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Posts da categoria "amor"

#lovewins

por   /  29/06/2015  /  12:00

@bsoalheiro

O dia 26 de junho de 2015 foi histórico. A Justiça dos Estados Unidos legalizou o casamento gay em todo o país, e uma explosão de alegria se espalhou pelo mundo. Mais amor, menos intolerância e muitos arco-íris para celebrar!

Pra marcar esse momento, fiz uma mixtape que começa com Milton Nascimento e termina com Lulu Santos. No meio do caminho, músicas de Legião  Urbana, Caetano, Chico, Lykke Li, Jonathan Richman, Nirvana, Lou Reed, Diana Ross, Queen, Patti Smith e muito mais gente.

A foto é da @cafelix.

Vamos celebrar?

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10 músicas pra ouvir no frio

por   /  19/06/2015  /  15:15

Sarah Hermans

Que frio! Sexta-feira, 14 graus em São Paulo, o expediente perto de acabar, aquela preguicinha começando a chegar… E a vontade de ficar enrolada no edredon comendo Nutella só aumenta. Pra embalar esse mood, fiz uma mixtape com 10 músicas para ouvir no frio!

Começa com “Jabitacá”, do novo disco da Gal Costa. Na sequência, temos músicas de Mum Smokes, J Mascis, Dônica (com participação de Milton Nascimento), Mac Demarco, Kevin Morby, Pavement, uma versão de Charlotte Gainsbourg e Calexico pra Bob Dylan, Barbara Ohana e finalizamos com o maravilhoso Jamie XX.

A foto é da Sarah Hermans > https://www.flickr.com/photos/sarahhermans/

Vem ouvir comigo?

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Despertar da consciência

por   /  01/05/2015  /  10:00

S

Despertar da consciência é uma mixtape que venho ouvindo há semanas. Começa com Gal Costa, vai pra Maria Bethânia, que aparece ainda mais vezes, chega em Baden Powell, Dorival Caymmi, Gilberto Gil. Só música cheia de força, fé e batuque. Pra lavar a alma!

Pra combinar, uma foto de Stephanie Dimiskovski.

Ouçam!

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Sobre um experimento afetivo do Brasil 1970, por Diego Matos

por   /  06/03/2015  /  6:06

Diego Matos 2

Fazer mixtape é contar história, mandar recado, cultivar saudade. Diego Matos, amigo querido, faz uma investigação afetiva do Brasil dos anos 1970. Quando a gente ouve se transporta para um tempo que não vivemos, mas que certamente nos foi dado de presente pelas músicas que nossos pais, mães, tios e tias ouviam na vitrola ou no 3 em 1 de casa.

Diego é arquiteto e urbanista, atua como pesquisador, professor e curador e é apaixonado por música, desses que se comove a cada vez que ouve João Gilberto. Sobre seleção, ele explica:

Fiz uma lista em uma ordem que considero bacana, oferecendo cadência e ciclos melódicos e poéticos distintos. São 20 canções de 1969 à 1973. Quis focar nesse início dos anos 1970 por ver ai uma relação que ao mesmo tempo é afetiva, experimental e histórica. Essa tem sido uma investigação meio caótica em que tento resgatar memórias da primeira infância, Fortaleza que ficou para trás, quem eu sou através do repertório dos meus pais. É a busca por um lastro que diga um pouco mais do que exponho intelectual e afetivamente. Fugi particularmente do formato popular da canção brasileira; famoso pelos nossos principais intérpretes.

Na mixtape, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo, Paulo Cesar Pinheiro, Egberto Gismonti, João Gilberto e mais um monte de coisa linda.

Ouçam com a gente!

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Saudade dos 16 anos

por   /  02/02/2015  /  10:00

@arvidabystrom

Fiquei ouvindo Legião Urbana por uma semana, sem parar, lembrando do dia em que o Renato Russo morreu e eu voltava do colégio ali pela rua Amélia, em Recife, sentindo mais a melancolia dos outros do que a minha própria. Anos depois, ouvir a banda me leva para aquele tempo em que a gente passa horas no quarto ouvindo cada letra de música como se fosse a tradução da nossa vida – ou da vida que a gente queria ter.

Fiquei lembrando de músicas que me lembram essa época. São tantas! Tem “The good life”, do Weezer, que Gui e Mateus levavam em CD pra toda festinha que a gente ia. “Sobre o tempo”, do Pato Fu, cujo clipe eu via na MTV. Tem licença poética pra incluir no meio músicas sem ordem cronológica. De Raimundos, Hanson, Blur e Green Day a Los Hermanos, passando por Sonic Youth, que deu origem ao meu primeiro nickname no mIRC. Depois aparecem Alanis, Jewel, Natalie Imbruglia, Jonny Lang, Bon Jovi… Belle and Sebastian, que marcou a vida toda.

Haja nostalgia! Pra acompanhar, uma foto da @arvidbystrom.

Ouçam comigo!

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Embalos de sexta à noite

por   /  23/01/2015  /  7:07

@flagartfoundation

Pra começar um ano, uma mixtape para ouvir na sexta à noite, tanto como esquenta pra balada quanto praquele tempo infinito de decidir qual filme ver no Netflix.

Começa com Cocteau Twins, passa por Sinkane, Future Islands, Hypnolove, Easter, Ryan Hemsworth, Cashmere Cat, Wildlight. Aí depois tem Chlöe Howl, Arnaud Reboniti, Lady, Baths, Shlohmo, Lower Dens e Grant, terminando com Black Keys.

A foto é de uma instalação do Jim Rodgers, via @flagartfoundation.

Ouçam comigo!

Vocês já seguem o Don’t Touch no Rdio? > http://rdio.com/people/donttouchmymoleskine

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Para ouvir quando for a San Francisco (ou ao karaokê)

por   /  24/11/2014  /  12:12

Luiza Voll

Fiz uma viagem maravilhosa por San Francisco. Trabalho o dia todo, mil coisas pra aprender, karaokê cinco vezes em dez noites – um recorde até pra mim que sou apaixonada pelo assunto!

Fiz uma mixtape pra lembrar sempre dessa jornada. Começa com “Dancing in the moonlight” termina com “California dreamin’”. No meio do caminho tem um monte de música com a temática Califórnia, outras que têm a vibe do lugar (que vibe, aliás!) e mais várias maravilhosas para cantar no karaokê.

Pra ilustrar, uma foto linda da Luiza Voll.

Ouçam!

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Trilha sonora para uma roadtrip com as amigas

por   /  14/10/2014  /  6:40

TheValerias2

Viajar com as amigas é criar algumas das melhores lembranças da vida. É conhecer cada uma no dia a dia, descobrir que uma adora dormir cedo e a outra, acordar tarde. É cantar junto no carro aquelas músicas deliciosas dos anos 1990. É contar as histórias de família, ir conhecendo mais da vida de cada uma. É dosar os programas pra que todo mundo fique feliz. É ter aquelas conversas intensas deitadas na cama, como adolescentes. É cuidar da que pegou gripe. É mimar as hóspedes com queijos e vinhos, com cheirinhos de vela espalhados pela casa. É espantar fantasmas com uma festa improvisada na sala da casa. Festa essa que vira quase aula de dança, com todo mundo suado e feliz. É fazer “festa na lancha” e querer que ela não acabe. É criar piadas internas e ainda receber do hostel uma hashtag pra juntar as fotos no Instagram. É ver paisagens deslumbrantes e fazer aquela cara de que não dá pra acreditar. É segurar as lágrimas ao ver o casal de velhinhos mais apaixonado do mundo. É tomar sol em uma praia paradisíaca, lendo um livrinho. É comer, comer, comer e pensar no que vamos comer daqui a pouco. É tanta coisa! É reforçar os laços que já existiam e criar os que ainda estavam mais no Whatsapp. É ter certeza de que amigos têm que viajar juntos ao menos uma vez na vida. Simplesmente porque a gente aprende demais e fica numa onda de amor maravilhosa – e celebra isso 24 horas por dia!

Pra lembrar sempre desses dias em setembro, fiz uma Trilha sonora para uma roadtrip com as amigas. Começa com “What a wonderful world”, termina com “La vie en rose”, ambas cantadas por Louis Armstrong. No meio do caminho, tem de tudo, de Chet Faker a Gipsy Kings, passando por Bonnie Tyler, Françoise Hardy, Dusty Springfield, Spice Girls, Bob Marley e Lauryn Hill.

Ouçam! E comecem a planejar uma viagem com os seus.

Muito obrigada por esses dias inesquecíveis, Lu, Cau, Rê e Nina. Amo vocês!

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