Favoritos

in my humble opinion

por   /  11/10/2007  /  22:42

“so when rayanne graff told me my hair was holding me back, i had to listen. ‘cause she wasn’t just talking about my hair. she was talking about my life.” – angela chase

my so-called life é um dos melhores seriados de todos os tempos. angela chase, interpretada por uma claire danes em começo de carreira, conquista o coração de qualquer espectador com suas angústias, seu talento para ver beleza em coisas pequenas (como a dobra da camiseta do menino por quem está apaixonada) e suas considerações sobre uma fase tão hiperbólica que é a adolescência. 

apaixonada por jordan catalano, um garoto rebelde, nem aí, daqueles que fazem a gente ficar de queixo caído, angela tentar entender seus processos de mudança, em plenos anos 90. embalados por bufallo tom, ramones, lemonheads e julianna hatfield, angela e jordan (vivido por jared leto, numa época em que ele era delicioso e não ficava pagando de rockstar tardio) interpretam fragmentos de adolescente que a gente já foi um dia.

agora, a grande notícia: my so-called life sai em dvd, na gringa, no próximo dia 30 de outubro, pela shout!factory. seis dvds, 19 episódios, um livro comemorativo e todos aqueles extras que fazem 70 doletas se transformarem em satisfação garantida. quero a minha caixinha agora!

amor  ·  etc

do the dance

por   /  11/10/2007  /  19:22

d.a.n.c.e., do justice, a melhor música de pista do ano. e agora dá para aprender as dancinhas! se alguém ficar parado, merece passar o resto dos dias entrevado numa cadeira de balanço. e digam aí: o cara do teclado num é a cara do rod stewart

happening

por   /  11/10/2007  /  19:12

eu espero
acontecimentos
só que quando anoitece
é festa no outro apartamento

todo amor
vale o quanto brilha
e o meu brilhava
e brilha de jóia e de fantasia

o que que há com nós dois, amor?
me responda depois
me diz por onde você me prende
por onde foge
e o que pretende de mim

era fácil
nem dá prá esquecer
e eu nem sabia
como era feliz de ter você

como pode
queimar nosso filme
um longe do outro
morrendo de tédio e de ciúmes

o que que há com nós dois, amor?
me responda depois
me diz por onde você me prende
por onde foge
e o que pretende de mim

antonio cícero

amor  ·  música

companhia no almoço

por   /  11/10/2007  /  17:56

when she sits on your lap
try to pretend to laugh
when she does stupid things
just like i used to do
do no hate her
don’t you even try
for to leave her is to love her
the same as you and i
I love you
and i miss you too
i really do love you
and i really miss you too
but i don’t know you
and i don’t need you
and i don’t want you anymore

amor  ·  música

entrevista: le rock démodé

por   /  10/10/2007  /  17:35

 

le rock démode é quase o les sucettes, banda paulistana que eu conheci na bizarre. em 2002, eu era turista em são paulo e passei uma tarde na loja que hoje não existe mais. entre um cd e outro, aquela capa com uma menina chupando pirulito me chamou a atenção. era o les sucettes, banda que tinha como inspiração o psicodelismo dos anos 60 e referências que iam de serge gainsbourg a ronnie von. três lindas músicas (piano song, oubliez cette chanson e outra que num lembro o nome agora) foram suficientes pra eu me apaixonar. até estava na cidade quando eles fizeram o derradeiro show no crowne plaza, mas acabei numa festa de fashionista…

uma vez encontrei maurício fleury (voz, violão, órgão e piano elétrico) e perguntei porque eles não voltavam com a banda. ele falou que tinham rolado uns desentendimentos, que agora cada um tinha seus projetos. mas eis que, semana passada, ronaldo me fala que eles vão voltar. com novo nome e nova proposta, maurício, gustavo cunha (violino e voz), mauro cunha (baixo), ricardo melo (voz, violão, guitarra, piano elétrico e órgão), pedro falcão (bateria e voz) e rita retz (voz, escaleta e percussão) se reuniram para formar o le rock démodé, que se apresenta hoje no auditório da faculdade santa marcelina. por e-mail, maurício e ricardo responderam a algumas perguntas.

1. como foi que vocês decidiram voltar com o les sucettes?

ricardo – na verdade não é uma volta do les sucettes. a banda acabou definitivamente em 2003. por coincidência voltamos a tocar juntos, as mesmas pessoas daquela formação, mais outros dois integrantes. e agora somos o le rock démodé.

maurício – não houve a decisão de voltar com o les sucettes, e sim uma vontade de colaboração entre nós. eu e o ricardo tínhamos várias músicas escritas e nos damos muito bem musicalmente, estávamos vendo de fazer umas coisas juntos, eu também já estava fazendo umas trilhas sonoras com o gustavo, então ligamos para o mauro e voltamos a tocar, mas a banda só se concretizou com a presença iluminada do pedro (bateria) e da rita (voz e escaleta), mas tudo aconteceu naturalmente, não teve nenhuma “volta” planejada, até porque não encaramos como volta, e sim como outro trabalho, os tempos são outros, assim como as músicas.

2. qual a diferença da banda que vai fazer show de hoje para aquela de uns anos atrás?

maurício: a diferença mais básica é a presença de um baterista, acho que encontramos o melhor, o pedro toca muito e é um grande amigo, e também de uma vocalista, a rita é muito boa e bem nova, vocês ainda vão ouvir falar muito dela! fora isso, diria que o repertório também é composto de músicas novas, em português. acho que hoje também temos muito mais experiência de vida e de música, ou seja, só melhorou.

ricardo – acho que melhoramos um bocado, felizmente. e contar com mais dois integrantes
na banda faz uma grande diferença.

3. o repertório do show é todo de músicas próprias ou entram releituras?

maurício – desde que a gente começou a tocar, sempre nos divertimos tocando um monte de coisas que a gente gosta, então nada mais natural que apresentar várias covers de coisas que a gente gosta… vamos mostrar algumas no show, mas tem muito mais ainda esperando pra entrar no repertório.

ricardo – a maioria do repertório é de autoria própria, inclusive com uma releitura do les sucettes. e vai ter versão dos kinks e do tindersticks também.

4. como surgiu o les sucettes?

maurício: o les sucettes começou quando nos conhecemos e começamos a tocar, sempre voltados pra coisas legais dos anos 60 principalmente, mas mais pra gente se divertir… o ricardo já escrevia canções fazia tempo e então começamos a trabalhá-las, gravamos um epzinho totalmente independente, onde nos revezávamos em todos os instrumentos. a partir daí começamos a fazer shows só os dois, depois entrou o mauro e, por fim, o gustavo.

ricardo – acho que surgiu no final de 2000, começamos a ensaiar eu, o maurício e o ronaldo popaska. tocávamos umas versões de byrds, velvet underground. daí ficamos só eu e o maurício um tempo. depois entraram o mauro, do sala especial, e o gustavo.

5. qual foi a trajetória de vocês? onde tocaram, o que gravaram…

ricardo – gravamos um primeiro ep em 2001, fizemos uns shows no sesc consolação, no crowne plaza. do último show no crowne plaza resultou mais um ep ao vivo.

maurício – foram poucos e bons shows.

6. por que a banda ficou parada por um tempo?

ricardo – a Banda acabou mesmo, em 2003, então naõ ficamos parados. é claro que nesse meio tempo cada integrante continuou fazendo música, eu fiz o the velvet voices  e o electronic decadanse, o maurício tem o multiplex e toca em vários outros projetos. no ano passado voltamos a tocar juntos quando fizemos uns shows com a karine alexandrino. o gustavo continuou tocando em orquestras e ele e o maurício fizeram umas trilhas de desfile em parceria e assim por diante.
 

7.  por que vocês fizeram a opção de priorizar as letras em português?

maurício – sempre escrevi músicas instrumentais ou em português, em inglês devo ter uma ou duas só… e gosto bastante da música brasileira, principalmente dos anos 60 e 70: marcos valle, tom jobim, ronnie von, roberto e erasmo, com certeza são grandes influências pra mim.

ricardo – bom, pra mim foi um caminho natural, uma vez que sempre fizemos letras em português. e como estou morando aqui no brasil, acho importante fazer musica bacana na nossa língua. inclusive no show vai ter uma versão em português de uma música que era em francês na época do les sucettes.

de família

por   /  09/10/2007  /  22:44

você quer uma meia feita no capricho pela vovó, mas a sua mora longe ou já não consegue mais fazer esse tipo de coisa? as net grannys resolvem seu problema. elas são 15 avós que tricotam e vendem meias on-line. você escolhe as cores e as estampas ou deixa a decisão nas mãos delas. em duas semanas, recebe o pedido em casa. uma fofura, né? 

etc