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o que as pessoas do twitter lêem?

por   /  01/07/2009  /  13:07

bookcase

precisava gastar um bônus numa livraria. tudo de última hora, como é de praxe por aqui. aí resolvi pedir sugestões aos amigos do twitter. e não é que acabei reunindo ótimas sugestões? a pedidos, compartilho aqui com vocês  =)

biawabramo um de trabalho, Hello, Hello Brazil (Bryan McCann); reli Raízes do Brasil, que acho um dos melhores livros ever. ainda: O Trato dos Viventes (Alencastro) e Asfalto Selvagem (Nelson Rodrigues)

yoneshima Tudo se Ilumina, do Jonathan Safran Foer.

mateusmcb http://tinyurl.com/dyssa2 e http://tinyurl.com/njrgpx, recomendo.

gfelitti “fahenreit 451″, do ray bradbury, e “o cobrador”, do rubem fonseca.

piratejennyIcon_lock li poucos lately, mas me apaixonei por Desejo e Reparação, do Ian st, e Carta a D., do Andre Gorsz. Carta a D. é na linha de “oq é o amor pra vc, hj”. Vale a pena. Vc vai publicar as sugestões?

cademarcelo “a resistência ” do ernesto sábato `a beira de completar 100 anos ele escreveu algumas cartas para o mundo.

amarilislage Revolutionary Road (Richard Yates)

marildinhaIcon_lock henry miller, trópico de câncer.

thiago_kazu The Road, do Cormac McCarthy. Quem não chora lendo é porque não tem mais coração no peito.

vbranchine “O Jogo da Amarelinha”, de Julio Cortazar… Muito intrincado e louco… Um livro pra poucos…

m_cello um dos melhores livros que li foi Dois Irmãos do Milton Hatoum.

eldercReparação, do Ian McEwan. 30 vezes melhor que o filme!

obliziner Divina Comédia(tá é clássico, não sei se conta), Cem Anos de Solidão e tou lendo um bestseller que tou gostando, As Benevolentes

sabrinatr “Leite Derramado” Chico Buarque, “O Mundo de Sofia” Jostein Gaarder e “Minhas Queridas” Clarice Lispector.

goyogarcia já tem um tempinho que li, mas gostei muito do baudolino, do umberto eco

isabelamenaIcon_lock ‘de verdade’, sandor marai e ‘aventuras de um coração selvagem’, william boyd.

caroltypes elogio da madrasta

ludalima “Norwegian Wood”, de Haruki Murakami. “The Catcher in the Rye”, de J.D Salinger. “As meninas”, de Lygia Fagundes Telles. ;-]

dudagueiros vale quadrinhos? Shortcomings do Adrian Tomine. quadrinho menininha!

lusenalto A gente se acostuma aos fins do mundo – Martin Page (acho que é essa a tradução) #melhoreslivros

rlevino Indignação, Philip Roth. Cine Privè, Antonio Carlos Viana. Lamentablemente estamos bien, Leila Macor. Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos, Ana Paula Maia.

paprikabrassim, de cabeça, persépolis

rbressaneIcon_lock hahahah eu, desde 1970 – nasci quase de 10 meses! aproveitando, pro teu quiz: o livro do ano é o Pornopopéia do Reinaldo Moraes

mpadrao defina últimos tempos. o último que eu li que mereça menção honrosa é “admirável mundo novo”, de aldous huxley. mas faz anos. se quadrinhos valer, “a nova fronteira”, de Darwyn Cooke e Dave Stewart http://migre.me/30UD. e tô lendo Ulisses, mas vai demorar séculos pra eu terminar, e por conseguinte, ter uma opinião conclusiva.

brizam Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, Fuja Logo e Demore Para Voltar, Estranho Caso do Cachorro Morto e O Amante

renmero jihad, do ahmed rashid – the road, do cormac mccarthy e buceta, do @biajoni.

thiagopethit “a seguinte história” – cees nooteboom

fabiobianchiniIcon_lock imagino que a resposta “O Falcão Maltês e a biografia da Creation” não vá te ajudar muito, né?

rebiscoito “Por Que Os Homens Não Cortam As Unhas Dos Pés?” da Stella Florence. ;)

inagaki “Bartleby e Companhia”, do Enrique Vila-Matas, e “O Livro Amarelo do Terminal”, da Vanessa Barbara.

bamp que li e gostei mesmo e lembrei de primeira, foi mordidas sonoras do alex kapranos :D

violabafile Dicas úteis para uma vida Fútil – Textos de Mark Twain!

alekalko the history of love, da nicole krauss. extremamente alto e incrivelmente perto”, jonathan safran foer. “the principles of uncertainty”, Maira Kalman

Pammmmm Hamlet e o filho do padeiro Por Augusto Boal

gtmacki a invenção de morel, do bioy casares =)

zenzi tentando lembrar: “a sangue frio” truman capote, “palmeiras selvagens” william faulkner, “razão e sensibilidade” jane austen. vou lembrar + lembrei de um que amei, mas li faz tanto tempo que nem lembrava mais: “de veludo cotelê e jeans”, david sedaris.

a estante é de danny kuo

a amizade nos tempos da internet

por   /  25/06/2009  /  1:29

onlinefriendship

eu tenho “amigos da internet” desde os anos 2000. eles costumam ter blog, twitter, estão em todas as redes sociais. alguns são nerds. outro são the average guys. não são psicopatas, seqüestradores ou golpistas, como podiam pensar nossa famílias, ainda no começo da década, quando dizíamos “ah, onde conheci fulano? na internet!”.

eles são de carne, de osso e de abraços. conheço a expressão de alegria de cada um _ouvi inúmeros momentos de tristeza de tantos outros. conheci vários pedacinhos que fazem cada um deles ocupar um lugar tão grande no meu coração. e vice-versa. sempre.

eles são parte da minha vida. assim como o são vocês aí _e quem sabe que é, sabe. carne, osso e cervejas “de verdade”. colo quando o choro não se agüenta sozinho no chão do quarto. ouvidos em qualquer momento, ao vivo, por e-mail, por sms ou pelo celular _momento em que contas homéricas acabam aceitas como uma conseqüência inevitável de uma distância puramente física.

não nasci com internet. não sei o que é digitar o meu nome antes de copiá-lo várias vezes a partir daquela letra da professora. e eu lembro que tia amélia, minha professora do jardim dois, tinha uma letra linda, toda desenhada. e numa marcador de texto enfeitado por uma possível borboleta, tinha lá meu nome. só três nomes, ante os quatro nomes do meu irmão _o que me fazia querer ser conhecida como daniela antônia em um dado momento da minha vida (q?).

cresci quando a internet era mirc, icq, cadê? e umas páginas como a de chico buarque, que eu acessava para ler as letras das músicas que ouvia desde que nasci. a internet eram várias conversas de oi-como-é-seu-nome-de-que-tipo-de-música-você-gosta?. música, por muito tempo o assunto que definia o futuro de uma amizade. ou o fim prematuro dela. foi assim que conheci vários “amigos de internet”. foi assim que várias conversas triviais se transformaram em conversas do coração.

e foi com uma grande “amiga da internet”, ao som de neil, chan e ella, que eu descobri quase agora que existem amigos fita k7: são aqueles que você pode deixar de ver ou de conversar por um tempãaaaao, mas, assim que os reencontra, é como se você tivesse parado naquele ponto da fita. e tudo recomeça outra vez. tudo é familiar, tudo é conhecido, mesmo que seja novidade. tudo dá uma sensação de que você esteve sempre ali, por mais que tenha estado distante. tudo é compreensão e conforto, carinho e amor.

e aí vocês me perguntam “o que é o amor para você hoje?”. e é simplesmente isso. amor são amigos fitas k7 _que fazem aquele ruído, aquele chiado, que são a trilha de quem a gente é e que enchem o coração da gente de alegria numa noite friiiiiiiia de inverno.

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a imagem que ilustra tudo isso é de mark arauz

amor  ·  analyze this  ·  escreve escreve

ligando os pontos

por   /  13/05/2009  /  8:45

You can’t connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So you have to trust that the dots will somehow connect in your future. You have to trust in something — your gut, destiny, life, karma, whatever. Because believing that the dots will connect down the road will give you the confidence to follow your heart even when it leads you off the well-worn path, and that will make all the difference.

Steve Jobs

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