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Trilha: Sextou

por   /  09/10/2017  /  9:09

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Sabe quando chega a sexta, você quer fazer alguma coisa, mas bate o cansaço da semana inteira e tudo que você queria era ver Netflix e dormir? Daí pra mudar essa vibe eu coloco “I wanna dance with somebody”, da Whitney Houston, e tudo muda. É com ela que começo a playlist Sextou, que também tem @anitta@leticialetrux@baianasystem e mais um monte de coisa. Vai lá no perfil do Don’t Touch no @spotifybrasil ouvir!

A foto é de #WaringAbbott.

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Trilha: Novas Brasil FM, vol. 2

por   /  08/10/2017  /  9:09

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Playlist do dia: Novas Brasil FM vol. 2. Cheia daquelas músicas brasileiras que deviam tocar no rádio. No repeat. Ouçam em bit.ly/novasbrasilfm.

Tem @so.le.dad@carvalholua@julianaperdigao@dominuslancelius@letrux@baianasystem@hookerjohnny@ottomatopeia@festaselvagem e muito mais.

A foto é da @brunavalenca.

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Amor depois dos 75 anos

por   /  05/10/2017  /  11:11

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Lendo o El País, encontrei essa beleza. Isabel Allende: “Me apaixonei de novo aos 75. Não há amor sem risco”.

“Allende começa a contar, radiante, como esse novo verão chegou a sua vida. Quando se separou de seu companheiro, retirou-se para uma casinha na Califórnia com seu computador e seu cão, decidida a viver sozinha pelo resto de seus dias. ‘Um senhor de Nova York me escutou no rádio de seu carro, a caminho de Boston. Mandou um email ao meu escritório, e outro, e mais outro. No terceiro, respondi eu mesma porque veio com um buquê de flores. Cinco meses depois de receber diariamente um email de bom-dia e outro de boa-noite, aproveitei uma viagem de trabalho para conhecê-lo. Então, em cinco minutos, tudo aconteceu, e agora ele está vendendo o que tem para vir morar comigo. Ou seja, essas coisas existem, são milagres que acontecem. Sim, aos 75 estou apaixonada pela terceira vez na minha vida, não há amor sem risco’, relata, sem poder e talvez nem querer esconder uma risada, entre boba e cúmplice, diante da cara, entre cúmplice e boba, de sua interlocutora.

Assim, ao mesmo tempo corajosa e resistente, mostra-se Allende especialista em retratar mulheres extraordinárias que, segundo ela, são cópias do natural mais do que fábulas. ‘Venho de uma rede delas, trabalho com elas, estou cercada por elas, não preciso inventar nada’, diz a escritora já imune aos sobressaltos.

‘Sempre estou alerta, aberta ao mistério da vida, às coisas maravilhosas que a gente espera, e às trágicas que a gente não deseja. O pior já passou. Quando me separei de Willy, que amei muitíssimo, as pessoas me davam pêsames, como se dissessem ‘coitada dessa senhora idosa que vai ficar sozinha’. E eu pensava: ‘isso não é nem 10% do que passei quando Paula morreu’. Nada mais me abala.'”

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Trilha: DUAS | Transmutar

por   /  05/10/2017  /  9:09

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Se tem uma coisa que eu gosto de fazer na vida é escolher a trilha sonora perfeita para cada momento. Seja criando uma playlist, seja tocando em uma festa. Escolher um tema, pesquisar sobre ele, puxar pela memória, inventar uma sequência que faça sentido e que dê vontade de cantar junto, ou dançar, ou compartilhar com quem é apaixonado por música também.

De uns tempos pra cá, fiquei pensando: adoraria fazer playlists por encomenda. Pensar em outros universos, mergulhar no desejo de outras pessoas.

Qual não foi minha alegria ao receber o convite da @duas para criar uma trilha para sua nova coleção? A DUAS é um marca de moda pernambucana especializada em estampas (bem lindas, por sinal). Ao comemorarem 6 anos, as sócias @liartva e @marinaviturino perceberam um desejo de mudar. Nasceu então a coleção “Transmutar”, que celebra as transições.

Para traduzir isso na trilha, comecei com “Oração do tempo”, de Caetano, e “O eterno Deus Mu dança”, do Gil, emendei com um Paulinho da Viola, uma Nina Simone. Tem tanta coisa bonita! Quero que vocês ouçam. Tá lá no perfil do Don’t Touch no @spotifybrasil.

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A foto é da @brunapontual.

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#asmúsicasdeamor: Laure Briard

por   /  05/10/2017  /  8:08

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A cantora francesa Laure Briard esteve recentemente no Brasil. Aproveitei pra conversar – e pra pedir a ela uma lista de suas músicas de amor. Não encontrei todas no Spotify, daí juntei com algumas de sua própria autoria.

Sua música é classificada como “yeyé psicodélico” e sua trajetória começou em 2005, nos conta o Coquetel Molotov, que trouxe a turnê para o Brasil junto com o Benke Ferraz, do Boogarins. E continua: o primeiro EP veio em 2013, com ajuda de Julien Barbagallo, do Tame Impala. Dois anos depois, lançou “Révélation”, com inspiração na música dos anos 1960 e do indie rock dos 1990. Em 2016, vieram “Sur La piste de danse” e “Sorcellerie”.

Me descobri cantora tarde. Gostava de música desde a adolescência, fiz aulas de bateria aos 16. Eu cantava só por diversão. Minha praia era mais a arte dramática, eu queria ser comediante. Fui para Paris com a escola de teatro e, quando voltei para Toulouse, minha cidade natal, foi quando comecei a fazer música com meu ex-namorado. Ele havia composto algumas letras, achava minha voz legal, então comecei a tentar a cantar. E foi assim que começou.

Cantar todo dia é um hábito pra mim. Eu posso passar o dia fazendo isso, mesmo que sejam umas canções bem porcaria, às vezes…

Música significa emoção. Eu sinto tantas coisas quando ouço uma música que eu amo. Isso é muito poderoso. Talvez mais do que um filme. Como cantora e compositora, encontro minha forma de expressão. Isso começou realmente depois do fim de um relacionamento. Eu tinha tanta coisa para dizer naquele momento. A música me ajudou demais, e ainda faz isso.

Quando coloco minha música no mundo, só espero proporcionar emoção às pessoas, ou espalhar alguma vibe boa. Fazer as pessoas dançarem, chorarem, terem esperança. Se eu pudesse rodar o mundo para conhecer essas pessoas seria ainda melhor!

Ouçam a playlist! #trilhadonttouch

#galeriadonttouch: João Arraes

por   /  04/10/2017  /  18:18

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João Arraes constrói imagens de moda e gosta de fotografar sem necessariamente falar de roupa. Suas imagens compõem timelines, catálogos, campanhas e revistas. Tem muito de beleza. E diversão. Essa semana, aliás, ele virou hit na internet quando foi publicada uma matéria falando sobre as fotos com pé na pia que ele e os amigos postam no Instagram.

Conversei com esse meu primo torto sobre sua profissão. #galeriadonttouch

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Sou o João, leonino, nascido e criado em Recife, amante da praia. Fotografo desde os 16 anos (agora estou com 28). Eu não consigo muito bem me definir, sou um inquieto sempre na busca de um novo jeito de me comunicar.

Fotografar é a maneira que encontrei de me comunicar. É como expresso meus vários eus. É meu ganha pão, meu prazer, meu trabalho, meu hobby.

Minha paixão não vem tanto da resposta [para as minhas fotos], nem sei nem se de fato espero por resposta, vem do ato de fotografar. O momento que aperto o disparador é o mais importante. Posso ter uma equipe de mil pessoas (que são super importante na construção de uma imagem), mas o momento do click é só meu e da pessoa (ou objeto) em questão, a atenção e a troca são só nossas.

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[Sobre as fotos dele mais marcantes] A primeira é a campanha que fiz para Nike X Pedro Lourenço. Primeiro pela liberdade artística que tive, segundo pela linguagem que pude trazer. Estava fotografando moda sem falar de roupa, sabe? Eles meio que me mandaram ir para rua e fotografar o que eu quisesse, com algumas palavras chaves de mood.

A segunda não é uma foto, e sim uma história. Quando comecei a passar mais tempo que São Paulo e viajando fora de Recife, criei junto com um amigo uma história chamada areia. Era essa minha busca por praia mesmo longe. Falamos de praia de uma forma escura, não tem uma moda focada em tendência. Eram surfistas tirados de casa.

A terceira foto é quando pude falar de futebol sem ser sexista, fiz a foto para um cliente durante a Copa no Brasil. Meu futebol era jogado por uma mulher linda, negra, forte – e que, além de fazer tudo, ainda tinha que cuidar do filho.

Mais João Arraes > joaoarraes.com

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Trilha: Para ouvir com seu amor

por   /  30/09/2017  /  9:09

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Para ouvir com seu amor é outra playlist que esqueci de colocar aqui. Tá no @spotifybrasil e é 😻.

Começa com a versão de Charles Bradley para “Heart of gold”, termina com “Caminhoneiro”, de Roberto Carlos. No meio tem Maria Bethânia, Mutantes, Christopher Owens e mais.

Ouçam juntinho! @spotifybrasil#trilhadonttouch.

A foto é da Nan Goldin.

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