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Posts da categoria "amor"

Coquetel Molotov, 13 anos

por   /  20/10/2016  /  13:13

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O Coquetel Molotov é da maior importância. O festival existe há 13 anos e é feito no Recife (e hoje se espalha por outras cidades, como Belo Horizonte, e faz shows especiais em outras, como São Paulo). Imagina 13 anos atrás ter a chance de ver, fora do eixo Rio-São Paulo, shows de bandas que foram fundamentais para a formação de um monte de gente que é apaixonada por música? Meu coração indie chora e até hoje lembra da comoção que foi o Teenage Fanclub tocando “Your love is the place where I come from”. Acho incrível a dedicação que Ana Garcia, Jarmerson de Lima e toda trupe têm pelo festival. É para quem ama música, é para formar público, é para estreitar fronteiras.

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Em comemoração ao início da adolescência do festival, Aninha fez uma playlist especial para o Don’t Touch. Ela explica e relembra alguns momentos da trajetória:

“Achei que seria difícil fazer uma playlist dos 13 anos do festival No Ar Coquetel Molotov, mas ela saiu naturalmente e foi gostoso relembrar que já tivemos tantos artistas incríveis no festival. O festival passou por diversas fases e durante muitos anos os integrantes do Hurtmold faziam parte da programação com os seus projetos paralelos. Dinosaur Jr. foi com certeza a turnê mais divertida que fizemos. Rodamos o país com os nossos ídolos que por nossa surpresa foram incríveis e ainda tocaram em Salvador! Teenage Fanclub foi a banda que nos motivou a começar essa história toda de festival e trazer gringos para o Brasil. Eu nunca consigo acreditar que uma banda sueca cantando em sueco encerrou uma das noites do festival. Dungen fez isso em 2005. CocoRosie foi um dos shows mais especiais que já vi na vida. Acho que todo mundo que esteve neste show lembra até hoje. Soko, Hundi Zahra e Sebastien Tellier foram algumas das bandas melhores francesas que trouxemos. Beirut foi talvez o show mais difícil e complicado que fizemos, mas valeu todo esforço. Carne Doce fez talvez uns dos melhores shows do ano passado e lançou agora o segundo disco “Princesa”. Club 8 e toda a Invasão Sueca foi uma experiência surreal. Lulina veio em mente porque era a banda recifense que mora em São Paulo e traz uma nostalgia gostosa. Thiago Pethit talvez seja uma das relações mais especiais que criei por causa do festival. Jaloo vem este ano com o seu disco novo e, apesar dele ter tocado em 2014, parece que o público daqui só acordou para ele agora. a sua música começou a propagar agora. Beans pelo seu show energizante. Racionais MCs por ter sido a maior loucura que fizemos no Teatro da UFPE. Miike Snow por ter o melhor técnico de luz de todos os tempos. Boogarins por ter o meu amor.”

Vamos ouvir? ♡

Ah, o Coquetel Molotov acontece no sábado (22/10) na Coudelaria Souza Leão, em Recife. Entre as atrações, Céu (SP), BaianaSystem (BA), Karol Conká (PR), Boogarins (GO), Jaloo (PA), Baleia (RJ), Tagore (PE), Luneta Mágica (AM), Barro (PE), Ventre (RJ), Phalanx Formation (PE), Rakta (SP) e AMP (PE), Deerhoof (EUA), Moodoïd (França) e Los Nastys (Espanha). Mais em > facebook.com/events/1800288883532928

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Inky: música eletrônica com pegada rock made in Brasil

por   /  13/10/2016  /  15:15

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De vez em quando entro numas de ouvir música eletrônica made in Brasil. E gosto bastante, ainda mais quando tem uma pegada de rock. Conheci a Inky com “Parallels”, o primeiro EP, que foi lançado em 2010. De lá pra cá, curti o clipe de “Baião”, vi um show em algum lugar que não lembro e, agora, tenho ouvido “Animania”, o segunda álbum do grupo formado por Luiza Pereira (vocais e sintetizadores), Guilherme Silva (baixo), Stephan Feitsma (guitarra) e Luccas Villela (bateria). A produção é de Guilherme Kastrup, que assina, entre tantos outros, “A mulher do fim do mundo”, de Elza Soares.

Ouçam o disco > https://www.youtube.com/watch?v=j46melKgk_E

Pedi pra Luiza uma playlist com suas principais influências, que vão de PJ Harvey a Savages, passando por Janis Joplin, Pixies e Warpaint. Ouçam!

Aproveitei pra bater um papo rápido com ela, espero que gostem!

Ah, a banda faz show no próximo domingo, em São Paulo. Saiba mais > www.facebook.com/events/1052784464777526

– Conta um pouco da sua história? Como você começou a cantar? Quais foram suas principais influências?

Comecei a fazer aulas de música desde muito pequena, com 4/5 anos. Primeiro iniciação musical e depois aulas de piano. Nessa mesma época comecei a querer cantar me acompanhando no piano e achava mais fácil me expressar assim; a voz é um instrumento muito pessoal, cantar é um processo de autoconhecimento, de desvendar o seu instrumento e se descobrir. Gostava muito do jazz e de cantar standards clássicos. Uns anos depois, descobri o rock, a Björk, o Thom Yorke, a Beth Gibbons (e outros vários) e fui descobrindo minha personalidade artística no meio disso. Já no synth, tive uma grande influencia do “disco punk”, dos anos 80 e do trip hop.

– Como é ser mulher no mercado da música? É um espaço de mais acolhimento ou ainda tem bastante preconceito?

Acho que poucos mercados de trabalho são acolhedores pras mulheres. Salvo aqueles de carreiras consideradas “femininas”. O mercado musical é extremamente masculino. Desde produtores, engenheiros de som, roadies, músicos… E ser mulher nesse mercado é ser constantemente testada, subestimada e desrespeitada. Já ouvi homens questionando se eu sabia ligar meu instrumento, se eu tocava com playback, já fui assediada, já ouvi que eu tava na banda porque “era legal como marketing”, enfim… Ainda tem essa mentalidade de que mulher não tem capacidade e somos reduzidas ao nosso gênero e à nossa aparência. Mas isso tá mudando aos poucos, e fico feliz de ver cada vez mais mulheres trabalhando no mercado e mostrando qualidade e competência.

– Qual caminho você espera seguir com a INKY? Conta como vocês começaram, como estão atualmente e quais os planos pro futuro?

A gente começou a tocar em 2010. O Gui (baixista) tinha um projeto de musica eletrônica com baixo ao vivo e queria que isso virasse uma banda. Na época, eu tinha 17 anos e tinha acabado de comprar um synth e ele me chamou pra fazer um ensaio com outros integrantes e ver no que dava. A INKY nasceu e eu tô na banda desde então 🙂
Lançamos nosso segundo disco, Animania, em agosto desse ano e começamos a fazer os shows desse disco e a absorver essa nova fase. Espero que a gente continue crescendo, tocando pelo Brasil e pelo mundo e podendo trabalhar com pessoas que a gente admira.

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Wilco e afinidades eletivas, por Diego Matos

por   /  06/10/2016  /  19:19

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Sábado e domingo tem Wilco em São Paulo! E o Diego Matos, amigo querido, fez uma playlist.

“Sobre Wilco, sua importância, suas influências e suas origens. Para não ficar longo demais, fiz uma lista de 13 músicas deles, intercaladas com 12 de outros artistas, além de um brasileiro intruso”, ele nos conta.

E eu pergunto: por que tu ama Wilco? “Eu amo Wilco porque agrega todas as coisas bacanas da boa música popular. Das canções de amor aos riffs de guitarra, ao flerte com o erudito e o jazz. Sempre com um tom nostálgico, às vezes melancólico, às vezes irônico. E espelha muito bem uma das cidades mais legais do mundo: Chicago.”

Vamos ouvir e fazer esse esquenta? ♡

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Madonna & friends

por   /  26/08/2016  /  18:18

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A cantora Blubell encarna Madonna neste fim de semana, em um show do projeto Versão na Praça, que acontece no Espaço Cultural Porto Seguro. “Bordeline” vira uma balada jazz, “Material girl”, um swing, e “Ray of light” se mistura com “Chovendo na roseira”, de Tom Jobim. O show acontece neste sábado, às 13h. No domingo, é a vez de Miranda Kassin – Aurorainterpretar sucessos da Amy Winehouse. Adorei!

Pra entrar no clima, a Blubell fez uma playlist pro Don’t Touch: Madonna & friends, com George Michael, Eurythmics, Police, Cindy Lauper, Talking Heads e muito mais. Trilha perfeita pra uma sexta-feira, ouçam!

Onde: praça entre o Espaço Cultural Porto Seguro (alameda Barão de Piracicaba, 610, Campos Elíseos) e o restaurante Gemma.

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As músicas de amor da Ivana Arruda Leite (@doidivana)

por   /  07/06/2016  /  19:19

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Com vocês, #asmúsicasdeamor de Ivana Arruda Leite!

Ela nos conta: “50 músicas de amor (bem e mal sucedidos) ao gosto dos sessentões. Como a maioria das músicas é do século passado, eu pergunto: será que elas ainda valem pras meninas de hoje?”

Na seleção tem Zizi Possi, Maria Bethânia, Angela Ro Ro, Maysa, Gal Costa, Nana Caymmi, Elis Regina, Simone, Alcione, Angela Maria, Marisa Monte, Cássia Eller e Maria Creuza.

Tá uma maravilha!

E vocês sabem que a Ivana é dos assuntos preferidos desse blog, né? Aproveito pra deixar uns links:

Os livros preferidos das escritoras

Cafofo Sessions: Ivana Arruda Leite

Fratura Exposta, por Ivana Arruda Leite

Falo de mulher

Escrever é dedicar

Alameda Santos

E muito mais

Ouçam e sigam donttouchmymoleskine no Spotify! ♡

Mais #asmúsicasdeamor:

Lulina

Miá Mello

Alexandre Matias

Diego de Godoy

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As músicas de amor de Lulina

por   /  31/05/2016  /  13:13

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Com vocês, #asmúsicasdeamor de Lulina!

Tem tantas das minhas músicas de amor nesta playlist que só pude pensar no quanto é demais ter amigos com tamanha sintonia.

Lulina é cantora das mais talentosas. Se você acompanha o Don’t Touch, sabe que ela sempre aparece por aqui. Entre seus projetos mais recentes está o Pupila Musical, um experimento musical baseado no Instagram, em que ela compõe “com os olhos dos outros, transformando fotos em uma nova música a cada mês”. Para participar, basta seguir o @pupilamusical e marcar as suas fotos.

Na seleção tem Bonnie Prince Billy, Lou Reed, Velvet Undergroud, Thurston Moore, Jane Birkin, Wilco e mais um monte de coisa linda.

Ouçam e sigam donttouchmymoleskine no Spotify! ♡

Mais #asmúsicasdeamor:

Miá Mello

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Playlist: Novas Brasil FM

por   /  03/05/2016  /  13:13

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Fiz uma playlist só com músicas brasileiras! Tudo começou com “Conchinha”, da Mãeana, que eu escuto pelo menos umas cinco vezes por dia. Depois veio “Transeunte coração”, da Ava Rocha, “Lugar para dois”, do Letuce, “Perfume do invisível”, da Céu.

Acrescentei “Maria da Vila Matilde”, o mantra empoderado do novo disco da Elza Soares. Juntei com faixas de Mahmundi, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Letuce, Tiê, Thiago Pethit, Lulina, Ana Cañas, Paula Tesser, Selton, Clarice Falcão, Boogarins, Mombojó + Laetitia Sadier, Johnny Hooker, Felipe Cordeiro e terminei com Baiana System.

Resultado? Ouço essa seleção todo dia!

Querem ouvir também? Aproveitem e sigam donttouchmymoleskine no Spotify

A foto achei no Pinterest.

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As músicas de amor de Alexandre Matias

por   /  12/04/2016  /  19:19

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Com vocês, As músicas de amor de Alexandre Matias.

Já adianto: a seleção tá foda!

Alexandre Matias é jornalista e autor do Trabalho Sujo, que começou como um zine em um jornal de Campinas e se transformou em uma das principais referências de música e cultura pop no Brasil. Também foi editor do Link, do Estadão, da Galileu. Traduz livros, escreve também. Faz festas, podcasts, dá cursos, promove conversas. Resumindo, vive música sempre e ainda nos ajuda a filtrar o tanto de informação que existe no mundo.

Sobre a seleção, ele diz: “Abril é o mês do meu amor – e quando a Dani me chamou pra fazer uma playlist sobre músicas apaixonadas, eu não consegui pensar em outra coisa senão fazer uma seleção pra minha Mariana. Uma coleção de músicas que gostamos de ouvir juntos, de artistas que assistimos shows juntos, que equilibra o gosto 90s dela com coisas que conhecemos nesses quase dez anos juntos. É um dos presentes que preparei – hoje é o aniversário dela e sei que ela vai gostar. Te amo, meu amor ♡”

Ouçam – e sigam o donttouchmymoleskine no Spotify! ♡

Mais #asmúsicasdeamor:

Diego de Godoy

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