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Posts da categoria "amor"

mainha painho: nascem dois clássicos

por   /  12/06/2012  /  1:20

“Mainha painho” é o mais novo grande sucesso do brega recifense.

Apreciem o clipe oficial da Companhia da Lapada:

E aí que algum gênio resolveu fazer a versão gringa da música, carinhosamente chamada de “Mommy Daddy” e interpretada pela maravilhosa Amanda Stone.

Atenção para as tags do vídeo: “jacaré que dorme vira bolsa”, “ele já me comeu”, “eu vou morar com ele”, que resumem com precisão o espírito da canção.

Deu pra sentir a vibe?

Por favor, apreciem! ♥

Agora as perguntas que não querem calar: quem são essas pessoas, por que elas ainda não são nossas amigas??

Quem me mandou essa pérola foi meu querido irmão, Leonardo Cisneiros

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don’t touch my karaoke #3 | filipe catto

por   /  08/06/2012  /  10:00

Filipe Catto coloca o coração na boca a cada vez que começa a cantar. Ele faz isso de um jeito impecável, incluindo no mesmo balaio a perfeição técnica e a paixão de cantar aquilo que ama.

O resultado é uma plateia toda besta, capaz de encher os olhos de lágrimas quando ele resolver encarnar Fábio Jr.

Para o nosso Don’t Touch My Karaoke, Catto escolheu cantar a musica “20 e poucos anos”. E explica o motivo:  “porque eu acho que é a música mais linda do Fábio, e o Fábio é um cara que tem diversas músicas perfeitas para serem cantadas no karaokê, no videokê e muito mais”.

Verdade. Quantas vezes já nos aventuramos a cantar “Alma gêmea”? Eu adoro!

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #2 | Arícia Mes >http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-2-aricia-mess/

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don’t touch my karaoke #2 | arícia mess

por   /  23/05/2012  /  11:57

Arícia Mess é uma daquelas mulheres que ficam gigantes (e ainda mais maravilhosas) quando começam a cantar. Bastou ela começar a fazer “ai, ai, ai” e “iê, iê, iê” pra todo mundo se derreter na gravação do Don’t Touch My Karaoke.

Ela escolheu cantar “Gostoso veneno”, de outra diva como ela, Alcione.

E explica: “Escolhi ‘Gostoso veneno’, do repertório da Alcione, porque me fez pensar um pouco sobre coisas improváveis que eu cantaria. Essa música eu sinto que é muito popular, muito pop e é linda também. É uma música que fala de amor. E eu acho que tá faltando falar de amor um pouco”.

Deliciem-se! ♥

Para relembrar o Don’t Touch My Karaoke #1 | Pélico > http://donttouchmymoleskine.com/dont-touch-my-karaoke-1-pelico/

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música do dia: proposta indecente

por   /  22/05/2012  /  8:50

Grande descoberta do dia, do mês: Aíla, cantora paraense que fez a maravilhosa “Proposta indecente”, com participação especial de dona Onete ♥

Você pode ligar pro meu celular a hora que você quiser
A proposta de pé pra você passar o inverno comigo
E se a gente se der bem, passa o verão também…

É uma proposta indecente, você me falou
Apostei todas as cartas no jogo do amor
Eu sei do que você gosta, aceita a proposta, basta só dizer sim

Os meus beijos te esperam
Os meus abraços também
Vem correndo, meu bem

Liga, liga, liga, liga, liga, meu bem… Meu bem

Dá pra ouvir várias músicas aqui, inclusive um cover de “Garota”, de Alípio Martins, em dueto com Gaby Amarantos > http://www.youtube.com/user/ailaoficial?ob=0

Mais em > https://www.facebook.com/ailamusic

Via @tathiannanunes

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quanto vale um segredo?

por   /  22/05/2012  /  8:40

Thiago Pethit foi convidado pelo Efêmero Concreto pra elaborar uma intervenção artística no espaço urbano. E ele escolheu comprar segredos no centro de São Paulo.

Sobre “Quanto vale um segredo?”, ele conta:

“Quando recebi a proposta de criar, com toda a liberdade, uma intervenção na cidade, fiquei assustado – e me senti desafiado. Ainda incerto, recorri a duas amigas – as artistas Tainá Azeredo, fundadora do projeto Casa Tomada, e Adelita Ahmed, do grupo Ghawazee – para que desenvolvêssemos uma performance com base na minha ideia inicial: trabalhar com sons e escuta na cidade mais barulhenta da América do Sul.

No começo da ação, na avenida Paulista, sentia que estava jogando contra mim mesmo. O cinismo que eu atribuía à personagem ainda estava longe de ser real – como o nome da nossa moeda. Todas as palavras que me eram vendidas pareciam valer muito, e eu me identificava com cada uma delas. E assim, ainda sem me dar conta do inferno no qual estava entrando, desci até a Praça da Sé.

O depoimento de uma mulher, presa por latrocínio, estuprada ainda muito jovem, com a vida toda estragada e que me jurava com lágrimas nos olhos que seus dias haviam mudado, chacoalhou minha alma. Por que ela contava aquilo para mim e não às pessoas mais próximas? Eu não estava ali como um psicólogo, não tinha a intenção de ajudar ou de aliviar as dores de ninguém. Minha cara e minha crueldade – sim, eu comecei a ser cruel, de verdade – não estavam à disposição do próximo. Tornei-me um grande cínico. E não me dei conta de que a personagem se instalara facilmente em mim. Não por esforço próprio, mas pelo que eu ganhava do mundo em troca das folhas de papel nos meus bolsos. Quanto mais poder eu tinha, menos valiam os segredos.

Parei o jogo quando me estafei. Não sabia ao certo se minha missão estava cumprida com louvor – nem havia me dado conta do relato de um assassinato no meio de tantos segredos. A personagem ficou perdida pela Praça da Sé e eu só consegui escutar e editar o registro dos segredos duas semanas depois. E foi então que percebi que algumas pessoas deram depoimentos muito íntimos, mas que não valiam nada. Disseram palavras duras e sujas que formavam uma história ‘sem alma’, que poderia ser narrada por uma máquina num filme de ficção científica. Mas outras pessoas, escondidas em meio a tudo isso, independentemente do que narravam, realmente me entregaram seus ouros. Os desejos, os sonhos e a humanidade de algumas pessoas ficam claros pelo tom de voz ou por uma risada sutil, como de quem percebe que disse o que jamais diria.

Nem por dinheiro.”

Mais em > http://efemeroconcreto.com.br/?p=50

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don’t touch my tv: the cigarettes

por   /  19/05/2012  /  15:26

Eu devia ter uns 16 anos quando ouvi The Cigarettes pela primeira vez. E o que acontece com as músicas que a gente ouve nesse tempo é que elas ficam pra sempre na gente e trazem lembranças lindas a cada vez que a gente coloca um disco pra tocar.

No começo do ano, fiquei super feliz com a notícia de que o terceiro disco da banda ia sair. E aí há umas duas semanas vi que o lançamento do disco acontece hoje em São Paulo.

E o que acontece quando eu gosto demais de uma coisa? Fico logo querendo fazer uma entrevista. Chamei meu querido amigo Eugênio Vieira, que também ama o Cigarettes. Ele chamou o Pedro Palhares, que chegou com camiseta da Pacolli, que também apareceu no violão do Marcelo Colares na forma de adesivos de “pure love”. Pra ilustrar o post, cartaz lindo da Silvis. Ou seja, tudo lindo, tudo em casa!

Gravamos a entrevista aqui em casa, ontem de manhã. E o resultado é mais uma linda edição do Don’t Touch My TV! Vejam ♥

Vamos no show? https://www.facebook.com/events/375360562516902/

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don’t touch my karaoke #1 | pélico

por   /  08/05/2012  /  12:25

Um dos meus programas preferidos da vida é cantar em karaokês. Quando chego em um, logo pego a carta de músicas, escolho um Zezé di Camargo e Luciano pra começar, aguardo ansiosamente a minha vez e, quando ela chega, solto a voz como se soubesse cantar _o que, definitivamente, não corresponde à realidade.

Karaokê pra mim é lugar de alegria, de memória afetiva, de celebração. Sempre que passo a noite em um, acabo fazendo amigos que duram o tempo daquelas conversas entre uma canção e outra, da vibração a cada resultado mostrado na telinha com imagens de lugares paradisíacos.

Outro dos meus programadas preferidos da vida é ver shows. E sou tão apaixonada por música que não me contento só de ouvir o que já está pronto. Passo horas pensando no quanto seria legal ouvir tal cantor interpretando uma música que não faz parte do repertório original dele.

E foi juntando as duas coisas que surgiu o Don’t Touch My Karaoke, o mais novo projeto do Don’t Touch My Moleskine! ♥

Já digo pra vocês: ficou sensacional! Sabe por que? Porque artistas super talentosos que eu adoro toparam fazer versões maravilhosas para clássicos do karaokê!

E também porque eu tenho a sorte de ter amigos incríveis, que fizeram o projeto acontecer: Theo Lambert (edição), Romero Cavalcanti (direção, imagens e fotografia), Léo Barbalho e Eugênio Vieira (imagens e fotografia), Felipe S. (som), Maria Antunes (produção) e todos que deram sugestões e acompanharam a gravação dos primeiros vídeos!

Pra começar, Pélico canta “Depois do prazer”, de Alexandre Pires! ♥

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