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Posts da categoria "amor"

Séculos Apaixonados

por   /  21/05/2014  /  9:09

Vira e mexe ouço alguma coisa eletrônica muito legal vinda do Rio de Janeiro. Tem aquela malemolência, um humor, uma batida gostosa que faz você clicar no Soundcloud e passar a tarde inteira ouvindo as mesmas duas músicas em looping.

Foi assim com Séculos Apaixonados, uma banda formada por Gabriel Guerra, Lucas Paiva (do Opalahttp://donttouchmymoleskine.com/entrevista-opala-maria-luiza-jobim/), Felipe Vellozo, Arthur Braganti e João Pessanha, que já passaram ou estão em bandas como Dorgas, Mahmundi, Letuce, Baleia, Epicentro do Bloquinho (aliás, que nome!).

Eles usam a tag #motel pra descrever as músicas “Um Totem do Amor Impossível” e “Só no Masoquismo”. E vai bem por aí mesmo, viu? Uma delícia!

Mais em > https://www.facebook.com/seculosapaixonados

(Via Maria Clara Drummond, que já apareceu por aqui > http://donttouchmymoleskine.com/a-festa-e-minha-e-eu-choro-se-eu-quiser/)

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2 clipes pra hoje: Metronomy e Lee Ranaldo

por   /  20/05/2014  /  16:16

Um do Metronomy, que eu continuo ouvindo todos os dias. Depois do clipe de “Love Letters”, dirigido pelo Michel Gondry, e o de “I’m Aquarius”, chega a vez de “Reservoir”.

E outro do Lee Ranaldo, pra gente ficar com saudade do Velvet Underground.

“A movie of a song in a dream of a movie.” Directed by Fred Riedel, the basic concept plays off particular images of the Velvet Underground as filmed by Andy Warhol in the late 60s, casually rehearsing at the Factory, performing (as The Exploding Plastic Inevitable) on St Marks Place with projections and dancers, and even Warhol’s famous ‘Screen Tests’. The character of “The Projectionist” is played by legendary NYC avant-garde filmmaker Ken Jacobs (with whom both myself and Fred studied back in the 70s). Among the dancers can be spotted former SY drummer Bob Bert. Longtime SY associate, director David Markey, is among those behind the camera on this piece. Shot at Sonic Youth studio Echo Canyon West as well as at live gigs in New York City and Los Angeles.

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Os conselhos de Patti Smith

por   /  19/05/2014  /  17:17

Para começar a semana, um vídeo da Patti Smith falando coisas da maior importância.

“Build a good name. Keep your name clean. Don’t make compromises, don’t worry about making a bunch of money or being successful. Be concerned about doing good work. Protect your work and if you build a good name, eventually that name will be its own currency. Life is like a roller coaster ride, it is never going to be perfect. It is going to have perfect moments and rough spots, but it’s all worth it.”

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Cat Power abre o coração

por   /  12/05/2014  /  8:30

Cat Power fala um monte em uma boa entrevista no Guardian.

Patti Smith gave me life-saving advice. She told me: “It’s your responsibility as an artist to stand up if you believe in something.” I was overwhelmed by that. At the time I was just trying to keep myself alive and stop myself jumping out of windows

We wouldn’t have art and music if we all saw things the same. I’ve spent a lot of my life not fitting in. As a culture we forget that we are very different to each other.

I used to lie about what I did. When a cab driver would ask me what I did for a living I’d say: “I’m a writer.” I never thought I was a “good artist”, like people are “good bartenders” or “good cleaning ladies” with efficiency and a work ethic. I didn’t believe in myself.

I’ve looked death in the eye. The day after Sun [her 2012 album] came out I was in hospital with angioedema [a stress-induced and potentially fatal swelling in the body]. They told me they were going to put me in a coma to save my lungs. My friend came to visit and told me I’d made the Billboard Top 10 and all I could think was: “I don’t want to die.”

Songs can be destructive but helpful. Lyrics come from different places. Sometimes they come from a need, hope, memories or dreams, and sometimes they just come for no reason, from nowhere.

Everywhere I’ve been, I’ve seen the same type of people. It doesn’t matter what language you speak or if you can drive a car or not. We all generally want the same thing: clean water, shelter and security for our families.

Leiam a entrevista completa > http://www.theguardian.com/music/2014/may/10/cat-power-this-much-i-know

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Testamento de partideiro

por   /  11/05/2014  /  15:00

Uma música para o domingo: “Tempo de partideiro”, de Candeia.

Mas se houver tristeza que seja bonita
De tristeza feia o poeta não gosta
E um surdo marcando o choro de cuíca
Viola pergunta, mas não tem resposta
Quem rezar por mim que o faça sambando
Porque um bom samba é forma de oração
Um bom partideiro só chora versando
Tomando com amor batida de limão

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Vai dar tudo certo

por   /  28/03/2014  /  13:00

Tanta coisa acontece em um mês que, de repente, não consegui aparecer por aqui. Volto aos poucos, com vontade de dividir com vocês tantas coisas lindas que vi por aí!

Pra começar, uma mixtape para aqueles momentos de surpresa e dúvida, de agonia e alegria, que depois se transformam na certeza de que tudo se resolve.

A mixtape começa e termina com músicas que eu tenho ouvido obsessivamente. A primeira é “The Upsetter”, do Metronomy, e a última é “Mi Mujer”, do Nicolas Jaar.

No meio do caminho, mais um monte. Quase tudo com umas batidas repetitivas que têm funcionado como meditação pra mim. Tem Grimes, Bonobo, Mount Kimbie, Disclosure, Daedelus, Gold Panda, Purity Ring, Samiyam, Sun Glitters, Flying Lotus, Shlohmo, SBTRKT, Four Tet, FaltyDL e Stéphane Pompougnac.

A foto que escolhi pra ilustrar é o Echo the Sun.

Ah, assinem a mixtape no Rdio – é sempre muito legal ver as carinhas de quem escuta as seleções!

Espero que vocês gostem. E oi de volta! ♡

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Belezinhas

por   /  29/01/2014  /  10:10

Tenho tentado usar menos os adjetivos incrível e maravilhoso – cansei de ser tão hiperbólica e repetitiva!

Compartilhando o desejo de ampliar meu vocabulário com as amigas, conheci um novo: belezinha. Foi a Nina que contou pra Lu, que me contou. E desde então ando um pouco obcecada. Quantas coisas podem caber num simples belezinha? Muitas! Inclusive uma mixtape retrô, com músicas para dançar de rostinho colado.

Começa com Bob Dylan, passa por The Troggs, vai pra Rolling Stones, Del Shannon, Roy Orbinson, The Crystals, Beach Boys, The Chiffons, Lesley Gore, The Shangri-Las e na sequência final vem Charlie Feathers e T. Rex.

Tá uma delícia!

A foto é do arquivo do Benicektoo.

Se eu fosse você, ouvia! ♥

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11 músicas pro começo do ano

por   /  21/01/2014  /  10:10

Pra começar o ano, fiz uma mixtape com 11 lançamentos!

Começa com Warpaint, passa por Mogwai (♥♥♥♥♥), Pixies, Bombay Bicycle Club, Beck, St. Vincent, Real Estate, Stephen Malkmus, Wild Beasts, Hooverphonic e termina com Liars.

Só música nova – e muito legal!

Pra ilustrar, uma foto linda do William James Vincent.

Se eu fosse você, ouvia! ♥

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