartão de débito, panfletos que a gente recebe na rua, maquiagem e todo o resto espalhados…

Adoro fazer essas arrumações. Parece que a faxina física ajuda a faxina mental e tudo passa a fluir melhor, com leveza.

A Bonafont, com o mote de vida mais leve, criou uma tab interativa que ajuda nessa organização. A cada semana, você encontra uma sugestão nova do que eliminar. Dá até para sugerir o desafio da próxima semana.

Vamos experimentar?

Acesse agora e comece a se sentir mais leve > https://www.facebook.com/BonafontBrasil?sk=app_237351266312272

Visitem o site > http://www.euqueroeliminar.com.br

No Twitter > http://twitter.com/#!/BonafontBrasil

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#vidaleve

por   /  28/09/2011  /  11:00

A primavera chegou, e a gente pode aproveitar a estação pra deixar a vida mais leve, mais legal.

Fazer um piquenique no parque, encontrar os amigos durante o dia, ouvir nossas bandas preferidas. Dá pra ficar bem feliz da vida, né?

Dá até pra fazer aquela faxina em casa, no guarda-roupa, pra se livrar do que não quer mais e renovar a energia…

Pensando nisso, a Bonafont criou um aplicativo bem interessante: o Bazar Vida Mais Leve. Você escolhe roupas que não usa mais, acessa o aplicativo, tira fotos das peças e faz uma pequena galeria.

Em seguida, convida seus amigos a fazerem o mesmo. E começa o troca-troca!

Desapego tá na moda, né? Vamos tentar?

Vão lá > http://www.facebook.com/BonafontBrasil?sk=app_134553013306722

Visitem o site > http://www.euqueroeliminar.com.br

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alunas do senac no feel the yarn

por   /  09/09/2011  /  17:00

Quem estuda moda passa a vida atrás de boas referências, para conseguir criar roupas bonitas e cheias de estilo. Três alunas do curso de moda do Senac passaram uma temporada na Itália, onde participaram do concurso Feel the Yarn 2011, que promove a produção têxtil italiana e o intercâmbio entre universidades como Parsons, BIFT, Polimoda, Bunka e Royal College.

As alunas Fernanda Akina Nakaharada e Flávia de Vasconcellos Protta, de estilismo, e Fernanda Carminholli Visconti, de modelagem, ganharam destaque no evento por mostrarem roupas confeccionadas com o tricô tradicional, sem a utilização de máquinas industriais.

“Poder vivenciar a cadeia têxtil por inteira, desde a matéria-prima bruta até o produto final a ser comercializado, acompanhando todos os processos que acontecem durante este ‘percurso’, foi uma experiência fantástica”, conta Fernanda Akina Nakaharada. “Você entende que a moda vaga por áreas que vão muito além de vitrines e desfiles. O projeto ‘Feel the Yarn’ vai além do incentivo aos novos designers, permitindo vivenciar o dia-a-dia de uma das, se não a maior, indústria de malharia do mundo, a italiana. E ainda traz novos olhares, novas perspectivas, agrega não apenas tecnicamente, mas uma bagagem cultural enorme”, completa.

Clique aqui e conheça o Bacharelado em Design de Moda – Habilitação em Estilismo

Clique aqui e conheça o Bacharelado em Design de Moda – Habilitação em Modelagem

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