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Posts da categoria "amor"

madrid

por   /  20/06/2012  /  11:35

Madrid é a nova banda nova do Adriano Cintra, desta vez em parceria com a Marina Vello. Ele, ex-CSS, ela, ex-Bonde do Rolê. Juntos, fazem um som bem diferente de antes _e MUITO bom!

No lugar da festa, da música que funciona em pista, eles pegam violão e piano e fazem canções, daquelas que a gente vai ouvir em casa num dia de chuva _e na rua, de madrugada, também. Foi nesse último contexto que vi o show deles no Bar Secreto, na semana passada. No vídeo abaixo dá pra sentir a vibe  =)

A Noize fez uma entrevista com a dupla _e uma das fotos que aparece é essa que ilustra o post, feita pelo Rafael Kent. Um trechinho: “Eu tinha uma banda [CSS] com quatro energúmenas, que não sabiam fazer nada, então eu tinha que fazer tudo. Quando eu sentei com a Marina [Vello] eu falei: Nossa, amém. (…) Chega de ficar carregando as pessoas nas costas. Isso é um saco”.

Leiam > http://issuu.com/noize/docs/noize54_junho_2012/52

Ouçam as músicas > http://wearemadrid.co.uk/64706/music

Acompanhem > https://www.facebook.com/madridsongs

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música do dia: two cousins

por   /  20/06/2012  /  10:14

Tô apaixonada por “Two cousins”, música linda do Slow Club ♥

Two lost cousins
And one new watch
A chauffeur-driven dream
Told us where to drop
All of our feelings
They’re in the Porsche
So no one could avoid
So no one could avoid

Hold on
To where you’re from
It’s where your heart goes
When you’re done

So let’s say
“I’ll come another day”
And maybe you’ll understand
I look into your eyes
And you don’t know who I am

Did you scream it?
Honey, from the gal
My day just got misted
And the purple’s talking down
Meetings in the desert
We want him to hear about
We want him to hear about
But I guess it’s too late now

Hold on
To where you’re from
It’s where your heart goes
When you’re done

First it wasn’t easy
But seconds coming back
I’ve got a third upon my shoulder
And look it’s on my back

So let’s say
“I’ll come another day”
And maybe you’ll understand
I look into your eyes
You don’t know who I am
I’ll come another day
And maybe you’ll understand
I look into your eyes
You don’t know who I am

Mais em > https://www.facebook.com/slowclub

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cat power voltou!

por   /  19/06/2012  /  9:20

A minha, a sua, a nossa amada Cat Power está de volta! ♥

Depois de seis anos, ela apresenta “Ruin”, faixa do seu novo disco, “Sun” _que sai em setembro pela Matador Records.

No vídeo dirigido por Austin Conroy, ela aparece de cabelos curtos, como no comecinho da carreira. Ao Stool Pigeon ela disse que fez isso depois de acabar o namoro com o ator Giovanni Ribisi:

“Eu cortei meu cabelo três dias [após o rompimento], peguei um avião para a França e terminei [essa] merda”, disse. “Está tudo bem, você sabe. Eu amo muito a pessoa. Eu realmente amo muito este disco, também. Estou muito orgulhosa dele.”

E eu tô feliz de ouvir a voz dela de novo!

Mais em > http://www.catpowermusic.com/

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mainha painho: nascem dois clássicos

por   /  12/06/2012  /  1:20

“Mainha painho” é o mais novo grande sucesso do brega recifense.

Apreciem o clipe oficial da Companhia da Lapada:

E aí que algum gênio resolveu fazer a versão gringa da música, carinhosamente chamada de “Mommy Daddy” e interpretada pela maravilhosa Amanda Stone.

Atenção para as tags do vídeo: “jacaré que dorme vira bolsa”, “ele já me comeu”, “eu vou morar com ele”, que resumem com precisão o espírito da canção.

Deu pra sentir a vibe?

Por favor, apreciem! ♥

Agora as perguntas que não querem calar: quem são essas pessoas, por que elas ainda não são nossas amigas??

Quem me mandou essa pérola foi meu querido irmão, Leonardo Cisneiros

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don’t touch my karaoke #3 | filipe catto

por   /  08/06/2012  /  10:00

Filipe Catto coloca o coração na boca a cada vez que começa a cantar. Ele faz isso de um jeito impecável, incluindo no mesmo balaio a perfeição técnica e a paixão de cantar aquilo que ama.

O resultado é uma plateia toda besta, capaz de encher os olhos de lágrimas quando ele resolver encarnar Fábio Jr.

Para o nosso Don’t Touch My Karaoke, Catto escolheu cantar a musica “20 e poucos anos”. E explica o motivo:  “porque eu acho que é a música mais linda do Fábio, e o Fábio é um cara que tem diversas músicas perfeitas para serem cantadas no karaokê, no videokê e muito mais”.

Verdade. Quantas vezes já nos aventuramos a cantar “Alma gêmea”? Eu adoro!

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #2 | Arícia Mes >http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-2-aricia-mess/

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don’t touch my karaoke #2 | arícia mess

por   /  23/05/2012  /  11:57

Arícia Mess é uma daquelas mulheres que ficam gigantes (e ainda mais maravilhosas) quando começam a cantar. Bastou ela começar a fazer “ai, ai, ai” e “iê, iê, iê” pra todo mundo se derreter na gravação do Don’t Touch My Karaoke.

Ela escolheu cantar “Gostoso veneno”, de outra diva como ela, Alcione.

E explica: “Escolhi ‘Gostoso veneno’, do repertório da Alcione, porque me fez pensar um pouco sobre coisas improváveis que eu cantaria. Essa música eu sinto que é muito popular, muito pop e é linda também. É uma música que fala de amor. E eu acho que tá faltando falar de amor um pouco”.

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

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música do dia: proposta indecente

por   /  22/05/2012  /  8:50

Grande descoberta do dia, do mês: Aíla, cantora paraense que fez a maravilhosa “Proposta indecente”, com participação especial de dona Onete ♥

Você pode ligar pro meu celular a hora que você quiser
A proposta de pé pra você passar o inverno comigo
E se a gente se der bem, passa o verão também…

É uma proposta indecente, você me falou
Apostei todas as cartas no jogo do amor
Eu sei do que você gosta, aceita a proposta, basta só dizer sim

Os meus beijos te esperam
Os meus abraços também
Vem correndo, meu bem

Liga, liga, liga, liga, liga, meu bem… Meu bem

Dá pra ouvir várias músicas aqui, inclusive um cover de “Garota”, de Alípio Martins, em dueto com Gaby Amarantos > http://www.youtube.com/user/ailaoficial?ob=0

Mais em > https://www.facebook.com/ailamusic

Via @tathiannanunes

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quanto vale um segredo?

por   /  22/05/2012  /  8:40

Thiago Pethit foi convidado pelo Efêmero Concreto pra elaborar uma intervenção artística no espaço urbano. E ele escolheu comprar segredos no centro de São Paulo.

Sobre “Quanto vale um segredo?”, ele conta:

“Quando recebi a proposta de criar, com toda a liberdade, uma intervenção na cidade, fiquei assustado – e me senti desafiado. Ainda incerto, recorri a duas amigas – as artistas Tainá Azeredo, fundadora do projeto Casa Tomada, e Adelita Ahmed, do grupo Ghawazee – para que desenvolvêssemos uma performance com base na minha ideia inicial: trabalhar com sons e escuta na cidade mais barulhenta da América do Sul.

No começo da ação, na avenida Paulista, sentia que estava jogando contra mim mesmo. O cinismo que eu atribuía à personagem ainda estava longe de ser real – como o nome da nossa moeda. Todas as palavras que me eram vendidas pareciam valer muito, e eu me identificava com cada uma delas. E assim, ainda sem me dar conta do inferno no qual estava entrando, desci até a Praça da Sé.

O depoimento de uma mulher, presa por latrocínio, estuprada ainda muito jovem, com a vida toda estragada e que me jurava com lágrimas nos olhos que seus dias haviam mudado, chacoalhou minha alma. Por que ela contava aquilo para mim e não às pessoas mais próximas? Eu não estava ali como um psicólogo, não tinha a intenção de ajudar ou de aliviar as dores de ninguém. Minha cara e minha crueldade – sim, eu comecei a ser cruel, de verdade – não estavam à disposição do próximo. Tornei-me um grande cínico. E não me dei conta de que a personagem se instalara facilmente em mim. Não por esforço próprio, mas pelo que eu ganhava do mundo em troca das folhas de papel nos meus bolsos. Quanto mais poder eu tinha, menos valiam os segredos.

Parei o jogo quando me estafei. Não sabia ao certo se minha missão estava cumprida com louvor – nem havia me dado conta do relato de um assassinato no meio de tantos segredos. A personagem ficou perdida pela Praça da Sé e eu só consegui escutar e editar o registro dos segredos duas semanas depois. E foi então que percebi que algumas pessoas deram depoimentos muito íntimos, mas que não valiam nada. Disseram palavras duras e sujas que formavam uma história ‘sem alma’, que poderia ser narrada por uma máquina num filme de ficção científica. Mas outras pessoas, escondidas em meio a tudo isso, independentemente do que narravam, realmente me entregaram seus ouros. Os desejos, os sonhos e a humanidade de algumas pessoas ficam claros pelo tom de voz ou por uma risada sutil, como de quem percebe que disse o que jamais diria.

Nem por dinheiro.”

Mais em > http://efemeroconcreto.com.br/?p=50

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