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Posts da categoria "amor"

Músicas para ouvir na estrada – e no sereno

por   /  20/10/2015  /  10:00

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A nova mixtape até começa com Tom Waits e Wilco, mas depois fica tão indie que até fiquei com saudade dos meus 20 anos!

Tem Boomgates, Lower Plenty, Twerps, com um Thin Lizzy pra balancear. Eu que não gosto de repetir banda abri exceção, só pra ficar no mesmo mood gostoso, naquela vontade de pegar a estrada, chegar em um sítio no meio do nada, esperar a chuvinha e ficar curtindo a vida…

A foto é de Maud Chalard.

Ouçam comigo! 

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#vitrinedonttouch: Adriano Brodbeck

por   /  14/10/2015  /  8:08

Adriano Brodbeck 2

No #vitrinedonttouch de hoje, vamos conhecer o trabalho do fotógrafo Adriano Brodbeck.

“As coisas que mais me inspiram em fotografar são lugares e pessoas. O clima da foto pra mim é o mais importante, é tu olhar ela e querer estar naquele lugar, naquela situação, aproveitando aquele momento, pensando sobre aquilo que está vendo ou conhecendo a pessoa fotografada, querendo saber mais sobre ela”, diz. Neste post vocês veem retratos do Bill Murray Project.

Adriano Brodbeck 3 Adriano Brodbeck 1

Mixtape: Despertar da consciência, parte 2

por   /  09/10/2015  /  10:10

Arvida Bystrom 2

O caminho é sem volta, e acabou que eu fiz a parte 2 da mixtape Despertar da consciência, só com músicas que deixam a gente naquela vibe.

Tem “Aquarius”, do musical “Hair”, Gal, Vinícius, Clara Nunes, Marisa Monte, João Donato, Ruy Maurity, Bethânia, Gil, tanta coisa…

Espero que vocês gostem!

A foto da vez é da Arvida Bystrom.

Para ouvir a primeira parte > Despertar da consciência

Ouçam! ♡

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#vitrinedonttouch: Mariana Sales

por   /  09/10/2015  /  8:08

@marianaonete

No #vitrinedonttouch de hoje vamos conhecer a Mariana Sales, artista visual cuja poética está ligada ao feminino, à expressão do corpo e à existência.

“Venho trabalhando com arte desde de 2012, fazendo ilustrações para capas de disco, livros, exposições (coletivas e individuais). Também participei como quadrinista dos projetos Zine xxx e Mulheres nos Quadrinhos.”

Mais em > www.cargocollective.com/Mariana-Sales + www.facebook.com/marioneteillustrations

 

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#bibliotecadonttouch por Liliane Prata

por   /  07/10/2015  /  10:10

Lili

A #bibliotecadonttouch desta semana é da Liliane Prata (@liliprata)!

Ela é jornalista e escritora. Autora de oito livros, entre juvenis e adultos (o mais recente é “Eu odeio te amar”), posta crônicas e vídeos no seu lilianeprata.com.br (adoro os vídeos dela, aliás!) e é editora da revista Claudia.

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“A redoma de vidro”, de Sylvia Plath

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“Plataforma”, de Michel Houllebecq

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“A paixão segundo G.H.”, de Clarice Lispector

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“Bonsai”, de Alejandro Zambra

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Trecho de crônica da Martha Medeiros

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“Capitães de Areia”, de Jorge Amado

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Entrevista: Rafael Mantesso, autor do “A dog named Jimmy”

por   /  06/10/2015  /  13:13

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Rafael Mantesso tem um desses perfis de Instagram (@rafaelmantesso) que nos fazem disparar  onomatopeias a cada post. Ele criou a conta depois de se divorciar da ex-mulher. Na separação de bens, ela ficou com os móveis e quase todo o resto. Ele, com o cachorro, que leva o nome da marca de sapatos preferidas dela: Jimmy Choo. Olhando diariamente o focinho expressivo do cão e dando vazão à sua vontade de desenhar, ele começou um passatempo que virou um perfil blockbuster, com quase 400.000 seguidores. Em setembro, os posts viraram livro, “A dog named Jimmy”, reunindo cenas clássicas e imagens inéditas- e já é um best-seller na Amazon.

“Comecei o perfil por conta do blog que eu tinha na época (Marketing na Cozinha). Na época a ideia era ter mais um canal além de Twitter e Facebook pra divulgar o site. Quando eu comecei a fazer fotos do Jimmy o objetivo era mostrar em primeiro lugar que aquele perfil era de uma pessoa de verdade (as pessoas achavam que eu pegava foto de internet e que era tudo fake) e em segundo mostrar que a raça bull terrier é incrivel”, lembra ele em entrevista ao Don’t Touch.

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Ele não imaginava, entanto, que o perfil do cão no Instagram seria um divisor de águas na sua vida – e até para a raça. “Nunca um bull terrier teve tanta visibilidade. Eu recebi ano passado um email do presidente do Kennel Club de Londres, que criou a raça há séculos, me agradecendo pelo trabalho, dizendo que eu inverti a curva da raça na Inglaterra ano passado. Isso não tem preço.”

O segredo para ter um perfil com 394.000 seguidores? Fazer com vontade. “E não pensar muito nos seguidores. Ser original também conta. Existem 100 milhões de perfis de cachorro, de bull terrier uns 500 mil. Se for pra fazer o que alguém já faz prefiro não fazer nada.” As alegrias são diárias e chegam por e-mails e comentários, em fotos de outros cachorros e até de tatuagens que fazem com as ilustrações do Rafael. “Esse sorriso que as pessoas dão do outro lado é a maior recompensa.” Apesar do sucesso estrondoso, Rafael não vive exclusivamente do perfil. Faz o festival Fartura Gastronomia e cuida da comunicação do Instituto Ata, do qual é cofundador. “O Jimmy é a melhor parte do meu dia”, confessa.

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Música pop pós-30

por   /  11/09/2015  /  11:00

Petra Collins

Ver minha afilhada cantando um hit que não para de tocar no rádio me fez ouvir música pop com outros ouvidos. Estávamos em uma viagem juntas, a música da Ellie Goulding tocava em todo lugar, e eu ficava perguntando do que ela mais gostava. Sofri muito bullying (beijos, Luisinho!) porque não conhecia direito a Taylor Swift ou a Sia nem tinha visto todos os últimos filmes da Disney (se você considerar como últimos quaisquer que tenham sido lançados há 10 anos, ops).

Voltei pra casa e comecei a ouvir “Love me like you do” e a lembrar dela, da viagem. Ouvi o disco da Lorde, comecei a gostar muito de “400 lux”. Fui ouvir a Taylor Swift depois de me dar conta de como ela é uma artista gigante, não só pelos números de visualizações no YouTube, por exemplo, como também pelas parcerias que faz, pela banca que ela coloca com quem quer vender a música dela. Pra completar, li uma pesquisa falando que as pessoas costumam parar de ouvir música nova aos 34 e pensei: não quero, haha!

O resultado disso tudo é uma mixtape cheia de música pop que eu ando ouvindo MUITO. “High by the beach”, da Lana del Rey, já tocou 20 vezes só hoje. “Marvin Gaye”, do Charlie Puth, começa com “Let’s Marvin Gaye and get it on”, o que me faz pensar: como pode ninguém ter feito esse trocadilho antes? Tem também George Ezra, Sky Ferreira, Haim, Ariana Grande, Beyoncé, Major Lazer, Charlie Puth, The Weeknd e Rihanna.

Pra combinar, quer coisa mais adolescente do que essa foto maravilhosa da Petra Collins?

Deixem o preconceito de lado e apertem o play! 

(Obrigada, Lulu, Ari e Luisinho por me mostrarem essas coisas todas. E Lia por ter insistido na Lorde e nas Haim!)

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#vitrinedonttouch: Vital Lordelo

por   /  10/09/2015  /  16:00

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No #vitrinedonttouch de hoje, vamos conhecer o trabalho de Vital Lordelo, artista brasiliense que adora espalhar suas artes pela cidade que escolheu para morar, Porto Alegre.

“A inspiração está em tudo. De detalhes de um azulejo a textura da asa de pequenos insetos, conversas soltas no centro da cidade, cafeterias e uma música que tocou no rádio do táxi ou no elevador. Tudo está em tudo”, diz ele. “Meu trabalho retrata as relações como um grande catálogo sentimental. Sinto e tenho me permitido conectar e reavivar a simbologia do que pode ser o sentimento. Tenho elaborado cartazes e humanizado o concreto armado, fazendo eco nos vidros espelhados. A quem passa declaro essas representações desse presente ausente”, completa.

Mais em > www.facebook.com/pages/Vital-Lordelo + www.flickr.com/photos/dom_vital + www.instagram.com/domvital

 

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#bibliotecadonttouch por Mariano Marovatto

por   /  07/09/2015  /  11:00

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A semana na #bibliotecadonttouch vai ser do Mariano Marovatto (@marovatto)!

Cantor, compositor e escritor carioca. Entre suas produções mais recentes estão o disco “Praia” (Maravilha 8, 2013) e os livros: “As Duas” (Megamíni, 2014), “As Quatro Estações” (Cobogó, 2015) e “Casa” (7Letras, 2015). Atualiza regularmente o site www.marovatto.org

MM - Susan sontag, entrevista para a Rolling Stone

“A coisa mais terrível seria sentir que concordo com as coisas que já disse e escrevi – isso me tornaria ainda mais desconfortável, pois significaria que parei de pensar.” Susan Sontag no livro de entrevista para a Rolling Stone.

MM - Victor Heringer, Glória

“A ausência de Natália havia deixado um buraco em sua vida, que ele poderia tapar quando e como quisesse.” Victor Heringer em “Glória”

MM Ismar Tirelli Neto, Os Ilhados

“Os ilhados”, de Ismar Tirelli Neto

MM John Cage, Lecture on Nothing

“Lecture of nothing”, de John Cage

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