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Produtividade na pandemia

por   /  07/05/2020  /  9:00

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É possível produzir com qualidade em meio ao medo? Qual a relação entre a sensação generalizada atual e nossa capacidade criativa? Com essas perguntas a revista @claudiaonline me convidou pra escrever um texto pra edição deste mês. Escrevi sobre como não estava conseguindo ser “produtiva” – e que talvez mais do que ser produtivo a gente tenha que questionar essa urgência de fazer sempre mais. O mundo parou, se não agora, quando a gente vai repensar a forma como estávamos vivendo? A gente que pode fazer isso, claro. Estamos em meio a uma pandemia, e a “oportunidade” que existe nisso é continuarmos vivos e cuidarmos uns dos outros. Falo disso citando Byung-Chul Han e Julia Cameron, autores que me ajudam, respectivamente, a repensar essa aceleração do capitalismo e a nutrir a criatividade diariamente. Convido vocês a lerem. Orgulho de ter um texto meu em uma revista que faz uma capa valorizando profissionais de saúde, viu? Obrigada pelo espaço, @isadercole! ⠀⠀⠀

Aqui o texto completo: https://claudia.abril.com.br/carreira/produtividade-na-pandemia/⠀

#escrevescreve #ficaemcasa #diáriodaquarentena

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“O amanhã não está à venda”, de Ailton Krenak

por   /  02/05/2020  /  9:00

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Leituras para adiar o fim do mundo: Ailton Krenak em “O amanhã não está à venda”. Curtinho e certeiro, desses que a gente consegue ler mesmo quando a concentração tá baixa, o livro recém-lançado fala sobre como o momento que vivemos requer cuidado e coragem. ⠀⠀⠀⠀
Um trecho que grifaria mil vezes é esse aqui: “Governos burros acham que a economia não pode parar. Mas a economia é uma atividade que os humanos inventaram e que depende de nós. Se os humanos estão em risco, qualquer atividade humana deixa de ter importância. Dizer que a economia é mais importante é como dizer que o navio importa mais que a tripulação. Coisa de quem acha que a vida é baseada em meritocracia e luta por poder. Não podemos pagar o preço que estamos pagando e seguir insistindo nos erros.” ⠀⠀⠀⠀
Sobre “o novo normal”, expressão já tão usada e que particularmente acho nada a ver, ele diz: “Tomara que não voltemos à normalidade, pois, se voltarmos, é porque não valeu nada a morte de milhares de pessoas no mundo inteiro.” Que bom ter a perspectiva de um gigante num momento assim.
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#bibliotecadonttouch #diáriodaquarentena #ficaemcasa

“Vida querida”, de Alice Munro

por   /  25/04/2020  /  9:00

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Obrigada, Alice Munro. Você foi a única que conseguiu fisgar minha atenção e me fazer terminar um livro depois de semanas com concentração em níveis baixíssimos. Sempre achei que se estivesse confinada em casa leria um monte. Mas não contava com o fato de que uma pandemia, entre tantas variáveis, ainda “sequestra” nossas mentes. Mal consigo ver um filme ou um seriado (só tá rolando BBB mesmo). Mas fui aos pouquinhos, de página em página, um capítulo por vez, tentando. Porque me faz bem demais mergulhar em mundos diferentes do meu, ainda mais agora.
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“Vida querida” reúne contos dessa autora canadense que ganhou o Nobel de Literatura em 2013. Ela é capaz de criar histórias que vão nos surpreendendo aos poucos, a partir daquelas viradas na vida que vêm de maneira sutil e transformam tudo, sabe? É tudo tão bem colocado, alguns parágrafos iniciais me fizeram escrever na página: isso aqui é bom demais. Adorei cada história. Como é bom ter a companhia de um livro, né?
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#escrevescreve #bibliotecadonttouch #diáriodaquarentena #ficaemcasa

Bem-vinda ao clube, você sofre de síndrome da impostora

por   /  23/04/2020  /  9:00

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Quem aí já deixou de fazer algo porque achou que não estava pronta? Que nunca tremeu de medo antes de subir em um palco? Quem, aliás, já desejou uma chuva forte pra não conseguir chegar a tempo de uma apresentação? Quem acha que deveria fazer um mestrado antes de sair falando por aí de determinado assunto? Bem-vinda ao clube, você sofre de síndrome da impostora. Um comportamento que acomete em sua maioria mulheres que sempre acabam não se achando o suficiente, mesmo que suas trajetórias de vida digam o contrário. Parece que foi sorte, sabe? E que alguém vai descobrir a “fraude” que nós somos. Quando aprendi sobre isso, um portal se abriu. Primeiro porque o que eu sentia tinha nome. Depois porque eu não estava sozinha. Comecei a estudar o assunto, a escrever sobre ele e, principalmente, a conversar com outras mulheres. Todas tão talentosas e preparadas, e ainda assim tão inseguras como eu. Caminho sem volta. Parece que falar é começo de cura, né?
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Essa semana postei nos stories o link pro podcast @chacomaimpostora, da @terrinha, com produção da @doravantepodcasts. Tive a honra de ser a primeira convidada, e a conversa foi tão boa que achei que merecia o feed também. Até porque as trocas que começaram a surgir da DM reforçam a ideia de que a gente precisa muito falar sobre esse assunto. Vou deixar o link nos stories!
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Pra ilustrar, uma foto que dificilmente eu postaria para além dos stories. Mas é tentativa de deixar de lado essa coisa de ficar sempre em dúvida, né? Selfie com macacão lindo que ganhei da @flaviaaranha_.
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#escrevescreve #síndromedaimpostora

“A quietude é a chave”, de Ryan Holiday

por   /  08/03/2020  /  9:00

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Tem uns livros que caem nas nossas mãos quando precisamos. “A quietude é a chave” (@intrinseca) é um desses. Escrito pelo filósofo Ryan Holiday, tem como mote nos ensinar sobre a habilidade de desacelerar e encontrar um lugar de paz em nós mesmos. Em uma era de distrações, como a gente faz pra se conectar com o que importa? Uma frase de Sêneca resume bem: “Podes estar seguro de que estás em paz contigo mesmo quando nenhum ruído chega a ti, quando nenhuma palavra te arranca de ti, seja ela lisonja ou ameaça, ou meramente um som vazio zumbindo à tua volta com um barulho sem sentido.” Outra do autor também: “Construa uma vida da qual você não precise fugir”.
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Um dos grandes desafios da minha vida é entender o tempo. O que faço com o meu? Como posso viver sem tanta ansiedade? Como posso não encarar a vida como uma eterna lista de tarefas? Ou como posso entender que a lista não tem fim e relaxar? Holiday fala da importância da presença, da limitação de estímulos, de cultivar o silêncio, manter um diário, dormir bem, aprender a lidar com a raiva, escolher estar em um relacionamento, encontrar um hobby, caminhar, aprender a dizer não (para poder dizer sim para o que importa), construir uma rotina que vire ritual, buscar solitude, entre outras coisas. Sempre com base em ensinamentos de nomes como Confúcio, Thich Nhat Hanh, Nietzsche, além de exemplos de figuras, como Churchill, que se beneficiaram desse caminho.
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“Nós não vivemos neste momento. Nós, na realidade, tentamos desesperadamente sair dele – pensando, fazendo, falando, nos preocupando, lembrando, esperando, seja o que for. Pagamos somas enormes para ter em nosso bolso um aparelho que garanta que nunca fiquemos entediados. Inscrevemo-nos em inúmeras atividades e assumimos um sem-fim de obrigações, corremos atrás de dinheiro e realizações, tudo com a crença ingênua de que no fim disso haverá felicidade.” E a gente sabe que não é isso, né? Quando a gente tá feliz é tudo tão mais simples. O que temos basta, a vida flui. Aprender a cultivar esses espaços parece ser a busca de uma vida toda. E esse tipo de leitura dá uma animada na missão. #bibliotecadonttouch

Quando a vida é uma euforia: o Carnaval de Joana Lira

por   /  23/01/2018  /  12:00

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Joana Lira é o Carnaval. Uma artista gráfica que personifica, no trabalho e na vida, a paixão pela maior de todas as festas. Ela é amor, suor, brilho e euforia. Euforia esta que é traduzida em suas aparições por Olinda. E que, por 10 anos, foi o fio condutor para que ela “vestisse” a folia do Recife com suas criações.

Sou apaixonada pelo Carnaval de Joana Lira muito antes de conhecê-la. Ao atravessar as pontes do Recife em meio a seus bonecos gigantes, vendo a cidade em outra dimensão, com um colorido de encantar. Ao olhar Joana de longe pelos blocos de Olinda, sempre maravilhosa em suas fantasias. Há poucos anos, nos encontramos em uma prévia do Eu Acho é Pouco ao som da bateria e de Lala K. Brincamos o dia todo com um espelho. E o que era admiração de longe se tornou um bloco de amor – de Carnaval e dia a dia.

Com muita alegria e um trabalho de seis anos pra colocar tudo de pé, Joana materializa seu legado com a exposição “Quando a vida é uma euforia”, que será aberta hoje no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Com curadoria de Mamé Shimabukuro, a mostra mistura obras documentais e imersivas sobre histórias e personagens da festa. Que sentimentos e emoções esses quatro dias suscitam? É o que a gente vai descobrir logo mais à noite. Convido vocês a conhecerem do Carnaval que é uma explosão para tantos de nós.

Antes disso, uma conversa com essa musa.

Joana Lira, exposição “Quando a vida é uma euforia”, carnaval 2010_JOSIVAN RODRIGUES_1 Joana Lira, exposição “Quando a vida é uma euforia”, carnaval 2009_JOSIVAN RODRIGUES_4

– Conta um pouco da tua relação com o Carnaval? Qual é a memória mais antiga que tu tem dessa festa na tua vida? E a mais inesquecível?

O Carnaval funciona pra mim como um combustível, uma injeção de vida. Mas não é qualquer Carnaval, tem que ser o carnaval de Pernambuco. Minha memória mais antiga é de ir pro Galo da Madrugada, ainda muito pequena, com meu pai. Sempre amei me fantasiar e sempre tive muitas fantasias, até hoje… rs. Tenho muitas memórias lindas, mas uma que me fez chorar foi me deparar, por puro acaso, numa noite já voltando pra casa, com o exuberante desfile do bloco Elefante de Olinda e poder ver de muito perto todo seu cortejo elegante e mágico. Parecia um sonho.

– Conta um pouco da tua trajetória como artista? Aquela coisa de se apresentar pra quem ainda não te conhece.

Nasci numa família cheia de dons artísticos e com gosto estético bem aguçado. Me formei em design gráfico em Recife em 1997, mesmo ano que fiz minha primeira exposição individual. Trabalhei com suportes diversos e pra mim isso sempre foi um encanto: estamparia, cerâmica, ilustrações de livros. Em 1999 me mudei pra São Paulo. Três anos depois, estava fazendo parte da equipe que criava a cenografia do carnaval do Recife, trabalho que desenvolvi por 10 anos e me jogou para o mundo. Com dele, lancei livro e participei de exposições dentro e fora do país. Fui convidada por grandes empresas a fazer linhas de produtos assinados de várias naturezas. Parcerias que conservo até hoje e que inclusive me apoiaram para eu poder realizar esta exposição. Já há algum tempo tenho repensado minha trajetória e tenho tido desejo de voltar a realizar meus projetos de artes visuais. Inclusive já comecei pôr em prática.

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– E fazer o Carnaval do Recife por tantos anos, como foi a experiência? O que de mais precioso tu guarda disso?

Foi um aprendizado imenso, e ainda é, mesmo depois de já passados 7 anos que parei de fazer. Tem percepções que acontecem com a maturidade da vida e com o tempo. Antes eu acreditava que a maior mudança que este trabalho havia me dado era a de perceber que a força de um desenho é imensurável. Já hoje percebo que o que foi mais importante de verdade foi ter a oportunidade de criar obras onde pessoas de todas as classes sociais podiam ter acesso.

– Carnaval é euforia, mas também renovação e um monte de coisa mais. O que o Carnaval te ensinou e ensina?

Carnaval é tanto, né? É brincadeira, é transformação, é cultura, é todo mundo junto, é extravaso, é autoestima, é persona e personagem, é gastança de energia, é beijo na boca, é suor, é alma, é encontro, é riso, é cor, é aperto, é dor nas pernas, é reafirmação, é choro, é se deixar, é brilho, é paixão no talo, é comichão, é entender a dança da multidão… Como definir tanta emoção e aprendizado?

– Qual é seu roteiro imperdível em Olinda?

Faz anos que repito o mesmo roteiro. Este ano quero mesmo é me perder na multidão pra me achar de verdade.

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Exposição: Quando a vida é uma euforia

Instituto Tomie Ohtake (rua Coropés, 88, Pinheiros, SP)

Abertura: 23/01, às 20h

Até 04/03 – grátis

De terça a domingo, das 11h às 20h (fechado no Carnaval do dia 10 ao dia 14 de fevereiro, ao meio-dia)

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Jemima Kirke e a honestidade da vida real

por   /  10/08/2017  /  9:09

Jemima Kirke, a Jessa do seriado “Girls”, em uma entrevista tão honesta para o StyleLikeU. O projeto convida mulheres a se despirem em frente a uma câmera – e quando elas fazem isso é tão menos sobre a roupa e tão mais sobre mostrar de verdade, olhando pra dentro, pra toda vulnerabilidade que todas nós carregamos. Fiquei encantada.

“Uma das razões pelas quais fui contratada para o ‘Girls’ era a minha personalidade – e algum tipo de brilho que eles queriam. Não era uma habilidade que eu tinha. Isso me fez me sentir uma merda, e também inflou meu ego.”

Quando perguntada se tem alguma insegurança em que ainda está trabalhando, ela fala: maternidade. “Para muitas pessoas parecia que estava tudo certo na minha vida. A culpa me atingiu no segundo momento em que ela saiu de mim. Eu era sua mãe. ‘Meu deus, o que acabei de fazer? Eles vão me dar um bebê’. (…) Eu não estava pronta para ficar em casa todas as noites. E não tinha paciência porque ainda era muito autocentrada.”

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Rir é o melhor remédio (tá comprovado)

por   /  10/08/2017  /  8:08

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Por que a gente gosta de quem nos faz rir, texto da Suzana Herculano-Houzel na Folha de S.Paulo.

“Ter oportunidades para rir ao longo do dia pode parecer um bônus, uma pausa bem-vinda no meio de um dia de afazeres. Mas um corpo crescente de evidências indicam que o que leva ao riso faz muito mais do que divertir: reduz o estresse, melhora a capacidade do corpo de combater infecções –e ainda promove laços afetivos entre todos os que compartilham a risada. (…)

Ser acariciado ou abraçado por quem se gosta é uma maneira certeira de fazer o cérebro liberar seus próprios opioides –mas que só tem efeito sobre as duas pessoas envolvidas. Segundo o estudo finlandês, rir em grupo também funciona, e aparentemente surte efeitos no cérebro de todos os envolvidos: a liberação de opioides endógenos aumenta nas partes do cérebro que levam ao bem-estar e ao prazer, e junto com isso vêm não só sensações agradáveis de diversão como também de calma e paz interna. Quanto mais intensas as risadas, mais forte é a ativação do cérebro por seus próprios opioides –e mais intensas as sensações positivas.

De quebra, fica no cérebro um registro da associação entre a companhia do momento e o resultado prazeroso. E assim quem riu conosco, ou nos fez rir, ganha valor especial para nosso cérebro. (…)”

amor  ·  vida

Amores Anônimos, o livro!

por   /  27/09/2016  /  15:15

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Eu sou apaixonada pelo @amoresanonimos. Todo dia entro na hashtag e me impressiono. Com o tanto de amor que existe no mundo, com a capacidade de cada fotógrafo de capturar cenas que dizem tanto, com essa coisa de voltar o celular mais pro outro do que pra selfie. Um dia, vendo essa foto do @gnunes, pensei: esse projeto devia virar um livro. As fotos são cada vez mais bonitas, mais gente devia ter a chance que se encantar também.

A gente ama a internet, mas tudo por aqui é tão rápido, né? De repente veio uma vontade de ir pro offline, fazer uma publicação, pensar em algo mais perene. A Luiza Voll gostou da ideia, a Yana Parente também. Com Yana, tiramos um sonho antigo do armário: o de abrir um selo, uma nanoeditora. O ‘Amores Anônimos’ é Contente e Capote Books.

É também uma montanha russa, uma gincana de desafios, erros, acertos e aquela coisa de aprender um monte. E ainda traz aquela ansiedade de festa de aniversário de criança, quando a gente acha que ninguém vai aparecer. Por isso, peço: venham celebrar com a gente! Amanhã, quinta-feira, na Livraria da Vila. Esse livro só vai fazer sentido quando chegar nas mãos de vocês 💕

Ah, antes de terminar, preciso contar: o livro tem prefácio do Gregorio Duvivier (!!!), texto da Aurea Vieira, produção da Juliana Morganti e da Clarissa Amorim e impressão da Ipsis Gráfica. Timão!

#amoresolivro #amoresanônimos

Lançamento: nesta quinta (29/09), das 19h às 22h, na Livraria da Vila (rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, São Paulo).

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