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Posts da categoria "amor"

Lendo a internet

por   /  21/04/2014  /  19:19

- Para aqueles momentos em que a gente passa tanto tempo online, um pôster de Jean Jullien > http://shop.jeanjullien.com/collections/frontpage/products/i-feel-so-online

- A coragem de amarelar, por Vanessa Barbara: “Na área de turismo, damos uma ênfase excessiva ao valor da experiência, embora a vida seja feita sobretudo de não experiências, de coisas que optamos por deixar de lado porque não queremos ou não podemos fazer: hipertensos e epilépticos não podem saltar de bungee jump, assim como diabéticos não podem se entupir de doces. Há uma série de aspectos da existência que independem do nosso arbítrio, ao contrário do que acontece dentro do ambiente controlado dos esportes radicais, onde nos sentimos super-heróis capazes de tudo. (Animado, meu guia declarou: “É uma sensação incrível! Você sai de lá achando que é capaz de tudo, tipo… tipo suicídio!”.)” > http://www.hortifruti.org/2014/04/15/coragem-de-amarelar/

- What suffering does: “But notice this phenomenon. When people remember the past, they don’t only talk about happiness. It is often the ordeals that seem most significant. People shoot for happiness but feel formed through suffering.” > http://www.nytimes.com/2014/04/08/opinion/brooks-what-suffering-does.html

- Esposas do Silício, por Flávia Stefani, com ilustração do @liquidpigtm. A vida de uma tech wife californiana que trabalha em casa é mais ou menos assim: você não trabalha em casa. O seu trabalho é ocupar o tempo com qualquer atividade que ajude a não jogar todas as frustrações no casamento. Yoga. Crossfit. Aulas de filosofia. Workshop de meditação. Você lê o dobro do que normalmente leria se tivesse um emprego, em parte porque tem mais tempo para ler, em parte porque é importante que as outras pessoas pensem que ‘Ok, ela fica o dia todo em casa, mas pelo menos ela continua a par das coisas.’ Você passa mais tempo na Internet do que é saudável para qualquer ser humano. Você transforma a sua casa em um mural do Pinterest. Você chama os cachorros da vizinhança pelo nome. Você se pergunta se ter um filho ajudaria a atribuir mais valor ao que faz. Ou, no caso, ao que não faz —você não sabe mais a diferença. Você sente saudade da moça que trabalhava catorze horas por dia, que pagava sozinha o próprio aluguel, a mulher que não era casada com ninguém, que não tinha que se sacrificar por ninguém. Em algum momento da transição de redatora em Nova York para dona de casa do Vale, essa mulher adormeceu. Não é beijo de sapo ou príncipe encantado que irá despertá-la, mas uma carta do departamento de imigração dos Estados Unidos.” > http://ada.vc/esposas-silicio/

- Bailarina brasileira desiste do Bolshoi para fazer engenharia no MIT > http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/20/bailarina-brasileira-desiste-do-bolshoi-para-fazer-engenharia-no-mit.htm

-Dá para banir e-mails de trabalho depois das 18h? > http://www.bbc.co.uk/news/magazine-26958079

- Como uma garota de 13 anos conseguiu criar sua marca de roupas > http://www.fastcompany.com/3029303/bottom-line/how-a-13-year-old-got-her-fashion-line-in-nordstrom

- Nós não somos dinamarqueses, por Denis Russo Burgierman > http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/cidade/nos-nao-somos-dinamarqueses

- A importância de dizer obrigada, em uma palestra de 3 minutos no TED:

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por um futuro mais devagar

por   /  18/01/2010  /  22:19

a revista good pediu para alguns estudiosos explicarem por que a lentidão será tão importante para o nosso futuro quanto a velocidade a que estamos tão acostumados e condicionados

Maybe the best way to slow down
is to sleep a little more, and pay more attention when you’re awake.

leiam: hurry up and wait

as lindíssimas e coloridas ilustrações são de mark weaver

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