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Posts da categoria "amor"

1 clipe novo do Christopher Owens, ex-Girls

por   /  10/07/2014  /  15:15

chrisowens

Gosto tanto do Christopher Owens, o cara que tocava na banda Girls, que fiquei bem feliz de saber que ele vai lançar um disco novo!

“Nothing more than everything to me” é o primeiro clipe do disco “A New Testament” e junta pré-adolescentes muito fofos em um bailinho da escola, com toda a expectativa que antecede esse grande dia.

Pra completar, vale ver as fotos de bastidores do clipe na Rolling Stone > http://www.rollingstone.com/music/pictures/behind-christopher-owens-nothing-more-than-everything-to-me-video-20140709/0769712

E ler a entrevista que o cantor deu ao Pitchfork, falando de se reunir novamente com os companheiros de banda, largar as drogas, encontrar um amor e seguir em frente > http://pitchfork.com/features/update/9451-christopher-owens/

Yeah, it’s a relationship I can’t place a value on. We’re very different people: in upbringing, in habits, in the way we both cook, the books we read, the music we like. Maybe I see something in her that I think is wonderful and wish I could’ve been like that myself. At the same time, I don’t. I’m not a person with regrets. But I can definitely see the benefit of having somebody like that in my life. I mean, I could’ve had somebody more like myself in my life for this period of time and been pushed along down my own paths, my own devices—if that was the case, Father, Son, Holy Ghost might not have even come out. From the beginning, she has kept me aware without judging, without ever saying, “This is an ultimatum,” or, “You have by this date…” She’s never even been rude to me about it when my priorities were completely out of whack. From the beginning, we liked each other for who we were, and it’s always been that way. As time goes by, we’ll remain different people, but we’ll remain essential to one another.

Mais em > https://www.facebook.com/christopherowensonline

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vivendo com menos. bem menos

por   /  13/03/2013  /  9:15

Graham Hill vive em um apartamento de menos de 40 metros quadrados, dorme numa cama que sai da parede, tem seis camisetas e 10 tigelas que usa para servir saladas e pratos principais. Não tem CDs ou DVDs e dos livros que já havia acumulado, sobraram 10%.

Depois de anos consumindo tudo o que queria (e muito do que nunca quis), viu que tinha duas casas gigantes e cheias de coisas, de eletrônicos a gadgets, passando por carros, e percebeu que as coisas que ele consumia o haviam consumido.

No artigo Living With Less. A Lot Less, o criador do Life Edited conta como descobriu que esses excessos não o preenchiam. Foi quando se apaixonou por Olga que a relação dele com as coisas materiais se desfez. Eles foram pra Barcelona, quando o visto dela expirou, viveram em um apartamento pequeno, na base do amor. Com algumas roupas, produtos de higiene pessoal e um par de laptops, pegaram a estradam e viveram em Bangkok, Buenos Aires e Toronto, fazendo várias paradas no meio do caminho. Ele continuou trabalhando e criou empressas como o Tree Hugger.

Minha vida era cheia de amor e aventura e de trabalho com o qual eu me importava. Senti-me livre e eu não senti falta do carro, dos gadgets, da casa, em vez disso, senti que tinha parado um trabalho sem fim. A relação com Olga eventualmente terminou, mas a minha vida nunca mais pareceu a mesma. Eu vivo com menos e viajo mais leve. Tenho mais tempo e dinheiro. Além do meu hábito de viajar – que eu tento manter sob controle, minimizando viagens, combinando outras e comprando créditos de carbono – sinto-me melhor porque minha pegada de carbono é significativamente menor do que na minha vida anterior supersized. Intuitivamente, sabemos que as melhores coisas da vida não são coisas, e que relações, experiências e trabalho significativo são as bases de uma vida feliz.

Leiam o texto completo > http://nyti.ms/WlYAPj

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Em 2011, fiz uma matéria pra Galileu sobre o assunto! > http://donttouchmymoleskine.com/viver-com-menos/

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uma viagem pela coréia do norte

por   /  03/02/2013  /  13:56

A Juliana Cunha está viajando pelo mundo e escrevendo relatos preciosos dos novos lugares que vai conhecendo. Ela passa 70 dias na Ásia e vai contando tudo no seu blog, o Já Matei por Menos.

Tenho acompanhado com muito gosto. E acho que todo mundo devia conhecer um pouco mais da Coréia do Norte por meio das impressões e observações dela no post We will always have Pyongyang.

Destaco um trechinho:

Mesmo não sendo obrigados a andar com guias, tivemos dois tradutores que nos acompanharam na maior parte dos passeios já que pouca gente lá fala inglês e você precisa agendar suas idas aos museus e até a alguns restaurantes. Não existe isso de estar passando na frente de uma galeria e dar uma entradinha. Um dos tradutores tinha mais ou menos a minha idade. Era o primeiro contato dele com turistas. Ele falava português, jogava boliche super bem e virou meu amigo. Sabe aquela pessoa com quem você trocaria altos e-mails e convidaria para uma estadia gratuita na sua casa? Pois ela nasceu no lado errado da Guerra Fria e você nunca mais vai saber notícias dela.

Leiam > http://julianacunha.com/blog/2013/01/23/we-will-always-have-pyongyang/

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