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A crise dos 7 anos

por   /  30/07/2014  /  8:08

rsz_1lukasz_wierzbowski

A crise do sete anos chegou. Ela vinha se anunciando há alguns meses, mas eu não queria admitir. O desinteresse foi ficando cada vez mais forte. A falta de assunto também. Quando eu tentava dar uma animada na relação, tudo parecia meio burocrático.

Hoje a gente tinha um date. Horário nobre, vamos sair pra jantar? A hora foi chegando… Desmarquei. Sabe quando você se arruma toda, faz reserva em um restaurante delicioso e, de última hora, desiste, porque na real o que você mais quer é vestir sua moda casa e ver novela?

O relacionamento aí acima é o meu com esse espaço que já me trouxe tanto na vida. Faz semanas que tento tirar a poeira do blog – até fiz ontem uma mixtape com esse nome.

Agora confesso: não sei mais o que postar. Quando posto, acho que pouca gente vê (valeu, Facebook). Até hoje devo resposta de emails que recebi em 2012. O livro Fratura Exposta não sai – eu travei de um jeito que nunca aconteceu antes (já que a metáfora é relacionamento, nada melhor que essa frase, haha).

Tenho a impressão de que a internet está gigante, que todo mundo produz muito conteúdo, que muita gente consome quase tudo. Como fazer de um blog que existe há quase sete anos um lugar interessante, relevante, gostoso, que as pessoas têm vontade de visitar quase todo dia?

Continuo vendo um monte de fotografia linda, ouvindo umas músicas no repeat, lendo menos que eu gostaria, é verdade, mas sempre tem uma coisinha. Sempre tem assunto. E aí vem outro pensamento: será que a gente precisa dividir tudo, tanto? Tem dias que acho que não.

Alguém aí já passou pela crise dos sete anos? Me aconselha uma terapia de casal? Sugestões são super bem-vindas, viu? Afinal, adoro saber que aí do outro lado tem gente de verdade, e não só um monte de número, como é tão praxe nessa internet de hoje.

Este post é apenas um post. Não é o fim do blog, nem o anúncio de um hiato, muito menos uma vontade de receber confetes. É só uma tentativa de me reconectar com ele, com vocês, de pensar sobre o assunto e, quem sabe, fazer uma mudança ou outra. Tenho pensado sobre, comecei a conversar com os amigos, vamos vendo, né? Às vezes dá vontade de me colocar mais por aqui, não só as coisas que eu vejo, ouço, leio, curto, mas um pouquinho também do que tenho pensado.

Obrigada por ficarem por aqui há tanto tempo!

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A foto é do Lukasz Wierzbowski.

66 Comentários Deixe seu Comentário

  • Giovanni Alecrim • 30.07.2014 @ 08:47 responder

    O quinto parágrafo expressa muito do que estou passando agora em relação ao meu blo/site, que mantenho desde 2002, sendo a atual versão desde 2011. Sinto que já deu, já passou, que tem tenta dizendo dizendo tanto e se importando menos ainda.

    Em relação ao Facebook, sai dele quase que de vez, os views são ridículos. O oposto do Twitter, que sempre mandou mais visitas para minha página.

    No mais, o Don’t touch my moleskine segue na minha lista de recomendações para pessoas que buscam inspirações e serem criativas. Você já me ajudou muito. Obrigado 🙂

  • Lucas • 30.07.2014 @ 08:53 responder

    Eu continuo entrando todo dia, e quando não tem nada de novo … eu fico lendo coisas mais antigas, ou ouvindo alguma antiga mixtape. Também continuo aguardando super empolgado o lançamento do livro, e continuo indicando o blog pra todo mundo que eu conheço. Sou um apaixonado pelo seu trabalho (não só o blog)!!
    Seus post sempre mostraram um prazer enorme em escrever esse blog, então vou ficar na torcida pra que o tesão volte, pra que o blog continue por mais 7… 70 anos

  • Geraldyne Emyle • 30.07.2014 @ 09:26 responder

    Dani linda!
    Sempre que você posta algo novo, venho correndo aqui dar uma lidinha, pq sei que vai ser algo lindo!
    Admiro muito seu trabalho e sou mais uma pessoa que andava super ansiosa com o lançamento do livro “Fratura exposta” 🙂
    Logo, tô aqui pra dizer que não somos só números! E estamos aqui na torcida para que você volte a postar com mais frequência nesse espacinho tão seu.

    E a gente é que agradece :))

  • Steh Reis • 30.07.2014 @ 09:45 responder

    Dani, tenho pensado muito sobre isso. Mas lendo esse seu post tive um pouco de esperança. É desse tipo de transpiração pessoal que você cria um ponto em comum além do óbvio. Acho que escrever é sempre uma viagem pra um outro lugar, um processo contínuo de troca, e se você não escreve, se priva da experiência de viajar e fica meio presa no limbo da falta de inspiração. Talvez o próprio processo de escrever e compartilhar já seja enriquecedor por si só, porque te obriga a sair da zona de conforto criativa. Já me inspirei muito em materiais do seu blog e acho que crises também podem ser inspiradoras. Espero que essa traga novos questionamentos e que nós leitores também possamos crescer com as suas dúvidas e novos projetos. Compartilhe mais! Sempre vai ter alguém querendo curtir essa viagem com você.

  • Elisa • 30.07.2014 @ 09:45 responder

    De repente os inúmeros projetos (mega bacanas) que você começou, tomaram por demais seu tempo e te afastaram de casa…agora é hora de achar um caminho de volta ou seguir em frente…é hora de responder sua própria pergunta: PQVCFOQVCF?
    Quando descobri Don’t touch, achei um ponto de referência que muitas vezes me serviu de norte em situações as mais diversas – sempre tive vontade de mandar meu trabalho pra ser publicado ali por saber que, tendo no meu CV uma referência dessas, teria um padrão bacana…foi ali que encontrei dicas preciosas sobre a importância de um portfólio, um link com fotos incríveis, textos que expressavam exatamente o que eu sentia e por aí vai…
    Então…não importa,ou, de repente até importe sim e muito, mas há de se deixar egoismos de fora não?rs…que caminho você decida seguir, importa é que você trouxe muita coisa boa durante esse tempo todo, nessa vastidão chamada internet e isso não passou em branco e não será esquecido – coisas boas sempre ficam em nossa memória afetiva…importa é que você encontre algo que não a faça desmarcar e faça seu coração dar saltos quânticos só de pensar!
    Te agradeço e muito por tudo.
    Elisa

  • ana • 30.07.2014 @ 10:05 responder

    Esse é meu o meu blog favorito de toda a web desde de 2010. Nunca vou esquecer a mixtape que resumiu tudo que eu tava sentindo, numa manhã bonita na europa em 2011. Como rbm jamais vou esquecer de uma postagem do fratura exposta que explicou tudinho que nem eu mesma entendia.
    Eu sei que as crises existem nem vim aqui pra dizer que ta tudo bem. Só quis comentar pra nao ser soh um numero e vc saber que ja fez parte de muita coisa 🙂

  • Liz • 30.07.2014 @ 10:08 responder

    Continuo visitando seu blog e adoro! Como todo relacionamento, o bom é repensar o caminho e reviver as emoções… Tenho tido essas crises de identidade com o meu também, mas não desista! Apesar de muita geração de informação na internet, poucos tem tanta qualidade assim… continue a nos encantar! Abraço!

  • Luiza Voll • 30.07.2014 @ 10:47 responder

    Amiga mesmo não sendo seu objetivo quero te jogar confetes! Seu blog é favorito desde o primeiro dia que o vi. Tanto que a vontade de te conhecer foi enorme! E olha só se não fosse por ele… Não estaríamos tão contentes hoje. AMO sua criatividade em cada sessão que cria (tantas e tão boas! a internet agradece). Os compilados de links são uma salvação. E as mixtapes… amo todas. Da minha parte eu ia amar ler mais sobre o que você tem pensado. Crises vem e vão e é preciso respeitá-las. Espero que esta torne apenas seu relacionamento com o DTMM mais forte! Beijos!

  • Aryanny • 30.07.2014 @ 11:24 responder

    Eu adoro o don’t touch my moleskine desde que o descobri há alguns anos. algumas das sessões aqui são adoráveis, como o fratura exposta, e seus posts sobre música, fotografia. Acho sua escrita incrível e certamente sinto falta de ver mais achados por aqui. Mas, acredito que um relacionamento com um blog possa ter seus momentos confusos e difíceis, vez quando. O importante é reencontrar aquele primeiro amor que fez o DTMM ser o que é e deixar saudades na sua ausência! Gostaria de saber também sobre o que você tem pensado. Vida longa ao que há de bom! beijoca

  • Daniela Chaves • 30.07.2014 @ 11:52 responder

    Ei, xará querida!
    Que texto sincero e lindo!
    Dê espaço para a crise… Viva intensamente esse sentimento … Indo até o fim, sentindo, escrevendo e pensando sobre tudo as coisas nascem, renascem…. Mudam! Eu continuo achando seu blog uma delícia! Continuo lendo e relendo tudo e indicando pra todo mundo… Beijos!
    Com carinho ,
    Dani

  • Daniela Chaves • 30.07.2014 @ 11:53 responder

    Ei, xará querida!
    Que texto sincero e lindo!
    Dê espaço para a crise… Viva intensamente esse sentimento … Indo até o fim, sentindo, escrevendo e pensando sobre tudo as coisas nascem, renascem…. Mudam! Eu continuo achando seu blog uma delícia! Continuo lendo e relendo tudo e indicando pra todo mundo… Beijos!
    Com carinho ,
    Dani

  • Cibele • 30.07.2014 @ 12:11 responder

    Leio o Don’t touch há tantos anos que não consigo saber o ano exato. Não me importo com posts esporádicos, apesar de acessar sempre, atrás de novidades. Admiro seu olhar e como divide com a gente. Reflexões pessoais pra mim, são sempre bem vindas, especialmente de quando vem de alguém que sabe usar as palavras, no mundo virtual, pra fazer os outros chegarem mais pertinho. Tome o tempo necessário e se tiver vontade continua, please. bjo

  • Cibele • 30.07.2014 @ 12:12 responder

    *continue

  • Gabriela • 30.07.2014 @ 12:37 responder

    Aqi é oásis, é riqeza. Só venho aqi, no Blowg e no da Mary W. Fiqei curiosa do qe tem pensado.

    Torcendo pro seu tesão voltar -né? Qe é tipo isso?.

    Brigada e beijos!

  • Nina • 30.07.2014 @ 19:02 responder

    Também leio esse blog desde o inicinho. Inspiração pura. E na internet tem muita coisa mesmo, mas ainda é difícil gostar de todos os posts em qualquer outro lugar.
    E eu adorava o Fratura Exposta, espero que saia. 🙂

  • Tati • 30.07.2014 @ 19:16 responder

    Adoro isso aqui. Li todos os posts, conforme eles foram aparecendo. Compartilhei com quem eu achava que era fino, elegante e sincero ao ponto de ler e perceber a delicadeza até das fraturas expostas. Mas como toda relação, também percebi a falta de “notícias”, ainda procuro, mas bem menos. Daí a gente vai esquecendo de ver todo dia, de procurar coisas novas, e vai se apaixonando por outros lugares. Tenho uma relação de amor intensa com o Don’t Touch My Moleskine, descobri gente que fez parte da minha trilha sonora [ah, o Pethit… eu o teria descoberto em algum outro momento, mas fiquei feliz em descobrir por aqui e ter tido a oportunidade de ir a tantos shows antes que ele fosse esse sucesso todo!], descobri que tem gente que se importa com a palavra dita e escrita. Enfim, a gente [oquei, vou falar por mim] percebe a falta de tesão, mas ainda tem um carinho superlativo. E torço que volte a ter algum sentido para você que reflita em nós. Porque tudo é ação e reação, e nenhuma relação se faz sozinha!

  • Thais • 30.07.2014 @ 20:27 responder

    Acho que é fase! Permita-se fazer só o que quer!
    Bjs

  • Priscila Cortez • 30.07.2014 @ 23:32 responder

    Oi Dani,

    uns dois anos atrás passei por um término de relacionamento bem difícil, meio confuso, e nesse momento o que mais me deixou tranquila era ler as fraturas expostas. Desde então visito o blog de vez em quando, pra ver se tem novidade, e comecei a acompanhar seus outros projetos também. Com posts ou sem posts você continua sendo pura inspiração pra mim! Continue aqui, ou não, faça o que seu coração mandar (música de amor anos 80 ao fundo), e muito obrigada! Beijos

  • Andrea • 30.07.2014 @ 23:48 responder

    Seus posts são a alegria de uma internet cheia de nada interessante. Cada post, cada foto, um significado para cada um que lê. Se são muitas pessoas ou poucas não faz diferença, mas sim os que lêem adoram suas descobertas e esperam a próxima.
    Quem nunca teve uma fratura exposta? This thus shall pass!! 🙂

  • Ro Vincenzi • 31.07.2014 @ 02:01 responder

    Realmente a internet está gigante, todo mundo produzindo muito conteúdo. Mas, conteúdo de qualidade que te dá tesão de ler são poucos.
    Viva a sua crise, todos passam por ela, trave por um tempo e depois “destrave” este e o ciclo da vida. Só não abandone este seu jeito sincero de se expressar e lembre que sua curadoria para produzir e indicar textos é divina. E, que estamos (pelo menos eu) sempre aqui de braços abertos te esperando quando a crise passar.
    Beijos carinhosos.

  • Marcos • 31.07.2014 @ 08:28 responder

    Dani,

    Sempre que me perguntam das coisas que mais gosto da internet, o Don’t Touch está entre minha lista e ainda complemento: se eu pudesse escolher uma página para ser minha, eu escolheria este blog. Gosto muito de tudo que você reflete e compartilha por aqui. Você é uma das pessoinhas que colaboram para a construção da internet que eu quero e da internet do bem, ao lado da Lu Voll, do Pedrinho e das meninas da Oficina. Eu entendo que você esteja na crise dos sete e concordo sobre todos os seus pontos, mas espero que passe. 😉 E, outra, se não passar, tudo bem também. Vale muito tudo o que vc já fez por aqui. Um beijo e muita inspiração na sua vida (para refletir nas nossas).

  • Sara • 31.07.2014 @ 09:08 responder

    Adoro o teu blog e foste uma inspiraçao para mim e para eu ganhar coragem e ter um também 🙂

    Acho que a internet é um bocado antropófaga e às vezes é mesmo tudo demais (informação,imagem,barulho).

    Não é preciso mesmo partilhar tudo,é preciso partilhar quando se quer muito e acredito que o que fazes aqui já tocou a vida de muita gente 🙂

  • Alice • 31.07.2014 @ 11:22 responder

    Acho que o segredo é voltar no porque você começou e se segurar nisso. Tirar a obrigação e a pressão que tantos anos e tanto público foram construído e tentar achar o prazer inicial de compartilhar, e arquivar!, as coisas que você vê nessa internet e gosta. Você aqui tá sendo só você, não tem competição com outra qualquer coisa da internet.

    Lembrar dos motivos do início do amor, das razões do porque sim da paixão, muitas vezes, devolve a magia.

  • Marcela • 31.07.2014 @ 13:04 responder

    Oi Dani,

    eu leio o blog há uns 3 ou 4 anos, não sei ao certo. Confesso que aqui sempre fui “só um número” porque nunca comentei e nunca te disse o quanto seus posts são inspiradores e o quanto são LINDOS. A internet está cheia de conteúdo, sim, mas também acho que está cheia de besteiras e coisas vazias. Não é o caso do Don’t Touch (viu, até falo como íntima). Sua maneira de escrever sempre me inspirou. Tanto para seguir em frente em um projeto, para superar términos/crises de relacionamentos (com os textos do Fratura Exposta), quanto para ser feliz. Deve ter mais ou menos dois anos, sentei na frente do computador e li TODOS os posts do seu blog com a #AMOR. Gente, como isso me fez bem, como fiquei feliz de ler tanta coisa bonita, sincera! Eu até expressei essa minha felicidade no twitter, talvez você se lembre, porque respondeu meu tweet muito surpresa por eu ter lido, na época, NOVENTA E DUAS páginas dessa hashtag. Concordo com o que o pessoal comentou: crises são importantes para refletirmos o por quê do nosso trabalho, acho muito válido que você viva esse momento e encontre novamente o a razão pela qual você criou esse seu cantinho. Mas tenha certeza, não se prenda aos números de views baixos ou poucos comentários. Você é inspiração pra muita gente! Não tenha dúvida disso! E ah! Eu também faço parte do time que espera, ansiosamente, pelo livro do Fratura Exposta! beijão!!!

  • Hérica Rocha • 31.07.2014 @ 16:06 responder

    Ufa!!Que alívio… por alguns instantes enquanto lia o post pensei que pudesse ser o último. Ainda bem que não. Mas olhe só, esse lance da internet ter deixado as coisas gigantes é uma ideia que compartilho contigo. Ultimamente, como leitora, tenho tido essa crise em ler meus autores prediletos e tantos que vejo por aí, mas creio que de um todo não seja ruim, assim podemos avaliar o que realmente vale a pena ser lido ou escrito. Não sei se ajudei no lance da crise dos sete anos, mas tenha certeza, estou sempre por aqui, nem que seja pra ajudar a soprar a poeira!!!

  • Gislaine • 31.07.2014 @ 17:55 responder

    Eu fico triste quando encontro um blog que é muito bem escrito e que consegue causar identificação imediata com o que sinto e aí percebo que ele parou de ser escrito há dois ou três anos. Não queria que o seu fosse um deles – e descobri há pouco tempo. =]

    Mas acredito que as coisas podem, sim, ter um fim e tudo ficará. Assim como podem se transformar em coisas ainda mais belas. Você poderia fazer uma exposição de trechos e fotos (e até de mixtapes) pra comemorar os sete anos do blog. Aposto que teria muita gente legal que iria.

    Eu tenho às vezes a sensação de que tudo já foi escrito e criado e publicado, mas talvez seja somente uma consequência do excesso de exposição da era da internet e das mídias sociais. Mas a sua visão, como a minha (e a de um monte de gente que ainda gosta de escrever) é sempre um pontinho diferente num mural enorme de sensações e pensamentos que vale a pena ser construído.

  • Juli • 1.08.2014 @ 06:47 responder

    Dani,

    Dos dramas às alegrias, o Don’t touch acompanha, expressa e traduz sentimentos de muita, muita gente- como eu!

    Lindo ler esse texto e ver que é isso, a vida é cheia de crises, términos, recomeços e reconciliações. De qualquer modo, estaremos aqui, torcendo por você!

    Obrigada sempre pela inspiração.

  • NATASHA • 1.08.2014 @ 08:54 responder

    Oi Dani,

    Eu entro quase todos os dias aqui no seu blog e tenho uma pastinha com imagens e textos salvos no meu desktop aqui do dont touch. É muito legal quando tem uma novidade! Não desanima não seu trabalho é ótimo! E quanto ao livro estou ansiosa! E acho que o fratura exposta poderia retornar ao blog!

  • Jayne • 1.08.2014 @ 11:11 responder

    Oi, Dani.

    O Don’t Touch foi o primeiro blog que me levou pra internet que eu me conecto hoje. E isso pode parecer bobagem, mas pra mim é muito importante porque conhecer seus arquivos e seus posts na época quase diários marcaram a minha transição da adolescência pra vida adulta, em 2011. Na adolescência eu mantive um blog que ia pro caminho das referências também, depois de 4 anos chegou o dia de finalizar meu relacionamento com ele. Eu não era mais aquilo. Passei dois anos afastada desse mundo, haha, mas voltei e tô feliz com os caminhos novos que estou dando pra um novo espaço meu.

    A gente fica dependente demais da internet, do que as pessoas da internet estão pensando, se tem gente concordando ou discordando da gente. Você já trabalha com isso, talvez seja hora de dar um tempo (mas por favor, não exclua esse lugar maravilhoso!). E se precisar, crie um blog novo, ou dê novos rumos a esse. Fale sobre você, a gente gosta de você, certamente que vamos estar por aqui (pelo menos eu).

    Sobre o facebook diminuir as visualizações, eu acho que blogs e facebook nunca se derão muito bem. O facebook é fugaz, rápido e vazio, os seguidores assíduos de blogs estão sempre dispostos a algo mais. Não fique triste que pouca gente viu o que você postou, fique feliz por ainda tem gente que vem aqui de livre e espontânea vontade. Alias, eu tenho o Don’t Touch no meu Feedly, não sei se conta os acessos por lá.

  • Jessica • 1.08.2014 @ 13:44 responder

    Oi, Fazem alguns anos que acesso o blog e quanta coisa bonita já me inspirou por aqui. Eu, pessoa comum, adoro esse lugar incomum. Compartilha que a gente gosta! 🙂

  • Bruna • 1.08.2014 @ 15:11 responder

    Oi, Dani. Sempre achei você super solícita nas vezes em que te escrevi, uma graça.
    Bom, claro que quando nossos blogs começam a ter mais leitores, temos um pouco dessa pressão de atualização. Mas, acho que o que sempre funciona é voltar ao pensamento de quando começamos: escrevemos primeiro para a gente. Tanto para desabafar, criar, arquivar boas referências. Atualizamos quando sentimos necessidade. Igual na vida real: falamos quando temos vontade. Vamos ao bar quando temos vontade de beber, assim como ficamos embaixo das cobertas quando o corpo pede. Ao respeitar isso, o blog fica sempre “saudável” e sua mente também. 🙂
    Beijos!

  • Zadner • 1.08.2014 @ 15:59 responder

    Dani, quer ajuda? podemos papear e colocar as coisas que te afligem à mesa e tentar ver uma solução para essa crise. Ou então apenas rir e falar de blogues que vão desaparecendo… 🙂

  • marie • 2.08.2014 @ 19:24 responder

    eu leio seu blog ha tanto tempo que nem me lembro mais quando comecei. por muito tempo na adolescencia eu escrevia, compulsivamente, tinha inclusive mais de um
    blog ao mesmo tempo. sempre foi minha valvula de escape. de repente parei e a rotina me consumiu. nao consegui tempo nem inspiracao para continuar. mas jamais parei de ler os blogs que seguia naquela epoca.
    estes tempos cogitei voltar a escrever, mas nao senti a mesma coisa. nao sei explicar, mas era como se nao fizesse sentido. como se o que eu sinto hj nao tem a mesma intensidade que antigamente. como se a vida tivesse me
    deixado morna.
    nunca comentei aqui e decidi faze-lo para tentar te encorajar e te pedir que nao pare de escrever. imagino que, como eu, muitos leitores silenciosos te acompanham durante os anos. nao nos deixe orfãos, por favor.
    agora, sobre o relacionamento. conselhos é coisa que nao se dá, sempre dizem. eu ainda nao cheguei nos benditos 7. fecharemos 6 em setembro. e ja passamos por alguns bocados. principalmente pq eu sou um tanto quanto impossivel. sei disso, mas só qnd paro para refletir. o que ajuda é quando a gente para de criar expectativas e tenta nas pequenas coisas fazer boas lembranças: dançar na cozinha, por musicas para ver ele preparar as refeiçoes, batalha de iphone, ir ao cinema de repente, preparar um cafe da manha na cama… o dia a dia nao precisa ser grande, ele tem que apenas existor para ser magnifico. deixa as espectativas de lado e a cada dia procure fazer algo que te faça feliz e ele tb. minimas coisas: uma comida especial, musica, filme, um bilhete, um cafune, qlq coisinha. parece nada, mas ao longo das semanas vai ficando grande e mantem viva aquela chama que nos deixa sempre juntos.
    respira fundo e continua. 😉

  • Laila Cavalcante • 3.08.2014 @ 00:54 responder

    Eu comecei a ler o Don’t Touch em 2009 ou 2010 – lembro bem de visitar a página no laboratório de informática no primeiro semestre da faculdade. Lembro também de ter recebido um email seu, que era a coisa mais amigável do mundo, dizendo oi e perguntando como eu tinha chegado ao blog (foi de alguma forma aleatória, a propósito, eu achei o nome legal). Com o tempo deixei de ser leitora assídua, mas aí “veio” o facebook, e hoje vejo que tenho vários amigos que curtem a sua página, acho isso tão massa! Enfim, acho que você pode e deve ter aquela máxima em mente, na vida nada se perde, tudo se reinventa! Queria aproveitar o momento pra deixar meu agradecimento por tudo que conheci por meio do Don’t Touch e meus votos de que o livro saia, sim!

  • Luciana • 3.08.2014 @ 13:23 responder

    Dani, eu adoro o blog desde o comecinho e mesmo com ele mais “parado” eu entro direto esperando por algo novo ou para ler algo antigo mesmo. Espero que a vontade de escrever por aqui volte pois o Don’t Touch continua sendo um dos meus blogs preferidos. E também espero pelo livro Fratura Exposta!! beijos

  • janaina • 5.08.2014 @ 10:49 responder

    Eu entro aqui todo dia esperando uma atualizaçãozinha..
    Continua fazendo o de sempre, atualizando com amor..tanta coisa aqui nos inspira e enche a gente de vida.. desanima não, vai
    Abraço apertado

  • Fernanda • 5.08.2014 @ 15:49 responder

    Dani, NÃÃÃOOO! não se váááá! sempre fui uma leitora quietinha (acompanho o blog há uns 3 ou 4 anos). não vejo atualizações através de Face, mas por aqui mesmo. cada postzinho. cada música. quanta foto linda já não marquei como favorita ♥ !!! você tem razão… hoje em dia se escreve muita coisa, se compartilha muita coisa, é um oceano de conteúdo novo a cada dia… mas quanto disso “presta”? quanto disso é inteligente, bacana, fresco, interessante? o DTMM é único, sempre foi. por isso digo, fica! faz terapia, respira, dá um tempo, e depois volta. adoro-te!

  • Thais B. • 7.08.2014 @ 16:35 responder

    Esse é um dos meus blogs favoritos há pelo menos uns 5 anos! E venho notando exatamente isso… poucas atualizações. Porém, continuo entrando todo santo dia pra ver se há coisa nova. Esses tempos até pensei em mandar uma mensagem via facebook clamando por novas postagens, mas confesso um tanto constrangida que não tenho o costume de comentar nos blogs, por mais que seja uma consumidora compulsiva desse meio. Após ler isso, escrevo pela primeira vez aqui e em um blog.. Por favor, continue com o don’t touch my moleskine! Ele é uma inspiração pra mim e tenho certeza que pra muitas outras pessoas. Descobri muitas coisas lindas por aqui 🙂

  • Juliana • 7.08.2014 @ 23:32 responder

    Olá, Dani!
    Acompanho seu blog há muito tempo. Venho dia sim dia não, ver se tem post novo. Quando não tem fico lendo coisas antigas, clicando nos links…sou completamente apaixonada pelo DTMM. Já o indiquei pra tanta gente! e adoraram! e agradeceram a dica. Você tem um bom gosto, uma visão de mundo tão maravilhosa. Obrigada por tudo que já compartilhou com a gente, por tudo que nos mostrou. Mas por favor, não me deixe orfã do DTMM! a internet vai ficar extremamente sem graça. Adoro principalmente os textos, as seções e as fotografias maravilhosas. Love DTMM.
    Um abraço,
    Volte logo!!

  • Camila • 8.08.2014 @ 11:05 responder

    Eu entro pra sempre. Caba não!

  • Tony Franco • 9.08.2014 @ 16:42 responder

    Olá!

    Algo mudou com você? Mudou de endereço, ou parou de se comunicar com alguém?

    Algo deve ter mudado… para refletir…

  • Paula Maria • 11.08.2014 @ 00:06 responder

    Ei Dani.

    Não tinha visto o post ainda, acabei de ler.
    Entendo a crise, entendo a trava, entendo tudo.

    Mas digo que esse blog, seus escritos, seus projetos sempre foram de enorme inspiração pra mim. É dos lugares da internet que mais gosto de voltar, ficar, mexer e remexer. E sempre tive o sonho de ter um texto aqui, sabia que muita gente legal iria ler e que isso me traria uma força muito grande pra acreditar no que gosto e quero fazer da minha vida.

    Espero que consiga passar por isso, ainda que seja sofrido.

    Se precisar de uma ajuda, estou aqui, disponível.

    Um abraço grande.

  • Gabriel Pardal • 11.08.2014 @ 12:14 responder

    Olha só, até agora 42 comentários. A internet é vasta, mas a sua curadoria é realmente de primeira, o que facilita muito a vida da gente durante o passeio. O cansaço é normal, visto que a missão que você propôs a si mesma não é bolinho. E é bom relaxar e respirar pra pensar em tudo o que já se fez. Bom, eu voto para que a paixão volte com tudo. Até lá, tô te acompanhando no twitter. Baila!

  • Marcos Ramon • 13.08.2014 @ 14:16 responder

    Eu leio o seu blog faz muito tempo e nunca comentei. Acho que chegou a hora. =) Penso que a sua percepção é a mesma de muita gente. Está tudo demais, tudo muito e fica parecendo que o que a gente faz não é relevante ou não tão importante. Mas como disse antes, eu sempre visito o seu blog. Às vezes eu esqueço (porque não assino RSS ou sigo no Facebbok nem nada) mas quando eu lembro é sempre legal voltar e saber que eu vou encontrar uma monte de coisa bacana que não parece só notícia. Acho que o que você faz aqui reflete muito um sentido do que é ser humano: contradições, medos, alegrias, paixões, ansiedades… Esse post foi meio isso, não foi? Fico feliz de ainda encontrar humanidade na internet. E, mesmo esquecendo de vez em quando, vou continuar voltando aqui, nem que seja pra lembrar disso.

  • PV • 13.08.2014 @ 18:37 responder

    Oi Dani.
    Tem um tempo que não entro aqui, mas isso é apenas um mês.
    Eu amo seu trabalho. E sei como se sente. Estou com um livro entalado há sete anos, e não consigo avançar nele, simplesmente porque não me movo da inércia nem sob decreto. Conheço essa crise de 7 anos.
    Não tenho nenhum conselho, nem vou desperdiçar seu tempo com uma tentativa.
    Mas gostaria mesmo que vc não abandonasse este site. É um dos recônditos mais aconchegantes que eu conheço na internet, e um local onde posso ler sobre sentimentos, vivências e até colaborar com algumas coisas – até cheguei a mandar um texto pro Fratura Exposta. Por sua causa, e das coisas que eu leio aqui, eu consigo entender sentimentos e perceber que não estou sozinho.
    Obrigado pelo seu trabalho. Do fundo do coração, espero que encontre a reconexão, a repaixão e o reamor,
    Te cuida.

  • Claudia • 13.08.2014 @ 20:33 responder

    Estou aqui, judiera acabar! Caba não…

  • Helvio • 14.08.2014 @ 18:37 responder

    Bom,

    Antes era incrível dividir as coisas, a internet proporcionou essa magia toda de a gente mostrar o nosso íntimo foda ( bandas, desenhos, gente). Agora, é tão fácil ver gente feliz e com o “íntimo foda”, que ficou super sem graça. Essa quantidade de piadinhas sem, essa opinião sobre tudo e esse acesso à tudo o que é legal se tornou tão 16 anos que o que eu mais quero agora é realmente viver um íntimo real: espalhar magia só pelas palavras e gestos, porque a internet já deixou de ser um meio para isso há algum tempinho. Quanto menos likes, melhor… menos inveja, menos gente te vendo. De toda essa era, ficou muita gente linda na vida, mas a vida também tem outros íntimos. Beijos. =D

  • Grã • 15.08.2014 @ 10:02 responder

    É assim que você me deixa??? (Ou pensa em me deixar)
    Assim?!? Com palavras tão leves! (como naquela música ).

    Sério, que vai ser assim?
    Vai, brincando de virar mais uma página, de mais um livro.

    Sete anos não são sete dias, parecem?
    São tantos quilos que envelheci em sete anos…
    Tantas palavras, outrora sumidas de meu dicionário, que reencontrei por aqui.

    Imagina por quantos textos que eu “senti muito”?

    Houve montes de respostas que não obtive, mas dezenas de de novas perguntas que me fiz.
    Tudo que vi e ouvi, dividindo com você olhos e ouvidos… não sabe o quão pequeno me pareceu o mundo algumas vezes, a ponto de mal cabermos nele.

    Mas não há o que fazer, se é assim que tem que ser.

  • Camila • 16.08.2014 @ 21:58 responder

    Mas as coisas findas
    Muito mais que lindas
    Essas ficarão.

  • Natália • 18.08.2014 @ 18:24 responder

    Dani, você está certa. Tem muita gente produzindo conteúdo por aí. Mas poucas pessoas o fazem de um jeito tão lindo e inspirador quanto você.

  • Maíra Luna • 20.08.2014 @ 01:20 responder

    Oi Dani,
    Acompanho seu blog desde 2009 e de lá pra cá ele me rendeu muito conteúdo interessante, além de algumas lágrimas e um sorriso quando eu mais precisava. Escrevi mil textos de fatura exposta pra mim mesma, conheci músicas que nunca sonhei em ouvir e descobri o prazer de guardar imagens inspiradoras que encontrei por essa internet de meu deus.

    Não desista desses espacinho em que a gente se sente tão acolhido e continue a compartilhar seu olhar e enorme delicadeza.

  • Marina Lisboa • 21.08.2014 @ 18:47 responder

    Dani, venho vivendo essa crise dos 7 anos comigo mesma, se é que você me entende. Leio seu blog há 5 anos se não engano, aliás o seu e muitos outros que tanto amei/amo, mas o seu sempre foi o favorito. Me recordo de passar noites e noites lendo, revirando e procurando posts antigos, já deixei esse blog de cabeça pra baixo, rsrs. Não desista, assim como eu fiz, das coisas que mais gosta. Com o passar dos tempos, desisti de meu curso de Jornalismo, desisti de escrever, desisti de escutar musicas… É como outra leitora aqui disse, parece que a vida me deixou morna. Não que eu não seja feliz, sou até demais. Mas as coisas mais preciosas, das que tanto gostava, parece que o tempo consumiu e as levou bem pra longe.. Então, se você realmente ama aqui, não largue! Tente remar contra, estou nessa com você.

    Beijos!

  • andreza felix • 23.08.2014 @ 14:03 responder

    Não acho que todo mundo consome e lê tudo! eu tenho pouca malemolência de navegar e aqui é meu porto seguro : pra penar, inspirar e levar os sonhos em frente; muitos mas muitos post do don’t touch influenciaram minha vida e a mudança de rumo que dei nos ultimos anos! é aqui que eu venho pra ouvir banda, pra pensar na carreira, pra mudar de rumo, pra tudo
    poste o que te inspirar, no ritmo que der, siga em frente, no ritmo que for verdadeiro que é essa cara de verdade e acreditar no que faz que nos tem como leitores

  • Natália • 24.08.2014 @ 21:00 responder

    Muito amor pelo Dont Touch My Moleskine. Juro que é um lugar de muita inspiração pra muita gente, inclusive pra mim. Mas é importante que seja pra voce tambem. De tempo ao tempo. Estamos com voce 🙂

  • Yo • 24.08.2014 @ 22:44 responder

    O que dizer? momentos de crise existem. fato. Uma busca pessoal por caminhos que tragam entusiamo e leveza. Novos entusiamos.
    Bem escrevo só para dizer que hoje, ou quase sempre, que eu preciso de um pouco de inspiração ou apenas me encharcar de um pouco de alegria em um sorriso no canto da boca eu venho aqui. Hoje foi assim, depois de um dia duro eu simplesmente lembrei…to precisando ler do Don’t touch.
    Espero que aches o que estas buscando.

  • Hadji Aires • 25.08.2014 @ 21:12 responder

    que engraçado esse texto, pois antes do site carregar eu me perguntei: porque ver o don’t touch moleskine denovo, se posso ver qualquer blog, vídeos, músicas… e sempre que quero “viajar” na web passo por aqui. mas assim que li o texto a resposta veio. me acho nesse lugar, faz 3 anos que venho aqui (se não mais…)a frequência diminui mas alegria é a mesma!

  • Natalin • 28.08.2014 @ 15:10 responder

    Ixi
    To sempre aqui! E quando te encontrei, uns 3 anos atrás, revirei exatamente TODAS as postagens do blog, desse e do antigo, aqui descobri muitas referências de fotografias, músicas, inspirações para escrever textos, viciante e essencial. Acho que não é confete, apenas pra você saber da importância que tem na vida das pessoas (coração).
    Com carinho, Nátalin Guvêa.

  • Anna • 29.08.2014 @ 23:41 responder

    Dani, que coisa engraçada essa vida. Há uns meses que venho passando com uma crise assim com meu blog também, e agora que li seu post lembrei que em dezembro faremos, eu e ele, sete anos juntos. Será que existe algo de cabalístico nesse período de tempo que nos leve a questionar nossas certezas, ou é o mundo e a internet no geral que tem feito das nossas casinhas virtuais parecerem tão estranhas?

    Meu blog é pequeno, sempre foi, lido por uma meia dúzia de gatinhos pingados. Diferente do perfil do Don’t Touch, mas acho que entendo o que você tá sentindo. Antigamente qualquer coisinha virava post, hoje as minhas ideias vão escorrendo da cabeça antes de chegar no teclado, ou eu simplesmente acho que ninguém se interessaria, que não faz mais tanto sentido em escrever sobre aquele filme, aquela música, aquela coisa engraçada que aconteceu na semana passada. É um lugar estranho de se estar, pois sei que não vou conseguir abandonar meu blog tão cedo, mas ao mesmo tempo sofro com todas as vezes que me sinto travada com relação a ele, e releio uns posts lembrando de como foi difícil arrancar de dentro de mim cada parágrafo, e como eles soam antinaturais, porque eu sei como já foi fácil escrever um dia.

    Enfim, falei mais de mim do que de você, mas me senti à vontade pra contar o meu caso que, se te serve de algum consolo, pelo menos mostra que você não está sozinha. Acho que essas coisas vem em ciclos, e a esperança é de que essa maré ruim passe e deixe um sopro novo de inspiração, e que a gente descubra de novo o fio da meada dos bons tempos.

    Mas, da minha parte, só tenho elogios a tecer. O Don’t Touch é uma referência de anos, e já usei coisas que vi aqui, como a série O Que É O Amor Pra Você Hoje (amo tanto!), até em trabalho de faculdade! Espero que você e ele se reencontrem por aí, e que essa vibe de espalhar por aí as bonitezas desse mundão velho sem porteira que é a internet se mantenha – ou então dê lugar a novas motivações, quem sabe?

    Enfim, falei demais. Boa sorte, Dani!
    beijo

  • samyra torquilho • 8.09.2014 @ 11:44 responder

    ah, gente.
    quanta verdade, e amor tem nessas palavras. e por isso mesmo que dá vontade de vir aqui e dizer que tudo que é postado no DTMM é altamente inspirador. os confetes, nesse caso, são inevitáveis, acredite. a maneira como você se comunica, se expõe, conversa, fala, se retrata é como um sopro de afeto que chega em muitos de nós. muito obrigada por dividir tudo que passa em seu coração. as alegrias e as angústias. as certezas e os medos. estou sempre por aqui, tendo ou não um novo conteúdo a ser visto. um beijo!

  • Juliana • 16.09.2014 @ 17:05 responder

    Daniii eu sempro lembro do livro Fratura Exposta! quero eleeee, força!

  • Silvia • 15.10.2014 @ 10:39 responder

    Querida, adoro seu blog!!!! Acho que a vida tem mesmo estes ciclos… Minha sugestão é não se cobrar muito e nem forçar a barra. Deixe acontecer naturalmente e não se cobre. Quem é mto inteligente geralmente é tbm meio “tirano” consigo mesmo.
    Seu blog é único, mesmo com tanta coisa na internet.

    Bjs

  • Carol • 6.11.2014 @ 17:20 responder

    Oi Dani.

    Adoro seu blog. Leio o fratura exposta há anos. Vivo cada história na pele. Já escrevi várias, mas nunca te mandei.

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