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Posts da tag "nham"

amouse-bouches

por   /  20/01/2010  /  0:10

se tem uma palavra que adoro, das poucas que sei em francês, é amouse-bouches. quer jeito mais bonitinho de falar sobre aperitivos? baseado em notas do “le monde”, guillaume long fez os desenhos acima

e muitos outros, como vocês podem ver em: amouse-bouches, deuxième partie

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moleskine nights #7: jantar secreto

por   /  17/11/2009  /  1:23

um dia recebo o convite para um jantar secreto, em que as típicas perguntas o quê, onde e por que não são respondidas. gostei do mistério. na terça passada, um taxista mal-humorado me pegou em casa e me levou até o capim santo, restaurante da chef morena leite. e foi lá que um grupo de gente legal se reuniu para falar sobre comida, internet e blablabla

confiram a incursão gastronômica do moleskine nights. você consegue ver o menu da noite aqui

ricardo gaioso, o rico, saca o telefone para contar do jantar

chris campos presta atenção no seu interlocutor

xico sá observa alexandre inagaki desgustando um prosecco

facundo guerra e kátia lessa prestam atenção em coisas diferentes

ana cavagnoli twitta o evento

fabilipo e biti averbach interagem, enquanto ana laura, a dj mulher, coloca um som

a chef morena leite conta truques da cozinha para a vj marina person

visão geral da cozinha. ou melhor, do playground

os convidados ouvem as instruções para preparar a entrada do jantar

kátia lessa, facundo guerra e xico sá observam e são observados

eu mostro toda a minha habilidade na cozinha

bia granja se diverte com os utensílios

renato salles, ao fundo, fica atento para não errar o ponto

e lá vamos nós para um dia de ofélia: a entrada leva lula, rúcula, alho e tomate

olha que bonito?  =)

lalai também twitta o jantar, enquanto é observada pelas amigas

liliane ferrari ouve as dicas de morena leite

detalhe do colar da liliane. lindo, né?

ao final da noite, mais uma descoberta sobre como as pessoas entendem meu sobrenome

moleskine days #3: dia dos mortos na casa do cariris

por   /  04/11/2009  /  9:50

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pinheiros se transformou em um pedaço do méxico no día de muertos. o tradicional feriado de chuva deu lugar a um sol absurdamente quente e bonito. a constante melancolia que a gente reforça nessas datas marcadas pelo calendário cedeu espaço a uma felicidade indescritível.

pela primeira vez, em anos, tive um dia de finados alegre, graças a um punhado de amigos queridos e à encantadora repecção de lourdes e felipe, que abriram sua casa dos cariris para fazer uma oferenda a todos aqueles que já se foram, mas que permanecem pra sempre com a gente. a homenageada especial foi a cantora mercedes sosa.

já no convite, lourdes escreveu: “A gente sabe que só na medida em que lembramos daqueles que já são ausência, eles continuam vivos compartilhando nossas vidas. Durante dois dias os chamamos e preparamos o melhor de todo o que eles curtiam. E eles vem. Vem para desfrutar da vida e chegam os mortos crianças e brincam e logo mais tarde, na tarde do dia primeiro os mortos adultos começam a escutar nosso chamado. Porque a morte é um tema da vida que merece ser cantado.”

e se a morte é um tema da vida que merece ser cantado, esqueçamos as lágrimas. no lugar delas, a gente tem que colocar nosso maior sorriso e brindar nossas lembranças com micheladas e margaritas deliciosas. a comida, prefiro nem me alongar, acaba se transformando em um outro espetáculo.

pensando nesse dia, fui procurar um pouco de octavio paz, que minha querida amiga jana tanto leu no último ano.

Para el habitante de Nueva York, Paris o Londres, la muerte es palabra que jamás se pronuncia porque quema los labios. El mexicano, en cambio, la frecuenta, la burla, la acaricia, duerme con ella, la festeja, es uno de sus juguetes favoritos y su amor más permanente. Cierto, en su actitud hay quizá tanto miedo como en la de los otros; mas al menos no se esconde ni la esconde; la contempla cara a cara con paciencia, desdén o ironía”

e acabei descobrindo que, depois de domingo, me tornei um pouco mexicana. obrigada, lourdes e felipe, jana, geno, albie e clara.

com vocês, um moleskine days emocionado, com fotos minhas e do meu amigo talentosíssimo eugênio vieira

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loudes hernández-fuentes, a mulher das mãos de ouro

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clara lobo encara as lentes de eugênio

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água da jamaica para janaína pinho, una michelada para daniela e una margarita para alberto lins

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felipe ehrenberg, o grande artista

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o delicioso tamal de mole

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o mais delicioso ainda tamal de muertos

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as crianças tinham chegado? ou foi a pimenta que bateu?

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o pan de muerto, com chocolate

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os olhos que prestam atenção na conversa

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a linda combinação de cores

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o cardápio dos deuses

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a oferenda ao día de muertos

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detalhe das caveiras feitas por felipe

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mais uma parte do altar

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uma visão geral da parte interna da casa dos cariris

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detalhe de mercedes sosa

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albie feliz

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a escadaria que dá para o ateliê

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lindos, né?

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meu sonho de consumo. sou apaixonada por esse bonequinho

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a mesa posta para os próximos convidados

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eugênio vieira, fotógrafo e gatinho

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as caveirinhas fofas

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o mural de recados para nossos mortos

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felipe fazendo as contas

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cantinho dos fumantes felizes

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amor  ·  especial don't touch  ·  fotografia  ·  moleskine days

comida de hospital

por   /  06/05/2009  /  15:48

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hospital

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fora uns hipocondríacos que conheço, ninguém vê hospital como um grande passeio. comida de hospital, então, está longe de agradar ao paladar de 97% da galera

mas que tal mostrar que comida de hospital pode, sim, ser insossa e sem cor, mas, também, bem arrumadinha?

mais um pra série “blogs de nicho”, o hospital food: http://hospitalfood.tumblr.com/

dica do capanema

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