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brainstorming não funciona

por   /  17/11/2011  /  12:10

Bem interessante essa matéria do Wall Street Journal > Why brainstorming doesn’t work

We’ve all been there. The boardrooms with flip charts at the front of the room and candy on the table. The all-hands emergency meetings to come up with ideas to fix the latest mess. And of course, the offsites in drab hotel ballrooms that are supposed to somehow spark creativity.

Such efforts at brainstorming are well intended, of course. The problem? They rarely work. While leaders hang onto the idea that bringing together a big group of people will produce truly innovative ideas, it’s rare that actually happens.

Evidence has long shown that getting a group of people to think individually about solutions, and then combining their ideas, can be more productive than getting them to think as a group. Some people are afraid of introducing radical ideas in front of a group and don’t speak up; in other cases, the group is either too small or too big to be effective.

But according to a recently published study, the real problem may be that participants’ get stuck on each others’ ideas. On Monday, the British Psychological Society highlighted a recent study by Nicholas Kohn and Steven Smith, two researchers at the University of Texas at Arlington and Texas A&M University. They asked undergraduate students to contribute ideas for improving Texas A&M, both individually and in collective groups. They shared the ideas on a computer, either in small chat groups or alone, but combined together after the fact. As expected, the “nominal” groups, or those made up of individual ideas that were later pulled together, outperformed the real chat groups, both with the number of ideas and the diversity of them.

Kohn and Smith believed the cause might be due to “cognitive fixation,” or the concept that, when exposed to group members’ ideas, people focused on those and blocked other types of ideas from taking hold. They experimented with this by manipulating the number of ideas participants saw in their chat windows, with some getting a few cues and others getting more. Their hypothesis was right: When exposed to many cues, the undergrads offered up less creative, diverse ideas. The numbers improved when the students were given a five-minute break during the exercise.

As with all such studies, there’s plenty of pretty obvious common sense to this research. But it’s a helpful reminder of how unhelpful it can be when managers dump people in a room together, thinking it will result in creative big ideas. Somehow, a belief in the power of group brainstorming sessions persists, despite evidence that it doesn’t work. Great minds can come up with their own ideas, but sometimes the problem is they think too much alike.

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juliana r.

por   /  18/10/2011  /  16:44

Juliana R. faz músicas lindas _e, quando ela resolve cantar em francês, parece que você tá ouvindo Brigitte Bardot, France Gall!

Ouçam o disco dela aqui, ó > http://www.julianar.com.br/musicas/

Escrevi sobre o disco pra Carta Capital > http://www.cartacapital.com.br/cultura/embalando-o-domingo

E assistam à interpretação dela pra “Lemon Incest” > http://www.youtube.com/watch?v=i9zn4Y2KfqY

Mais em > http://www.julianar.com.br/

Lindo o site, né? Quem fez foi o Thiago Capanema > http://www.boxvox.com.br/

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a internet nos torna mais felizes?

por   /  13/10/2011  /  18:50

Lembram do debate que eu e a Luiza participamos no YouPix, sobre felicidade na internet? O YouPix disponibilizou a conversa, que contou ainda com o senador Cristóvam Buarque, o jornalista Pedro Jansen e o editor da Rolling Stone Brasil Pablo Miyazawa.

Do YouPix:

Todo mundo é feliz na internet. Você com certeza já reparou em como os seus amigos do Facebook são todos lindos, só vão a lugares descolados, vivem sorrindo e de bem com a vida. E, se você conhece eles na “vida real” (ou se tem um mínimo senso de realidade), sabe que não é bem assim. Afinal, ninguém consegue ser alegre o tempo todo (sim, foi inspirado nesta música).

De acordo com a pesquisa feita pela MultiFocus/NetQuest, para 47% dos entrevistados os perfis nas redes sociais sempre são uma versão editada de quem somos, como se a gente passasse a vida no Photoshop antes de por na internet, e que a web incentiva essa busca eterna por uma vida feliz.

Como é dito no vídeo, a internet tem um grande poder de edição: você escolhe o que você quer ver e o que você quer mostrar. E claro que ninguém quer mostrar seu pior lado – se nem fora da internet a gente quer, imagine deixar isso registrado para sempre! Além disso, ninguém tira foto de momentos tristes, por exemplo, justamente por esse motivo.

Mas esses são só alguns pensamentos. Assista ao debate todo para tirar suas conclusões – e, se isso for te fazer feliz, pode deixá-las nos comentários deste post 🙂

Mais sobre felicidade na internet na coluna da Dani Arrais pra nossa revista impressa #36.

faça uma coisa de cada vez e seja múltiplo

por   /  13/10/2011  /  18:39

Sabe quando você faz uma matéria e sonha se tornar personagem dela no futuro? Pois foi isso que aconteceu comigo quando estava apurando a matéria de capa da Galileu deste mês. Junto a Priscilla Santos e Érica Kokay, fui descobrir esse mundo dos “monotaskers”, pessoas que conseguem fazer uma coisa só de cada vez _e acabam sendo mais produtivas e mais felizes.

No site da Galileu dá pra ler um trecho da matéria, que copio abaixo. Aproveitem pra comprar a revista na banca ou no iPad!

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

Mais em > http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269848-17773,00-FACA+UMA+COISA+DE+CADA+VEZ+E+SEJA+MULTIPLO+TRECHO.html

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