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Posts da categoria "amor"

fratura exposta, por camilla costa

por   /  02/07/2012  /  11:41

Queridos, faz um tempo que quero retomar a Fratura Exposta, uma partezinha desse blog de que a gente tanto gosta  ♥

Algumas pessoas me mandaram e-mail pra participar do Fratura, eu os marquei com estrelinha pra responder depois e acabei não fazendo isso. Peço desculpas e digo a vocês que o Fratura voltou, então podem me mandar textos (ou reenviar os que vocês já mandaram)!

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Uma mente sem lembranças, por Camilla Costa

No dia seguinte, uma segunda-feira, ele veio falar comigo no MSN.

– Como foi o fim de semana?, perguntou, e eu não acreditei.

Desafiei e perguntei de volta.

– Foi bom. E o seu? Se divertiu?

– Foi interessante – Que resposta mais descarada.

Quem nunca tentou acalmar a própria raiva rindo da mais pura incredulidade, que atire a primeira pedra. Ri na cara do computador como quando preciso jogar um copo de água fria na panela de macarrão porque a água fervendo começa a transbordar. Não funcionou. Com o macarrão eu também ajo sempre quando já é tarde demais.

E aí ele disse que sentiu saudades de mim. Que sentiu. saudades. de mim. Durante o fim-de-semana em que ele havia acabado de passar dormindo com uma semi-amiga minha, hospedado na casa de outros amigos meus. Foi o momento em que decidi não jogar mais o copo de água fria.

“O que você acha que eu sou”, eu disse. “Não sou sua amiga, não quero ser sua amiga.” Por mim água da panela queimava era tudo logo.

Seja como for, me lembrarei da satisfação de, ao menos desta vez, conseguir dizer na hora tudo o que eu queria. Era como um bom script cinematográfico de briga.

– Você acaba de chegar da cama de outra pessoa. Eu sei e você sabe que eu sei. Não diga que teve saudades de mim. Isso me machuca, me irrita e me confunde.

E na verdade, eu o entendia. Isso é o que ninguém conta sobre a empatia, a parte chata. De vez em quando é difícil se colocar de volta na sua própria pele e lembrar que a sua lealdade tem que estar do seu próprio lado. Repassei a lista de razões pelas quais pode mesmo ter sido um tanto desconfortável para ele a viagem romântica de fim de semana. E de repente pareceu que ele estava falando a verdade. Ele realmente sentiu alguma saudade de mim. Tive uma pena inoportuna de nós dois.

– Eu sou idiota. – ele disse, quando terminei meu monólogo bem improvisado.

– É, é mesmo.

Lembro de ter saído do MSN e de casa. Provavelmente chorei um pouco no quarto, arrumando qualquer coisa na bolsa ou no cabelo para sair. Não lembro bem para onde fui.

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A foto é minha, tirada do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” no último sábado de madrugada  =)

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don’t touch my karaoke #4 | mombojó

por   /  26/06/2012  /  12:00

No nosso maravilhoso réveillon, Stevie Wonder dividia a trilha sonora com Baby Consuelo, Pulp, Reginaldo Rossi, Smiths, Violent Femmes e… Luizinho Rato do Mangue!

Fomos apresentados ao cantor por Renata Roberta, que nem se lembra mais como chegou a ele _mas fez todo mundo curtir a vibe automaticamente. Na beira da piscina, “Noiada” virou um hit.

Um tempinho depois, no Carnaval, Felipe e Aninha encontraram o próprio Luizinho em Olinda, cantando numa barraca e vendendo seus discos pra comprar mais cerveja.

Foi o sinal que bastava pra música ser incluída no Don’t Touch My Karaoke!

E então Felipe chamou os companheiros do Mombojó (além de Brigidio, amigo e baixista) pra fazer essa versão que já nasceu maravilhosa!

Apreciem!  ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico >http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #2 | Arícia Mess >http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-2-aricia-mess/

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #3 | Filipe Catto > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-3-filipe-catto/

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o pensamento selvagem no pós-romance

por   /  12/06/2012  /  12:12

Flores, chocolates e bichinhos de pelúcia? A gente gosta. Mas a gente gosta mais ainda é de pensar em como a gente se relaciona, em como fazer o namoro durar depois do flerte e da paixão, entre compromissos e DRs, com todas as dúvidas _mas com a certeza de que amar é o que a gente mais quer.

Neste dia dos namorados, a Contente apresenta “O pensamento selvagem no pós-romance”, de Bruna Beber. É um texto, é um manifesto, é quase um manual de auto-ajuda, que surgiu depois de a autora perceber o quanto estava rodeada de relações complicadas.

Saudamos os cliparts do Windows 95, os preenchimentos aurora boreal e crepúsculo do Word Art, o midi, a Comic Sans e os corações flechados do Brasil. E reunimos tudo isso neste projeto lançado em PPT, com o desejo de que o amor se torne mais simples e mais leve e seja sempre inspirador.

Com vocês, Pós-romance > http://posromance.com/

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don’t touch my karaoke #3 | filipe catto

por   /  08/06/2012  /  10:00

Filipe Catto coloca o coração na boca a cada vez que começa a cantar. Ele faz isso de um jeito impecável, incluindo no mesmo balaio a perfeição técnica e a paixão de cantar aquilo que ama.

O resultado é uma plateia toda besta, capaz de encher os olhos de lágrimas quando ele resolver encarnar Fábio Jr.

Para o nosso Don’t Touch My Karaoke, Catto escolheu cantar a musica “20 e poucos anos”. E explica o motivo:  “porque eu acho que é a música mais linda do Fábio, e o Fábio é um cara que tem diversas músicas perfeitas para serem cantadas no karaokê, no videokê e muito mais”.

Verdade. Quantas vezes já nos aventuramos a cantar “Alma gêmea”? Eu adoro!

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #2 | Arícia Mes >http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-2-aricia-mess/

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don’t touch my karaoke #2 | arícia mess

por   /  23/05/2012  /  11:57

Arícia Mess é uma daquelas mulheres que ficam gigantes (e ainda mais maravilhosas) quando começam a cantar. Bastou ela começar a fazer “ai, ai, ai” e “iê, iê, iê” pra todo mundo se derreter na gravação do Don’t Touch My Karaoke.

Ela escolheu cantar “Gostoso veneno”, de outra diva como ela, Alcione.

E explica: “Escolhi ‘Gostoso veneno’, do repertório da Alcione, porque me fez pensar um pouco sobre coisas improváveis que eu cantaria. Essa música eu sinto que é muito popular, muito pop e é linda também. É uma música que fala de amor. E eu acho que tá faltando falar de amor um pouco”.

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

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don’t touch my tv: the cigarettes

por   /  19/05/2012  /  15:26

Eu devia ter uns 16 anos quando ouvi The Cigarettes pela primeira vez. E o que acontece com as músicas que a gente ouve nesse tempo é que elas ficam pra sempre na gente e trazem lembranças lindas a cada vez que a gente coloca um disco pra tocar.

No começo do ano, fiquei super feliz com a notícia de que o terceiro disco da banda ia sair. E aí há umas duas semanas vi que o lançamento do disco acontece hoje em São Paulo.

E o que acontece quando eu gosto demais de uma coisa? Fico logo querendo fazer uma entrevista. Chamei meu querido amigo Eugênio Vieira, que também ama o Cigarettes. Ele chamou o Pedro Palhares, que chegou com camiseta da Pacolli, que também apareceu no violão do Marcelo Colares na forma de adesivos de “pure love”. Pra ilustrar o post, cartaz lindo da Silvis. Ou seja, tudo lindo, tudo em casa!

Gravamos a entrevista aqui em casa, ontem de manhã. E o resultado é mais uma linda edição do Don’t Touch My TV! Vejam ♥

Vamos no show? https://www.facebook.com/events/375360562516902/

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don’t touch my karaoke #1 | pélico

por   /  08/05/2012  /  12:25

Um dos meus programas preferidos da vida é cantar em karaokês. Quando chego em um, logo pego a carta de músicas, escolho um Zezé di Camargo e Luciano pra começar, aguardo ansiosamente a minha vez e, quando ela chega, solto a voz como se soubesse cantar _o que, definitivamente, não corresponde à realidade.

Karaokê pra mim é lugar de alegria, de memória afetiva, de celebração. Sempre que passo a noite em um, acabo fazendo amigos que duram o tempo daquelas conversas entre uma canção e outra, da vibração a cada resultado mostrado na telinha com imagens de lugares paradisíacos.

Outro dos meus programadas preferidos da vida é ver shows. E sou tão apaixonada por música que não me contento só de ouvir o que já está pronto. Passo horas pensando no quanto seria legal ouvir tal cantor interpretando uma música que não faz parte do repertório original dele.

E foi juntando as duas coisas que surgiu o Don’t Touch My Karaoke, o mais novo projeto do Don’t Touch My Moleskine! ♥

Já digo pra vocês: ficou sensacional! Sabe por que? Porque artistas super talentosos que eu adoro toparam fazer versões maravilhosas para clássicos do karaokê!

E também porque eu tenho a sorte de ter amigos incríveis, que fizeram o projeto acontecer: Theo Lambert (edição), Romero Cavalcanti (direção, imagens e fotografia), Léo Barbalho e Eugênio Vieira (imagens e fotografia), Felipe S. (som), Maria Antunes (produção) e todos que deram sugestões e acompanharam a gravação dos primeiros vídeos!

Pra começar, Pélico canta “Depois do prazer”, de Alexandre Pires! ♥

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instamission na expoidea

por   /  08/05/2012  /  12:25

Queridos, eu e a Luiza participaremos da Expoidea, em Recife!

Nesta quarta, às 18h, vamos falar sobre o Instamission. Apareçam por lá  =)

18h – 19h30
Debate: Instamission: Vida como instante contínuo
Local: Espaço Círculo das Ideias (antigo restaurante Açúcar – Paço Alfândega)
– Daniela Arrais (Curadora)-SP
– Luiza Voll (Curadora)-SP
– Afonso Jr. (Mediador)-PE

Mais em > http://expoidea.com.br/

Aqui tem uma entrevista que Schneider Carpeggiani fez com a gente! > http://expoidea.com.br/2012/blog/instamission-uma-ideia-que-vale-mais-que-mil-palavras/

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