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A montanha mágica de Dani Feder

por   /  12/11/2014  /  16:16

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Tem alguns perfis no Instagram que são capazes de nos transportar para outro lugar – e fazer com que a gente tenha a impressão de que realmente está imerso lá. O da Dani Feder é assim. Idílico, mágico. Quase de cinema, de tão perfeito.

Dani Feder tem 33 anos e 2 filhos. Estudou psicologia e um ano de história. Tenta criar de longe as lindas bijouterias da Steff, marca que tem em parceria com a irmã e um amiga. Há alguns meses, mudou-se para a região de Munique, no sul da Alemanha.

As suas fotos de natureza ganharam novas paisagens. E nós embarcamos juntos para um espaço que nos deixa com outra noção de tempo. Abaixo, uma seleção de fotos, acompanhada pelas respostas dela a perguntas sobre o que gosta de fotografar, o que suas imagens têm em comum.

No Instagram > @danifeder

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A natureza  é o elemento principal nas fotos que gosto de tirar, mas também tenho uma grande fascinação pela luz. E obviamente as cenas perfeitas, que são momentos raros de registrar, são aqueles poucos minutos do dia, especiais, quando eu enxergo o casamento entre a luz e o ambiente.

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O legal de fotografar a natureza é que, como tudo está em movimento, cada dia é uma mudança. O sol, a terra, a vida das plantas, nada é fixo e tudo está sempre mudando, pouco a pouco. A natureza não tem pressa, mas milimetricamente vai fazendo transformações todos os dias.

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Acho tudo incrível, tenho essa visão de achar cada ciclo da natureza, cada semente se abrindo, casa folhinha nascendo, cada florescer, o equilíbrio e a beleza de tudo… Eu paro na rua pra olhar uma teia de aranha, uma raiz de uma árvore, um céu colorido, acho que tudo isso tem uma mágica intrínseca, um mistério. P mais que existam descrições e explicações científicas para toda essa vida micro e macro do nosso planeta, nada nunca conseguirá explicar a beleza disso tudo.

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E é aí que está a magica da vida, nesse arrebatamento. E isso está aí disponível todos os dias das nossas vidas para quem quiser ver, é só ter olhos para enxergar e coração para sentir como tudo é sagrado.

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Sempre gostei de fotografia, pirava nas cameras analógicas dos anos 1990 e início dos 2000, sempre amei, mas era mais algo de viagens e férias. Hoje em dia, com o celular na mão, qualquer momento que eu veja ou sinta algo especial eu posso capturar! E isso é incrível! Poder guardar um segundo no tempo… Com cores e luzes, é lindo.

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Mudei pro sul da Alemanha, estou na Bavária, na região de Munique. Eu já tinha morado em Berlim em 2009/2010, depois fiquei alguns anos no Brasil, e agora voltei pra cá. Só que dessa vez preferi um lugar com mais natureza e perto dos Alpes, tenho as montanhas mais altas da Alemanha aqui perto e consegui uma ligação bem forte com a natureza, porque moro praticamente na floresta, com vista pra montanhas grandiosas e céus mágicos. O que reforça em mim a ligação sobrenatural, espiritual com a natureza.

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Aqui a descoberta é diária porque consigo ver as estações bem marcadas, os ciclos das plantas e do sol e toda a mudança que acontece. Dá pra sentir que nesse mundo nada é definitivo e que, como cada planta, flor, folha e tudo que está vivo está sempre mudando, vivendo e se renovando! É o ciclo sem fim!

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Acho que podemos aprender muito com tudo isso, se começarmos a prestar atenção nas pequenas coisas, afinal, tudo isso está aqui nesse planeta há muito mais tempo que nós, humanos. Se deixar vou longe nessa filosofia… rs

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Lendo a internet

por   /  12/05/2014  /  8:00

- Qual é a distância para Marte? > http://www.distancetomars.com/

- Por que Berlim? > http://www.gluckproject.com.br/por-que-berlim/

- O homem de 2003, por Gregório Duvivier > http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/04/1443305-o-homem-de-2003.shtml

- De um lado, jovens brasileiros que querem aprender inglês. De outro, idosos norte-americanos que querem ter com quem falar. O resultado é dar aquela choradinha > http://www.adweek.com/adfreak/perfect-match-brazilian-kids-learn-english-video-chatting-lonely-elderly-americans-157523

- A carta de Sally Field para o filho gay > http://blogs.indiewire.com/bent/read-sally-fields-impassioned-open-letter-about-her-gay-son-20140328

- 36 mães que queremos parabenizar pelo uso do Whatsapp, por Rafael Capanema > http://www.buzzfeed.com/rafaelcapanema/maes-que-queremos-parabenizar-pelo-uso-do-whatsapp

- Por trás das capas de discos famosos > https://www.flickr.com/photos/93699963@N04/

- Erika Palomino e a cena clubber de SP > http://thump.vice.com/pt_br/words/o-historiador-e-historia-erika-palomino-e-a-cena-clubber-de-sp

3 clipes

por   /  19/03/2013  /  8:11

Christopher Owens lança o clipe para “Here We Go Again”. É sempre uma alegria ver esse rapaz! ♥

The Knife entra numa vibe artes do corpo no clipe “A Tooth For an Eye”.

E Stephen Malkmus faz cover do Can, para “One More Night”!

No fim do ano passado, a convite do festival alemão Week-End, Malkmus tocou na íntegra o disco “Ege Bamyasi”, lançado em 1972 pelo Can. Aqui dá pra ver mais dois vídeos.

E ao que tudo indica, Malkmus e os Jicks estarão no Brasil em abril!

fratura exposta, por patrícia midori sawamura

por   /  06/02/2013  /  9:30

Sobre as verdades, por Patrícia Midori Sawamura

Já escrevi muitas vezes sobre você, algumas de forma desesperada, outras com todo o amor que eu já senti e outras me sentindo a mais triste das pessoas. Hoje, é um sentimento estranho, que não sei definir exatamente, mas que é bom, porque não penso, nem sinto mais como se o mundo fosse acabar por não estarmos juntos. Eu não me imagino hoje conhecendo você e me apaixonando… Mas sei que o que sou hoje, tem muito do que eu vivi contigo. Eu te amei, depois te odiei, te amei de novo, te odiei de novo, voltei a amar, voltei a odiar. Círculo vicioso. Era isso que nosso relacionamento foi a maior arte do tempo.

Para a garota que você conheceu, você foi um grande amor. Toda vez que você aparecia à porta dela, o mundo ficava grande. Naquela noite, ela arriscou, morrendo de medo, mas arriscou. E voltou pra casa flutuando. Mas… Foram muitos “mas”…

Divido nossa história em algumas separações. A segunda foi a que mais doeu. Enfrentar a primeira mensagem de bom dia não enviada, a ida sem mãos dadas para aquele bar, o primeiro filme que eu escolhi sozinha, o aniversário sem o abraço, o milk shake sem você, a caixa de entrada vazia, o “amo você” que ficou guardado, a viagem que nunca, o Natal que não passamos juntos, do primeiro ano novo prefiro nem falar, do Carnaval também…

Quase dez anos desde a primeira vez que nos falamos. Dois anos, desde a última vez que estivemos juntos. A intensidade das coisas que vivi nos dois últimos anos foi maior, porque foi o início do processo de deixar de amar você. Conheci pessoas. Reencontrei pessoas. Realizei planos. Quis morar na exposição do Leonilson. Outras bandas listaram meus favoritos. Dei passos largos. Visitei lugares. Conheci uma verdadeira história de amor: Patti Smith e Mapplethorpe. Respirei. Caminhei sozinha por ruas desconhecidas. Me apaixonei. Novos filmes falaram comigo. Fiz outros planos. Vi Bob Dylan. Perdi minha mãe. E o tempo.

Já não dói escutar nossas músicas. Tem muita coisa que não mais. Tirei os móveis do lugar. Para estar livre é preciso movimento. Saí do nosso bairro das Laranjeiras. Acabou a lamentação. Aprendi a me amar mais. Sento à mesa de um bar e não te procuro mais em mim. Longe da mente, longe do coração. It’s all over now, baby blue.

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A foto é de Prinka Saraswati.

achados humanos

por   /  22/01/2013  /  10:40

A Camila Svenson tem um projeto novo, o Achados Humanos.

Ela faz uma coisa que eu amo fazer também: parar desconhecidos no meio da rua e tirar fotos deles.

O legal é que ela pega de uma criancinha fantasiada a um senhor sisudo, fazendo uma compilação diversificada e super interessando de tipos humanos.

Acompanhem > https://www.facebook.com/achadoshumanos

A Camila já apareceu por aqui com uma foto acomapanhada por um texto > http://donttouchmymoleskine.com/um-segundo/

E também como parte do Coletivo Mona > http://donttouchmymoleskine.com/coletivo-mona-camila-svenson/

inhotim | tunga

por   /  26/09/2012  /  10:30

Obras de Tunga, que ganhou um pavilhão com mais de 2.600 metros quadrados.

No vídeo abaixo, mais sobre o pavilhão:

As fotos são de Pedro Motta e Daniela Paoliello.

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Mais Inhotim > https://www.facebook.com/Instituto.inhotim

Vejam os outros posts:

Inhotim | Um lugar que você precisa conhecer > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-um-lugar-que-voce-precisa-conhecer/

Inhotim | Lygia Pape > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-lygia-pape/

Inhotim | Cristina Iglesias > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-cristina-iglesias/

Inhotim | Pelo Instagram > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-pelo-instagram/