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Posts da categoria "amor"

dont touch my mixtape: viagem latina, por flávia durante

por   /  30/08/2013  /  9:50

Vamos ouvir mais uma mixtape gostosa?

Desta vez a convidada é a Flávia Durante, jornalista e DJ que anda apaixonada pelos artistas latinos.

Ela explica:

Sempre gostei de artistas latinos, mas depois que voltei a estudar espanhol essa paixonite voltou com tudo. Então, além das bandas, comecei a fuçar as cantoras. E me deparei com várias mulheres encantadoras: algumas mais doces, outras mais invocadas, mas todas muito talentosas.

Várias dessas cantoras são da Colômbia, meu país-obsessão do momento. Espero conhecer otras más na viagem que vou fazer para lá [a Flávia está em Bogotá agora e foi lá onde ela fez a foto que ilustra o post].

Na seleção, Ana Tijoux, Nina Rodriguez, Bomba Estereo, Julieta Venegas e muito mais!

Se eu fosse você, ouvia! ♥

Flávia Durante é jornalista interneteira, part-time DJ, 36 anos, atualmente editora dos sites da Trip e da Tpm e DJ da festa Make Me Up, que acontece uma vez por mês na Casa 92, em Pinheiros. Mantém desde 2000 o semi-abandonado Blah Blah Blog, onde fala sobre várias dessas descobertas e obsessões musicais > www.flaviadurante.blogspot.com.br

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o favoritos voltou!

por   /  07/08/2013  /  13:26

Hoje é dia de ficar mais feliz com a internet: o Favoritos, o maravilhoso blog da Luiza Voll, voltou! ♥

Ela explica:

Em 2006 eu criei um blog chamado Favoritos. Esse pequeno espaço na internet me deu alegrias infinitas, oportunidades incríveis, um monte de amigos maravilhosos e me fez aprender tanto! Depois de uma longa pausa sem postar (quase 3 anos!), o processo de redescobrir a internet e a saudade de compartilhar me fizeram voltar (além do incentivo dos amigos queridos!). Se quiser acompanhar essa nova fase do blog, vai lá me visitar: www.favoritos.vc 

Vamos todos? > www.favoritos.vc

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dont touch my mixtape: hits de 2013, por diego maia

por   /  05/08/2013  /  13:09

Diego Maia é apaixonado por música. E por shows. Ele é que nem eu, vai pra tudo que é show em São Paulo e chega até a viajar para ver as bandas do coração.

Nada melhor, então, do que começar a semana com uma mixtape dele, feita especialmente para o Don’t Touch!

“Escolhi só músicas deste ano, de álbuns lançados em 2013 mesmo, mas que tenho ouvido sem parar. Tem de dance music a guitar rock; muitas coisas que parecem transportadas diretamente dos anos 90 pra cá”, diz ele.

Na seleção, várias músicas boas de dançar, como “Attracting files”, de AlunaGeorge, “Stare at the sun”, de Eleanor Friedberger, e “Hidden Xs”, do Fuck Buttons, além de várias outras!

Para combinar com o mood, escolhi a foto acima, que é daqui.

Se eu fosse você, ouvia! ♥

Diego Sapia Maia, 29 anos, ouve menos música e assiste a menos filmes do que gostaria. Dá pitacos no que não deveria no @diegomaia e no www.diegosapiamaia.com

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5 links imperdíveis sobre trabalho

por   /  01/08/2013  /  11:43

Vocês acompanham a fanpage da Contente? Se vocês se interessam por temas como trabalho e inspiração, dêem um like! ♥

Aqui, ó > https://www.facebook.com/contente.vc

Aproveito para compartilhar alguns dos links desta semana.

Sobre a imagem acima: no fim, o que importa é o amor e o trabalho, diz Maira Kalman, que pergunta: o que mais poderia ser? > http://thereconstructionists.org/post/56809627144/maira-kalman

Não existe trabalho dos sonhos. Por mais que façamos aquilo que amamos, sempre vamos ter que lidar com chefes ou clientes, colegas, tarefas, deadlines. E tudo que é repetido todos os dias nem sempre pode ser apenas legal, né?

Mashable fez uma lista de motivações para ser mais feliz no trabalho. São elas: encontre tempo para se exercitar, tenha controle sobre o seu tempo, elogie os outros, se desafie, comece a fazer algo fora do trabalho (como uma nova empresa ou um projeto paralelo) e, quando tudo der errado, sorria.

Leiam o post completo > http://mashable.com/2013/07/22/work-happiness/

“Não nos deixam trabalhar no trabalho”, diz Jason Fried, empresário e autor do livro Rework (retrabalhe). “Os locais de trabalho são baseados na interrupção, e a interrupção é a maior inimiga da produtividade e da criatividade.”

Super boa a entrevista dele para a Época > http://glo.bo/160l6Qk

Wonderland | A Short Form Doc on Creative Commerce from Eskimo on Vimeo.

Será que dá para ser plenamente criativo no trabalho e ainda conseguir alcançar satisfação financeira? O documentário “Wonderland” tenta encontrar respostas para essa pergunta. Em 15 minutos, o vídeo criado pelo estúdio Eskimo, de Michigan (EUA), reúne depoimentos de pessoas que trabalham com arte e criatividade e que também fornecem seus conhecimentos para o mercado publicitário.

6 coisas que você pode fazer toda noite e toda manhã para ter dias mais produtivos. Um infográfico ótimo, com várias dicas que conseguimos colocar em prática com facilidade > https://www.openforum.com/infographics/the-6-smartest-things-you-can-do-every-night-and-morning/

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belle and sebastian, anos depois

por   /  18/07/2013  /  8:48

Vi o Belle and Sebastian ao vivo de novo e chorei três vezes, quase sem querer.

Talvez porque a banda de abertura foi o Yo La Tengo, que eu amo, talvez porque o local do show foi o Prospect Park, no Brooklyn (que é lindo demais), talvez porque tem dias em que uma coisa corriqueira na minha vida como ver um show vira um desses momentos grandiosos.

Do meu lado tinha uma menina de pouco mais de 20 anos, e ela falava oh my god o tempo todo, tentava tirar foto e só fazia tremer (praticamente uma versão minha de 2001). Do outro lado, tinha um nerdzinho fofo, que cantava tudo e ria muito de tudo que o Stuart Murdoch falava. Aliás, como tinha homem nesse show! No Brasil é tão mais banda de menina, né?

Sabendo que a platéia deles é a mesma há anos, a banda misturou músicas mais recentes com clássicos, principalmente do “Tigermilk” e do “If you’re feeling sinister”.

Quando começou “Starks of track and field”, chorei, fiz um vídeo pra dividir com vocês, lembrei de quem eu era há 12 anos e tive um flashback de quase tudo que aconteceu na minha vida.

Foi importante e tão bonito.

Obrigada sempre, B&S! ♥

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coitadinha bem feito

por   /  17/07/2013  /  9:25

A primeira vez que ouvi Angela Ro Ro de verdade foi numa fossa. Eu chorava um dia, me lamentava no outro, vivia de sofrer. Um amigo querido, o Ronaldo Evangelista, virou pra mim e disse: você tem que ouvir o melhor disco da Angela Ro Ro, de 1979. Aquelas músicas eram a trilha sonora perfeita. O disco virou um clássico do meu iPod.

Quando ouvi falar do disco “Coitadinha Bem Feito”, um tributo idealizado pelo DJ Zé Pedro e pelo jornalista Marcus Preto, fiquei curiosa. Ainda mais pelo fato das músicas do tributo serem interpretadas por homens.

“Era uma ideia antiga. Sempre achei que o discurso de Angela caberia bem na voz desses meninos de hoje”, disse Zé Pedro ao Don’t Touch.

O disco, que vocês encontram no iTunes e em lojas físicas, reúne 17 intérpretes. “O critério foi escolher os cantores mais inquietos e criativos da nova música pop brasileira”, completa o DJ, cuja música preferida da cantora é “A mim e a mais ninguém”.

As minhas faixas preferidas do disco são as interpretadas por Thiago Pethit, Romulo Froes, Lucas Santtana e Adriano Cintra. Fiz as mesmas perguntas para cada um deles.

Thiago Pethit

– Qual é a sua história com “Mares da Espanha”? E como você chegou na versão?

Eu descobri o som da Angela Ro Ro através de “Mares da Espanha”. Depois veio “Escândalo” e “Amor meu grande amor” e aos poucos fui conhecendo tudo. Cada descoberta dessas levava pelo menos três semanas pra parar de tocar na minha vitrola, trancado no escurinho do meu quarto, quando eu ainda era adolescente e curtia uma fossa, uma boa lama de amor mal resolvido. haha Acho que foi por esse motivo que eu escolhi “Mares da Espanha”. Era uma música que me transportava pra essa primeira impressão sobre o trabalho dela.

Uma coisa que chama muito atenção nas versões originais dela é o jeito “enlameado” e rasgadamente dramático com que ela interpreta e compõe. E é lindo, porque é uma dor tão verdadeira, tão legítima. Eu não queria “copiar” ou simular essa característica da Angela na minha versão. Escolhi olhar pra canção e pra própria figura da autora sob outro aspecto. E como eu sou fascinado por esse universo feminino com densidades mais fortes e violentas do que delicadas, mais das bacantes que das ninfas, me inspirei no lado mais libidinoso da canção e das palavras. Há lendas que dizem que Mar da Espanha era uma boate carioca. É também uma cidade em Minas Gerais. Seja onde for, a imagem marítima é muito sensual e feminina. A frase mais maravilhosa da canção e mais sexy é justamente “Você navegando nos mares da Espanha, tecendo pra outra seu corpo com manha, você navegando o vazio da Espanha”. Então busquei sentido nessa outra Angela. Não a que soa tantas vezes triste, mas a que é também violenta e sexy como uma gata no cio. E reconstruí a canção em cima do blues que ela propõe. E tentei encontrar uma voz de ressaca, ora rouca e adoecida, ora afetada e agressiva como uma ressaca dos mares.

Romulo Fróes

– Qual é a sua história com “Só nos resta viver”? E como você chegou na versão?

Minha história com “Só nos resta viver” é minha história com o rádio, na década de 1980, na minha adolescência. Essa música fez um estrondoso sucesso, tocava sem parar e ainda que eu não prestasse atenção na Ângela Ro Ro, tava mais ocupado com as bandas de Manchester, rsrsrs, era impossível não conhecer essa música. Tanto que quando eu soube que seria ela a minha faixa, eu cantei de cor sem nem pestanejar e olha que já não a houvia há pelo menos 20 anos! Isso pra mim demonstra a força dessa canção!

A Ângela tem um lado passional, rasgado, confessional, que é o oposto de mim e do meu trabalho, mas que eu não queria fugir, apelar pra um caminho mais fácil pra mim e fazer uma versão cool da canção. É impossível cantar de modo contido versos como “quem dera pudesse, a dor que entristece, fazer compreender os fracos de alma, sem paz e sem calma, ajudasse a ver, que a vida é bela e só nos resta viver”. Foi muito enriquecedor para mim como intérprete sair desse registro mais contido com o qual estou acostumado. Mas como eu sou eu (risos), uma vez que a faixa esbarrou numa certa cafonice que me deixou incômodo, chamei o grande Luca Raele pra envenenar um pouco a música com um naipe de clarinetes soando entre o jazz e a música erudita e que fez a Ângela Ro Ro lembrar de Miles Davis, na primeira audição que ela fez do disco! Eu acho que a Ângela pode ser definida um pouco desse jeito, uma artista com cabeça de vanguarda e alma de bolero! Minha versão foi por esse caminho!

Lucas Santtana

– Qual é a sua história com “Amor, meu grande amor”? E como você chegou na versão?

A da maioria das pessoas que escutaram ela quando pintou nas rádios, com aquela voz rouca e totalmente sedutora aos ouvidos. Essa letra é atemporal e com essa melodia irresistível. Me inspirei no cinema, sou fã de som ambiente, às vezes vejo um filme duas vezes só para me concentrar nessa camada da história. A minha versão começou com aquele ambiente e a minha voz solitária no meio da multidão, aí depois as outras coisas foram pintando. Ou foram pedindo para entrar, a gente nunca sabe bem ao certo o limite disso.

Adriano Cintra

– Qual é a sua história com “Gota de sangue”? E como você chegou na versão?

Eu nunca havia prestado muita atenção nessa música, meu disco preferido da Angela é o “Escândalo”. Quando o Marcus me convidou para participar e me mandou a faixa, fiquei em primeiro lugar apavorado de ter que mexer naquela música, como todas as músicas da Angela, é muito, muito pessoal e a interpretação dela é insuperável. Fiquei ouvindo a faixa sem parar por uns três dias seguidos.

Eu fiz a minha versão da música. Eu não ousaria fazer uma releitura minimamente fiel à faixa. Eu desossei, peguei o formato da canção e fui pondo minhas coisas, toquei uma bateria à la “Ashes to Ashes”, do Bowie, toquei meu baixo, fiz uma guitarra do jeito que eu sei fazer, sassaricando pelas notas, pus uns pads, um piano bem do Ace of Base… Fiz um solo de saxofone bem sem vergonha nas notas que eu sei tocar. E na hora de cantar, optei por fazer um coro.. Nunca encontraria uma interpretação que abraçasse aquele drama de forma digna. Como estrupiei a música e a travesti, achei que o coro serviu bem.

– Você tatuou o nome do disco! Como foi isso?

Tatuei sem pensar, estava na Galeria do Rock, entrei no tatuador e expliquei: “Olha, eu tenho essas tatuagens horrorosas no meu braço que eu fiz nos anos 1990 e eu queria contextualizar elas com essa frase Coitadinha Bem Feito. Ele me olhou meio sarcástico e falou: “Você não é aquele cara daquela banda Cansei de Ser Sexy? Diz aí, isso é uma mensagem praquela japonesa cantora da banda né?” (Marcus Preto estava lá e presenciou essa cena). Eu quase morri quando ele falou isso porque o Coitadinha Bem Feito era para conversar com as tatuagens ridículas, não havia a pretensão dessa frase ser nada mais do que uma explicação dos desenhos abaixo dela. Mas não temos como controlar o entendimento alheio, então cada um entenda como quiser… Até porque todos nós precisamos ouvir um Coitadinha Bem Feito em alto e bom tom vez ou outra nessa vida. Eu que o diga…

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os malabaristas de david hockney

por   /  10/07/2013  /  8:35

Aos 75 anos, David Hockney não para de experimentar. Em 2010, ele saiu em defesa da arte digital feita em iPads. “Você pode fazer um desenho do sol nascendo às 6h30 da manhã e mandá-lo para as pessoas às 7h”, disse ele à BBC, na ocasião da exposição que ele fez em Paris com desenhos, principalmente de flores.

Desde maio deste ano, o artista, um dos ícones da pop art, exibe no Whitney Museum, em Nova York, uma vídeo-instalação intitulada “The Jugglers, June 24th 2012”.

É a primeira vez que o artista inglês trabalha com vídeo. Usando 18 câmeras fixas, ele filmou um grupo de malabaristas em ação. Vestidos de preto e brincando com objetos coloridos, eles se movimentavam em frente a uma parede rosa/vermelha, que contrasta com o piso azul. Na instalação, Hockney usa 18 telas para mostrar o movimento contínuo dos malabaristas.

O mais curioso é que não existe sombra em parte alguma. A imagem é precisa, vibrante, quase como se fosse um de seus quadros icônicos (e um dos meus preferidos é A big splash), mas em movimento.

“David Hockney nos surpreende mais uma vez, explorando como as múltiplas perspectivas podem transformar a nossa experiência da imagem em movimento“, disse Chrissie Iles, curadora do Whitney Museum. “Os tons vívidos de ‘Jugglers’ evoca a cor intensa dos filmes Technicolor de Hollywood, enquanto os movimentos lúdicos dos malabaristas ecoam as ações simples de filmes mudos. Hockney mina as histórias do cinema e da pintura através da lente da tecnologia, para criar uma nova forma de ver.”

David Hockney: The Jugglers

Whitney Musem (945 Madison Avenue com 75th St)

Até 1/9

Mais > http://whitney.org/Exhibitions/DavidHockney

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músicas para amar nova york

por   /  08/07/2013  /  15:21

Tô apaixonada por Nova York e fiz uma mixtape sobre essa cidade que deixa a gente em estado de deslumbre permanente!

São 32 músicas: de Duke Ellington a Frank Sinatra, passando por Dinah Washington, Joni Mitchell, Velvet Underground, Blondie, Bob Dylan, Strokes, LCD Soundsystem, Jay Z e Alicia Keys e muito mais!

A foto é da Luiza Voll, tirada Empire State no dia da Supermoon!

Se eu fosse você, ouvia! ♥

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