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o melhor da art rio

por   /  06/09/2013  /  14:45

Nunca tinha ido a uma feira de arte e confesso que achei difícil apreciar as obras naquele esquema. Mas eis os meus preferidos da Art Rio 2013, que acontece no Rio de Janeiro até o próximo domingo (8/9).

Pra começar, um trabalho de Dan Flavin dedicado a Henri Matisse. Não sei quando foi que alguma coisa mudou em mim, mas ultimamente tenho gostado tanto de coisas que eu não gostava antes… Essa obra é um exemplo. Poderiam ser só umas lâmpadas fluorescentes coloridas, mas tem algo a mais, que eu não sei explicar, mas que me faz passar uns bons minutos olhando, contemplando… Acho lindo como essas luzes parecem uma pintura! ♥

Já o Norman Parkinson fez uma foto que, desde sempre, eu iria gostar muito. Adoro o menino de branco olhando pra gente, a mãe maravilhosa, dona de si, procurando alguém, a casinha verde que me lembra uma de Playmobil que meu irmão tinha quando a gente era pequeno. Demais!

Gosto muito ver os desenhos do Picasso, longe da fase cubista, que aprecio, mas já vi tanto na vida… Gosto da simplicidade dos traços, das cores. E de ter lembrado da música dos Modern Lovers > http://www.youtube.com/watch?v=Kc2iLAubras

Volpi é sempre bonito. E achei engraçado quando duas amigas disseram seguidamente: “queria uns dois desses pra pôr lá em casa”.

Graciela Sacco foi a melhor descoberta do dia! A fotógrafa usa suportes muito diferentes pra colocar suas fotos. É uma alegria ver fotografia sem ser naquelas molduras enormes, suntuosas, com cara de que foram escolhida pra combinar com o sofá… Adorei o jogo de esconde-esconde que ela fez no trabalho acima, em que os retratados aparecem por trás de uma janela iluminada.

Outra que adorei foi a Sandra Gamarra, uma artista peruana faz pinturas belas e um tanto sombrias.

E, pra terminar, uma belezinha perfeita para fazer vídeo no Instagram! A obra é do Juan Fontanive.

Ah, as fotos do post fui eu que tirei.

Mais em > http://www.artrio.art.br/

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encontros de arte, forma e flexibilidade

por   /  05/09/2013  /  14:15

Os movimentos naturais do corpo servem de inspiração para a exposição “Natureza Amplificada”, que a Nike exibe no Rio de Janeiro até o próximo domingo (8/9), na programação paralela da Art Rio 2013. Explorando conceitos como forma, flexibilidade e liberdade, a marca exibe objetos, vídeos e instalações desenvolvidas pelos brasileiros Gisela Motta e Leandro Lima, pelo estúdio inglês Universal Everything e pela dupla italiana Quayola + Sinigaglia.

Ao entrar no Armazém da Utopia – nome temporário para o armazém 6 do Cais do Porto do Rio de Janeiro -, o visitante se depara com uma linha de evolução dos tênis da Nike, acompanhada por um esqueleto enorme.

Ao dobrar à direita, uma imensidão azul surpreende o olhar. “Zero hidrográfico”, da dupla paulistana Gisela Motta e Leandro Lima, busca inspiração nas ondas do mar, no biomimetismo [área que estuda a biologia e as suas funções, procurando imitar a natureza em áreas da ciência e da tecnologia] delas. Os artistas buscaram criar uma referência instável sobre o mar, fazendo relação com o conceito de flexibilidade, a partir de um objeto formado por lâmpadas azuis fluorescentes.

A obra reproduz aquela sensação de calmaria de quando contemplamos o mar, ao mesmo tempo em que intriga por suscitar isso a partir de um material resistente como uma lâmpada, oposto à fluidez da água. Dá para passar vários minutos olhando para as ondas mecânicas, se imaginando em vários lugares distantes dali.

Zero hidrográfico, explicam, é o nível do mar relativo, que varia de acordo com o clima e sofre alterações com o aquecimento global e o desgelo. “A gente criou um mecanismo com 36 hastes que movem os vértices desse grid e, a partir do caos, gera um movimento orgânico”, diz Leandro. “Quando a gente instala o trabalho, ele está totalmente reto, em um plano. Uma pequena resistência, uma voltagem, um parafuso mais apertado ou não acaba criando uma diferença de sincronia, gerando um movimento caótico, que está acontecendo naquele momento”, diz Gisela. “E ele não se repete, porque não está escrito, programado, e sim analógico. Apesar de ser extremamente mecânico é totalmente vivo”, completa.

Já o estúdio inglês Universal Everything criou uma daquelas obras que fazem a gente se misturar com o que vê. “Fit” é uma série de quatro vídeos que só acontecem se o espectador interagir com eles. Funciona assim: você se posiciona diante do vídeo e começa a fazer movimentos, que estimulam os elementos que compõem a instalação. O resultado é que sua silhueta se transforma em linhas coloridíssimas, que ganham mais vida quanto mais você se esforçar na sua performance.

Dá pra passar vários minutos explorando as mudanças que o corpo da gente provoca na tela. Você vai criando uma dança que mistura seus movimentos à espécie de espelho coloridíssimo que aparece na tela. Em certos momentos, o corpo forma pontos coloridos que parecem uma centrífuga, puxando você praquele arco-íris em movimento. Em outros, os pontos parecem risquinhos, que se movem rapidamente ao seu redor. Uma bela viagem para os sentidos!

A terceira obra que completa a exposição foi criada pela dupla italiana Quayola + Sinigaglia e traduz os conceitos de elasticidade e liberdade. Intitulada “Flexure”, a vídeo instalação é descrita como “uma escultura digital atemporal”.

Traduzindo, é uma tela gigante que não pára de se transformar, explorando as conexões entre som e imagem. Você vê as imagens se transformando em retângulo, espiral e cilindros bem rapidamente, enquanto o som vai mudando também. Em alguns momentos, parece que o som traduz com precisão uma imagem “se rasgando”. Bem interessante!

 

“Natureza Amplificada: A Arte + Ciência da Forma, Flexibilidade + Liberdade”

Armazém da Utopia (av. Rodriguês Alves – Armazém 6, Cais do Porto, Rio de Janeiro)

Até domingo 8/9

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O Don’t Touch My Moleskine viajou a convite da Nike.

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don’t touch my mixtape: músicas para pegar a estrada, por augusto mariotti

por   /  03/09/2013  /  9:30

Tem coisa melhor do que fazer uma mixtape para pegar a estrada?

O Augusto Mariotti partiu desse ponto para criar uma seleção especial para o Don’t Touch.

Ele explica:

É pra ouvir no carro, pegar a estrada, descer pro litoral, colocar a música alta, cantar e deixar o vento bater no rosto.

Na seleção, Beaches, Kurt Ville, Deerhunter, Django Django, Wolf Alice, Metronomy e muito mais!

A foto que escolhi pra combinar com a seleção é do Rolf Sachs.

Se eu fosse você, ouvia! ♥

Augusto Mariotti, 32, é publicitário de formação, mas profissional de moda com paixão. É diretor de conteúdo da Luminosidade, empresa que criou e produz o São Paulo Fashion Week, comanda o site FFW.com.br e é viciado em descobrir novas bandas, viajar pelo mundo atrás dos festivais de música e discotecar as descobertas em festas de amigos. Abriu o tumblr http://theaugustos.tumblr.com/ para documentar suas andanças por aí.

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o que inspira a contente?

por   /  03/09/2013  /  8:15

O que inspira a Contente?

Respondemos a essa pergunta em um vídeo para o projeto #meinspira, da Petrobras em parceria com o YouPix!

Vejam o vídeo! ♥

Mais em > http://youpix.com.br/meinspira/entusiasmo-paixao-e-o-que-mais-inspira-dani-arrais-e-luiza-voll-do-instamission-meinspira/

Do YouPix:

Se você tem Instagram (e usa muito), já deve ter se deparado por aí com uma hashtag chamada #Instamission, que convida os usuários fanáticos do aplicativo a tirar fotos dentro de um mesmo tema ou missão.

1a missão, lançada no Instagram pela jornalista Dani Arrais e pela publicitária Luiza Voll em 2011, pedia que os participantes fotograssem um sorriso. Só isso! 🙂

Vários sorrisos depois, o Instamission virou negócio e mudou completamente a vida da Dani, da Luiza e de todos que participam do projeto a cada semana (alguns temas chegam a reunir mais de 12 mil fotos), construindo um mural colaborativo de emoções e sensações.

No #meinspira de hoje, elas contam de onde saiu a ideia pra criar o projeto, a importância de manter o entusiamo no meio da correria do dia-a-dia e o valor que olhar pra dentro de você mesmo tem no processo de inspiração.

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dont touch my mixtape: viagem latina, por flávia durante

por   /  30/08/2013  /  9:50

Vamos ouvir mais uma mixtape gostosa?

Desta vez a convidada é a Flávia Durante, jornalista e DJ que anda apaixonada pelos artistas latinos.

Ela explica:

Sempre gostei de artistas latinos, mas depois que voltei a estudar espanhol essa paixonite voltou com tudo. Então, além das bandas, comecei a fuçar as cantoras. E me deparei com várias mulheres encantadoras: algumas mais doces, outras mais invocadas, mas todas muito talentosas.

Várias dessas cantoras são da Colômbia, meu país-obsessão do momento. Espero conhecer otras más na viagem que vou fazer para lá [a Flávia está em Bogotá agora e foi lá onde ela fez a foto que ilustra o post].

Na seleção, Ana Tijoux, Nina Rodriguez, Bomba Estereo, Julieta Venegas e muito mais!

Se eu fosse você, ouvia! ♥

Flávia Durante é jornalista interneteira, part-time DJ, 36 anos, atualmente editora dos sites da Trip e da Tpm e DJ da festa Make Me Up, que acontece uma vez por mês na Casa 92, em Pinheiros. Mantém desde 2000 o semi-abandonado Blah Blah Blog, onde fala sobre várias dessas descobertas e obsessões musicais > www.flaviadurante.blogspot.com.br

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