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Posts da categoria "fotografia"

1 dor profunda de amor

por   /  11/07/2014  /  9:09

hony

O Humans of New York me emociona a cada post.

O de ontem foi de cortar o coração:

“We were twenty-five and twenty-eight, but we acted like fifteen year olds. Fighting over little things, storming off, breaking up for a week and then getting back together. But developmentally, we were fifteen year olds. We’d been in the closet our whole lives, so we didn’t have any practice with relationships. He still hadn’t come out to his family and a lot of his friends. We were on one of our ‘little breaks’ when he died suddenly from a seizure. And nobody in his family or circle knew I existed. It took me four months to find out that he died. I thought he’d just decided never to talk to me again. His family never found out about me. Or him, for that matter.”

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belle and sebastian, anos depois

por   /  18/07/2013  /  8:48

Vi o Belle and Sebastian ao vivo de novo e chorei três vezes, quase sem querer.

Talvez porque a banda de abertura foi o Yo La Tengo, que eu amo, talvez porque o local do show foi o Prospect Park, no Brooklyn (que é lindo demais), talvez porque tem dias em que uma coisa corriqueira na minha vida como ver um show vira um desses momentos grandiosos.

Do meu lado tinha uma menina de pouco mais de 20 anos, e ela falava oh my god o tempo todo, tentava tirar foto e só fazia tremer (praticamente uma versão minha de 2001). Do outro lado, tinha um nerdzinho fofo, que cantava tudo e ria muito de tudo que o Stuart Murdoch falava. Aliás, como tinha homem nesse show! No Brasil é tão mais banda de menina, né?

Sabendo que a platéia deles é a mesma há anos, a banda misturou músicas mais recentes com clássicos, principalmente do “Tigermilk” e do “If you’re feeling sinister”.

Quando começou “Starks of track and field”, chorei, fiz um vídeo pra dividir com vocês, lembrei de quem eu era há 12 anos e tive um flashback de quase tudo que aconteceu na minha vida.

Foi importante e tão bonito.

Obrigada sempre, B&S! ♥

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um novo significado para o casamento

por   /  17/07/2013  /  8:11

Casamento é a união formal de um homem e um mulher, pela qual eles se tornam marido e esposa, certo?

Não mais.

Depois que o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado nos Estados Unidos, um grupo de artistas anônimos decidiu hackear o significado da palavra no Oxford American Dictionary.

Eles criaram adesivos com a nova definição, que diz: “casamento é a união formal de duas pessoas, pela qual elas se tornam parceiras para a vida”. E saíram colando a novidade em dicionários de livrarias e bibliotecas de Nova York

Quem quiser fazer o mesmo, pode baixar os adesivos e sair hackeando dicionário por aí!

Mais em > http://hackmarriage.tumblr.com/

(Via Animal New York)

 

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os malabaristas de david hockney

por   /  10/07/2013  /  8:35

Aos 75 anos, David Hockney não para de experimentar. Em 2010, ele saiu em defesa da arte digital feita em iPads. “Você pode fazer um desenho do sol nascendo às 6h30 da manhã e mandá-lo para as pessoas às 7h”, disse ele à BBC, na ocasião da exposição que ele fez em Paris com desenhos, principalmente de flores.

Desde maio deste ano, o artista, um dos ícones da pop art, exibe no Whitney Museum, em Nova York, uma vídeo-instalação intitulada “The Jugglers, June 24th 2012″.

É a primeira vez que o artista inglês trabalha com vídeo. Usando 18 câmeras fixas, ele filmou um grupo de malabaristas em ação. Vestidos de preto e brincando com objetos coloridos, eles se movimentavam em frente a uma parede rosa/vermelha, que contrasta com o piso azul. Na instalação, Hockney usa 18 telas para mostrar o movimento contínuo dos malabaristas.

O mais curioso é que não existe sombra em parte alguma. A imagem é precisa, vibrante, quase como se fosse um de seus quadros icônicos (e um dos meus preferidos é A big splash), mas em movimento.

“David Hockney nos surpreende mais uma vez, explorando como as múltiplas perspectivas podem transformar a nossa experiência da imagem em movimento“, disse Chrissie Iles, curadora do Whitney Museum. “Os tons vívidos de ‘Jugglers’ evoca a cor intensa dos filmes Technicolor de Hollywood, enquanto os movimentos lúdicos dos malabaristas ecoam as ações simples de filmes mudos. Hockney mina as histórias do cinema e da pintura através da lente da tecnologia, para criar uma nova forma de ver.”

David Hockney: The Jugglers

Whitney Musem (945 Madison Avenue com 75th St)

Até 1/9

Mais > http://whitney.org/Exhibitions/DavidHockney

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