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Posts da categoria "amor"

a caipirinha do verão

por   /  17/01/2011  /  17:15

Sábado é dia de reunir os amigos pra um almoço infinito. A futura chef Clarissa Amorim preparou uma deliciosa moqueca, enquanto eu fiquei encarregada das caipirinhas!

As maravilhosas personal chefs da Dedo de Moça deram a receita de uma caipirinha de limão siciliano, gengibre, mel e hortelã. Só de ler  fiquei com água na boca! E no fim de semana coloquei meus dotes de barwoman à prova. Foi um sucesso!

Vão lá > http://www.dedodemoca.net/destaque/receita-do-rei-da-caipirinha/

Ingredientes

¼ xícara (chá) de mel

Gelo a gosto

2 limões siciliano (suco)

1 colher (sopa) de gengibre fresco cortado em lâminas

6 folhas de hortelã fresca

1/3 xícara (chá) de vodca

Modo de fazer

1. Coloque o mel nas paredes de dentro do copo de caipirinha (como se fosse cobertura de milk shake).

2. Coloque gelo picado no fundo do copo. Adicione o suco de limão siciliano, o gengibre fatiado e as folhas de hortelã.

3. Coloque a vodca e adoce se desejar.

Rendimento: 1 drink

Tempo de preparo: 15 minutos

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o alívio do fim das férias

por   /  13/01/2011  /  8:40

O alívio do fim das férias, por Daniel Martins de Barros

Um slogan muito divertido, da Continental Airlines se não me engano, afirma de forma acertada que ninguém diz “Ah, eu tiro férias demais”. De fato, sempre achamos que poderíamos ter mais férias, trabalhar menos, “viver mais”.

O que eu percebo em todas as vezes que tiro férias é que “vida” e “férias” não são palavras que facilmente se associem. Isso porque as férias são uma exceção, uma pausa; são os parênteses da vida real. (E os parênteses, como estes aqui, interrompem o fluxo natural do texto. Eles fazem parte do que se está dizendo, mas ficam meio de lado. São importantes para o todo, mas dispensáveis para a leitura corrente). A vida para valer ocorre mesmo é na rotina. Na repetição cotidiana das mesmas atividades, nos mesmos horários, com as mesmas pessoas, pelos mesmos caminhos. E embora nós adoremos reclamar disso, a verdade é que se não fosse a rotina nós viveríamos extenuados.

Quando estamos inseridos na rotina, fazendo coisas que estamos mais do que acostumados, gastamos muito menos energia. É como quando se aprende a dirigir, tocar um instrumento ou até amarrar os sapatos: no início temos que prestar muita atenção, o córtex cerebral nos leva a atentar a cada detalhe, gastando um bocado de energia. Quando a tarefa se torna automática passa a ser tocada por regiões mais profundas do cérebro, sem exigir tanto esforço e poupando esforço mental. É por isso que aprender cansa mais do que praticar.

E é por isso que as férias também cansam: sobretudo em viagens, a ausência de rotina faz com que tenhamos que decidir a cada dia, a cada hora, o que fazer, para onde ir, onde comer, tendo que descobrir novos caminhos e tomar novas decisões constantemente. É o que faz do viajar uma experiência tão rica, mas não se pode negar que cansa. O fim das férias, então, trazendo de volta a rotina, paradoxalmente acaba sendo um descanso.

E para não se entediar no dia-a-dia, lembro da receita do filme “O feitiço do tempo” (“O dia da marmota”, no título original). O protagonista fica preso no tempo, condenado a reviver um mesmo dia numa repetição ad infinitum. Ele entra em desespero tentando de todas as formas quebrar a maldição, mas é só quando começa a usar a previsibilidade de sua condição em favor de uma vida melhor, aprendendo piano, ajudando as pessoas e conquistando um verdadeiro amor, que ele se liberta. E não é o mesmo que ocorre conosco? Acordamos à mesma hora, vemos as mesmas pessoas, falamos dos mesmos assuntos, voltamos para mesma casa e nos desesperamos com tanta monotonia. Mas se conseguirmos extrair o melhor dessa rotina, em vez de nos entediarmos estaremos apenas poupando energia para gastar nas próximas férias.

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A foto é da Emily Chard

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paixão por moleskine

por   /  10/01/2011  /  8:40

A Mika Lins tem um ótimo blog, que conheci por conta da Ivana > http://eleganciadascoisas.blogspot.com/

Em um de seus posts, a atriz fala sobre os famosos Moleskines. A ilustração que acompanha o texto foi feita pela própria! Linda demais, né?  =)

As pessoas acham que é bobagem essa predileção por um determinado caderninho preto, mas não é. Para quem aprecia a qualidade de fabricação,o bom design, o excelente papel e a variedade de formatos não tem bobagem nenhuma nessa paixão.
Para quem gosta de escrever, desenhar, colar, lembrar, um Moleskine é como uma jóia. Faz bastante tempo que uso para todas essas coisas. Já tentei substituir por alguns mais baratos, fabricados no Brasil (as vezes quando seu bolso não está podendo gastar uma grana maior você encontra muitos outros cadernos e tudo bem)você não vai deixar de fazer suas garatujas e escrever suas coisas só porque não tem um Moleskine, seria uma burrice. Elegância e burrice são coisas que de fato não combinam. Mas é diferente. Ontem ganhei um da série Passions. Feitos para amantes de vinhos (argh), culinária, cinema, bem estar e livros. O meu é para os apaixonados por livros, você anota os que leu, as citações, a data da edição. Muito charmoso, muito elegante.

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TEDxAmazônia, alguns vídeos

por   /  10/01/2011  /  8:35

Finalmente coloquei uns vídeos do TEDxAmazônia no YouTube!

Lembram que falei um monte do evento? Se quiserem ler de novo, está aqui > http://donttouchmymoleskine.com/tedxamazonia-2/

Nos vídeos, perguntei umas coisinhas. Me perdoem pela péssima qualidade dos dois primeiros, eu e minha câmera não estávamos nos entendendo bem…

No primeiro, o surfista Sérgio Laus fala sobre a sensação de enfrentar uma pororoca:

No segundo, o Lama Padma Samten fala de budismo e de ir atrás dos nossos sonhos. Aproveitei também pra perguntar o que é o amor pra ele:

No terceiro, um dos caras do Demos Helsinki fala sobre o projeto de felicidade:

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