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Posts da categoria "amor"

largue o facebook e produza algo que só você sabe fazer

por   /  31/07/2012  /  8:17

Escrevi um textinho de apoio pra matéria O LinkedIn funciona para encontrar apoio?, do Felipe Maia, publicada no último domingo no caderno Empregos, da Folha de S.Paulo.

Largue o Facebook e produza algo que só você sabe fazer

Como se destacar em um mundo em que todos falam muito –e o tempo todo?

A internet traz informação, entretenimento e contatos importantes para a vida profissional. Mas também nos envolve em assuntos que “pedem” uma novíssima opinião formada sobre tudo, fazendo a gente perder muito tempo com bobagens.

Estar na internet hoje é saber o que você quer dela –e também o que você devolve para ela. Em vez de gastar horas por dia atualizando seu status no Facebook, por que você não faz um blog, escreve um texto, grava um vídeo, inventa um projeto diferente relacionado à sua profissão, desde que sejam relevantes?

Não precisa mudar o mundo, apenas colocar um pouco de você na rede onde passamos grande parte do dia. A ideia é: quando alguém buscar seu nome no Google, vai encontrar não só seus perfis em redes sociais, mas também um conteúdo, um projeto que só você sabe fazer.

Se as empresas cada vez mais buscam funcionários com capacidade de ir além, chegou a hora de começar a fazer isso –e sem sair da frente do computador.

Vão lá > http://classificados.folha.com.br/empregos/1127458-largue-o-facebook-e-produza-algo-que-so-voce-sabe-fazer.shtml

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a internet se transformou numa grande ‘a praça é nossa’

por   /  22/04/2012  /  14:26

Escrevi um textinho pro caderno Tec, da Folha, por ocasião da grande polêmica da semana passada _a compra do Instagram pelo Facebook. E acabei falando sobre mais coisas também.

Leiam!  =)

A internet se transformou numa grande “A Praça é Nossa” > http://www1.folha.uol.com.br/tec/1077050-a-internet-se-transformou-numa-grande-a-praca-e-nossa.shtml

A ilustração é de Adams Carvalho > http://adamscarvalho.com/

alain de botton para a serafina

por   /  04/10/2011  /  15:20

Fiquei tãaao feliz de entrevistar o Alain de Botton! Fiz isso para a revista Serafina, da Folha, depois de ter visitado a School of Life, em Londres.

A ilustração da matéria é da Adriana Komura.

Espero que vocês gostem! ♥

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“Escola da vida” criada em Londres planeja versão brasileira

A School of Life tem um objetivo ambicioso: o de mudar o mundo. Mas não incita seus alunos a discutir política nem a realizar alguma coisa efetivamente. Na “escola da vida” criada pelo filósofo Alain de Botton, mudar o mundo significa mudar o seu próprio mundo, por meio de conversas que vão de “como ser ‘cool’” até “como dosar trabalho e vida”, passando por “como fazer o amor durar”.

Foi nessa última aula que eu fui parar em uma quinta-feira de verão em Londres. Pela fachada discreta da casa localizada no bairro de Bloomsbury, desavisados podem supor que se trata de uma pequena livraria que aposta em títulos bem-humorados e de autoajuda.

A aula estava marcada para as 19h30. Meia hora antes, começaram a chegar os primeiros dos 30 alunos inscritos (ao custo de 30 libras, cerca de R$ 90). Em clima informal, todos comem sanduíches, tomam vinho, enquanto travam conversas sobre “o que você faz?”.

Pontualmente, para não perder a fama britânica, os alunos se dirigem a uma sala no andar inferior da escola. O professor David Water se apresenta, dizendo que já foi jornalista de moda, até que se cansou do mundinho e resolveu se aprofundar em temas universais.

Munido de uma apresentação de Power Point, começa a mostrar estatísticas sobre os desafios do amor: apenas 10% dos casais que se juntarem hoje vão chegar às bodas de diamante (60 anos) em 2070, enquanto 45% vão morrer até lá.

“A gente idealiza muito, o tempo todo. As relações têm de ser tão perfeitas que parecem religião”, diz o professor. A aula segue dividida em tópicos sobre compromisso, solidão, diferenças, sexo, conversas, arte de amar e de espalhar o amor pelo mundo.

Mas a aula não fica apenas nas apresentações, o professor também passa exercícios aos seus alunos: vire-se para o lado, conheça seu colega e discuta se, quando está numa relação, você dá o mesmo peso a amor, amizade e sexo. É preciso ter equilíbrio? Ou dá para viver mais com um, menos com outro?

Ao meu lado estava Anthony Tan, um engenheiro de tecnologia da informação de 31 anos. Ele foi levado à School of Life pela namorada, Gwen, que soube do espaço pelos colegas de trabalho. “Para mim é bem difícil falar abertamente desse assunto com estranhos. Achei interessante ouvir toda a tagarelice”, diz, referindo-se, talvez, ao fato de a sala contar com 27 mulheres e três homens.

“Só achei que as conversas foram meio nervosas, fragmentadas.” Passado um mês, Anthony reflete: “Filosofando, acho que me dei conta do que uma vida amorosa significa. É difícil medir se minha vida melhorou depois da aula, mas certamente eu estou mais atento a ela”.

NÃO SOMOS GURUS

Nos primeiros dois anos (a escola foi criada em 2008), mais de 8.000 pupilos participaram de aulas na School of Life, segundo Alain de Botton, 41, suíço radicado em Londres. Acrescentando palestras, encontros na rua, sermões dominicais e outras atividades, o número já chega a 40 mil, diz ele. “Temos um retorno excelente. Geralmente as pessoas dizem que, em uma grande cidade solitária como Londres, elas nunca têm a chance de falar de uma maneira sincera e profunda com outras pessoas. Isso é tocante”, diz o filósofo.

O sucesso se dá, na opinião de Botton, porque a escola aborda problemas que fazem as pessoas sofrerem. “Morte, dinheiro, amor, trabalho e família. Esses são os problemas centrais que afligem as pessoas, e nossas aulas, programas e projetos circulam em torno desses grandes desafios. Estamos desesperados para conseguir respostas para os terríveis dilemas e tragédias que enfrentamos”, diz.

A ideia de criar a School of Life foi uma maneira de levar o que Botton já fazia na literatura para o mundo físico, em três dimensões. “Em meus livros, eu sempre me interessei em olhar como a cultura pode nos ajudar a viver. Em ‘Como Proust Pode Mudar a Sua Vida’ (de 1998) e em ‘As Consolações da Filosofia’ (de 2001), por exemplo, explorei como grandes textos da tradição ocidental podem nos ajudar a entender os desafios e os dilemas da existência hoje.”

A equipe que trabalha na School of Life é formada por acadêmicos e escritores que decidiram apostar em algo menos formal. “Nós não somos gurus e nem sempre somos otimistas. Há um pouco de melancolia e de escuridão nos temas que debatemos. Nesse sentido, estamos mais perto do espírito da religião, embora 
sejamos totalmente mundanos.”

NO BRASIL

Cansado de apenas escrever — oito livros ao longo de quase 20 anos de carreira; o primeiro, “Ensaios de Amor”, foi lançado quando ele tinha apenas 23 anos –, Botton deixou seu lado empreendedor aflorar. Antes disso, ele nunca precisou trabalhar efetivamente, porque é herdeiro de um dos maiores financistas da Suíça.

“Minha tentativa é colocar as necessidades da alma em um contexto de negócios. Não é uma ideia vulgar, mas intelectual. Por que o capitalismo tem de entregar apenas coisas superficiais? Ele não pode almejar profundidade?”, questiona.

Para tentar chegar a esse cenário, Botton e sua equipe têm grandes projetos. “Nós queremos ser o provedor número um de ‘boas ideias para vida cotidiana’”, diz.

Entre os planos está o de abrir uma empresa multinacional para administrar aulas, organizar conferências, publicar livros, fazer filmes, 
gerenciar hotéis e spas dedicados ao “esclarecimento emocional”, além de comercializar produtos como jogos e até artigos de papelaria. Filósofos apegados à tradição podem se contorcer diante do projeto. Mas isso não o intimida.

Além da escola em Londres, a ideia é crescer e abrir outras unidades pelo mundo. Uma delas em São Paulo. “Além de Seul, Istambul, Sydney e Vancouver -todas elas grandes cidades do futuro.” Botton não dá mais detalhes sobre a vinda da School of Life para São Paulo por questões contratuais. Mas adianta que, em novembro, uma versão de sua escola da vida aportará por aqui.

“Como sua prima no Reino Unido, a School of Life Brazil vai ter cursos, seminários, conferências e outros serviços. Estamos encantados”, diz o filósofo, que aproveita o mês para vir ao Brasil e lançar seu livro mais recente: “Religião para Ateus” (ed. Intrínseca).

Será que o negócio pega por aqui? “Não tenho dúvida de que a escola vai ser um enorme sucesso”, aposta. Ninguém pode culpá-lo por falta de ambição e excesso de ousadia. Para todos aqueles que gostam de consumir experiências e não resistem a uma pitada de autoajuda, pensar na vida é o novo preto.

traição é traição

por   /  04/10/2011  /  15:10

Na semana passada, fiz com Rafael Capanema uma matéria para o caderno Tec, da Folha, sobre sites de traição, que viraram febre na internet.

Leiam!

Site para pular cerca tem prostituição e falha de segurança

Site para encontrar amantes serve como ‘facilitador’, diz usuária

Leia depoimentos de repórteres que experimentaram sites de traição

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ELA: É NO BATE-BAPO QUE A COISA PEGA FOGO

DANIELA ARRAIS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Foi às 10h de uma segunda-feira que decidi apimentar minha vida amorosa. Entrei no Ashley Madison, escolhi o nome Danizinha e comecei a descrever meus supostos interesses: “mulher comprometida procurando homens”, em busca de “qualquer coisa que dê tesão”.

Escolhi homens que estavam a um raio de 50 km e tive acesso a uma profusão de torsos nus e frases diretas, para não dizer cafajestes. Marcos*, por exemplo, usa como definição “topo conhecer e te dar prazer”. Loirão24 vai direto ao ponto: “tô à procura de sexo sem compromisso”, enquanto Tatazinho exagera dizendo “proporciono grandes emoções”.

Foi MMM5400, de sunga na foto, que chamou minha atenção. Diz que está de “bem com a vida e buscando aventura”. Para começar a interagir, recorro às opções: enviar mensagem, presente ou uma piscadinha. Enviei de presente uma cereja.

Para Tequero69, “só faço com você”, mandei mensagem perguntando se ele queria conversar.

Em 24 horas, recebi duas mensagens, um presente, três piscadinhas, uma chave de acesso para fotos privativas e fui adicionada a uma lista de favoritos. O negócio funciona.

Mas é no bate-papo que pega fogo. Basta ver quem está disponível para começar a falar.

Foi assim que Nos80 me encontrou. Ele acabara de voltar da viagem de férias. Enquanto a esposa (com quem está há 11 anos e tem duas filhas) descansa, ele vê e-mail e entra no Ashley.”Ela é bacana, mas nossa relação esfriou.”

Ele some por uns dez minutos. Quando volta, diz que a esposa estava do lado e pergunta se podemos conversar por e-mail ou MSN. Claro! Danizinha está sempre disponível.

Na outra janela, converso com Gatodacidade40 e pergunto o que o levou ao site. “Carinho anda em falta por aqui, sexo então… Meses sem!”, ele responde. A conversa é interrompida. Ele volta e diz que teve que comprar créditos.

E, se no bar o que não faltam são homens comprometidos que não resistem a uma paquerinha, imagine na internet? É tudo muito rápido. Você pode marcar um encontro depois de 20 minutos de conversa. Se depender da disposição deles, o clímax vem rapidinho!

serafina

por   /  25/09/2011  /  18:38

Tô tão feliz!

Saiu hoje uma matéria minha na Serafina, uma das revistas da Folha de S.Paulo!

Ainda não dá pra ler online, então peguem o jornal mais próximo!

Meu texto é o Ensina-se a viver, sobre a School of Life, escola do filósofo Alain de Botton  =)

Enquanto isso, aproveitem para saber mais de Brad Pitt, em um texto ótimo de Fernanda Ezabella > Aos 47 anos, Brad Pitt não liga para os números

apaixonados por carne, parte 2

por   /  15/08/2011  /  11:05

Ainda sobre a reportagem da revista sãopaulo sobre carnes, fiz uma entrevista com Sasha Wizansky, editora-chefe e diretora de arte da Meatpaper, uma revista inteirament dedicada a carnes.

Dá para fazer uma revista inteiramente dedicada a carnes? Você pode pensar que não, mas Sasha Wizansky, 37, faz isso a cada edição da “Meatpaper”. “Apesar de parecer que carne é um assunto único, não é. A gente publica conteúdo de vários gêneros: jornalismo, arte, antropologia. O principal da revista são séries de entrevistas com pessoas que passam suas vidas engajadas no assunto carne.”

Desde 2006, ela publica a revista quatro vezes por ano _e conta hoje com mais de 10 mil assinantes ao redor do mundo. O  interesse pelo tema surgiu em 2004, quando ela fazia uma projeto e perguntava a pessoas de Nova York que papel a carne representava na vida delas. “O que eu aprendi foi que carne é o melhor iniciador de conversa! As pessoas têm histórias significativas e complexas sobre esse tema. Nos EUA, com a ausência de uma cultura de comida compartilhada, cabe aos indivíduos entender como eles querem se posicionar. A decisão é ética, pessoal, política e cultural.”

A escolha pode envolver vários fatores, mas uma coisa é certa: carne de porco faz muito, muito sucesso. Sasha teve noção disso quando fez a edição de número sete da revista, inteiramente dedicada ao rei dos suínos. “De todos os animais que as pessoas comem, parece que elas têm uma relação mais forte com o porco. Elas são atraídas pela versatilidade da carne, já que quase todas as partes podem ser comidas.”

Vegetarianos, tremei! Mas Sasha diz que não encontra resistência. “A gente não advoga em prol de uma dieta particular. Nossa missão é investigar a carne a partir de vários ângulos. Vegetarianismo também é parte da história”, diz a editora-chefe e diretora de arte, que, ultimamente, tem comido mais peixe e pratos vegetarianos, mas sem se desvencilhar do tema.

Afinal, carne está em todo lugar, até em músicas do Radiohead e dos Smiths e em filmes de Roman Polanski e Rainer Fassbinder, cujas relações com os temas já apareceram em edições da revista. “É difícil não encontrar carne em arte!”

Mais em > http://www.meatpaper.com/

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apaixonados por carne, parte 1

por   /  15/08/2011  /  11:00

Há dois domingos, a revista sãopaulo sobre o consumo de carnes de caça na cidade.

Dá pra ler o texto aqui > Carnes de caça estão cada vez mais presentes em cardápios em SP

A foto acima é do Cisco Vasques e mostra o chef Henrique Fogaça, do Sal.

Fiz duas entrevistas para a matéria, mas uma acabou não entrando por falta de espaço e a outra entrou bem pequenininha. Vou aproveitar pra mostrá-las aqui pra vocês!

A primeira entrevista eu fiz com o Diego Zambrano (@workforfood), publicitário que é apaixonado por carnes.

Queria saber como é essa busca pela carne, pelo bacon. Em todos os lugares que você vai procura os restaurantes certos?

Eu invisto grande parte do meu tempo livre assistindo Food Network e Travel Channel. Onde eu acabo conhecendo vários tipos de comidas diferentes de vários lugares do mundo. Eu assino várias revistas de culinária como a Lucky Peach, Food & Wine, Meatpaper, Food Network Magazine, Bon Appetit e outras. Sigo vários criadores de porco no Twitter, como o @mosefundmanga e @woolypigs que criam a minha raça de porco favorita, o Mangalitsa. É uma raça originaria da Hungria descendente direta dos javalis, tem grande conteúdo de gordura e muitos consideram o Kobe Beef dos porcos. É muito rico em sabor e bem mais caro que um porco comum, mas você acaba comendo porções menores por causa de quão rico em sabor ele é. Mangalitsa bacon é um dos meus favoritos.

Grande parte da minha busca pele carne envolve seguir vários blogs e sem dúvida alguma estar sempre cercado de amigos que são foodies, logo estamos sempre todos na mesma busca. Em termos de restaurantes, eu tenho a sorte de morar em NYC e poder comer num restaurante novo por dia o ano inteiro sem repetir, mas ao mesmo tempo eu adoro cozinhar, então é mais fácil me encontrar em casa cozinhando do que em um restaurante. Costumo ir a lugares que façam coisas que eu não sei cozinhar ou que não é prático fazer em casa. É relativamente fácil pesquisar sobre restaurantes em NYC por causa do grande número de pessoas que moram e passam pela cidade. Qualquer search vai te retornar um grande número de resultados, mas eu geralmente confio nos amigos para recomendações.

Quais seus cortes de carnes preferidos?

Pork Butt, Pork Belly, Picanha, Picanha Nobre, Cupim, Coração de Galinha, Cabeça de Porco, Orelha de Porck, Bone Marrow, Lamb Chops, Lamb Shank, Pork Shank, Short Ribs, Skirt Steak, Prime Rib, Pork Chop, Duck Breast, Duck Liver e vários outros.

Em São Paulo, onde você gosta de comer?

Moro em NYC há quase cinco anos, então nem sei quais lugares ainda estão abertos e acredito que meu paladar mudou muito, então fica difícil pra eu dizer. Mas tem alguns lugares: Leôncio, Fogo de Chão, Costela Nobre…

Como foi que você conheceu a Meatpaper, o que a revista traz de bom pra quem é aficionado pelo tema?

Conheci através de um amigo foodie, assinei na mesma hora e adoro a revista. O melhor da revista é explorar tendências de carne ao redor do mundo. Na última edição tiveram uma matéria extremamente interessante sobre cola de carne. Uma substância usada para colar uma carne a outra. Então você pode fazer coisas como um lombo de porco envolto em pele de frango, ou tornar um peixe pequeno em algo maior colando um peixe em outro. Me interesso muito por essa ciência da carne, como atingir um resultado melhor utilizando ciência. Adoro como a Meatpaper torna um assunto para muitos nada importante em algo poético e extremamente relevante pra qualquer pessoa apaixonada por carne.

No Flickr, fotos das experimentações do Zambrano > http://www.flickr.com/photos/workforfood/sets/72157613846957145/

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tricô na revista sãopaulo

por   /  14/08/2011  /  18:00

A edição de hoje da revista sãopaulo mostra a nova moda da cidade: fazer tricô. A capa ficou linda, né?  O conteúdo também! =)

Leiam a reportagem > http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/

E vejam o vídeo feito pela TV Folha > http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/958305-fazer-trico-e-a-nova-mania-em-sao-paulo.shtml

especial verde na revista sãopaulo

por   /  03/06/2011  /  13:52

Domingo saiu o especial verde que editei na revista sãopaulo, da Folha!

Na Folha Online, dá pra ler algumas matérias:

Na rota dos orgânicos, por Gustavo Fioratti, com fotos lindas de Daigo Oliva

Nem meu nem seu, é tudo nosso! Consumo colaborativo ganha adeptos em São Paulo, por Juliana Cunha