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Posts da categoria "Sem categoria"

Lendo a internet

por   /  12/05/2014  /  8:00

- Qual é a distância para Marte? > http://www.distancetomars.com/

- Por que Berlim? > http://www.gluckproject.com.br/por-que-berlim/

- O homem de 2003, por Gregório Duvivier > http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/04/1443305-o-homem-de-2003.shtml

- De um lado, jovens brasileiros que querem aprender inglês. De outro, idosos norte-americanos que querem ter com quem falar. O resultado é dar aquela choradinha > http://www.adweek.com/adfreak/perfect-match-brazilian-kids-learn-english-video-chatting-lonely-elderly-americans-157523

- A carta de Sally Field para o filho gay > http://blogs.indiewire.com/bent/read-sally-fields-impassioned-open-letter-about-her-gay-son-20140328

- 36 mães que queremos parabenizar pelo uso do Whatsapp, por Rafael Capanema > http://www.buzzfeed.com/rafaelcapanema/maes-que-queremos-parabenizar-pelo-uso-do-whatsapp

- Por trás das capas de discos famosos > https://www.flickr.com/photos/93699963@N04/

- Erika Palomino e a cena clubber de SP > http://thump.vice.com/pt_br/words/o-historiador-e-historia-erika-palomino-e-a-cena-clubber-de-sp

3 clipes

por   /  19/03/2013  /  8:11

Christopher Owens lança o clipe para “Here We Go Again”. É sempre uma alegria ver esse rapaz! ♥

The Knife entra numa vibe artes do corpo no clipe “A Tooth For an Eye”.

E Stephen Malkmus faz cover do Can, para “One More Night”!

No fim do ano passado, a convite do festival alemão Week-End, Malkmus tocou na íntegra o disco “Ege Bamyasi”, lançado em 1972 pelo Can. Aqui dá pra ver mais dois vídeos.

E ao que tudo indica, Malkmus e os Jicks estarão no Brasil em abril!

fratura exposta, por patrícia midori sawamura

por   /  06/02/2013  /  9:30

Sobre as verdades, por Patrícia Midori Sawamura

Já escrevi muitas vezes sobre você, algumas de forma desesperada, outras com todo o amor que eu já senti e outras me sentindo a mais triste das pessoas. Hoje, é um sentimento estranho, que não sei definir exatamente, mas que é bom, porque não penso, nem sinto mais como se o mundo fosse acabar por não estarmos juntos. Eu não me imagino hoje conhecendo você e me apaixonando… Mas sei que o que sou hoje, tem muito do que eu vivi contigo. Eu te amei, depois te odiei, te amei de novo, te odiei de novo, voltei a amar, voltei a odiar. Círculo vicioso. Era isso que nosso relacionamento foi a maior arte do tempo.

Para a garota que você conheceu, você foi um grande amor. Toda vez que você aparecia à porta dela, o mundo ficava grande. Naquela noite, ela arriscou, morrendo de medo, mas arriscou. E voltou pra casa flutuando. Mas… Foram muitos “mas”…

Divido nossa história em algumas separações. A segunda foi a que mais doeu. Enfrentar a primeira mensagem de bom dia não enviada, a ida sem mãos dadas para aquele bar, o primeiro filme que eu escolhi sozinha, o aniversário sem o abraço, o milk shake sem você, a caixa de entrada vazia, o “amo você” que ficou guardado, a viagem que nunca, o Natal que não passamos juntos, do primeiro ano novo prefiro nem falar, do Carnaval também…

Quase dez anos desde a primeira vez que nos falamos. Dois anos, desde a última vez que estivemos juntos. A intensidade das coisas que vivi nos dois últimos anos foi maior, porque foi o início do processo de deixar de amar você. Conheci pessoas. Reencontrei pessoas. Realizei planos. Quis morar na exposição do Leonilson. Outras bandas listaram meus favoritos. Dei passos largos. Visitei lugares. Conheci uma verdadeira história de amor: Patti Smith e Mapplethorpe. Respirei. Caminhei sozinha por ruas desconhecidas. Me apaixonei. Novos filmes falaram comigo. Fiz outros planos. Vi Bob Dylan. Perdi minha mãe. E o tempo.

Já não dói escutar nossas músicas. Tem muita coisa que não mais. Tirei os móveis do lugar. Para estar livre é preciso movimento. Saí do nosso bairro das Laranjeiras. Acabou a lamentação. Aprendi a me amar mais. Sento à mesa de um bar e não te procuro mais em mim. Longe da mente, longe do coração. It’s all over now, baby blue.

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A foto é de Prinka Saraswati.

achados humanos

por   /  22/01/2013  /  10:40

A Camila Svenson tem um projeto novo, o Achados Humanos.

Ela faz uma coisa que eu amo fazer também: parar desconhecidos no meio da rua e tirar fotos deles.

O legal é que ela pega de uma criancinha fantasiada a um senhor sisudo, fazendo uma compilação diversificada e super interessando de tipos humanos.

Acompanhem > https://www.facebook.com/achadoshumanos

A Camila já apareceu por aqui com uma foto acomapanhada por um texto > http://donttouchmymoleskine.com/um-segundo/

E também como parte do Coletivo Mona > http://donttouchmymoleskine.com/coletivo-mona-camila-svenson/

inhotim | tunga

por   /  26/09/2012  /  10:30

Obras de Tunga, que ganhou um pavilhão com mais de 2.600 metros quadrados.

No vídeo abaixo, mais sobre o pavilhão:

As fotos são de Pedro Motta e Daniela Paoliello.

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Mais Inhotim > https://www.facebook.com/Instituto.inhotim

Vejam os outros posts:

Inhotim | Um lugar que você precisa conhecer > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-um-lugar-que-voce-precisa-conhecer/

Inhotim | Lygia Pape > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-lygia-pape/

Inhotim | Cristina Iglesias > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-cristina-iglesias/

Inhotim | Pelo Instagram > http://donttouchmymoleskine.com/inhotim-pelo-instagram/

guerrilla poetry

por   /  10/04/2012  /  1:42

Em vez de propaganda, poesia. E reflexões sobre como a gente ocupa a cidade e consome tudo desenfreadamente.

O artista Robert Montgomery muda a paisagem de cidades escrevendo em grandes outdoors e letreiros luminosos mensagens que a gente não espera encontrar.

Elas falam de amor, do fracasso do capitalismo, de fantasmas, da vida. Carregam um tanto de descrença e melancolia, mas são capazes de fazer o que, imagino eu, seja um dos objetivos dele: a gente parar, pensar e querer mudar.

Mais em > http://www.robertmontgomery.org/

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