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Posts da categoria "amor"

free pussy riot

por   /  17/08/2012  /  13:20

Rússia condena  banda punk a dois anos de prisão por vandalismo

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1138762-russia-condena-banda-punk-a-dois-anos-de-prisao-por-vandalismo.shtml

Free Pussy Riothttp://wearepussyriot.tumblr.com/

Nadya’s husband Petr: “only thing that can save our daughter, my wife and all of us, is a revolution. So that’s what we’ll have”

 https://twitter.com/shustry/status/236469311647125506

Para entender o Pussy Riot 

 http://www.buzzfeed.com/gavon/what-you-need-to-know-about-pussy-riot

Ouça a nova música da banda Pussy Riot 

 http://colunistas.ig.com.br/playlist/2012/08/17/ouca-a-nova-musica-da-banda-pussy-riot/

Putin vai mesmo enfrentar o Pussy Riot? 

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/1132912-putin-vai-mesmo-enfrentar-o-pussy-riot.shtml

As roupas têm cara de desenho animado, com cores primárias, fortes, mas as máscaras não servem apenas para que não sejam reconhecidas. O anonimato é tanto simbólico quanto parte essencial de sua visão artística. Todas têm apelidos, que dizem trocar aleatoriamente. “Andorinha”, 22; “Balaclava”, 33, a mais velha do grupo por margem considerável; e Esquilo, 20.

“Isso quer dizer que todo mundo pode ser o Pussy Riot… só estamos mostrando o que as pessoas podem fazer”, diz Andorinha.

“Mostramos o lado brutal e cruel do governo”, diz Esquilo. “Não fazemos coisa alguma de ilegal. Cantar e dizer o que você pensa nada tem de ilegal.”

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cat power para interview

por   /  01/08/2012  /  23:14

A minha, a sua, a nossa maravilhosa Cat Power voltou!

O disco novo é lindo, a gente já sabe ♥

E agora é hora de ler, ver e ouvir entrevistas dela.

A Interview Magazine fez uma bem legal.

Leiam > http://www.interviewmagazine.com/music/cat-power#_

Um trechinho daqueles pra gente grifar:

MARSHALL: Oh, well, there’s this beautiful Langston Hughes poem about the Statue of Liberty—or that mentions the Statue of Liberty. I’d had this song in my head for a long time. It’s basically my homage to him, and to this weird idea of what liberty actually is. I kept thinking about the man in Manhattan, and the history of that word. People need to be reminded sometimes about what real liberty means—the idea that you can do whatever the fuck you want. And so much of the time people think they’re doing that, but really they’re just chasing money, not freedom.

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largue o facebook e produza algo que só você sabe fazer

por   /  31/07/2012  /  8:17

Escrevi um textinho de apoio pra matéria O LinkedIn funciona para encontrar apoio?, do Felipe Maia, publicada no último domingo no caderno Empregos, da Folha de S.Paulo.

Largue o Facebook e produza algo que só você sabe fazer

Como se destacar em um mundo em que todos falam muito –e o tempo todo?

A internet traz informação, entretenimento e contatos importantes para a vida profissional. Mas também nos envolve em assuntos que “pedem” uma novíssima opinião formada sobre tudo, fazendo a gente perder muito tempo com bobagens.

Estar na internet hoje é saber o que você quer dela –e também o que você devolve para ela. Em vez de gastar horas por dia atualizando seu status no Facebook, por que você não faz um blog, escreve um texto, grava um vídeo, inventa um projeto diferente relacionado à sua profissão, desde que sejam relevantes?

Não precisa mudar o mundo, apenas colocar um pouco de você na rede onde passamos grande parte do dia. A ideia é: quando alguém buscar seu nome no Google, vai encontrar não só seus perfis em redes sociais, mas também um conteúdo, um projeto que só você sabe fazer.

Se as empresas cada vez mais buscam funcionários com capacidade de ir além, chegou a hora de começar a fazer isso –e sem sair da frente do computador.

Vão lá > http://classificados.folha.com.br/empregos/1127458-largue-o-facebook-e-produza-algo-que-so-voce-sabe-fazer.shtml

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a internet é o novo crack

por   /  31/07/2012  /  7:15

Um texto muito bom do Caio Braz sobre esses exageros que estamos acostumados a viver.

Internet é o novo crack e a velocidade da desinformação > http://caiobraz.com.br/internet-e-o-novo-crack-e-a-velocidade-da-desinformacao/

Difícil missão essa de viver em 2012. Despertar com o alarme do iPhone e ao abrir o primeiro olho, correr para o instagr.am para ver quem curtiu e comentou as suas fotos. Depois, o Twitter, pra ver as mentions, e com sorte, uma DM reveladora. Depois o Facebook, que deu uma bagaceirada e te enche de notificações de festas que você não quer ir, e alguns aplicativos inúteis. Por último o e-mail, repleto de mensagens de sites de compras coletivas de cidades que você sequer pisou. E enfim, abrir os dois olhos e dar o primeiro bocejo, em pleno inverno (glacial) paulistano.

A gente toma café, sai pra trabalhar. Entra em outro computador. E no caminho do trabalho, não larga o iPhone, mesmo com um pouquinho de medo de assalto. No trajeto, curte o microcosmo das suas músicas, e do fone de ouvido design. Se alguém te pede informação você já fica #chatiado porque tava chegando no refrão e teve que tirar o fone. Passamos o dia inteiro esbravejando pelo sinal miserável, o 3G sofrido, e a bateria ridícula do iPhone. Quando dá 60%, já começo a surtar. Quando chega aos 20%, é motivo de aflição completa: medo do isolamento, e da obsolescência. O vício de lembrar de sempre passar a mão no bolso direito da calça para ver se ele está lá. O vício de sempre passar a mão no banco do táxi pra ter certeza que não o esqueceu. Tudo para não se desconectar.

As pessoas simplesmente desaprenderam a marcar compromissos como se fazia antes do telefone celular. Lembra que a gente ligava para a casa das pessoas, cumprimentava a mãe do amigo da escola, e pedia pra ela passar adiante? Depois marcava com o amigo às 14h30 na esquina da rua pra andar de bicicleta pelo bairro, e os dois chegavam pontualmente. Não tinha essa de mandar mensagem (tô chegando, tô preso, atrasei). Não podia deixar na mão. E hoje quando a gente se encontra em um bar, difícil mesmo é largar mão do iPhone. Pior só nos festivais, onde telefone simplesmente não funciona – e ninguém se encontra, porque a gente desaprendeu a viver. Porque teoricamente, temos o iPhone pra mandar uma mensagem e nos reencontrarmos. Só que não.

A impressão que dá é que se a gente não estiver conectado, vai estar perdendo alguma grande notícia. No final das contas, nem tem uma grande notícia. Às vezes chega um e-mail ou outro com uma novidade legal. Mas poderia ser um telefonema old school. Ou até, pessoalmente. As coisas incríveis nas vidas de todas as pessoas sempre aconteceram e chegaram de algum jeito. A gente se enche de informação que não serve pra nada e até perde um pouco da capacidade de interpretação – com tanta coisa rolando sujeita à aprovação, às vezes você deixa de clicar em algo que poderia te agregar algum conhecimento porque só duas pessoas deram like, e alimentamos a nossa cota diária de voyeurismo e vício em sites idiotas.

Perdemos alguns rituais. Mal compramos discos, não sabemos as caras dos cantores, a identidade visual. É legal ver os clipes no Youtube, mas depois fechamos a janela, e ele já se foram. Até mesmo o DVD já tá sumindo do mapa. Apagamos as músicas, se foram as memórias musicais. Abra a sua gaveta de discos dos anos 90 com suas anotações nos encartes, a etiqueta que diferenciava os seus discos, dos da sua mãe, e da sua irmã e veja a quantidade de memórias que isso vai te trazer. Nos conectamos com o mundo, e nos desconectamos de nós mesmos.

Isso porque eu nem comecei a falar de amor – saber que a pessoa que você tá a fim leu a mensagem no Whatsapp e não te respondeu doi mais do que quebrar uma perna. Será que é mesmo esse o mundo ideal? Não sei como mudar. Só sei que tem coisa demais, tem opção demais. Tá tudo muito no nosso alcance. O que é bom deixa de ter o valor devido, porque pode ser substituído a qualquer segundo com um clique. Me sinto um pouco prisioneiro dos maus hábitos que desenvolvi. Largar meu iPhone? Jamais. Apenas sobreviver em uma eterna relação de amor e ódio. Queria menos Wikipedia, mais Barsa, Almanaque Abril e dicionários. Menos iTunes e mais discos. Menos Skype e iMessage, e mais quem eu gosto me olhando cara a cara.Coragem, viu.

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rehab tecnológica

por   /  03/07/2012  /  10:00

Tô adorando acompanhar a rehab tecnológica da Marion Strecker.

Começou com a coluna Detox digital > http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marionstrecker/1098114-detox-digital.shtml

Estou em tratamento. Sou a paciente e minha própria médica. Tomei consciência de quanto viciada e intoxicada estou de tecnologia.

Demorei a perceber. Achava que sempre era eu quem estava no comando da situação. É assim com qualquer dependência. Achei que sabia tirar o melhor proveito dos eletrônicos, dos sistemas, dos sites, das redes sociais. Mas agora reconheço que não.

Agora reconheço que quem mandava no meu tempo não era eu: era o fluxo dos aparelhos e sistemas eletrônicos que uso. Era qualquer um, menos eu. (…)

Comecei a desconfiar de que havia algo errado quando meu tempo desapareceu. Sim: desapareceu, escafedeu-se, sumiu. Por mais horas que ficasse à frente do computador todos os dias, tentando sofregamente trabalhar, minha produtividade caiu a um nível insuportável. (…)

E continua com Nós, os exibicionistas > http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marionstrecker/1111742-nos-os-exibicionistas.shtml

A água vitaminada que tomo agora para me hidratar neste deserto traz a seguinte mensagem. “Por que checamos e-mails e, um minuto depois, checamos de novo? Por que a gente olha para o nosso telefone celular sem nenhuma razão? Ele não vibrou nem tocou. Bem, enquanto você está fazendo isso, por que não experimentar esta bebida? Ela contém cafeína para ajudar o foco mental. Agora você pode tentar focar aquelas coisas que você realmente quer focar, como por que foi mesmo que ela deixou de ser minha amiga na internet?” (…)

Outro fato que me chamou a atenção foi a luz dos celulares em uso, cegando a visão de quem tentava ver o palco. Esse comportamento, do qual estou tentando me livrar sem conseguir, está se alastrando. A tentação de fazer e publicar uma foto do show é enorme. Por que fazemos isso? Exibicionismo, só pode ser. (…)

A foto é do @peetO

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madrid

por   /  20/06/2012  /  11:35

Madrid é a nova banda nova do Adriano Cintra, desta vez em parceria com a Marina Vello. Ele, ex-CSS, ela, ex-Bonde do Rolê. Juntos, fazem um som bem diferente de antes _e MUITO bom!

No lugar da festa, da música que funciona em pista, eles pegam violão e piano e fazem canções, daquelas que a gente vai ouvir em casa num dia de chuva _e na rua, de madrugada, também. Foi nesse último contexto que vi o show deles no Bar Secreto, na semana passada. No vídeo abaixo dá pra sentir a vibe  =)

A Noize fez uma entrevista com a dupla _e uma das fotos que aparece é essa que ilustra o post, feita pelo Rafael Kent. Um trechinho: “Eu tinha uma banda [CSS] com quatro energúmenas, que não sabiam fazer nada, então eu tinha que fazer tudo. Quando eu sentei com a Marina [Vello] eu falei: Nossa, amém. (…) Chega de ficar carregando as pessoas nas costas. Isso é um saco”.

Leiam > http://issuu.com/noize/docs/noize54_junho_2012/52

Ouçam as músicas > http://wearemadrid.co.uk/64706/music

Acompanhem > https://www.facebook.com/madridsongs

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como eu me sinto quando, versão para editores

por   /  22/05/2012  /  8:20

… um dia depois do fechamento.

… edito um parágrafo cheio de estatísticas.

… quando alguém em uma festa diz que nunca ouviu falar da nossa revista.

… quando uma matéria que ninguém estava ligando bomba no nosso site.

… quando eu pego um erro na revista depois que ela já foi pra gráfica.

… quando ninguém tem boas idéias na reunião de pauta.

… quando estou acordada.

E agora a maravilhosa versão para editores, o Editor Real Talk!

Acompanhem > http://editorrealtalk.tumblr.com/

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a geração superficial

por   /  11/03/2012  /  20:00

Nicollas Carr em “A geração superficial – O que a internet está fazendo com nossos cérebros”

Comecei a perceber que a internet estava exercendo uma influência muito mais forte e mais ampla sobre mim do que o meu velho PC. Não era apenas o fato de que eu estava despendendo muito mais tempo diante de uma tela de computador. Não era apenas o fato de que tantos dos meus hábitos e rotinas estavam mudando porque me tornei mais acostumado com, e dependente dos, sites e serviços virtuais.

O próprio modo como o meu cérebro funcionava parecia estar mudando. Foi então que comecei a me preocupar com a minha incapacidade de prestar atenção a uma coisa por mais do que uns poucos minutos. A princípio, pensei que o problema era um sintoma de deterioração mental da meia-idade. Mas o meu cérebro, percebi, não estava apenas se distraindo. Estava faminto. Estava exigindo ser alimentado do modo como a internet o alimenta – e, quanto mais era alimentado, mais faminto se tornava. Mesmo quando eu estava longe do meu computador, ansiava por checar os meus e-mails, clicar em links, fazer uma busca no Google.

Queria estar conectado. Eu sentia, havia me transformado em algo como uma máquina de processamento de dados de alta velocidade. Sentia saudades do meu antigo cérebro.

Achei aqui

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e-mails longos como cartas

por   /  28/02/2012  /  9:05

Cartas, por André Laurentino > http://andrelaurentino.blogspot.com/

Descobri um jeito de encher o saco dos amigos à distância. Escrevo cartas. Não são cartas, mas e-mails longos, do tamanho de cartas. Por enquanto, escolhi poucas vítimas. Duas delas responderam curtamente e só depois de mais e-mails meus cobrando resposta. Eu encho mesmo.

Chega então a questão: o que contar nesses e-mails? Acabo de ler no Facebook (o editor me pede que esclareça aos leitores vindos de Marte: Facebook é uma rede social hospedada na conhecida rede mundial de computadores), acabo de ler ali que um amigo comeu um sanduíche de presunto. Vi a foto. Outro avisa que curtiu o clipe do Michel Teló. E assim chegam notícias de todos a cada passo de suas vidas. Não sobra muito para as cartas.

Acontece que li um livro (o editor pede que esclareça aos leitores mais jovens: livro é um códice. Códice é um Kindle off-line) mas ia dizendo: li um livro com cartas do Otto Lara Resende quando ele vivia na Europa. Deu vontade de ser Otto (já quis ser Oscar Niemeyer, Caetano Veloso, Tom Jobim, Quino, Al Hirschfeld e Alécio de Andrade). Não tendo o talento do Otto, quem sabe poderia ter as cartas. Passei a mandar os e-mails, que chegam rápido e não me obrigam a comprar selos. Contei tudo, e mais um pouco. Por mais trivial que fosse o detalhe, ou mais longo e desfocado que fosse o parêntese, eu não censurava. Carta é carta. Condensei em meus e-mails dez páginas de atualizações de Facebook e suas banalidades, cuidando para não cair em literatices nem fazer pose de sub-mineiro. Mas parei.

Faltou-me também disposição. Ser Otto não é para qualquer um. Ele chegou a ir à embaixada aos sábados só para escrever carta. Outra vez, a filha com febre, querendo dormir, e ele sapateando na máquina de escrever pela noite. Eu, que digito em silêncio, devo uma missiva a um amigo do Rio, como os amigos do Otto deviam a ele.

Mas essa dívida eu pago. Dar conta da vida está mais rápido e fácil, e mais complicado. Há que se atualizar o Twitter, o Instagram, o Facebook, o Linkedin (o editor pede, mas dessa vez mando todos ao Google. Ah, sim: Google é o taxista do seu computador, sabe de tudo). Mando o e-mail ainda hoje. Nem que seja só o P.S.

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quando a amizade acaba

por   /  01/02/2012  /  10:10

Amizade é um tema pelo qual me interesso diariamente. Já perdi amigos por vontade minha ou por vontade deles, parece que é uma coisa natural da vida. Mesmo constatando isso, o processo nunca é fácil. Sempre achei que era bom que existisse algum cuidado e um pouco de carinho quando a gente se afasta de alguém _e quando alguém se afasta da gente, também. Portanto, foi uma alegria encontrar este texto que fala sobre as diferentes maneiras de terminar esse tipo de relação que, de tão forte, quando chega ao fim é até comparada a um pequeno divórcio.

It’s not me, it’s you, de Alex Williams > http://nyti.ms/wc8ycR

Abaixo, alguns trechos:

Is there a right way to tell a friend it is time to go?

Thanks to Facebook, the concept of “defriending” has become part of the online culture. With a click of a mouse, you can remove someone from your friends roster and never again see an annoying status update or another vacation photo from a person you want out of your life.

Not so in the real world. Even though research shows that it is natural, and perhaps inevitable, for people to prune the weeds from their social groups as they move through adulthood, those who actually attempt to defriend in real life find that it often plays out like a divorce in miniature — a tangle of awkward exchanges, made-up excuses, hurt feelings and lingering ill will.

Even the most omnivorous collectors of friends acknowledge that sometimes it is necessary to cross out some names from their little black book.

(…)

Psychologists consider it an inevitable life stage, a point where people achieve enough maturity and self-awareness to know who they are and what they want out of their remaining years, and have a degree of clarity about which friends deserve full attention and which are a drain. It is time, in other words, to shed people they collected in their youth, when they were still trying on friends for size.

(…)

Psychologists consider it an inevitable life stage, a point where people achieve enough maturity and self-awareness to know who they are and what they want out of their remaining years, and have a degree of clarity about which friends deserve full attention and which are a drain. It is time, in other words, to shed people they collected in their youth, when they were still trying on friends for size.

(…)

This is not, however, an issue that arises only as the temples start to gray. People approaching 30 — many of them dealing with life changes like marriage and a first child — often tend to feel overwhelmed with responsibility, so they lose patience with less meaningful friends, said Dr. Carol Landau, a clinical professor of psychiatry at Brown University’s medical school.

(…)

But when the impulse is not mutual, it helps to undertake it with careful consideration.

“The first step before you end a friendship is to consider, very carefully and seriously, if you want to end a particular friendship or if you just want to wind it down,” said Jan Yager, a friendship coach and author of “When Friendship Hurts: How to Deal With Friends Who Betray, Abandon, or Wound You” (Simon & Schuster, 2002). “It will usually be a lot more pleasant to just pull away, and stop sharing as much privileged information.”

(…)

TO avoid backbiting and lingering bad feelings, many relationship experts recommend the same sort of direct approach that one would employ in a romantic breakup. To get around nagging questions, an honest letter, or even an e-mail, is the minimum (forget texting; that’s just cruel). A heartfelt face-to-face talk is better, said Erika Holiday, a clinical psychologist in Encino, Calif., who has discussed relationship issues on television shows like “Dr. Phil.”

“Schedule a time where you can sit down with them,” Dr. Holiday said. “It’s not about putting the other person down, but telling them, ‘You don’t fit into my life, you’re not on same path as me.’ ”

(…)

(Obrigada, Kimura, por compartilhar!)

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