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do frio da escócia pro calor do inferno

por   /  05/10/2007  /  22:19

amanhã eu toco no inferno, na festa peligro doble. vai ter show de rômulo fróes e the james orr complex. não conheço o último, mas meu amigo estêvão bertoni garante que o som é massa! ele fez até uma entrevista com o cara. me animei depois disso. confiram!

Christopher Mack, 29, não faz a menor idéia de que afinações são aquelas que usa. Diz ele que a culpa por tê-las incorporado ao violão foi dos nova-iorquinos do Sonic Youth e de grupos norte-americanos obscuros, como Polvo e Slint.
Fã dessas bandas, Mack passou a explorar novas combinações de sons, e o folk que resultou dessa experiência é o que o compositor escocês mostra hoje, no palco do bar Inferno.
Músico habilidoso, Mack é o responsável pelo som calmo do James Orr Complex, uma banda de um homem só. É com esse nome, inspirado em uma finada loja de móveis para hospitais em Glasgow (Escócia), que o cantor já lançou dois álbuns pela Rock Action Records, o selo da banda escocesa Mogwai: o EP “Figa” (2001) e o primeiro disco “Chori’s Bundle” (2003), que o faz ser comparado ao músico folk britânico Nick Drake.
Pouco conhecido no Brasil, Mack já abriu, na Europa, três shows para a cantora Cat Power, uma das principais atrações deste ano no Tim Festival.
Casado com uma brasileira que vivia em Glasgow, o compositor se mudou com a mulher para São Paulo há dois anos. “Começamos a descobrir a música brasileira juntos”, conta o músico, que se tornou fã do violonista Baden Powell.
Ele aproveita as aulas particulares de inglês que dá para aprender um pouco da língua nativa. “É uma troca”, diz. “Ainda tenho dificuldades. Outro dia pedi para que alimentassem a TV. O certo era aumentar.”
Viver no país tem lhe rendido parcerias com músicos brasileiros, como Mauricio Takara (Hurtmold). “O novo disco está quase pronto. Depois de acabado, vou mandá-lo para a Escócia para ser lançado”, conta.

06/10 Peligro Doble

The James Orr Complex [Glasgow; folk/experimental]
Romulo Fróes [São Paulo; mpb/samba]
DJs: Daniela Arrais + Ronaldo Evangelista

Entrada R$ 15 (com nome na lista em http://www.infernoclub.com.br/; R$ 20 na porta); a partir das 23hs

Inferno Club
Rua Augusta, 501
Consolação

pernambucanidade

por   /  05/10/2007  /  21:32

a nação zumbi lança seu disco novo, fome de tudo, em 25 de outubro. meu amigo bruno nogueira se adiantou e fez entrevista com jorge du peixe

O disco agora está bem mais orgânico que o Futura, não usamos tantos samplers. Quer dizer, eles estão lá, mas como algo ambiente.

confiram a entrevista completa e a música “bossa nostra” em http://www.popup.mus.br/2007/10/05/nacao-zumbi-com-fome-de-tudo/

murakami strikes again

por   /  05/10/2007  /  18:55

And so, when there came a momentary lull in their conversation, the boy said to the girl, “Let’s test ourselves – just once. If we really are each other’s 100% perfect lovers, then sometime, somewhere, we will meet again without fail. And when that happens, and we know that we are the 100% perfect ones, we’ll marry then and there. What do you think?” “Yes,” she said, “that is exactly what we should do.”

And so they parted, she to the east, and he to the west.

brasil em imagens

por   /  05/10/2007  /  18:38

um equipe do flickr estará no brasil, em 23/10, para um encontro entre integrantes e usuários do site, no mube (museu brasileiro de escultura e artes). no blog do flickr, eles explicam que, como parte do evento, foi aberto um grupo onde você pode adicionar suas fotos brasil. essas fotos serão expostas no mube e, posteriormente, integrarão um livro, com distribuição gratuita. dá para se inscrever no evento, gratuito mas com vagas limitadas, usando o upcoming.

fonte: tiago dória

contardo, analyze this

por   /  04/10/2007  /  18:21

se eu tivesse grana, pagaria qualquer que fosse a quantia pra fazer análise com contardo calligaris. mas ainda bem que ele é generoso e, todas as quintas, escreve textos genias na folha. o desta semana é sobre o segredo da vida de um casal. inspirador, como sempre.

Calvin e Alice transformaram sua vida de casal numa aventura fascinante: a aventura de sempre descobrir o outro, cuja diferença inesperada nos dá, de brinde, a certeza de que nossa obstinada maneira de ser, nossos jeitos e nossa neurose não precisam ser uma norma universal, nem mesmo a norma do casal.

A coluna inteira está em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0410200734.htm 

amor  ·  analyze this

praticando o desapego

por   /  03/10/2007  /  15:28

pela segunda vez, perdi uma conta de e-mail inteira. é amadorismo, eu sei, mas que merda… não custava nada checar aquela porcaria de quatro em quatro meses. tudo bem que eu nunca voltava pra ler e-mails que foram muito importantes de 2004 para antes, mas que dava um conforto tê-los por perto, ah, dava. sei lá, a gente tem essa necessidade de guardar as palavras ditas e trocadas. papéis se perdem numa mudança ou num descuido, os e-mails seguem pelo mesmo caminho, apesar da gente achar que está a salvo pela tecnologia. que saco… deviam intentar uma garantia de que minha caixa do gmail, por exemplo, vai estar firme e forte daqui a 20 anos.

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murakami

por   /  03/10/2007  /  0:16

El ritmo es lo más importante porque es la magia, lo que invita a la audiencia a bailar y lo que yo quiero son lectores que bailen con mis palabras. No quiero que entiendan mis metáforas ni el simbolismo de la obra, quiero que se sientan como en los buenos conciertos de jazz, cuando los pies no pueden parar de moverse bajo las butacas marcando el ritmo. Luego viene la melodía, que en literatura es un ordenamiento apropiado de las palabras para que vayan a la par del ritmo y la armonía. Después llega la parte que más me gusta: la libre improvisación. Yo empiezo a escribir sin ninguna estructura, apenas con alguna imagen o una serie de personajes que me interesan. Así como los lectores, no puedo esperar a dar vuelta la página para saber qué pasa con esta gente que he creado, porque no tengo idea del argumento, simplemente dejo que la historia fluya libremente desde mi interior y me sorprendo a mí mismo. Por eso creo que la libre improvisación es simplemente llegar a la esquina sin aliento para ver qué hay al girar en ella, con un sentimiento de excitación que debería ser transferido a los lectores, lo mismo que la sensación de libertad. Esto ya es el punto final, la elevación, esa emoción que uno experimenta al completar su interpretación y sentir que ha alcanzado un lugar nuevo y significativo, que ha logrado mover a la audiencia del punto A al punto B, que la ha transformado y nunca volverá a ser la misma. Es una culminación maravillosa que no puede obtenerse de ninguna otra manera e implica que el lector o quien ha escuchado la música ya es otra persona. Cualquier libro que logra eso se ajusta a mi definición de un buen libro

http://adncultura.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=943083

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