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queremos mais thiago pethit no sesc!, por mariana rezende

por   /  03/02/2011  /  13:49

Continuamos na campanha “Queremos mais Thiago Pethit no Sesc, cantando Lou Reed!”

Leiam a entrevista que a Mariana Rezende, nossa querida @marildinha, fez com o cantor, aproveitando que hoje tem show dele no Sesc Pompéia, junto com os maravilhoso do Letuce!

Queremos mais Thiago Pethit no Sesc, cantando Lou Reed, por Mariana Rezende

Aproveitando que hoje tem show do Pethit no Sesc, segue o apelo “Thiago Pethit cantando Lou Reed”. Dessa vez o pedido é meu (marildinha etc). Minha contribuição pra campanha foi fazer uma mini-entrevista com o Thiago e saber um pouco sobre sua preparação para encarnar o ídolo de uma geração, Lou Reed.

Já vi Pethit no palco tantas vezes e em todas elas me emociono muito. Tietagens de amiga à parte, dessa vez ele me impressionou ainda mais, desde a leveza com que representou o papel de Reed até a força da sua identidade como cantor que cresce à cada apresentação. A paixão de Thiago pelo que faz é transparente e sempre estimulante, dá pra notar isso nas suas respostas:

Como começou essa história de cantar Lou Reed no Sesc?

O convite veio através do Sesc. Primeiro mandaram um email perguntando minhas influências e sempre que me perguntam isso, eu faço uma lista nova. Por sorte, naquele dia, eu decidi incluir o Velvet Underground e o Lou Reed.

Logo chegou o convite e a sugestão de que eu fizesse o show com as músicas do Lou.

E a escolha do repertório?

Já havia me passado pela cabeça, diversas vezes fazer algum cover de uma música do Lou. Mas são clássicos já tão revisitados que não me pareceu uma boa idéia. Ter a chance de tocar todas essas músicas em um só show e com a desculpa de ter sido convidado para fazê-lo, me deu 70% da segurança necessária para encarar essas canções.

Então escolhi essas 10 canções do Lou com o coração. Seriam todas as canções que eu gostaria de fazer mas não sentia que podia tocar sem uma “permissão” alheia. Revisitar os clássicos mais difíceis.

Conta um pouco sobre os ensaios e sobre encontrar o tom grave da voz do Lou Reed.

Decidimos nos ensaios manter todas as músicas em seus tons originais (embora fossem bastante graves pra mim, em geral) e com os arranjos mais próximos possíveis das gravações. Queria as semelhanças se dessem sem imposição de uma linguagem minha sobre a obra dele, mas sim o contrário. Estudei cada intenção e busquei “cantar” menos o possível. Estudei seus personagens e queria apenas recontar as histórias com as intenções que ele havia dado ou com as que eu havia entendido. E percebi durante os ensaios, que embora o tom das músicas fossem bem dificeis pra mim, nossas vozes timbravam muito parecidas!

Me dei liberdade apenas de mexer em uma canção. “I´ll be your mirror” – o tom era grave e adequado para a Nico. Mas a intenção leve, suave e doce teve que ser em notas mais altas para mim e com um arranjo quase crú nas oitavas mais altas do piano. Como uma caixinha de música.

E sobre interpretar Lou Reed?

Permitir que as nossas semelhanças e diferenças falassem por si só foi o mais divertido e o maior desafio pra mim.

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2 Comentários Deixe seu Comentário

  • cleozinha • 4.02.2011 @ 08:49 responder

    uau! letuce e thiago pethit, como eu queria ter ido a esse show… deve ter sido o máximo!
    beijo!

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