etc



lis é uma jóia

Lis Haddad é designer de jóias e ourives e faz coisas que a gente deseja ter assim que vê!

Todas as peças dela são produzidas artesanalmente em prata ou ouro. “A última coleção tem aplicações de ponto cruz (aprendi a bordar com a minha avó e tá a coisa mais linda ela toda orgulhosa em ter uma coleção com o seu nome: Teresa <3)”, conta Lis.

Lindo demais, né?









experiências manuais

A Corrupiola fabrica experiências manuais. Isso quer dizer que os caderninhos, as caixas e os calendários da loja são todos feitos à mão, com um cuidado e um carinho lindos!

Mais em > http://corrupiola.com.br/



fogos de dia

Fogos de artifício na luz do dia? Viram uma coisa linda!

Peguei no Trabalho Sujo!



sinais de protestos

2011 foi um ano de protestos, e o Buzzfeed fez uma seleção dos melhores cartazes.

Mais em > http://www.buzzfeed.com/mjs538/the-40-best-protest-signs-of-2011



frota estava lá

Mais um Tumblr pra gente rir: Frota estava lá!

Mais em > http://frotaestavala.tumblr.com/



ponto cruz

Adorei o ponto cruz da SuperZiper!

As frases são da Bia Braune, e a produção de Jussara Franco e Andrea Onishi, que fazem o site.

Aliás, pra quem é adepto do faça-você-mesmo, o endereço é recheado de dicas legais   =)

Mais em > http://www.superziper.com/



artista da maquiagem

Maravilhosas as maquiagens de Rena Condessa!

Mais em > http://renacondessa.com.br/



2011 em imagens

As imagens mais poderosas de 2011, segundo o Buzzfeed.

Mais em > http://www.buzzfeed.com/mjs538/the-most-powerful-photos-of-2011



lendo a internet

* Um livro sobre maconha para crianças! Mais uma do Guardian

It’s Just a Plant is a children’s book. About cannabis. Written and illustrated by Ricardo Cortés, whose lovely illustrations were recently seen in the book Go the Fuck to Sleep, it was first published in 2005 and has been recently reissued. It follows Jackie, a girl whose twitching nostrils lead her to her parents’ bedroom one night where they are smoking a joint. The following day, her mother takes her on an educational journey – they meet a farmer, a doctor, a police officer – to learn more about marijuana.

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/society/2011/nov/27/book-cannabis-children

* Isabelle foi morar fora, pensou que a internet resolveria pra matar a saudade dos amigos, mas descobriu um novo problema: a webinveja!

Deixar sua cidade para morar em outro lugar é totalmente diferente hoje, em 2011, do que era há 20 anos. Em 1991, não havia internet. Isso significa dizer que se você deixou o país, você deixou mesmo. Para manter contato com família e amigos que ficaram no seu antigo CEP, as cartas levavam dias e os telefonemas custavam uma fortuna. Eu lembro de, em 1996, quando deixei Fortaleza para morar no estado de Washington, nos EUA, ter gastado mais de US$ 800 na conta de um telefone fixo em um mês apenas, em ligações interurbanas e internacionais. Hoje, isso é impensável, viva a internet!

A maravilha da internet para encurtar distâncias – e só morando fora para entender esse slogan cafona de propaganda de provedor de banda larga! – é que você pode até viver a vida do seu lugar original, sabendo de tudo o que se passa com seus amigos, se sentindo próximo e acolhido.

PEEEEEEENNN!!! NOOOOTTTT!!!!!!

Chega uma hora que você se liga que a sua turma vai pra uma balada e não vai dar pra eles deixarem o Skype ligado. Você, morrendo de tédio e sem querer admitir a solidão, brinca com seu iPhone, e vê, no Instagram, seus amigos na praia, num clube novo, num restaurante incrível. E você continua sozinho, com o telefone na mão. Começa a sentir uma pontada. Você sabe o que é, mas não quer admitir. Até que reconhece: sim, é inveja. Webinveja.

Post completo em > http://isabelleepoque.wordpress.com/2011/11/14/webinveja/

* Alain de Botton veio ao Brasil e falou um monte numa entrevista à Folha!

Como foi a viagem?

Comecei em Porto Alegre, experimentei o sul germânico, aí fui para São Paulo e experimentei a loucura…

Loucura em que sentido?

Você vê na geografia urbana que é uma cidade em que ninguém parou para pensar “como podemos fazer essa cidade habitável, bonita, calma?”. Foi tudo corrido, preocupado em fazer dinheiro, em se projetar no cenário internacional, e não houve muito tempo para pensar em parques e coisas do tipo. Num dia cinza, parece uma visão do inferno.

E você teve alguns encontros com a elite da cidade.

Sim, fui a um coquetel em São Paulo, após uma palestra que dei para a elite [na Sala São Paulo] e fiquei espantado com o refinamento deles, muito mais do que qualquer um que você encontraria em Londres. Não sei, não era exatamente uma riqueza decadente, mas extremamente privilegiada, de um jeito que me pareceu impossível de acontecer no Reino Unido. Uma conversa de “pegamos o helicóptero para ir ali”, “a limousine está aí fora”, “minha filha está estudando na Alemanha”. As diferenças são tão… uau! Nós saímos do prédio e havia algo que parecia um cadáver, mas que provavelmente ainda era uma pessoa. Isso é extremo.

Entrevista completa em > http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1011999-no-brasil-alain-de-botton-critica-elite-caos-de-sp-e-desigualdade.shtml



lendo a internet

* Por que as pessoas odeiam os hipsters?

O Guardian publicou uma matéria ótima sobre isso! Seguem alguns trechos:

Hipster Hitler web comic was launched in August 2010. It re-imagines the führer as a cardigan-wearing know-it-all, fond of bicycles, organic cashews and typewriters. Fans can buy American Apparel T-shirts bearing such slogans as “Eva 4 Eva” and “Death Camp For Cutie”.

Nevertheless, from London to Lima, Sydney to Mexico City, detractors might not know exactly what a hipster is, but they do know what they don’t like: a tiresome sort of trendy, ostentatious in their perceived rebellion, yet strangely conformist; meticulous in their tastes, yet also strangely limited. Squatting somewhere between MGMT, The Inbetweeners and Derek Zoolander, this modern incarnation is all mouth and skinny trousers.

The book settles on 1999 as New York’s hipster year zero. This was when American Apparel opened, the Canadian hipster magazine Vice moved to New York, and the sneaker boutique and branding agency Alife established itself on Manhattan’s Lower East Side.

“The hipster,” Horing suggests, “is the bogeyman who keeps us from becoming too settled in our identity, keeps us moving forward into new fashions, keep us consuming more ‘creatively’ and discovering new things that haven’t become lame and hipster. We keep consuming more, and more cravenly, yet this always seems to us to be the hipster’s fault, not our own.”

Horing also raises an even less-palatable notion: ‘”If you are concerned enough about the phenomenon to analyse it and discuss it, you are already somewhere on the continuum of hipsterism and are in the process of trying to rid yourself of its ‘taint’.”

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2010/oct/14/hate-hipsters-blogs

* O Gustavo Mini, do Conector, escreve sobre como a tecnologia está nos deixando mais pop:

“Não é só aquele papo de que agora a gente também produz vídeos e músicas em casa, mas é que a nossa vida está servindo de recheio pra blogs e redes sociais, está emoldurada em telas de todos os tamanhos, se transformou na linha narrativa de muitos projetos interativos. Hoje, qualquer foto tem cara de ensaio e até um toque de telefone tem jeito de trilha sonora. Esse é um dos efeitos colaterais que não se esperava da tecnologia: era pra ela deixar a vida mais fácil, mas também está deixando a vida mais pop.”

Post completo em > http://www.oesquema.com.br/conector/2011/11/23/15-minutos.htm

* Mark Zuckerberg diz que o e-mail vai morrer. John Naughton discorda (e eu também)!

The only thing that’s surprising about this is that people are surprised by it. Most teenagers use technology to communicate with their friends and for that purpose email is, well, too formal. (Apart from anything else, because it’s an asynchronous medium, you don’t know whether someone has read your message.) So kids use synchronous messaging systems such as SMS and social networking tools that provide the required level of immediacy.

But the main reason young people don’t use email is that they haven’t yet joined the world of work. When (or if) they do, a nasty shock awaits them, because organisations are addicted to email. The average employee now-adays receives something like 100 email messages a day and coping with that deluge has become one of the challenges of a working life.

Organisational addiction to email has long since passed the point of dysfunctionality and now borders on the pathological, with employees sending messages to colleagues in nearby cubicles, people covering their backs by cc-ing everyone else and managers carpet-bombing subordinates with attachments. The real problem, in other words, is not that email is dying but that it’s out of control.

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2011/nov/27/john-naughton-mark-zuckerberg-email