Favoritos

#aminhafotomaisbonita

por   /  15/05/2014  /  9:00

Quero convidar vocês para uma seção nova e linda do Instamission! ♡

#aminhafotomaisbonita | Qual é a história da sua foto mais bonita? Nesta nova área de conteúdo do Instamission, queremos ver as fotos e ouvir as histórias mais bonitas de vocês. Vale foto nova ou foto antiga. Preferimos as imagens de sua autoria, mas também vale aquela que fizeram de você em um momento muito especial. Sabemos que para quem gosta de fotografia é difícil escolher apenas uma foto, então sintam-se livres para contar quantas histórias quiserem. Esta não é uma missão semanal, é um conteúdo atemporal que vamos produzir junto com vocês. Vamos olhar todas as fotos e escolher algumas para destacar aqui no nosso perfil aos poucos – porque cada história é tão importante que merece um tempo para ser apreciada, concordam? Não temos um prêmio para oferecer: a ideia é mesmo fazer uma brincadeira e viver a alegria de partilhar com mais gente imagens que nos deixam felizes. Topam? Para participar, basta postar a hashtag #aminhafotomaisbonita nas fotos que desejam enviar, sempre com a história detalhada na legenda. Esperamos ver e ouvir vocês!

No Instagram > @instamission

amor  ·  contente  ·  especial don't touch  ·  fotografia  ·  instamission

O mundo pré-selfie da japonesa Hiromix

por   /  12/05/2014  /  9:00

Antes de selfie virar palavra do ano, hit do Oscar e atividade nossa de quase todo dia, a fotógrafa japonesa Hiromix já experimentava documentar todos os detalhes da sua vida.

Ela começou a fotografar aos 17 anos e, aos 19, ganhou a décima primeira edição do New Cosmos Photograhy, concurso da Canon no qual ela recebeu a indicação de Nobuyoshi Araki, uma de suas maiores influências. Foi a deixa para suas fotos da vida íntima ganhassem uma popularidade gigante.

O ano era 1995, e vocês conseguem imaginar o impacto que suas fotografias tiveram na época? Ela adotou um estilo “meu querido diário”, com imagens de flores, discos, gatos, amigos e, claro, muitos auto-retratos. Pode ser comum hoje e todos fazemos, mas há quase 20 anos tinha um outro apelo – e muito frescor.

Aos 24, Hiromix, cujo nome de batismo é Toshikawa Hiromi, já tinha quatro livros publicados, o que mostra não só como sua fotografia gera identificação para uma legião de jovens seguidores quanto dá uma ideia do quanto os projetos fotográficos em livros fazem sucesso o Japão.

Em seu livro de 1998, ela dá uma boa noção da sua arte:

“Youth reflects transparency and beauty. Despite our lack of experience, the world often confronts us with unforgivable situations. We believe, more than anyone, in things that cannot be seen. Many unknown worlds are awaiting us. Surrounded by people and things we love, we smile carefree smiles. It is perhaps because I wanted to keep a record of this, that I take photos of myself.”

O que faz das fotos dela arte é aquela discussão eterna. De minha parte, gosto de ver em detalhes os registros de uma vida auto-centrada, que é tão enaltecida hoje, feita há muito tempo.

Mais em > http://photoguide.jp/txt/HIROMIX

Cat Power abre o coração

por   /  12/05/2014  /  8:30

Cat Power fala um monte em uma boa entrevista no Guardian.

Patti Smith gave me life-saving advice. She told me: “It’s your responsibility as an artist to stand up if you believe in something.” I was overwhelmed by that. At the time I was just trying to keep myself alive and stop myself jumping out of windows

We wouldn’t have art and music if we all saw things the same. I’ve spent a lot of my life not fitting in. As a culture we forget that we are very different to each other.

I used to lie about what I did. When a cab driver would ask me what I did for a living I’d say: “I’m a writer.” I never thought I was a “good artist”, like people are “good bartenders” or “good cleaning ladies” with efficiency and a work ethic. I didn’t believe in myself.

I’ve looked death in the eye. The day after Sun [her 2012 album] came out I was in hospital with angioedema [a stress-induced and potentially fatal swelling in the body]. They told me they were going to put me in a coma to save my lungs. My friend came to visit and told me I’d made the Billboard Top 10 and all I could think was: “I don’t want to die.”

Songs can be destructive but helpful. Lyrics come from different places. Sometimes they come from a need, hope, memories or dreams, and sometimes they just come for no reason, from nowhere.

Everywhere I’ve been, I’ve seen the same type of people. It doesn’t matter what language you speak or if you can drive a car or not. We all generally want the same thing: clean water, shelter and security for our families.

Leiam a entrevista completa > http://www.theguardian.com/music/2014/may/10/cat-power-this-much-i-know

amor  ·  arte  ·  fotografia  ·  música

Lendo a internet

por   /  12/05/2014  /  8:00

- Qual é a distância para Marte? > http://www.distancetomars.com/

- Por que Berlim? > http://www.gluckproject.com.br/por-que-berlim/

- O homem de 2003, por Gregório Duvivier > http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/04/1443305-o-homem-de-2003.shtml

- De um lado, jovens brasileiros que querem aprender inglês. De outro, idosos norte-americanos que querem ter com quem falar. O resultado é dar aquela choradinha > http://www.adweek.com/adfreak/perfect-match-brazilian-kids-learn-english-video-chatting-lonely-elderly-americans-157523

- A carta de Sally Field para o filho gay > http://blogs.indiewire.com/bent/read-sally-fields-impassioned-open-letter-about-her-gay-son-20140328

- 36 mães que queremos parabenizar pelo uso do Whatsapp, por Rafael Capanema > http://www.buzzfeed.com/rafaelcapanema/maes-que-queremos-parabenizar-pelo-uso-do-whatsapp

- Por trás das capas de discos famosos > https://www.flickr.com/photos/93699963@N04/

- Erika Palomino e a cena clubber de SP > http://thump.vice.com/pt_br/words/o-historiador-e-historia-erika-palomino-e-a-cena-clubber-de-sp

Testamento de partideiro

por   /  11/05/2014  /  15:00

Uma música para o domingo: “Tempo de partideiro”, de Candeia.

Mas se houver tristeza que seja bonita
De tristeza feia o poeta não gosta
E um surdo marcando o choro de cuíca
Viola pergunta, mas não tem resposta
Quem rezar por mim que o faça sambando
Porque um bom samba é forma de oração
Um bom partideiro só chora versando
Tomando com amor batida de limão

amor  ·  arte  ·  música  ·  vídeo

Lendo a internet

por   /  21/04/2014  /  19:19

- Para aqueles momentos em que a gente passa tanto tempo online, um pôster de Jean Jullien > http://shop.jeanjullien.com/collections/frontpage/products/i-feel-so-online

- A coragem de amarelar, por Vanessa Barbara: “Na área de turismo, damos uma ênfase excessiva ao valor da experiência, embora a vida seja feita sobretudo de não experiências, de coisas que optamos por deixar de lado porque não queremos ou não podemos fazer: hipertensos e epilépticos não podem saltar de bungee jump, assim como diabéticos não podem se entupir de doces. Há uma série de aspectos da existência que independem do nosso arbítrio, ao contrário do que acontece dentro do ambiente controlado dos esportes radicais, onde nos sentimos super-heróis capazes de tudo. (Animado, meu guia declarou: “É uma sensação incrível! Você sai de lá achando que é capaz de tudo, tipo… tipo suicídio!”.)” > http://www.hortifruti.org/2014/04/15/coragem-de-amarelar/

- What suffering does: “But notice this phenomenon. When people remember the past, they don’t only talk about happiness. It is often the ordeals that seem most significant. People shoot for happiness but feel formed through suffering.” > http://www.nytimes.com/2014/04/08/opinion/brooks-what-suffering-does.html

- Esposas do Silício, por Flávia Stefani, com ilustração do @liquidpigtm. A vida de uma tech wife californiana que trabalha em casa é mais ou menos assim: você não trabalha em casa. O seu trabalho é ocupar o tempo com qualquer atividade que ajude a não jogar todas as frustrações no casamento. Yoga. Crossfit. Aulas de filosofia. Workshop de meditação. Você lê o dobro do que normalmente leria se tivesse um emprego, em parte porque tem mais tempo para ler, em parte porque é importante que as outras pessoas pensem que ‘Ok, ela fica o dia todo em casa, mas pelo menos ela continua a par das coisas.’ Você passa mais tempo na Internet do que é saudável para qualquer ser humano. Você transforma a sua casa em um mural do Pinterest. Você chama os cachorros da vizinhança pelo nome. Você se pergunta se ter um filho ajudaria a atribuir mais valor ao que faz. Ou, no caso, ao que não faz —você não sabe mais a diferença. Você sente saudade da moça que trabalhava catorze horas por dia, que pagava sozinha o próprio aluguel, a mulher que não era casada com ninguém, que não tinha que se sacrificar por ninguém. Em algum momento da transição de redatora em Nova York para dona de casa do Vale, essa mulher adormeceu. Não é beijo de sapo ou príncipe encantado que irá despertá-la, mas uma carta do departamento de imigração dos Estados Unidos.” > http://ada.vc/esposas-silicio/

- Bailarina brasileira desiste do Bolshoi para fazer engenharia no MIT > http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/20/bailarina-brasileira-desiste-do-bolshoi-para-fazer-engenharia-no-mit.htm

-Dá para banir e-mails de trabalho depois das 18h? > http://www.bbc.co.uk/news/magazine-26958079

- Como uma garota de 13 anos conseguiu criar sua marca de roupas > http://www.fastcompany.com/3029303/bottom-line/how-a-13-year-old-got-her-fashion-line-in-nordstrom

- Nós não somos dinamarqueses, por Denis Russo Burgierman > http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/cidade/nos-nao-somos-dinamarqueses

- A importância de dizer obrigada, em uma palestra de 3 minutos no TED:

amor  ·  auto-ajuda  ·  etc  ·  ilustracao  ·  internet  ·  jornalismo  ·  moda  ·  trabalho  ·  vida