Favoritos

Posts da categoria "amor"

You’re Not Good Enough

por   /  04/12/2013  /  9:09

Blood Orange é Devonté Hynes, cantor, compositor e produtor inglês que já trabalhou com Florence and The Machine, Chemical Brothers e Solange Knowles e que transforma tudo em música deliciosa!

Por aqui, a música “You’re Not Good Enough” não sai do repeat.

Ouçam! ♥

amor  ·  fotografia  ·  música

Fera Vischer

por   /  03/12/2013  /  18:18

Fera Vischer, que nome sensacional para uma banda, ou uns DJs, sei lá!

Melhor deixar a explicação com quem faz o projeto:

Fera Vischer é um projeto multi-disciplinar composto por uma publicação, um EP e uma totebag, todos com tiragem limitada de 75 cópias. O projeto é uma colaboração entre Sometimes Always, Cotton Project, NCE e Meli-Melo Press, e conta com trabalhos de Gabriel Finotti, Luciano Ferrarezi, Marcelo Gerab, Rafael Paixão, Rafael Toledo, Rafael Varandas e Romeu Silveira.

Ouçam! ♥

(Via A Volta)

amor  ·  fotografia  ·  música

Música é o remédio

por   /  03/12/2013  /  14:14

“Quando os tempos estão particularmente difíceis, e você está prestes a cair no desespero, algumas das grandes músicas pop podem fornecer conforto verdadeiro para fazê-lo passar pela dor”, diz a descrição do livro “Don’t Eat the Yellow Snow”, de Marcus Kraft.

Simples e tão legal! ♥

Mais em > http://www.marcuskraft.net/portfolio/2012_dont_eat_the_yellow_snow_01.html

 

 

amor  ·  arte  ·  design  ·  literatura  ·  música

13 músicas para 2013

por   /  02/12/2013  /  18:18

Fiz uma mixtape especial para a Beltrano Musical (que faz, entre várias coisas, o ótimo Popload Gig), com 13 músicas que ouvi MUITO em 2013 ♥

Começa com o remix do Spiritualized para Cut Copy, passa por Keep Shelly in Athens, Unknown Mortal Orchestra, Opala, Darkside, The Orwells, Holy Ghost, King Krule, Kendrick Lamar, The Knife, Daft Punk e termina com Metronomy.

Ouçam! > http://www.beltranomusical.com/noticias/13-musicas-para-2013-e-o-tema-da-nossa-mixtape-do-mes-por-daniela-arrais/

Beltrano Musical – Mixtape Dani Arrais by Beltrano Musical on Mixcloud

Agradecimento especial a Alberto Lins pela arte que ilustra o post!

amor  ·  especial don't touch  ·  fotografia  ·  mixtapes  ·  música

Don’t Touch My Mixtape: 2 anos de Selvagem

por   /  26/11/2013  /  19:15

Sair pra dançar é uma das coisas que mais gosto de fazer. E, toda vez que uma noite é incrível, o mérito é não apenas da minha predisposição para a pista, mas essencialmente de alguma banda ou de algum DJ que consegue me surpreender.

Vi a dupla Selvagem pela primeira vez no meio do ano. A segunda vez foi sábado passado, no Bar Secreto. E confirmei: o som que eles tocam é sensacional!

Na próxima quinta (28/11), o Selvagem comemora dois anos de existência, com uma festa no Madame Satã. Augusto Olivani e Millos Kaiser, que formam a dupla, convidaram uma outra dupla pra animar a pista: os escoceses Optimo.

Alguma dúvida de teremos mais uma noite maravilhosa?

Aproveitando a ocasião, pedi a eles um set especial para o Don’t Touch!

Let’s dance? ♥

A foto é do Jeff Luker.

 

A Selvagem faz festa de 2 anos nesta quinta, no Madame Satã. A dupla Optimo completa a noite > https://www.facebook.com/events/765698120123681/

Selvagem é tanto o nome da dupla formada pelos DJs Millos Kaiser e Trepanado como da festa que fazem no eixo Rio-São Paulo. Na capital paulista, eles organizam mensalmente uma festa dominical no Centro de São Paulo, no Paribar, localizado na Praça Dom José Gaspar, que é considerada uma das melhores da cidade (vide eleição no Guia da Folha em 2012), além de produzir eventos nos quais já contaram com nomes como Justin Strauss (lenda nova-iorquina, o DJ preferido de Basquiat e Keith Haring), Paul Thomson (baterista do Franz Ferdinand), JD Twitch (Optimo), Andy Blake (World Unknown), Severino (Horse Meat Disco) e Eric Duncan (Rub N Tug); no Rio, a Selvagem tem uma residência mensal produzida em parceria com a Comuna, na qual seus DJs tocam por mais de seis horas em festas conhecidas por acabarem só de manhã. A Selvagem promove uma mistura musical livre-associativa que refuta um único gênero musical, preferindo a ideia de que existe música boa e ruim em qualquer estilo, seja disco, rock, eletrônico, funk, soul ou jazz.

amor  ·  arte  ·  especial don't touch  ·  festa  ·  fotografia  ·  mixtapes  ·  música

Solange, a irmã cool da Beyoncé

por   /  21/11/2013  /  9:00

Solange é a irmã da Beyoncé e autora de uma música que não pode faltar numa boa pista de dança: “Losing You”.

Até aí muita gente sabe, né? E parece que a cantora de 27 anos é só isso. Mas não, ela é bem boa no que faz.

Talvez para não viver na sombra eterna da maravilhosa irmã, ela trocou a super produção do primeiro disco – gravado aos 14 anos, com produtores como Neptunes e Timbaland – por uma postura mais low profile no mundo independente.

Fez cover do Jackson 5 com o Of Montreal, canta uma música linda do Dirty Projectors, estampa a capa da Brooklyn Magazine. E faz músicas que são uma delícia!

Solange se apresenta hoje no Cine Joia, em mais uma edição do Popload Gig.

Fiz uma mixtape no Rdio com músicas de toda a carreira dela e também com suas influências, que vão de Marvelettes a Chaka Khan. Aproveitei e coloquei Ciara, Estelle, Sade, Marvin Gaye, Shuggie Otis, Donna Summer, Erykah Badu…

São 30 músicas, ou quase duas horas de material pra gente já ir começando a dançar!

Se eu fosse você, ouvia! ♥

Solange se apresenta hoje no Cine Joia, em mais uma edição do Popload Gig. Mais em > https://www.facebook.com/poploadgig

amor  ·  especial don't touch  ·  fotografia  ·  mixtapes  ·  música

Lulina cheia de Pantim

por   /  20/11/2013  /  11:13

Poderia dizer que conheço Lulina de outros carnavais de Olinda, mas nem é. A gente se conheceu pela internet, compartilhando um amor louco pelo Belle and Sebastian e muitos emails gigantes, daqueles em que a gente conta a vida toda, quase todo dia.

Nos vimos em Recife quando eu ainda morava lá e ela dava umas passadas, vinda de São Paulo. Eu ouvia os discos que ela fazia em casa (e desde então amo várias de suas músicas, principalmente “Do You Remember Laura?” e “Meu Príncipe”), ia em muitos de seus shows. Fazíamos piqueniques e previsões de como seria o próximo ano – e como eu queria encontrar os caderninhos onde a gente anotava dos mais simples aos mais ousados desejos!

Lulina lança agora seu segundo disco gravado em estúdio, o “Pantim”. O show acontece nesta sexta (22/11), às 21h30, no Sesc Belenzinho. Aproveitei pra conversar com ela, fazendo umas perguntas bem atemporais e outras mais focadas na carreira e no novo disco.

Espero que vocês gostem da conversa! ♥

– Qual é a música que mudou a sua vida?

Não diria uma música, mas uma banda. Velvet Underground. Muitas músicas de Lou Reed fizeram a diferença na minha vida.

– E qual música sua você ouve e entende como algo poderoso, que vai mudar a vida de alguém?

É muito difícil acertar que música teria esse poder, pois nem todo mundo consegue ser tocado pelas mesmas palavras e melodias. Acho que só quem pode responder a essa pergunta é quem está na platéia. Do disco novo, muitas pessoas comentaram comigo sobre duas canções que as tinham tocado profundamente: “Prometeu sem cadeado” e “Areia”.

– Conta um pouco sobre sua trajetória? Quando você se descobriu artista, quando começou, quando tocou pela primeira vez, como começou a ser reconhecida?

Não tenho uma formação musical tradicional, comecei a compor oficialmente aos 15 anos (apesar de já gostar de criar músicas desde uns 9 anos) e tive como professor na adolescência Raul Seixas, através das revistinhas de cifras que eu comprava em Olinda. Comecei a gravar discos em casa em 2001 e nos anos seguintes, a fazer shows com uma banda formada por amigos, em Recife. Ao me mudar para São Paulo, recebi o convite da Yb para gravar meu primeiro disco oficial, depois que ouviram os discos caseiros que eu costumava gravar antes. Nessa época, eu já fazia bastante show no circuito indie de São Paulo. “Cristalina” (2009, Yb) é ao mesmo tempo o meu primeiro disco oficial e também um “the best of” dos 6 discos caseiros gravados anteriormente. O disco foi muito bem recebido por crítica e público, e comecei a fazer shows maiores e a me dedicar cada vez mais à carreira artística. Agora estou lançando o “Pantim”, meu segundo disco pela gravadora Yb, ao mesmo tempo meu 12˚ disco, se eu contar com as produções caseiras, e ao mesmo tempo meu primeiro disco realmente novo (já que o “Cristalina” era uma compilação).É tudo meio fora do padrão mesmo, seguindo o flow da vida e do que dá vontade de compor e lançar.

– Como você define a sua música?

Não sei. Esses dias ouvi um cara definir como “ressaca em dia de sol”. Acho que é isso mesmo. Por sinal, ressaca é um dos momentos mais criativos para mim – fico mais sensível e, se deixar, componho um disco inteiro em um dia de ressaca.

– O que inspira você a criar? O que você quer dizer com o que faz?

Acontecimentos da vida e também a morte me inspiram a criar. A música acaba sendo um diálogo que mantenho comigo mesma e que divido com quem mais se interessar pelo assunto. Não tenho nenhuma intenção específica ao fazer música, apenas é uma atividade que amo, que é tão natural quanto falar, e que me deixa feliz muito mais pelo fazer em si do que pelo resultado que dá. Mas gosto de torcer para que a música que eu faço seja ao menos uma boa companhia, quem sabe um bom amigo, para quem ouve.

– Você cresceu sendo influenciada pelo que? E quais são suas principais referências hoje?

Cresci influenciada por Super Nintendo, Playmobis, revista Mad – foi musicando um texto da revista Mad que compus uma das minhas primeiras canções, por volta dos 10 anos de idade -, literatura russa, festas da família regadas à cerveja, arrumadinho e cozido, Rita Lee e Elton John na vitrola da minha mãe em Olinda, Nirvana e NBA na adolescência, Velvet Underground, Mutantes e Yo La Tengo na faculdade, e nos últimos anos, Tom Zé, Erasmo, Connan Mockasin, Will Oldham, escritores como Philip Roth e David Foster Wallace, Tibete.


– Tem alguma frase que seja seu lema?

Uma frase que a minha vó repetia pra mim, sempre que me via correndo de um lado pro outro, aperriada com trabalho ou com outras preocupações: “A vida é mais importante”.

– E conta sobre o “Pantim”? É seu segundo disco em estúdio. O que a gente vai ouvir? Um disco influenciado pelo que, com participação de quem, que diz o que sobre esse seu momento de vida?

“Pantim” contém músicas compostas em 2011 e 2012 e que parecem ter como fio condutor uma discussão sobre o egocentrismo e o buraco negro que ele provoca. A palavra pantim quer dizer dar chilique, espernear, e é mais usada no Nordeste. O disco tenta buscar algum sentido em tudo o que fazemos e conquistamos, com uma linguagem mais direta, numa gravação com toda a banda ao vivo, praticamente. É diferente do “Cristalina” na forma, mas é muito parecido com ele no conteúdo – se antes as metáforas e o humor escrachado disfarçavam os questionamentos, agora eles são colocados de forma direta, com algum humor, mas sem ironia e sem rodeios. Os mesmos assuntos, antes tratados de um jeito escapista, agora vêm à tona de um jeito mais realista.

As fotos de Lulina foram feitas pela Ana Shiokawa.

Lulina faz show nesta sexta, às 21h30, no Sesc Belenzinho. Mais em > http://www.sescsp.org.br/programacao/15722_LULINA

amor  ·  arte  ·  entrevistas  ·  escreve escreve  ·  especial don't touch  ·  fotografia  ·  música