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Posts da categoria "amor"

The best place to be is in love

por   /  11/03/2015  /  16:16

@thebestplacetobeisinlove7

A internet já me trouxe muitas alegrias – e algumas amizades que não sei viver sem. Com a Jordana foi assim. A gente é amiga do tempo de trocar cartas com envelope colorido e caneta escolhida pra combinar com o papel especial, de ficar horas, muitas horas no telefone, de passar meses sem falar nada e, quando retoma o contato, vê que tudo tá gostoso como tem que ser.

Daí hoje venho contar pra vocês que a Jo criou um projeto lindo pra espalhar amor por aí: @thebestplacetobeisinlove.

Ela manda os adesivos pra quem quiser. O passo seguinte é escolher lugares legais e sair colando, fazer umas fotos e colocá-las no Instagram ou no Facebook usando a hashtag #thebestplacetobeisinlove.

Sigam > www.instagram.com/thebestplacetobeisinlove + www.facebook.com/thebestplacetobeisinlove

Aproveitei pra saber mais do projeto. Leiam abaixo!

@thebestplacetobeisinlove1

- Como foi que surgiu a ideia?

Depois de eu me apaixonar por um projeto americano parecido, o You Are Beautiful (inclusive pedi a “benção” deles por estar fazendo adesivos com um design parecido – recebi a resposta mais fofa do universo). Então tive a idéia da frase e pensei “porque eu não posso fazer algo parecido com uma coisa que eu gostei tanto”? Mandei fazer 300 adesivos e fui espalhando por aí. Naquela época eu usava o Flickr, e algumas pessoas viram e pediram uns adesivos, que eu prontamente enviei. Nem todos me mandaram fotos de volta, mas isso não fez a diferença, porque eu queria mesmo era que o amor fosse espalhado pelo mundo.

- Quais foram as respostas mais legais que tu já recebeu até hoje?

Quando uma amiga de Instagram da Dinamarca me contou por email colocando uma foto do adesivo na barriga dela e mandando uma foto dizendo que tinha uma super novidade, que estava esperando gêmeas.

@thebestplacetobeisinlove2

- Você parou com o projeto por um tempo. Por que? E o que fez ter vontade de retomá-lo?

O projeto nunca parou, o que parou foi a conta do Flickr e o recebimento das fotos. Porém desde 2006 até 2014 tem gente espalhando o amor pelo mundo. A vontade de retomar foi porque minha vida em 2014 passou por uma GRANDE mudança, que exigiu que eu saísse da minha zona de conforto e também tivesse coragem para recomeçar e fazer algumas coisas diferentes de como eu vinha fazendo. Então resolvi criar uma página no facebook (que bem ou mal a tiazinha velha aqui ainda acho que é uma das ferramentas mais usadas pelas pessoas) e mostrar o projeto para o mundo de novo. Funcionou super bem até agora, desde que a página foi criada já enviei adesivos para um monte de estados do país e pelo menos seis países diferentes. Aguardo ansiosamente as fotos, hehe. Já recebi algumas, mas espero muito mais por vir.

@thebestplacetobeisinlove3

- O que tu espera quando coloca essa ideia pro mundo?

É bem simples: eu acredito no amor. E sempre foi assim. Acredito naquele amor por pequenas coisas, por grandes gestos ou por algo que simplesmente me mova, me inspire ou seja belo aos meus olhos. E isso é o que eu gostaria de dividir com o mundo. Assim a gente cria uma “gangue do amor” e deixa as pessoas perceberem que o amor não se resume a dividir seu sentimento com outra pessoa.

@thebestplacetobeisinlove6

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Sobre um experimento afetivo do Brasil 1970, por Diego Matos

por   /  06/03/2015  /  6:06

Diego Matos 2

Fazer mixtape é contar história, mandar recado, cultivar saudade. Diego Matos, amigo querido, faz uma investigação afetiva do Brasil dos anos 1970. Quando a gente ouve se transporta para um tempo que não vivemos, mas que certamente nos foi dado de presente pelas músicas que nossos pais, mães, tios e tias ouviam na vitrola ou no 3 em 1 de casa.

Diego é arquiteto e urbanista, atua como pesquisador, professor e curador e é apaixonado por música, desses que se comove a cada vez que ouve João Gilberto. Sobre seleção, ele explica:

Fiz uma lista em uma ordem que considero bacana, oferecendo cadência e ciclos melódicos e poéticos distintos. São 20 canções de 1969 à 1973. Quis focar nesse início dos anos 1970 por ver ai uma relação que ao mesmo tempo é afetiva, experimental e histórica. Essa tem sido uma investigação meio caótica em que tento resgatar memórias da primeira infância, Fortaleza que ficou para trás, quem eu sou através do repertório dos meus pais. É a busca por um lastro que diga um pouco mais do que exponho intelectual e afetivamente. Fugi particularmente do formato popular da canção brasileira; famoso pelos nossos principais intérpretes.

Na mixtape, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo, Paulo Cesar Pinheiro, Egberto Gismonti, João Gilberto e mais um monte de coisa linda.

Ouçam com a gente!

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Don’t Touch apresenta: Go, Writers para amadores

por   /  02/03/2015  /  10:10

Go Writers DTMM

Seu coração virou confete neste Carnaval? Vem cá. Aproveita que é Ano Novo, que a roda do moinho voltou a girar e que tem coisa que só sai da gente por escrito. E voa pro Go, Writers. Edição especial para amadores, curadoria de textos do Don’t Touch My Moleskine, drink para abrir o peito e cadernos feitos à mão. Você vai aprender com a Cris Lisbôa que texto bom tem começo, meio, fim. E foi escrito por alguém com o coração na ponta dos dedos.

Vamos todos? Dia 12/03, em São Paulo.

Update: abrimos mais uma turma no dia 13/03!

Todas as informações em > bit.ly/dtmmgowriters

Saudade dos 16 anos

por   /  02/02/2015  /  10:00

@arvidabystrom

Fiquei ouvindo Legião Urbana por uma semana, sem parar, lembrando do dia em que o Renato Russo morreu e eu voltava do colégio ali pela rua Amélia, em Recife, sentindo mais a melancolia dos outros do que a minha própria. Anos depois, ouvir a banda me leva para aquele tempo em que a gente passa horas no quarto ouvindo cada letra de música como se fosse a tradução da nossa vida – ou da vida que a gente queria ter.

Fiquei lembrando de músicas que me lembram essa época. São tantas! Tem “The good life”, do Weezer, que Gui e Mateus levavam em CD pra toda festinha que a gente ia. “Sobre o tempo”, do Pato Fu, cujo clipe eu via na MTV. Tem licença poética pra incluir no meio músicas sem ordem cronológica. De Raimundos, Hanson, Blur e Green Day a Los Hermanos, passando por Sonic Youth, que deu origem ao meu primeiro nickname no mIRC. Depois aparecem Alanis, Jewel, Natalie Imbruglia, Jonny Lang, Bon Jovi… Belle and Sebastian, que marcou a vida toda.

Haja nostalgia! Pra acompanhar, uma foto da @arvidbystrom.

Ouçam comigo!

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Sobre praticar tudo, bem ou mal, mas repetidamente

por   /  26/01/2015  /  8:08

Kurt

What I had to say to you, moreover, would not take long, to wit: practice any art, music, singing, dancing, acting, drawing, painting, sculpting, poetry, fiction, essays, reportage, no matter how well or badly, not to get money and fame, but to experience becoming, to find out what’s inside you, to make your soul grow.

Em 2006, um grupo de estudantes foi desafiado pelo professor a testar suas habilidades persuasivas, pedindo ao escritor Kurt Vonnegut para visitá-los. Foi essa a resposta que eles receberam.

[Via Letters of Note]

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Embalos de sexta à noite

por   /  23/01/2015  /  7:07

@flagartfoundation

Pra começar um ano, uma mixtape para ouvir na sexta à noite, tanto como esquenta pra balada quanto praquele tempo infinito de decidir qual filme ver no Netflix.

Começa com Cocteau Twins, passa por Sinkane, Future Islands, Hypnolove, Easter, Ryan Hemsworth, Cashmere Cat, Wildlight. Aí depois tem Chlöe Howl, Arnaud Reboniti, Lady, Baths, Shlohmo, Lower Dens e Grant, terminando com Black Keys.

A foto é de uma instalação do Jim Rodgers, via @flagartfoundation.

Ouçam comigo!

Vocês já seguem o Don’t Touch no Rdio? > http://rdio.com/people/donttouchmymoleskine

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Desenhar para estimular a criatividade

por   /  21/01/2015  /  16:30

Paulo von Poser 2

Sempre fui do tipo que faz mil coisas ao mesmo tempo. Sonho em ser monotasker, enquanto na maior parte do tempo ainda me desdobro para dar conta do que invento fazer. Uma das poucas vezes na vida em que entrei em um estado de concentração absoluta aconteceu quando fiz aula de desenho com o Dudi Maia Rosa. Passei alguns bons minutos me perdendo na tentativa de desenhar umas pedras que ele tinha recolhido do parque. Eu, que me arrisco no máximo a fazer boneco de palitinho, me vi pela primeira vez no flow, tentando expressar alguma coisa pela imagem. Foi demais!

Dia desses, o pessoal da Remix Social Ideas me perguntou se eu queria em fazer uma entrevista com o Paulo von Poser, um dos professores do curso Intensivo da The School of Life, que acontece a partir deste próximo fim de semana. Quando vi que o Paulo é desenhista, artista plástico e arquiteto, lembrei da aula e mandei umas perguntas pra ele.

Pra começar, perguntei qual é o primeiro passo que se deve dar deixar de dizer “mas eu não sei desenhar, só faço boneco de palitinho!”. E ele disse: Rabiscar violentamente, observando a respiração e o som do desenho, identificar o bloqueio crítico de controle e julgamento que te deixa irritado e frustrado ao desenhar, abandonar os modelos pré-estabelecidos, conhecer museus e ‘curtir’ a história da arte. É fundamental adquirir o hábito de anotar tudo e carregar sempre uma caderneta”.

Não é preciso se preocupar em desenhar bem, achar um estilo. “A letra de cada um já é um desenho, nossa identidade é o desenho das nossas impressões digitais.” Talvez por entender isso intuitivamente, Paulo começou a desenhar brincando com a comida que sobrava no prato nos almoços de família. Formou-se em arquitetura e também virou ceramista, ilustrador e professor. Completou 30 anos de carreira em 2012, com retrospectiva no Museu Brasileiro de Escultura e exposição no Museu de Arte Sacra.

Quando olha para sua trajetória, percebe que o desenho o ensinou a ensinar. “A beleza do desenho é sua incompletude e a abertura para o outro. Quem vê um desenho meu desenha também”, diz.

Para ele, desenhar estimula a criatividade. “Sentir e ‘sair’ do tempo pode ser um jogo interessante. Você pode desenhar em segundos ou demorar anos sem acabar, mesmo assim sua maior qualidade ainda é a síntese.” Ainda mais nesses tempos acelerados em que vivemos. “Estamos pressionados hoje: temos que ser responsáveis, bem sucedidos, ser saudáveis, conscientes e sustentáveis. Estamos exaustos de nós mesmos. Ser diletante pode ser revigorante, pois te esvazia e te prepara para novos propósitos.”

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Paulo von Poser é um dos professores no curso Intensivo que a The School of Life realiza em São Paulo entre os dias 23 e 27/01. Para saber mais > http://bit.ly/183FQ0t

Outro convidado é o David Baker, que já entrevistei por aqui > http://bit.ly/1bV4Ogn

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Go, Writers de verão

por   /  20/01/2015  /  21:21

Go Writers

Começo de ano é o momento ideal pra gente tirar as vontades do papel, né? Então venho aqui recomendar a vocês o Go, Writers, curso de criação em escrita da musa Cris Lisbôa. Já fiz o módulo 1, o módulo 2 e tenho a alegria de fazer o módulo 3 todo mês, com uma turma super legal!

O curso acontece dias 26 e 27/01, conhecidos como próximas segunda e terça, das 18h às 22h, no Estúdio Mixirica, na Vila Madalena, SP.

Neste link vocês encontram informações sobre valor e horários > http://bit.ly/1Gr77cv

Também dá pra ir entrando no clima pelo evento no Facebook > https://www.facebook.com/events/746875432069289/

Ah, e sabe o melhor? Leitores do Don’t Touch têm 15% de desconto! É só mandar email pra laemcasa@produtoradevida.com.br. Professores da rede pública ganham bolsa integral.

Deixo aqui meus depoimentos sobre o curso: no Instagram e no blog.

Mais em > http://www.gowriters.com.br/

Depois me digam o que acharam!

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