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Posts da categoria "entrevistas"

game boys

por   /  27/10/2008  /  11:41

Garotos com olhar de contemplação, iluminados por uma claridade que o espectador não sabe de onde vem. O close no rosto não dá pistas sobre o que eles olham com tanta concentração. A indicação, no entanto, está nos nomes que os acompanham: Halo 2, Enter the Matrix, Crash Bandicoot, títulos de jogos de videogame.

Os retratos fazem parte da série “Game Boys”, da fotógrafa norte-americana Shauna Frischkorn, 46. Por mais de dois anos, ela recebeu em seu estúdio garotos aficionados por videogames, em uma tentativa de captar a expressão deles enquanto jogavam.

“Logo no primeiro dia, soube que tinha algo único. O jeito como os garotos se comportam, a expressão deles enquanto estão jogando… Eles não mudam nunca! Mesmo após três horas jogando o mesmo jogo, eles têm a mesma expressão congelada”, disse em entrevista por telefone à Folha.

“Comecei, então, a prestar atenção nas nuances da expressão deles. Quando faziam alguma coisa que os deixavam alegres, dava para ver um sorriso minúsculo”, afirmou Shauna, que disponibilizou Playstation 2 e Xbox para os garotos.

As fotos -que ilustraram revistas como a “Time” e hoje fazem parte do acervo da Microsoft Art Collection- já foram comparadas a imagens renascentistas. “Disseram que a série tem a ver com êxtase, com pessoas olhando para o céu e esperando a descida de anjos.”

Para Shauna, um dos méritos das fotos é evitar o julgamento. “Qualquer coisa feita com moderação é legal. E, para alguns meninos, videogames são um alívio, ajudam a desenvolver a coordenação. Mas claro que não devem ser usados como babá eletrônica”, aconselha.

texto meu na folha da semana passada. vejam mais na folha online =)

entrevista: bill callahan

por   /  10/09/2008  /  20:06

tem texto meu na ilustrada de hoje, sobre bill callahan: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1009200821.htm

aqui, a entrevista na íntegra   =)

* Você tem mais de 20 anos de carreira. Qual é o segredo para manter um trabalho tão constante, com a mesma essência?

Tenho um desejo de fazer. Como o desejo do sexo, o desejo da comida etc. É realmente natural para mim, não penso muito sobre isso. Está na minha cabeça quando acordo.

* Você já foi descrito como uma das mais importantes figuras do indie rock norte-americano nos anos 90. Como você se sente em relação a isso?

Não sinto que as coisas tenham mudado. Estou no centro do que eu faço. Quando me concentro para fazer uma música, sinto como se fosse a primeira vez, ou a décima vez, ou a quadragésima vez. O lugar e a sensação nunca mudam. Não acho que eu tenha nenhuma honra dentro da indústria. Quando escrevo, estou só. Quando estou no estúdio, toco, junto com a banda, para mim mesmo e para eles e para o engenheiro. Tocar ao vivo é como um sonho, talvez dure tanto quanto um sonho, e não existe nada antes ou depois. Você vai para um lugar onde as pessoas estão e toca, então acaba e as pessoas vão embora. Mas você tem a memória disso, como tem de um sonho. As pessoas vão embora com suas próprias nuvens de memória daquele sonho. Para algumas pessoas é como um sonho bom, para outras é um pesadelo.

* O que você conhece de música brasileira?

Tem muita coisa. Eu meio que tentei focar no Caetano Veloso e no Tom Zé porque eles têm muitos álbuns. Eu amo o “Transa”.

* O que mais influencia você na forma de você contar histórias em suas músicas?

Eu mesmo, acho. Quando você está começando, você presta muita atenção na forma como as pessoas fazem as coisas, como elas contam as histórias. Com o tempo, você acaba achando sua própria voz, seu próprio centro.

* Quais são suas principais influências? Cantores, bandas, escritores…

[O cantor de rap] Lil Wayne tem sido bastante inspirador ultimamente. A maneira como ele é destemido e faz o que quer fazer.

* É a sua primeira vez no Brasil? Você pensa em tomar caipirinhas e ver alguma apresentação de samba, ou tem outros planos?

Acho que não teremos tanto tempo. Acho que passaremos a maior parte do tempo que teremos na América latina dentro de um avião. Na maioria das vezes, o que gosto de fazer em outros países é beber um café ou uma cerveja numa calçada e observar todos os tipos de pessoas que passam, as esquisitas, bonitas, feias, engraçadas, gentis, confusas, solitárias, empolgadas.

* Como você se comporta no show? Qual é a melhor coisa de tocar ao vivo? E a pior?

O mais difícil é, talvez, o fato de você estar à mercê de forças que vão além do seu controle. Estar em turnê é uma coisa muito física, viajar muito pode destruir seu corpo e sua mente. A parte boa é que eu gosto de cantar, gosto de estar com uma banda que toca bem junto. E gosto de ver pessoas sorrindo na platéia.

entrevista: cecilia giannetti (casino)

por   /  18/07/2008  /  0:22

e daí passei a semana escutando todas as faixas do casino. quando foi hoje, mandei umas perguntas pra cissa, que deu as melhores respostas. e sabe o que eu queria mesmo? que ela gravasse umas músicas novas e mostrasse pra gente…  =)

* quando tu começou a cantar?

eu sempre cantei, desde pequena, e escrevia também. tanto letras de músicas, que não tinha como tocar porque não tinha instrumentos, até livros. fazia capa pra estes, grampeava. todo um showbusiness infantil sem público.

quando consegui ganhar meu primeiro violão, entrei pra aula e não gostei. o que toquei no casino inventei tudo, assim como o christiano menezes fazia na guitarra e no teclado. tanto que hoje esquecemos como se toca. eu não sei mais tocar nenhuma música. não pego num violão desde que comecei a escrever a sério.

* e como foi que surgiu o 4track? e como foi a experiência com a banda, passando pela transformação em casino e tudo mais?

surgiu entre mim e um amigo de infância, o menezes, já citado. ele hoje também não tem tempo pra música. fez a capa e as ilustrações pro meu livro. faz coisas pra programas de tv. todo mundo teve que ir trabalhar. é isso.

4track e casino eram quase a mesma coisa, casino talvez um pouco mais bem ensaiado às vezes.

* e, uow!, vocês abriram pra minha musa cat power. como foi?

num suportava aquela mulher. minha mãe roncou na primeira fila do show dela, eu fiquei lá do lado de fora. cat power não é minha praia.

nosso show, dizem, foi o melhor que já fizemos. eu não sei porque estava fora do meu corpo.

* teu cérebro tem ou tinha um lado pra escrever música e outro pra escrever literatura? ou tu vê tudo como uma coisa só?

escrevia música quando era corna. agora que sou coisa mais grave que isso na cadeia alimentar-coronária, escrevo romance, novela, roteiro, conto.

* quem são tuas divas e gênios musicais da vida?

eu não ouvia muita mulher pra não estragar meu “paladar”. só gostava de imitar homem cantando. tentva imitar, quando tava aprendendo sozinha a cantar, todas as vozes dos Beatles – conseguia alcançar algumas imitações bem idênticas de Paul e até do Ringo na adolescência (não é uma coisa atraente pruma adolescente fazer).

claro que adoro as cantoras de jazz, as icônicas, principais. mas fico com os beatles até hoje. e com elliott smith. uns poucos e bons.

* tu vai voltar a cantar logo, logo?

cantar é fácil. junta um dj e canto em cima. difícil é tempo. cada brincadeira dessas escrevendo se passa fácil dois anos na frente do computador. imagina se há hora pra ensaio?

valeu pela entrevista. que coisa estranha. volta e meia umas músicas do casino voltam a circular… na época que a banda existia, uns desses produtores chamados fodões ouviram e disseram ‘nhe’. acho que faltava laquê em nóis.

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entrevista: babe, terror

por   /  06/07/2008  /  23:15

babe, terror mora aqui do lado. mas foi a “new yorker” e o pitchfork que descobriram o cara e falaram coisas do tipo “parece animal collective”, ou, então:

On “Nasa Goodbye” Terror dials up a weird choir, juxtaposing sighs over a booming bass syllable that will give you hope that Danjahandz isn’t the only artist taking cues from Timbaland. Or think low-petrol TV on the Radio stripped of skillful execution but left with all of their wiliest lycan instincts. Terror adds something approximating a verse (sung, presumably, in Portuguese), but the star of the show is the deliberate, wordless tone-drip, an IV of night noises. Whoever, or whatever, “Nasa” is, consider he/she/it appropriately eulogized.

depois de ver dago twittando sobre isso, entrei no myspace, ouvi o som e mandei umas perguntas pra babe, terror, ou melhor, claudio, um cara lacônico que, quando perguntei por que ele escolheu esse nome, me respondeu: “gosto das duas palavras, aí juntei com vírgula”.

* o que é babe, terror? quem é o babe, terror?

babe, terror é uma banda que sou eu, claudio. sou compositor e uso principalmente minha voz e meu computador.

* qual é o tipo de som que você faz?

acho que eu faço algum tipo de psicodelia lo-fi. me disseram que faço pós-lo-fi, que seria quando a música caseira tenta ir para o espaço sideral e se perder. é claro que estou comprando isso.

* você mora em sp? já tocou em algum lugar?

moro em são paulo, em perdizes, quase na pompeía. nunca toquei ao vivo.

–> ele não tem selo, mas prepara um ep que deve ter, no máximo 80 cópias feitas em um esquema caseiro

* quais são suas influências? e aqui pode entrar mais do que bandas…

minhas influências reais são coisas (além música) das quais consigo falar muito mal, precisaria de um belo tempo pra isso. mas o que faço deve nascer de uma raiz que é o amor (prefiro o verbo amar a influenciar) por coisas como beach boys, pop barroco em geral, música negra drônica e suja, música negra extrema em geral, clube da esquina em transe até 1979 e flaming lips.

–> no myspace, dá para ver que ele curte Aaron Copland, Ariel Pink, Tião Carreiro, Beach Boys, Paulinho da Viola, J.S Bach. e que a música que ele faz soa como “Quatro noites da mais vasta claridade nuclear de um apocalipse do qual quem sobrou fomos eu e vc juntos na vila protegida por pinhieros plantados por um jardineiro assustador que ateou fogo nas crianças em 1905. Agora fala bem rápido.”

* e essas fotos? é você ou são referências?

são personagens das músicas. deixaram de ser quem eram, embora tenham trazido, claro, essas cores bonitas de fins de semana memoráveis e intermináveis na década de 80.

eu 2.0

por   /  25/06/2008  /  15:32

eu 2.0: conheça sites e redes que ajudam você a melhorar sua imagem, organizar as finanças e cuidar da saúde

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publicitária mostra roupas do dia-a-dia

quem está de dieta encontra ajuda na rede

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tenha aulas e dicas de inglês na internet

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‘personal amigo’ vai a bailes, caminhadas e shoppings

iphone 3g + tvs hd e full hd + dia dos namorados + caixas acústicas para home theater

por   /  25/06/2008  /  15:26

edição de 18/6/08

tela de tv: tv da philips tem luz traseira que muda conforme a imagem + aparelho da lg já vem com conversor digital + leitor de cartão sd embutido é diferencial da panasonic + samsung oferece modelo compacto de 19 polegadas + full hd: ganho na resolução pode ser imperceptível para o usuário

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edição de 11/6/08

que amor! recorre à internet para fazer declarações no dia dos namorados + vídeos e programas de bate-papo ajudam a achar par de última hora

tec-tec-tec + conheça a disney pelo google earth + rede facebook lança versão em português + cartão de memória ajuda a pegar ladrão

edição de 4/6/08

som: caixas acústicas são peças fundamentais para a boa performance do home theater

tec-tec-tec

entrevista: tomaz alves souza

por   /  23/06/2008  /  4:13

conheci tomaz na aula de inglês. ele era um menino calado, calado, você mal ouvia ele dizer “the book is on the table”. mas ele tinha uma camiseta que eu adorava. era bowie, na capa do low. não sei quantas vezes ele usou aquela camiseta pra ir pra aula. mas foi o suficiente pra que, um dia, eu criasse coragem pra puxar papo com ele. coisa do tipo “legal essa tua camiseta, hein”. a gente trocou umas poucas palavras, e eu, com a cara de pau característica da adolescência, pedi pra ele gravar uns discos de bowie pra mim. e ele gravou váaaaarios, com capinha colorida e tudo. foi aí que um monte de música de bowie entrou pro meu top five da vida.

eu sabia que tomaz tinha uma banda desde sempre, profiterolis. todo mundo em recife falava do profiterolis, era um mito quase, pois você nunca ouvia a banda tocar ao vivo. aí teve um dia que eles fizeram um show num hotel decadente em boa viagem. daqueles lugares cheios de espelhos, bar estilo coquetel e um piano de cauda no meio do salão. nem sei se isso foi antes ou depois da aula de inglês, mas sei que gostei do profiterolis desde aquele dia.

depois de um tempo, fui a vários shows da banda. fabão tocava balde, aquele mesmo, da área de serviço, no meio das músicas. era massa. e eu gostava era de cantar “esse licor de jenipapo já tá no papo”.

agora vocês param de ler e vão ouvir o myspace: www.myspace.com/profiterolis

ouviram? muito bom, né?

voltando. tomaz é o cara da camisa do bowie, dos cd-rs com canetinha e capa colorida, do profiterolis. mas tomaz também é o cara da trilha de “cinema, aspirinas e urubus”, filme de marcelo gomes. e, também, de várias outras trilhas, como a de “uma vida e outra”, de daniel moloko. tomaz fez o “tema de nara”, uma das músicas mais lindas que já ouvi.

outra pausa pro myspace: www.myspace.com/tomazalvessouza

por isso tudo, quis entrevistar esse menino. nos idos de janeiro, mandei umas perguntas pra ele. ele me respondeu rapidinho, mas eu num respondi de volta, relapsa com a outrora abarrotada caixa de entrada… segue aqui o que ele disse. e espero atualizar o post assim que ele responder o resto, se ele ainda lembrar disso… =)

1. como tu começou a fazer trilha pra cinema? o que tu já fez até agora na área?

tomaz – o primeiro convite eu recebi por intermedio de Daniel Aragão, diretor daqui de Recife, que me chamou pra fazer um teste para o “Cinema, Aspirinas e Urubus”. quando ele me chamou o pessoal ainda estava em fase de ensaios e preparação para viajar para a locação e filmar, mas precisavam de dois temas musicais para uma cena e eles já queriam testar a música nos ensaios. daí eu compus dois temas a partir de um trecho do roteiro, pq no caso eu não tinha acesso a nenhuma imagem do filme ainda.

depois, no decorrer da produção do filme, eu fui chamado para complementar outros momentos da trilha. até aquele momento as poucas pessoas que conheciam meu trabalho só sabiam do que eu já vinha fazendo pra banda/ Profiterolis, Daniel é um amigo próximo e a gente sempre conversou sobre música e cinema. acho que ele talvez fosse o único já envolvido com cinema que tinha a percepção de que eu também poderia desenvolver alguma coisa nesse outro meio, porque naquele época eu não tinha nenhum contato com o pessoal daqui que trabalha com cinema.

depois do Aspirinas surgiram outros convites, pelo fato mesmo de outros diretores e produtores terem tido contato com o que eu fiz pro Aspirinas. daí eu fiz a trilha para um documentário de curta-metragem “Véio”, dirigido por Adelina Pontual. depois fiz a trilha para um curta de Daniel Aragão, “Uma Vida e Outra”. no começo de 2007 eu fiz um primeiro trabalho de trilha para dança e escrevi e produzi a trilha do espetáculo “Conceição”, do Grupo Experimental, daqui de recife.

ainda no primeiro semestre de 2007 eu recebi dois convites da Símio Filmes daqui de Recife, e fiz a trilha do documentário “KFZ-1348”, de Marcelo Pedroso e Gabriel Mascaro, e juntamente com o grupo Chambaril eu fiz a trilha para o longa “Amigos de Risco”, de Daniel Bandeira.

2. é muito diferente compor para o profiterolis e para um filme?

tomaz – é bem diferente porque quando eu componho para cinema eu faço um trabalho que vai ser um elemento de um projeto maior, no caso o filme. eu preciso conversar com o diretor e discutir que tipo de música vai ser feita, em que momentos do filme é necessário algum comentário musical e vou tentando me aproximar do conceito geral que o diretor já tem para dar minha contribuição dentro do que ele espera alcançar com o filme. é claro que no processo de compor e produzir a trilha acontecem muitas conversas, até mesmo porque a parte da trilha num filme precisa ser pensada com cuidado, uma trilha que não esteja adequada ao filme ou que não se misture bem com a imagem e o ritmo da narrativa pode terminar prejudicando a percepção do todo. então fazer trilha termina sendo um trabalho muitas vezes de precisão, porque não convém o exagero, encher o filme de música, e no que diz respeito ao lado mais prático o compositor na maioria das vezes trabalha com o filme já em processo de montagem e edição, ele não participou diretamente do processo de feitura do filme. o diálogo termina servindo pra aproximar o compositor de um processo que já vem se desenvolvendo, mas que ele só pega do meio para o final.

já na banda eu sou o diretor hehehe, então termina sendo um trabalho muito mais pessoal, até mesmo porque no caso da profiterolis eu canto as músicas que escrevo e por mais que um canção tenha um formato limitado (letra, duração, etc), ela sempre carrega alguma carga de comentário pessoal. eu particularmente acho mais dificil compor para a profiterolis porque na banda eu termino sendo o crítico inicial e final do meu trabalho, no fim das contas eu preciso estar atento ao que venho fazendo para não me repetir ou fazer alguma coisa que não seja interessante no momento.

num filme a coisa é mais prática e num certo sentido eu não parto do zero, eu já parto de uma boa quantidade de informações, da imagem, do roteiro, do ritmo da montagem, fora que a música de filme precisa deixar espaços vazios porque não convém acentuar ou enfatizar algum dado que já está sendo apresentado pela imagem, senão, como eu disse, a musica termina deixando o filme muito “carregado” e as coisas não fluem com mais naturalidade.

numa banda, acontece de vc precisar contar uma estória inteira musicalmente no espaço de 3 minutos, a música precisa “resolver o problema” todo sozinha, pois não tem imagem, não tem dialogo, é um processo completamente diferente, ao mesmo tempo mais simples porque é mais curto e direto e também mais complicado porque precisa ser executado ao vivo e por ser mais curto precisa ser mais sintético e nem sempre é fácil conseguir resumir alguma coisa em 2 ou 3 minutos.

seriados da tv para a internet

por   /  21/05/2008  /  16:34

seriados no micro: tvs tentam atrair público que baixa séries na internet

fãs se articulam para ver séries no pc

episódios têm desdobramentos na internet

baixar séries não é crime, mas infração

“gossip girl” aponta caminho para a tv 

veja séries on-line

myspace faz séries on-line supercurtas

programa “urbano” leva internet para a tv paga

agências de publicidade valorizam mídia gerada por fãs

blackberry pearl 8110 vem com GPS, Wi-Fi e câmera com flash

twitter

por   /  23/04/2008  /  18:54

140 letras ou menos – textos supercurtos são a base dos microblogs, que trazem notícias, expõem o dia-a-dia de internautas e viram febre na rede; twitter ganha destaque e já tem 7% de brasileiros

usuários utilizam twitter para dialogar

raio-x

mídia, educação e publicidade usam micromensagens

projeto apresenta processo de criação de reportagens

‘twitter me tirou da cadeia’, diz estudante

pownce e tumblr acirram concorrência entre microblogs

* na foto, a publicitária bruna calheiros, do sedentário & hiperativo, em clique de carol guedes/folha imagem